13/mai Heroes – Série original ou plágio descarado? | Comics Addicted #4
por Duquian em colunas, comics addicted às 13:48
Antes de começar esta coluna gostaria de alertar àqueles que não estão acompanhando Heroes pelos Estados Unidos (acaba de sair por lá o episódio 21) que o texto a seguir contém algumas revelações importantes da trama. Se não quiser correr o risco de estragar alguma surpresa, corra para baixar e assistir os episódios antes de ler a coluna.
A série
Desde o ano passado um programa de TV vêm se tornando um supersucesso (com o perdão do trocadilho) nos Estados Unidos e em todo o mundo, trata-se de Heroes. O que aconteceria se, do dia para a noite, pessoas normais descobrissem possuir poderes espetaculares e realizar feitos que ninguém jamais sonhou? Pelo menos para quem costuma ler quadrinhos, não há nenhuma novidade, mas o que conta em Heroes é a popularização do gênero através de um cenário hiper-realista onde um dom pode se tornar uma sina e bem e mal não são tão bem definidos.

Chegando agora ao final de sua primeira temporada nos Estados Unidos, a série apresenta diversos personagens que compõem um cenário intrincado de relacionamentos e um pano de fundo que aos poucos vai se revelando muito mais rico do que uma simples disputa entre “bandidos” e “mocinhos”. Tudo começa quando Mohinder Suresh, um professor indiano assume as pesquisas de seu pai falecido. Chandra Suresh acreditava na existência de uma relação entre as pessoas que vinham adquirindo poderes e, por isso, trabalhava para mapear as alterações genéticas responsáveis por estas mudanças, mas é assassinado pelo primeiro paciente que consegue contatar. O assassino, chamado Sylar, parte em busca dos demais seres poderosos, pois ao matá-los (e teoricamente ingerir seus cérebros) é capaz de absorver suas habilidades. Enquanto isso, o misterioso Mr. Bennet, o homem de óculos, tenta obter o máximo possível de informação a respeito dos “heróis”. O time de superpoderosos involuntários é:

Hiro Nakamura – Nascido no Japão, Hiro é um nerd assumido, amante de quadrinhos e Star Trek, acredita poder controlar o espaço e o tempo.
Claire Bennet – Filha do misterioso Bennet, Claire possui o poder de se regenerar de lesões graves, poder bem parecido com um certo mutante canadense.
D.L. Hawkings – Ex-presidiário que pode atravessar paredes (alguém aí pensou em Lince Negra?).
Niki Sanders – Esposa de D.L. luta para sustentar seu filho e conter sua segunda personalidade, a bad girl Jéssica.
Mika Sanders – Filho de Niki e D.L., possui o dom de se comunicar com equipamentos eletrônicos.
Matt Parkman – Policial que descobre ser capaz de ouvir os pensamentos a seu redor.
Isaac Mendez – Pintor e viciado em heroína que, durante suas viagens químicas, consegue pintar eventos futuros.
Nathan Petrelli – Político concorrendo ao senado americano, Nathan esconde sua habilidade de voar de todos, enquanto negocia seu futuro com um poderoso homem da máfia.
Peter Petrelli – Irmão de Nathan, Peter pode ser considerado o mais poderoso da trama, pois é capaz de assimilar as capacidades com que tem contato e repeti-las quando necessário.
É curioso notar que em nenhum momento os personagens da série são tratados como um grupo, coisa muito comum nas histórias em quadrinhos. Aqui os super-heróis da vez, apesar de terem histórias interligadas, estão espalhados pelo território americano e possuem motivações próprias para usarem suas habilidades, algumas vezes não muito louváveis. Apesar de muitas similaridades com X-Men, Watchmen e Ex-Machina, Tim Kring, o criador da série, jura de pés juntos que nunca havia pegado uma história em quadrinhos antes, e seus enredos são totalmente originais. O renomado autor de quadrinhos Jeph Loeb, que há algum tempo migrou para as séries televisivas onde trabalhou em Smallville e Lost, defende o criador, dizendo que este já o apresentou o início o meio e o fim da série e que estava se juntando ao grupo apenas como uma espécie de “consultor para assuntos de super-heróis”. A verdade é que a DC Comics, responsável pela publicação de Watchmen, já se prepara para processar os responsáveis pela série dependendo dos rumos que este fim de temporada tomar. Um pouco das razões de tanta indignação estão dispostas a seguir.
