Dragões de Éter – Gigantes
14 set 2011 | por Raphael Draccon em Cavernas & Dragões, Internet às 4:44
Animação furiosa inspirada em uma cena da série Dragões de Éter, produzida pela Duque de Cartoon e exibida durante a Bienal do RJ.

Animação furiosa inspirada em uma cena da série Dragões de Éter, produzida pela Duque de Cartoon e exibida durante a Bienal do RJ.

Olá, amigos sedentários!
Depois de um tempo ausente da nossa coluna por excesso de trabalho, venho aqui convidar a todos para acompanharem um fim de semana agitado em SP para a fantasia nacional.
As opções envolvem um bate-papo sobre George R.R. Martin, um encontro inédito no melhor evento sobre literatura fantástica do país e a participação da coluna no Rapaduracast.
Seguem os detalhes abaixo.

PASCOAL SOTO (editor da Leya Brasil), em julho de 2009: … e então acontecerá a festa de inauguração e a Leya entrará oficialmente no Brasil.
RAPHAEL DRACCON: Então está tudo certo para o lançamento de Dragões de Éter (na época, o volume de “Corações de Neve”)?
PASCOAL SOTO: Está sim. Será um dos primeiros livros da holding no país.
RAPHAEL DRACCON: Fico agradecido pela confiança.
Pascoal já prestes a se despedir e desligar.
RAPHAEL DRACCON: Ah, Pascoal, inclusive, se você me permitisse, eu gostaria de fazer uma indicação para a Leya, que acredito poder funcionar muito bem por aqui no futuro.
PASCOAL SOTO: Pode falar.
RAPHAEL DRACCON: Eu gostaria de lhe falar sobre um autor chamado George R.R. Martin…
***
E hoje eu gostaria de falar sobre ele com vocês também.

E hoje é o Dia da Toalha!
Um dia para saber quem é nerd de verdade, no mehor sentido da expressão.
Para expressarmos esse imenso orgulho do nosso lado nada obscuro da força, convido os Sedentarios nerds hoje a aproveitarem e nos contarem alguns motivos de bater fundo esse orgulho nerd no peito.
Vamos fazer assim: eu começo a brincadeira e conto alguns dos meus motivos. Aí depois se lembrar dos seus, você nos conta também, combinado?
Nerdpower!

Há algum tempo os fãs de Thundera foram surpreendidos pela notícia de que estaria sendo produzida uma nova versão da clássica animação Thundercats.
Os boatos foram confirmados e recentemente já foi divulgado inclusive o trailer com o estilo dessa nova animação, colocado ao final do post.
A questão é que apenas lembrar do nome dessa marca já traz recordações indiscutíveis a todo moleque que cresceu se arrepiando com o som das cornetas que anunciavam a abertura da série. E alguns detalhes daquela produção eram tão visionários perto das animações que pipocavam naquela época, que analisando mais friamente é compreensível o sucesso por detrás do arrasa-quarteirão.
Então é sobre isso que nós vamos falar hoje.
Sobre como uma animação enxergava além do alcance.
ps: se pelo botão (mais) abaixo o post apresentar uma formatação diferente, ele poderá ser visualizado normalmente direto pelo link aqui.

Foi colocado no ar o Papo na Estante 26, sobre o tema Terror na Literatura, com participação minha e do André Vianco.
O podcast é comandado por Thiago Cabello em parceria com o Gabriel Gunslinger do O Nerd Escritor. Para escutá-lo, só clicar na imagem abaixo ou no link aqui.
Conexão chuvosa; minha voz saiu meio robótica no início, mas depois foi melhorando.
No papo, conversamos sobre as diferenças entre terror e horror; o começo do gênero; autores importantes; características do estilo em livros, a competência de Guillermo Del Toro, filmes e games; por que Crepúsculo não é terror e até sobre os novos trabalhos.
Alguns posts da nossa coluna que foram citados estão com os links abaixo.
Enjoy.

Eles antigamente andavam nas sombras e eram contados como lendas sombrias, daquelas sussurradas pelas pessoas aterrorizadas demais para equilibrar o próprio bom senso.
Com o tempo, tal qual ocorreu com os zumbis, seus feitos fantásticos foram devorados pela cultura pop e seus mitos foram desconstruídos, reconstruídos e reimaginados.
O resultado disso é sobre o que vamos falar hoje.
Sobre as lendas e a popularidade desses carismáticos seres das sombras.
Sobre os bastidores do clã de assassinos mais famoso do mundo.

