Raphael Draccon comentando Crepúsculo

cavernas-e-dragoes

Trecho do Workshop de Criação Literária, ministrado com Eduardo Spohr, utilizando Crepúsculo como exemplo para explicar a estrutura aristotélica, que acabou se tornando um stand up comedy nerd improvisado.

O texto citado no video, “Vampire Rulez, ou por que Pokémon pode explicar o sucesso de Crepúsculo…”, pode ser lido clicando aqui.

Enjoy.

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E o sorteado no post da série Percy Jackson, dentre os 114 comentários do post aqui, foi o comentário 66, do Gabriel “Woden Crow”. Para conferir o print com o Random do comment sorteado, só clicar aqui.

Enjoy.

  • Boa piada, mas não chega nem perto da estrutura aristotélica 😛

  • LoL

    Puta merda, cara… já sou fã demais dos seus textos… mas esse vídeo superou! Kkkkk
    Ficou mt legal esse trecho… queria ter a oportunidade de um dia assistir a um workshop seu.
    Estou escrevendo um livro e o projeto é finalizar até janeiro… espero que quando concluir eu possa te mandar.
    Vc n sabe, mas criei coragem e escrevi a primeira página dps de um post seu aqui. Foi mt inspirador. Há 3 anos tinha a idéia da história, mas n tinha coragem de começar.

    Acho q vc nunca vai ter a noção completa da influência q vc gera nas pessoas através do seu trabalho.

    Abraços.

  • Filipe

    “(…) dois vampiros se casam e vao passar a lua-de-mel em uma ilha ensolarada (…)”

    SENSACIONAL

    hehehehehe

  • Fabio

    HAHAHAHAHHA muito bom! Ainda tenho quer ler ABdA.

  • crappy

    comedia bagarai.. hehehehe

  • Felipe Bonifacts

    Eu estava lá! \o/

  • Excelente workshop!!!

  • Vou falar pra minha professora de Teoria da Literatura usar Crepúsculo como exemplo nas aulas. rs

    Agora eu queria te fazer uma pergunta, Raphael. Não bem uma pergunta mas algo para discussão. Essas teorias de roteiro (que sejam baseadas nos clássicos ou em teorias psicanalíticas) não engessam a narrativa? Até que ponto é saudável seguir esse tipo de “fórmula”?

    @raphaeldraccon – A princípio elas podem parecer que lhe aprisionam. Mas é o oposto, conhecer a técnica lhe liberta, pois lhe dá o foco em vez da dispersão. Se você pode fazer “de tudo” e de qualquer maneira, fica sem saber o que usar. Se você usar seu repertório dentro de uma estrutura, isso vai potencializar seu raciocínio na busca pela melhor opção que você possa conseguir. O que é ruim é se viciar a ponto de achar realmente que um “Ponto de Virada” tem de estar na página tal, no parágrafo tal, como se todas as hitórias fossem iguais. Isso é prisão. Outra é saber que até determinado momento da história é preciso o Ponto de Virada, como até a primeira meia-hora de um roteiro, por exemplo, e como isso funciona.
    Isso é liberdade.

  • acho que ele assistiu o vídeo do felipe neto antes.