Plágio ou re-interpretação?
Desde o início, muitas críticas foram feitas a Heroes, onde se apontavam as semelhanças com outras tramas dos quadrinhos, principalmente com os X-Men. Não só a origem, uma mutação genética até onde se sabe, como alguns dos próprios poderes se assemelham em muito com os alunos do Professor Xavier. Mas felizmente as semelhanças acabam aqui. Heroes possui um senso de realidade maior até do que os filmes dos mutantes, que já buscavam tratar os personagens mais como ficção científica do que como adaptação de quadrinhos. O enfoque nos conflitos pessoais também é algo que lembra muito os quadrinhos da Marvel mas pode ser atribuído muito mais a uma tendência das séries americanas atuais, como o mega-sucesso Lost, de onde pega emprestado também o clima constante de suspense.
Talvez a principal “inspiração” para a trama atual de Heroes seja realmente a mini-série Watchmen de Alan Moore e Dave Gibbons. Na história de 1984, um ex-combatente do crime arquiteta um plano mirabolante para acabar com a Guerra Fria. Ozymandias, como é conhecido, tornou-se um grande empresário após aposentar-se de suas funções de combate ao crime. Preocupado com os rumos da humanidade, reúne geneticistas, artistas plásticos, escritores e sensitivos para criar uma criatura bizarra mas sem vida. Esta criatura é tele-transportada para o centro de Nova York matando metade da população da cidade instantaneamente com um tipo de choque psíquico causado pela tecnologia ainda pouco desenvolvida. Com isso os governos americano e russo acreditam estar sob ataque alienígena e dão fim ao iminente conflito nuclear para começar uma era de cooperação mútua.
Quem acompanha Heroes sabe que o grande objetivo dos heróis nesta primeira temporada é evitar uma explosão nuclear no centro de Nova Iorque, causada por um dos personagens que perde o controle sobre seus poderes. Porém este “acidente” é incentivado por um poderoso mafioso chamado Linderman, que deseja aproveitar-se do incidente para colocar um homem de sua confiança na Casa Branca, e este seria Nathan, que demonstra algumas vezes grandes falhas em seu caráter. Os enredos possuem certas semelhanças, principalmente na leitura realística do mundo, mas Heroes acaba sendo uma salada tão grande de referências e citações que, a meu ver, se torna impossível classificá-la como plágio. Além disso a série nos surpreende sempre com reviravoltas incríveis, o que de uma hora para outra pode mudar drasticamente o rumo de vários personagens. E é claro que temos que levar em conta a vindoura adaptação de Watchmen para os cinemas, dirigida por Zack Snyder de 300. A Warner Brothers (proprietária da DC Comics) consegue com esta insinuação de plágio, publicidade gratuita para uma de suas maiores apostas nos cinemas em 2009, apesar de estarem, assim, de certa forma alardeando o que, nos quadrinhos, fora a grande revelação da trama de Watchmen, o plano de Ozymandias.
Outro caso bastante citado pelos fãs de quadrinhos ocorreu em um dos episódios mais recentes, onde temos um vislumbre do futuro na série, caso Sylar não seja morto e a explosão impedida. Em uma cidade semi destruída pela bomba-humana , as pessoas com poderes especiais são discriminadas e tornam-se criaturas mal-vistas pela sociedade, algo sempre presente no universo mutante e mais recentemente adotado para todos os super-heróis da Marvel após a saga Civil War.
Plagiando ou não grandes tramas das histórias em quadrinhos a verdade é que fãs e telespectadores “normais” não devem se queixar de Heroes. A série traz não só boas interpretações como também conflitos psicológicos interessantíssimos. Claire, por exemplo, representa a insegurança de uma adolescente que descobre ter sido adotada e sente-se “diferente” de seus pais. Peter, que viveu a vida inteira à sombra de seu irmão mais velho e, mesmo que suas habilidades sejam as de “imitar” os outros, é reservado a ele o poder pessoal que seu irmão tanto almeja na vida política. Sylar que, através dos relógios, busca o compasso de sua vida e o entendimento de seu lugar no universo (outra clara referência a Watchmen). Ou ainda a alegria de Hiro ao descobrir que é diferente e especial, em meio a um mar de minúsculos cubículos recheados de funcionários vestidos da mesma forma e cumprindo a mesma tarefas.