A revista Veja há algum tempo se referiu ao personagem Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, como “o primeiro super-herói brasileiro”.
Na verdade, contudo, Capitão Nascimento foi apenas o primeiro grande herói pop e levado a sério. Tempos atrás, lá pela Era de Bronze dos quadrinhos, porém, nosso país possuía seus próprios super-heróis para enfrentar ameaças das mais esdrúxulas.
Você duvida?
Olhe isso que eu vou lhe mostrar…

RPG.
Talvez você conheça essa sigla porque ande gastando centenas de suas horas com a Square Enix. Talvez porque seja um saudosista de livros em primeira pessoa, cheios de finais e opções diferentes de trajetória para o protagonista. Talvez porque tenha lido matérias policiais mal direcionadas.
Talvez porque tenha dor nas costas.
Não importa.
O caso é que hoje nós vamos falar sobre o que você deveria pensar de verdade ao escutar essa sigla. Sobre a trajetória e peculiaridades do maior jogo de imaginação já criado pela humanidade.
Do verdadeiro papel da maior escola de contadores de histórias já criada.
fol
“Você quer ser escritor, menino? No Brasil? Ah, vai morrer de fome…”; “Ih, nem adianta, o público brasileiro só lê obras estrangeiras…”; “As editoras aqui não têm espaços pra autores nacionais infelizmente…”; “você no Brasil tem 3 mil leitores…”; “jovem não lê…”.
Essas frases acima fazem parte da velha ladainha citada por pessoas conformadas com determinadas situações que não possuem forças para lutar contra.
Como igualmente aconteceu com o cinema daqui, contudo, no atual cenário da literatura pop nacional uma nova geração de escritores, leitores e blogueiros resolveu se mexer e sacudir de vez o mercado editorial para acabar com o elitismo que tratava um livro como um objeto de culto e transformá-lo novamente em algo prazeroso e popular.
Os efeitos dessa atual revolução, cercada de detalhes digitais, é uma coisa bonita de se ver. E é sobre isso que nós iremos conversar hoje, no provável último post da coluna em 2010.
Sobre alguns escritores que andam agitando o marasmo do mercado e sobre como leitores e blogueiros resolveram revolucionar a coisa toda.
Mais uma vez.


Hoje em dia existe um termo que anda bastante utilizado por aí: o chick lit.
A expressão se refere a uma literatura voltada especificamente para o público feminino (em tradução livre seria algo como: “literatura para mulherzinha”).
É de onde surgem histórias sobre mulheres querendo perder peso para arrumar namorado; procurando formas de controlar os cartões de créditos; fazendo fofocas em escolas de ricaços ou agarrando qualquer anjo ou morto-vivo que brilhe por aí.
Que seja; se elas gostam disso, nós temos de respeitar a forma de construção de raciocínio do sexo oposto.
A grande questão, porém, que fica é: ok, e se o mercado editorial anda invadido pelas obras para a mulherada, o que sobra nas prateleiras para representar a legítima literatura de macho?
Abaixe o volume do jogo no fundo aí e abra essa cerveja no dente, meu amigo.
Vamos falar de literatura para macho de verdade…

Trecho do Workshop de Criação Literária, ministrado com Eduardo Spohr, utilizando Crepúsculo como exemplo para explicar a estrutura aristotélica, que acabou se tornando um stand up comedy nerd improvisado.
O texto citado no video, “Vampire Rulez, ou por que Pokémon pode explicar o sucesso de Crepúsculo…”, pode ser lido clicando aqui.
Enjoy.

Meus caros, segue abaixo o teaser em animação da série “Dragões de Éter”, exibido durante o evento na Bienal de SP no último sábado.
Falando nisso, gostaria de agradecer a presença dos que puderam comparecer. O evento virou um megaevento, com direito a guerreiros e bruxas queimadas presentes, a fila deu volta no quarteirão do estande e precisei de quase 4 horas para atender a todo mundo.
A repercussão foi tanta, que fui convocado para uma segunda noite de autógrafos nesse sábado, dia 21, novamente às 17 hs, no estande da editora Leya. E, dessa vez, além de promovermos um evento ainda maior, eu ainda vou vestir a camisa do Sedentário. Literalmente!
Tanto é que, se algum de vocês puder aparecer por lá, ao chegar a sua vez não deixe de me dizer a senha: “eu quero vestir a camisa do Sedentário“. Aí você irá concorrer ali na hora a algumas delas em diferentes cores, ok?
Enjoy.

É, rapaz, e a nossa coluna está prestes a completar um ano de vida.
Discutindo desde o motivo de amarmos tanto zumbis até como Pokémon poderia explicar o sucesso de Crepúsculo, esse espaço acabou se tornando um canal bem humorado e uma forma de observarmos opiniões de assuntos de vertentes fantásticas já bem explorados, mas de um ponto de vista diferente do tradicional. Continue lendo…

Ele foi chamado de o “novo Harry Potter”.
Ok, “Túneis” recebeu esse título. “Magika” e “The 39 Clues”, idem. Até mesmo “Crepúsculo” recebeu a esdrúxula tarefa.
Entretanto, guardadas as devidas proporções, quem mais se beneficiou desse anseio por uma obra que suprisse a ausência da série da década foi um moleque… bom, de certa forma parecido com Harry Potter, mas mágico ao seu próprio modo.
Esse mês chega ao Brasil “O Último Olimpiano”, o quinto e último livro da saga de “Percy Jackson & Os Olimpianos”.
Logo, a coluna e a editora Intrínseca em parceria irão sortear um livro nos comments do Páprica, que você acessa no link “leia mais” abaixo.
E melhor ainda: você vai escolher o livro da saga que quer receber.
Se você nunca leu nada da saga, escolha o primeiro. Se leu todos, escolha o último. Se leu apenas os dois primeiros… bom, você já entendeu, não é?
Para participar basta colocar sua opinião ao final.
Agora, puxe uma cadeira.
É hora de nós pensarmos por que roubar raios hoje em dia anda dando dinheiro…