Cinefilia S/A | Sedentário & Hiperativo
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Olá Cinéfilos!

Na sessão de hoje do Cinefilia S/A teremos uma crítica do badalado “Guerra ao Terror”, o trailer legendado de “O Escritor Fantasma” e o novo Spot de “O Último Mestre do Ar” de M. Night Shyamalan, e uma lista da revista Empire que classifica “Batman” com George Clooney como o pior filme da história. No bônus, o estiloso curta animado: Pivot.

No post passado, tivemos a promoção do filme “Os Inquilinos” dirigido por Sergio Bianchi, que oferecia um Box com 5 DVD’s do diretor, para quem desse a melhor resposta para a pergunta: “O que você faria se tivesse vizinhos barulhentos e desconfiasse que eles fossem criminosos?

E o criativo vencedor da promoção, escolhido por uma comissão julgadora, foi Vitor Stefano, com a resposta:

Seria ‘Cronicamente Inviável’ viver ao lado desses vizinhos barulhentos! Que ódio! Para deixá-los desgostosos, criaria um belo ‘Romance’ com a linda filha daqueles loucos barulhento. Isso os mataria, mas olha que ‘Maldita Coincidência’, essa é a minha vontade! Sempre me pergunto, “Mato Eles?” Mas ainda não sei como…

Ninguém pode saber, mas isso é um’A Causa Secreta’. Como farei… Acho que a facadas. Para me vingar de todas as noites em claro, eles terão que sofrer! Por tanto barulho que está me enlouquecendo, eu faria questão de vender os restos de seus corpos. Mas “Quanto Será Que Vale” ou é melhor vender “Por Quilo”? Acho que não valem mais nada!

Depois dizem que a ficção não pode virar realidade. Matá-los-ei e irei ao cinema ver o novo filme de Sérgio Bianchi, ‘Os Inquilinos’. O filme podia chamar, ‘Matou os vizinhos e foi ao cinema”

Parabéns Vitor!
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Título: Guerra ao Terror
Título Original: The Hurt Locker
Direção: Kathryn Bigelow
Elenco: Jeremy Renner, Anthony Mackie, Guy Pearce, Brian Geraghty, Ralph Fiennes, Evangeline Lilly e David Morse.
Roteiro: Mark Boal
Produção: Kathryn Bigelow, Nicolas Chartier e Mark Boal.
Duração: 131 minutos
Ano: 2008
País: EUA
Gênero: Ação/Guerra

Nove indicações ao Oscar. Não sei até que ponto o Oscar pode servir de base para medir a qualidade de um filme, porém ainda não vi em “Guerra ao Terror” uma produção merecedora de nove indicações. Superestimado, talvez. Mas o fato é que Kathryn Bigelow fez um dos melhores filmes de guerra dos últimos tempos, apresentando um anti-herói viciado na adrenalina suja da guerra, semelhante a bandeira que Kubrick ergueu em 1987 com “Nascido para Matar”. Bigelow questiona seu público, os soldados dos EUA e seu protagonista: Você luta pelo seu país ou por Você?
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Olá Cinéfilos!

No cardápio do Cinefilia S/A de hoje teremos uma crítica de “Zumbilândia”. Nos trailers, além do longa “Cyrus”, teremos “Os Inquilinos” de Sergio Bianchi e uma promoção exclusiva valendo um Box com 5 DVD’s do diretor. E no bônus, o fantástico curta “A Day in Paris”.

Boa Sessão!

Título: Zumbilândia
Título Original: Zombieland
Direção: Ruben Fleischer
Elenco: Woody Harrelson, Amber Heard, Abigail Breslin, Emma Stone e Bill Murray
Roteiro: Rhett Reese e Paul Wernick
Produção: Gavin Polone
Duração: 81 minutos
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Comédia

Seria mais fácil eu não gostar de “Zumbilândia“. O filme tem uma trama mais do mesmo, apresenta elementos pra lá de manjados, apoiados em clichês que já cansamos de listar, e mesmo assim gostei do que vi. Às vezes me pergunto, até que ponto devemos levar o “cinema de entretenimento” a sério, dando um play no senso crítico e achando tudo chato, sendo que muitas vezes o chato é justamente quem está assistindo.
Se sua opção é diversão, “Zumbilândia” é o filme certo, agora se você procura, enredo, argumento ou algo novo, passe longe daqui, antes que algum Zumbi te morda.