Depois de tanto tempo amargando péssimas adaptações de personagens de quadrinhos, acredito que devemos saudar Heroes como uma grande homenagem à nona arte. Totalmente original ou nem tanto, a série consegue mostrar que, mesmo com um orçamento não lá muito generoso e esparsas cenas de ação desenfreada, é possível tratar o gênero de super-heróis com o respeito e a dignidade que este merece. Se for verdade o que alguns dizem, que todas as boas histórias já foram contadas, não custa nada apreciarmos algumas velhas histórias em quadrinhos recontadas de forma criteriosa e caprichada. Não seria maravilhoso se todo plágio fosse tão original quanto Heroes?
Na próxima coluna continuamos no embalo das “imitações”. A história de sucesso do plágio de um plágio: Miracleman. Um dos primeiros clássicos do mestre Alan Moore.
Um abraço!
Marton Santos




































Oi.
Cade “Y the last man”?
mnorton.deviantart.com
:unsure:
Vc avisou que tem Spoiler de Heroes mas não que havia Spoiler de Watchmen… ficaria puto de ler essa coluna se não tivesse lido Watchmen
A primeira temporada de Heroes tem mostrado um diferencial em relação a outras series da TV e filmes adaptados dos quadrinhos. Realmente possui muitas referências, por isso difícil enquadrar em um plagio. Espero que a serie continue nessa trilha e não se perca no caminho como Lost. Por exemplo, a adição de novos personagens. Não gostei da participação do ator Eric Roberts na serie, ele é canastrão e não é um bom ator. E o pior, é que ele estará em Batman - The Dark Knight.
Bem, no mundo hacker existe uma maxima que diz
“nada que um homem faça, outro não pode despafazer”
Existe uma no mundo das ideias
“se vc pensou em algo, quem garante que outro não pode pensar tb”
Então sendo ou não plagio, estando ou não falando a verdade quen garante que o criador de heroes não possa ter criado o cerne da serie baseado em pessoas q sim da noite para o dia descobrem terem super poderes. E que no docorrer da historia a cda episodio ela fosse cada vez mais e mais smilar a tantas outras historias ja criadas?
Coincidencia? Bem temos um filme Magnolia que visa tratar de algumas dessas terriveis coincidencias que podem ocorrer..
Enfim na boa eu to pouco me lixando se é copia de watchem ou xmen ou Power Ranger, a questão é: é interessante e conseguiu chegar a um meio, nicho, grupo, seguimento (o horario nobre) que Geração X, Manimal, Esquadrão Classe A, Dama de Ouro, não conseguiram.
Lembrando que ja tentaram dizer que Tolkien (Senhor dos aneis) era na verdade um frustrado que pegou a segunda guerra mundial, mudou o nome do Hitler para Sauron e transcreveu ao papel
o episodio no futuro foi muito “Dias de um Futuro do Passado”, soh faltaram as sentinelas.
marcusvbp.com.br/site
Bem, melhor copiar algo bom que copiar algo ruim :P.
A comparação com X-men era inevitável, até porque a comparação era inevitável: se não fosse o x-men, seriam personagens obscuros da Marvel, DC, ou de alguma outra editora menos conhecida.
Praticamente qualquer poder que venha aparecer em Heroes já deve ter aparecido de alguma forma nos quadrinhos antes.
