Gillette, Hellmann’s e Guaraná Jesus
25 jan 2009 | por Eduardo Nicholas em Dicionário das Marcas às 23:27
GILLETTE – Estados Unidos. Barbeadores. 1901.
Para entrar no mundo das grandes empresas você precisa ser criativo e audacioso, no mínimo. King C. Gillette cumpriu a primeira parte desses critérios quando inventou o chamado safety razor (barbeador seguro). Três diferenças marcavam o barbeador de Gillette em relação à navalha, instrumento mais utilizado na época. 
A primeira era a segurança, pois o novo barbeador oferecia menos risco de corte. A segunda era o fim da necessidade de amolar, uma vez que os novos barbeadores eram descartáveis. E por fim a terceira, relacionada às duas anteriores. Já que a navalha cortava muito e precisava de intensa manutenção, muitos homens preferiam ir ao barbeiro em vez de fazerem o serviço em casa mesmo.
Porém, nem todas essas vantagens fizeram do barbeador de Gillette um sucesso. Isso porque ainda era preciso interferir no costume dos homens da época, que continuavam a preferir a navalha.


Para entender como tudo isso se encaixa, vejamos primeiro a vida de Lagnado. Apaixonado por surf, desde pequeno ele curtia pegar ondas, numa época em que no Brasil o esporte ainda estava longe de ser popular. Depois de se formar em economia, Lagnado pensou se seria possível ganhar a vida trabalhando somente com surf. Naquele tempo ele tinha um amigo que já tirava algum dinheiro vendendo roupas para surfistas. Como sua família tinha uma pequena loja de confecção, ele acabou produzindo algumas peças para a loja do amigo. Pouco tempo depois, o empreendimento começou a faturar e Lagnado finalmente podia viver do surf.
Naturalmente as trajetórias das duas companhias são parecidas. A empresa de Rudi começou a funcionar em 1948, mesmo ano da Adidas. O nome que ele escolheu teve inspiração idêntica, sendo primeiramente chamada de Ruda, um acrônimo formado pelas duas letras iniciais de seu nome (
dividir ambições e prejuízos. Em muitos casos esse parceiro é escolhido dentro do próprio ambiente familiar. Sendo assim, é muito natural ver parentes em primeiro grau abrindo comércios por aí.
De todos que existem, os fabricados pela Victorinox são os mais famosos. Mais conhecido como canivete suíço, esse produto começou sua história pelas mãos de Karl Elsener, um cuteleiro que fabricava facas para o Exército Suíço. Durante um ano ele trabalhou nisso, até que empresas alemãs passaram a oferecer produtos mais baratos aos militares, deixando Elsener à beira da falência.
relação do casal. Se antes eles viviam um para o outro, depois das crianças o tempo fica curto e o amor fica mais direcionado aos pimpolhos. Então basicamente o cenário com filhos seria algo como “agora temos menos dinheiro e menos tempo um para o outro”.
Boa parte das pessoas já teve o desejo de pegar um carro e sair pelo mundo sem destino certo. Hollywood alimenta bastante esse clichê. Quando alguém quer mudar de vida, pega o carro e sai viajando pelo país, no melhor estilo Thelma e Louise. Eu confesso que também tenho esse desejo: sem data para voltar, bastante grana no banco e um roteiro bem abrangente e flexível. Para completar, um carro grande, confortável e resistente, daqueles que encaram asfalto e terra numa boa. O mercado de automóveis oferece diversas opções, mas certamente eu cogitaria escolher um Jeep. Isso se eu tivesse grana, é claro. 

de informática de algumas universidades americanas. Até então essa era uma diversão estritamente universitária, restrita ao público dos campus. A grande sacada de Bushnell e Tabney foi tirar o vídeo game da universidade, usando um computador especificamente para rodar jogos. Montado numa estrutura em madeira ou plástico, esse computador permitia que a pessoa jogasse mediante a inserção de moedas.