Se compararmos filmes que utilizaram elementos do terror para fazer comédia, “Zumbilândia” estará acima da média. Com a velha fórmula do caos estabelecido nos EUA, onde poucos sobreviventes escolhem carros e alimentos à vontade, e se preocupam em manter-se vivos enquanto buscam uma solução para o problema, o longa, ainda sim, consegue entreter. A escolha do elenco foi fundamental, Woody Harrelson e sua peculiar cara de louco, foi a melhor escolha. Jesse Eisenberg, Emma Stone e Abigail Breslin, sim a Miss Sunshine, formam a trupe que combate zumbis enquanto viajam juntos em busca de seus objetivos.

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Olá Cinéfilos! Estamos de volta com mais uma sessão do Cinefilia S/A – Hoje teremos a crítica de “Onde Vivem os Monstros” de Spike Jonze. Notícias sobre “Tropa de Elite 2”. O trailer do futurístico e sangrento “Repo Man”, e a fantástica animação E.T.A.

Preparem a Pipoca e Boa Sessão!

Título: Onde Vivem os Monstros
Título Original: Where the Wild Things Are
Direção: Spike Jonze
Elenco: Max Records, Catherine Keener, James Gandolfini, Forest Whitaker, Catherine O’Hara, Lauren Ambrose, Michael Berry Jr., Chris Cooper e Paul Dano.
Roteiro: Spike Jonze e Dave Eggers – Baseado no livro de Maurice Sendak
Produção: Maurice Sendak, Tom Hanks, Gary Goetzman, John B. Carls e Vincent Landay
Duração: 101 minutos
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Fantasia

Foi amor à primeira vista! O primeiro trailer de “Onde vivem os Monstros” bastou para que eu ficasse, desde lá, esperando o lançamento do longa em telas tupiniquins. O nome de Spike Jonze envolvido no projeto me fez pensar: “Qual estúdio teve a coragem de aprovar um filme deste, dirigido por Jonze?” – E foi justamente aí que estava a graça. Jonze, o maluco que realizou os cults hollywoodianos “Quero ser John Malkovich” e “Adaptação”, fez um dos filmes mais encantadorores do cinema atual. E se deixar levar pela história de Max e seus monstros, vai depender da criança que existe dentro de você.

O público-alvo do filme não são as crianças, apesar de que elas podem se divertir com as simpáticas/excêntricas figuras dos monstros em cena. “Onde vivem os Monstros” é uma bela trama sobre as dificuldades da infância, e apesar do roteiro ser baseado num livro homônimo escrito por Maurice Sendak em 1963; muito do que se vê, reflete em problemas recorrentes e atuais como a ausência dos pais na vida da criança, e levanta a bandeira da fantasia (aos moldes de “A história sem Fim”) que sumiu do cinema e da cabeça da criançada, substituída pela presença de bichinhos coloridos e seus respectivos produtos.

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Olá cinéfilos!

No Cinefilia S/A de hoje teremos uma lista com Os 10 Filmes Mais Perturbadores da Década. A relação com os indicados ao Globo de Ouro 2010 e o trailer do estiloso “Bronson”.

Boa Sessão!

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Um filme perturbador não precisa obrigatoriamente conter cenas com sangue, assassinato e tortura, por exemplo. Apesar destes elementos contribuírem para a composição de um filme que possivelmente irá chocar o público, alguns roteiros podem deixar cinéfilos aterrorizados sem que nenhuma gota de sangue pingue no set de filmagens.

Pensando nisso, e com a ideia de postar uma lista que possa servir de indicação para os leitores do Cinefilia S/A, criei um ranking com os 10 Filmes mais Perturbadores da Década.

Sei que pelo underground do cinema existem diversos filmes mais escabrosos que os aqui citados, porém foquei em títulos que, apesar dos pesares, estão mais acessíveis ao grande público. Confira:

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Olá Cinéfilos!

Hoje no Cinefilia S/A teremos a crítica do aterrorizante “Atividade Paranormal”. Nos trailers, o incrível musical “Nine” e o intrigante suspense do thriller britânico “Exam”. Veremos também o ranking divulgado pelo jornal “The Times” com os Melhores Filmes da Década e o fantástico visual do Curta experimental “Field“.