É em quem estes poderes encarnam que fazem a diferença. Se a Claire tivesse o poder de D.L. de atravessar paredes, seria plágio descarado da Lince Negra.
vladimircezargmail.com
Gosto de Heroes, mas é plágio descarado. Vi uma entrevista de Demon Lindeloff (criador de LOST, uma série bem original) onde ele diz que gostaria de ter tido a idéia de HEROES. Na hora pensei: “Os produtores de HEROES também!”
suitemorphine.weblogger.com.br
Apesar da temática de Super Heróis, acredito que Heroes tenha bem pouco de “Quadrinhos”. Confesso que não acompanho a série, mas já vi vários episódios. Que as referências ao principal produto do mercado HQ (os gibis de super heróeis) são claras, isso é indiscutível. Se não fosse X-man e Wacthman seriam, quem sabe, Vingadores e Sandman os citados. Tudo depende de quem está em voga.
Pode ser um bom seriado, como Lost e equivalentes. Talvez o “aprofundamento psicológico” dos personagens seja realmente acima da média que se vê em programas desse tipo, ou então em HQs que vizem o mesmo publico alvo. Mas reforço a minha primeira frase desse comentário: Apesar da temática de Super Heróis, acredito que Heroes tenha bem pouco de “Quadrinhos”.
Então as acusações de plagio, tanto da DC quanto da Marvel, é apenas jogada pra se promoverem em cima do sucesso que o seriado esta fazendo em cima do sucesso dos produtos dessas empresas e assim por diante (parece complicado, né?!).
Por ultimo, não concordo que “devemos saudar Heroes como uma grande homenagem à nona arte”. Não o é. Na minha opinião.
Um ótimo tema essa, articulado com maestria. Parabéns. Continue assim.
Sendo plágio ou não…
eu tô viciado!!!!!
“Heroes”….foda!!!
mauricioalmeida.clic3.net
quando se fala sobre a trama de Watchmen para unificar as potencias mundiais, isso tbm não é uma ideia original ao menos para que já leu uma serie de livros antigassa chamada Perry rodan… :cool: …nela um astronaute no primeiro pouso na lua encontra uma nave alienigena e utiliza sua tecnologia para “unificar o mundo” o bacana é que ele não só consegue isso como tbm leva a terra para uma era dourada de paz e prosperidade similar a que veriamos depois na serie de tv startrek… Há Perry rodan tambem é o Cara que corre o mundo para recrutar jovens com abilidades especiais como teleporte e telesinese…. coincidencia?!?! :hehe:
para mim Perry Rodan é A FONTE secreta…. :ohgod:
dd
:jump:
Heroes é d
Quem não sonhou em ter habilidades especiais alguma vez na vida?
Heroes mostra de uma forma realista como é poder ser algo super.
FALOW!!!
:cry:
Queria poder assistir Heroes, mas como assino TVA, não tenho Universal Channel e com o meu super computador veloz movido a lenha não consigo baixar os episódios.
A minha internet até que é rápida, mas se eu tentar abrir um arquivo de mais de 100mb aqui nesse pc ele começa a cheirar queimado…
Por enquanto fico só na vontade.
Hmmm…mto legal…bem escrito…
mas alguns poréns
1 - Damon Lindelof AJUDOU na criação de Heroes, segundo uma entrevista dada por Tim Kring, foi dele a idéia do Peter ser uma esponja e do Nathan voar.
2 - A ídeia de “Especiais” num mundo mais real, também é (brilhantemente) abordada em “Supreme Power” (”Poder Supremo” em português, publicado em Marvel MAX da editora Panini). Onde o héroi principal (uma homenagem ao Superman) é um alienígena que caiu an terra e foi criado pelo exército.
3 - O plágio, que muitos alegam é bem difícil de se analisar, porque se fosse da forma dita por alguns comments, a editora Image nem deveria existir, porque muitos dos seus personagens são cópias claras de hérois da Marvel/DC (vide Spawn, que tinha traços em comum com o motoqueiro fantasma).
Bjundas
DD
messageinablogger.blogspot.com
:thumbs: Muito boa análise
No entanto, apesar de perceber os pontos de contato em comum entre Heroes e algumas das principais séries de quadrinhos, como a do genial Moore e, de certa forma, um estilo muito parecido com o de Brian K. Vaughan, acho que Heroes é uma miríade de influências da cultura popular. Isso também pode-se dizer dos quadrinhos, o que pode deixar as duas “obras” com mais semelhanças do que o “normal”!!
messageinablogger.blogspot.com
:thumbs:
Muito boa a análise! Só tenho a acrescentar que, apesar de reconhecer que existem diversos pontos de contato entre Heroes e séries consagradas de quadrinhos como as do genial Moore, e alguns elementos e narrativa bastante parecida com a de Brian K. Vaughan, Heroes e os quadrinhos bebem da mesma fonte que é a imaginação popular e cultura pop. Isso faz com que ambos sejam influenciados e influenciáveis! Nem mesmo X-Men foi uma idéia completamente original, apenas uma idéia “geneticamente melhorada” :P
DD os traços de spaw o mc farlane criou quando feiz o Venon (se vc pegar o venon atual então é a mesma fuça um e do outro)
Noiaz quem falava que tolkien tinha feito a historia baseada na segunda guerra num sabia quando ela tinha começado a ser escrita em 1937, mas a historia não é original em nada ja que se baseia numa das operas de Wagner chamada o Anel de Nibelungo que tbm se baseou em anticas lendas da alemanha, oque não tira em nada a genialidade do texto ja que acontece a mesma coisa com milhares de outras historias…
fotolog.terra.com.br/mysketch
Saudações a todos.
Está excelente a análise e os comentários bastante pertinentes. Partilho de várias das opiniões, de algumas nem tanto. O que tenho a dizer é o seguinte: o gênero super-heróis foi criado quando a primeira história de “salvamento” foi contada. Não existe obra original; existe, isso sim, obra bem feita, o que é o caso de Heroes. O dito precursor do gênero, o Super-Homem, é uma clara referência ao personagem mitológico Hércules em vários aspectos, e é praticamente um plágio bíblico (vcs conseguem se lembrar de algum outro bebê que chegou à Terra para salvar o mundo e foi criado por pais super virtuosos?).
Não existe obra original. Existe, sim, a obra bem disfarçada. Por isso, senhoras e senhores, devemos saudar Heroes como uma grande homenagem aos espectadores, agraciados com 40 minutos de diversão por episódio.
Qualidade é o que importa. E isso, Heroes tem de sobra.
Abraços a todos e parabéns à galera do Sedentário que manda mto bem
Sendo plagio ou não eu to viciado nesse negocio…a melhor série que já assisti…..show de bolaaaaaaaa
PLÁGIO, PLÁGIO E PLÁGIO. OS PRODUTORES FORAM ESPERTOS EM DILUIR MUITAS REFERÊNCIAS NA SÉRIE JUSTAMENTE PRA NÃO PARECER PLÁGIO. MAS QUEM ACOMOPANHA QUADRINHOS SABE QUE O PLÁGIO É DESCARADO. MAS COMO PROCESSAR ALGO TÃO INTRINCADO? QUE TEM TANTAS REFERÊNCIAS, PUXA-SE UM POUCO E LOST, UM POUCO DE X-MEN, UM POUCO DE WATCHMEN, UM POUCO DE SUPERMAN…E POR AÍ VAI, SAMBA DO HERÓI MALUCO. MAS AINDA ASSIM, AO LADO DE 24 HORAS DO JACK “FODÃO” BAUER, É UMA SÉRIE ACIMA DA MÉDIA, ALIAS JACK BAUER É TÃO FODÃO, MAS TÃO FODÃO QUE LOGO LOGO ELE ENTRA NA SÉRIE HEROES, PORRA O CARA DEVE JÁ APANHOU TANTO E NEM PISCA!
Pena que uma série tão boa teve um fim de temporada decepcionante, mas continuo esperando pela 2°.
se heroes é plagio dos x-men, entao o inventor do celular plagiou o Graam Bell!!
Se não tem seriados bons o pessoau reclama, se aparece um legal o pessoal diz que é plágio ! “Relaxa e goza pessoal, o seriado é muito bom. Se eu tivesse dinheiro eu iria adaptar para um seriado de TV as Aventuras do “Homem Cueca”! Ia colocar Lost e Heroes no chinelo !
EUU ADORO HEROES,E ADRENALINA PURA ,PENA QUE VO TER QUE ESPERA AT A PROXIMA TEMPORADA ,JA QUE VI A 1 E A 2 SNIF…