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atividade_paranormal Título: Atividade Paranormal
Título Original: Paranormal Activity
Direção: Oren Peli
Elenco: Micah Sloat, Katie Featherston, Michael Bayouth, Amber Armstrong, Tim Piper, Mark Fredrichs, Randy McDowell e Ashley Palmer.
Roteiro: Oren Peli
Produção: Oren Peli, Steven Schneider e Jason Blum.
Duração: 99 minutos
Ano: 2007
País: EUA
Gênero: Terror

Sempre tive um moderado medo de histórias de assombrações, fantasmas e afins. Fui do tipo de criança que via filmes de terror, ou programas de TV que exibiam matérias sobre o tema, mas ficava com medo na hora de dormir, me cobrindo até a cabeça mesmo no mais rigoroso verão – O tempo passou, eu cresci, e por muitas vezes ri ao invés de ficar assustado com alguns (atuais) filmes de terror. Não que meu nível de sadismo esteja alto demais, mas sim pelos fracos e nada convincentes longas de terror da praça, que baseados unicamente em excesso de sangue, mutilações e máscaras tentam assustar uma platéia que já conhece, há muito, estes velhos e manjados truques.

Agora, como assustar sem excessos, máscaras e sangue? Simples. Veja “Atividade Paranormal” e aprenda com o diretor e roteirista estreante Oren Peli.
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Olá, Cinéfilos!

Estamos de volta com a Cinefilia S/A e hoje teremos a indicação da Trilogia da Vingança. Conhece? Não? Então é uma boa hora para conhecer! Nos trailers teremos “Season Of The Witch” novo longa de Nicolas Cage e o sangrento “Ninja Assassino”. Veja também quem são os astros que dão mais prejuízo em Hollywood e o divertido som da animação “Qualquer Nota”.

Preparem a pipoca e boa sessão!

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A minha primeira indicação no Sedentário não poderia ser outra. Vivo insistindo entre amigos ou desconhecidos que é de lá, da Coréia do Sul, Japão e China que estão vindo os filmes mais originais e do cinema atual. Exagero? Talvez, mas nomes como Kim Ki-duk, Hou Hsiao-Hsien, Takashi Miike e Zhang Yimou pipocam orgulhosos entre os elogios de cinéfilos mundo afora. Dentre os sucessos do cinema oriental, está a cultuada “Trilogia da Vingança”, realizada pelo sul-coreano Park Chan-wook, um dos mais talentosos realizadores em atividade. Sua trinca de filmes formada por “Mr. Vingança”, “Oldboy” e “Lady Vingança” é a prova de que se existe um lugar no mundo onde se vingar é permitido, este lugar se chama Set de Filmagens. Lá, qualquer esforço é pouco para que a vingança seja realizada com sucesso, e ver um vilão pagando pelo mal que fez não tem preço. Há quem diga que a vingança é um prato que se come frio, mas no cinema, comemos com pipoca. E quem nunca vibrou com uma boa cena de vingança, que atire a primeira pedra – Mas cuidado com o monitor!
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Olá, Cinéfilos!

Estamos de volta com mais uma sessão do Cinefilia S/A. No cardápio de hoje teremos uma crítica do filme “(500) Dias com Ela”, uma divertida lista com alguns títulos de filme em português de Portugal, os trailers de “Precious” e “Kick-Ass”, e o verdadeiro motivo do cancelamento da versão USA de Oldboy.

Preparem a Pipoca e Boa Sessão!

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500_Dias_com_ElaTítulo: (500) Dias com Ela
Título Original: (500) Days of Summer
Direção: Marc Webb
Elenco: Joseph Gordon-Levitt, Zooey Deschanel, Chloe Moretz, Geoffrey Arend, Rachel Boston, Matthew Gray, Clark Gregg, Patricia Belcher, Gubler.
Roteiro: Scott Neustadter e Michael H. Weber
Fotografia: Eric Steelberg
Produção: Jessica Tuchinsky, Mason Novick, Steven J. Wolfe e Mark Waters.
Duração: 95 minutos
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Comédia

Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é coincidência. Principalmente com você, Jenny Beckman.Vadia!

É assim, com esta apaixonada nota do autor, que a comédia romântica indie “(500) Dias com Ela” dita o tom de seu enredo. Afirmando ao espectador logo em seus primeiros minutos que aquela não é uma história de amor, o filme carrega, além de uma agradável surpresa, a prova de que ainda é possível transformar um forte candidato a “filminho água com açúcar”, em uma das melhores produções do ano.

Não sou muito de me empolgar com trailers, até porque muitos deles enganam e são o primeiro passo para uma possível decepção, mas com o filme em questão foi diferente. O motivo do ânimo, além dos lindos olhos de Zooey Deschanel e a presença do talentoso Joseph Gordon-Levitt, foi ver os dois em quadro (nesse trailer) ao som de “There is a light that never goes out”, minha música preferida do The Smiths, banda que sou fã. A partir de então eu já tinha motivos de sobra para conferir o longa: “Um filme que tem um som dos Smiths, deve ser (foda) bom!” – E para minha surpresa, a relevante qualidade da trilha sonora não acabou por aí: Pixies, Doves, Simon & Garfunkel, Wolfmother, Mumm-Ra e She & Him, banda que Deschanel é vocalista (sim ela canta); também estão presentes.

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Olá, Cinéfilos!

No Cinefilia S/A de hoje, teremos a crítica do filme “Matadores de Vampiras Lésbicas”, os adventures trailers de “Salt” e “Prince of Persia”, a lista de uma revista norte-americana que elegeu “Cidade de Deus” como o melhor filme da década, e no bônus uma insana e divertidamente tosca animação de “Roque e Alfredo”. Não vai perder, né?

Prepare a pipoca e boa sessão!

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m_v_lTítulo: Matadores de Vampiras Lésbicas
Título Original: Lesbian Vampire Killers
Direção: Phil Claydon
Elenco: James Corden, Paul Mcgann, Mathew Horne, MyAnna Buring, Silvia Colloca, Ashley Mulheron, Louise Dylan, Vera Filatova.
Roteiro: Paul Hupfield e Stewart Williams
Fotografia: David Higgs
Produção: Steve Clark-Hall
Duração: 88 minutos
Ano: 2009
País: Inglaterra
Gênero: Comédia

Matadores de Vampiras Lésbicas” – O título é a melhor coisa do filme e realmente chama a atenção do público, mas é aí que mora o perigo. O visual estampando no pôster também é atraente e mais uma vez o público é convidado, mas o conteúdo…estou procurando até agora.
O cinema de comédia por si só corre o risco de ser um fracasso nos olhos de alguns e um sucesso nos olhos de outros. Afirmo isso, seguindo a regra que diz: “Um filme pode ser engraçado para alguns, e não para outros”, já que cada um gosta de um tipo de humor, concorda? E quando se mistura: comédia, tentativa de homenagem, quase terror, clichês e gemidos; temos uma indigestão pouco divertida.

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Titulo: Garota Infernal
Título Original: Jennifer’s Body
Direção: Karyn Kusama
Elenco: Megan Fox, Amande Seyfried, Adam Brody, Johnny Simmons, Chris Pratt, J.K. Simmons, Amy Sedaris, Juno Ruddell
Roteiro: Diablo Cody
Fotografia: M. David Mullen
Produção: Jason Reitman, Daniel Dubiecki, Mason Novick
Duração: 102 minutos
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Terror

Não se sabe se a roteirista quis escrever um filme Cult com tendências Teen ou um Filme Teen com tendência Cult – Quem conheceu o trabalho da ex-stripper Diablo Cody, que venceu o Oscar por escrever “Juno” em 2008, pode esperar um pouco menos em “Garota Infernal”. Agora quem conheceu Megan Fox no robótico “Transformers”, pode esperar um pouco mais, mas com cautela, pois o longa vem cheio dos velhos clichês presente há anos no gênero.

O Talento de Diablo Cody, foi mais do que provado em seu primeiro teste nas exigentes lentes de Hollywood, faturando a estatueta mais cobiçada do mundo cinematográfico logo em seu primeiro trabalho (Juno). Os seus diálogos recheados de sacadinhas modernas agradam novamente, sendo o ponto alto da fita em questão, já a baixa ficou por conta dos clichês que Cody acrescentou em seu roteiro, deixando alguns espectadores se perguntando: “É pra levar a sério este filme?”

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Titulo: Distrito 9
Título Original: District 9
Diretor: Neill Blomkamp
Elenco: Sharlto Copley, Sylvaine Strike, Nathalie Boltt, Jason Cope, Elizabeth Mkandawie, William Allen Young, John Summer
Roteiro: Neill Blomkamp, Terri Tatchell
Fotografia: Trent Opaloch
Produção: Peter Jackson
Duração: 112 minutos
Ano: 2009
País: África do Sul/ Nova Zelândia
Gênero: Ficção Científica

Não me surpreenderia se a nave aterrisasse em Manhattan, Washington ou Chicago, mas parou exatamente sobre a cidade de Joanesburgo. – É mais ou menos assim, que entre os primeiros caracteres da legenda podemos entender que a escolha de Joanesburgo para rodar “Distrito 9”, longa sobre alienígenas, foi um pequeno passo para um filme, mas um grande salto para todos que estavam cheios dos ETs que só visitavam os Estados Unidos!
Quem, nos últimos meses acompanhou alguns sites/blogs que se dedicam ao cinema, deve ter se deparado com alguma notícia referente ao filme, visto que a campanha de marketing que o cercou foi grande e intensa, o que aguçou os olhares atentos de cinéfilos à procura de novidades no gênero, e os que já viram provavelmente encontraram!

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Em Cartaz: Tarantino e seus Bastardos!

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Título: Bastardos Inglórios
Título Original: Inglorious Basterds
Diretor: Quentin Tarantino
Elenco: Brad Pitt, Christoph Waltz, Diane Kruger, Mélanie Laurent, Daniel Brühl, Eli Roth, Til Schweiger, Samm Levine, Michael Fassbender, B.J. Novak
Roteiro: Quentin Tarantino
Fotografia: Robert Richardson
Produção: Lawrence Bender
Duração: 153 min.
Ano: 2009
País: EUA/ Alemanha
Gênero: Ação

Desde que começou a trabalhar como balconista de uma Videolocadora em 1984, Quentin Tarantino alimentava suas inspirações, bem visíveis hoje em dia, assistindo a todo tipo de filme. De Kung-fu a Western, passando pelos clássicos da cinematografia mundial.
Seu primeiro roteiro saiu aos 22 anos de idade e já despertou a curiosidade de alguns, mas foi em “Cães de Aluguel” (1992) que o diretor mostrou que tinha um dom. Em “Pulp Fiction” (1994), mostrou que tinha talento. Em “Jackie Brown” (1997), mostrou que sabe adaptar roteiros. Em “Kill Bill” (2003) mostrou o que realmente absorveu de suas influências. Em “Death Proof” (Grindhouse) (2007) mostrou que sabe fazer homenagens. Mas em “Bastardos Inglórios” (2009), mostrou que é o maior nome do cinema norte-americano atual. Não é?

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Olá, Cinéfilos!

Meu nome é Adriano Martins, e antes de tudo, gostaria de agradecer ao Sedentário & Hiperativo, em especial ao Duquian, por ter me convidado para escrever sobre Cinema aqui no blog. O Cinefilia S/A será uma Coluna? Um Drops? Sabe lá! O que se sabe é que este será o lugar do Cinema por aqui. Com Críticas, Trailers, Indicações, Notícias e outras coisas interessantes!

Espero que vocês gostem, preparem a pipoca e boa sessão!

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O Melhor Vampiro do Cinema Atual

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FICHA TÉCNICA
Título: Deixa ela entrar
Título Original: Låt Den Rätte Komma In/ Let The Right One In
Diretor: Tomas Alfredson
Elenco: Kåre Hedebrant, Lina Leandersson, Per Ragnar, Henrik Dahl, Karin Bergquist, Peter Carlberg, Ika Nord.
Produção: Carl Molinder, John Nordling
Roteiro: John Ajvide Lindqvist
Fotografia: Hoyte Van Hoytema
Duração: 114 min.
Ano: 2008
País: Suécia
Gênero: Terror

Há muito procurava ver um filme sobre vampiros que realmente me convencesse que o tema já não estava 100% batido, e olha que demorou! O longa-metragem “Deixa ela entrar”, produção sueca dirigida por Tomas Alfredson, funciona como uma espécie de luz no fim do túnel e enche de esperança os cinéfilos amantes do gênero.
É de se estranhar ou ao menos desconfiar de um filme que conta a história de um garoto de 12 anos, que se apaixona por Eli, uma menina vampira que por sinal é sua vizinha – Confesso que pensei: “Sessão da Tarde!”, mas não, eu estava completamente enganado.
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por Marcelo del Debbio por Kentaro Mori por Eduardo Nicholas cinefilia-sa

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