Sedentário & Hiperativo




“…acordou exausto pela péssima noite e rosnou de fome. Esse seria um dia diferente de todos os outros de sua vida, havia um objetivo traçado, uma esperança…”

“…sem pensar duas vezes, armado com um grosso cassetete de madeira, acertou um golpe forte na cabeça do franzino garoto que caiu no chão sangrando instantaneamente…”

“…sua peregrinação nas ruas já durava 9 anos, o que o transformou naturalmente, aos olhos insensíveis de quem o marginalizava, em um ser sujo e miserável…”

“…fez outro gesto com a cabeça, cumprimentou com um toque na mão e continuou sua caminhada até o semáforo. Queria contar sobre sua brilhante idéia de ser preso, mas não podia deixar que ninguém desconfiasse que faria tudo de propósito, podia atrapalhar seus planos…”

Quer continuar ajudando a escrever o primeiro livro interativo da blogosfera brasileira? Leia o segundo capítulo e escolha o destino do personagem para o próximo episódio de “O Comedor de Lixo”.

“O Comedor de lixo”, novo projeto do Sedentário & Hiperativo: uma análise sobre a falta de oportunidades no país que joga seu futuro na sarjeta.

NOTA DO AUTOR:

Boa noite parceiros. Agradeço pela excelente e importanter colaboração de todos no primeiro post de “O Comedor de Lixo”. A participação de vocês foi muito maior (e melhor) do que eu esperava! Espero que todos estejam empolgados com o desenvolvimento do enredo. As idéias de todos, muito boas e criativas, foram (ou serão) incorporadas no desenrolar da trajetória do nosso herói.

Gostei muito da idéia da doação de alimentos da Caroline, da tática usada pelo Patrick Deschamps de fazer perguntas e premiar os pequenos pedintes  e a sugestão de Marivone de incorporar na estória os caminhões da prefeitura que “limpam a cidade dos indigentes”. Todas serão utilizadas nos próximos capítulos.

Agradecimentos especiais, também, a todos que fizeram chamadas de “O Comedor de Lixo” em seus sites e blogs:

http://umafabulasobreavaidade.wordpress.com

http://entaorelaxa.blogspot.com

http://ueba.com.br

http://www.yahooposts.com

http://copicola.blogspot.com

Se você quiser nos ajudar ainda mais, façam uma chamada sobre “O Comedor de Lixo” em seu blog ou divulgue nosso projeto para amigos que gostam de leitura, para seu mailing list ou colegas de trabalho, no momento de ócio.

A publicação do nosso livro será semanal, toda quinta-feira. Portanto, aceitaremos colaborações para o capítulo seguinte até quarta-feira à noite.

Para aqueles que só estão tendo contato com o projeto agora, aconselho que comecem lendo o primeiro capítulo no link a seguir: O COMEDOR DE LIXO - CAPÍTULO 1 - QUAL O PREÇO DA LIBERDADE?

Vamos continuar participando e escolhendo o destino do nosso herói? Segue o segundo capítulo “O Comedor de Lixo”. Contamos com vocês! 

CAPÍTULO 2:

O COMEDOR DE LIXO - CAPÍTULO 2 - O CRIME COMPENSA?

O Sol mal havia nascido. Acordou exausto pela péssima noite [1] e rosnou de fome, anunciando mais um dia de sobrevivência [2]. Esse seria um dia diferente de todos os outros de sua vida [3], havia um objetivo traçado, uma esperança, principalmente para ele, que pensava pouco, desejava pouco e apenas obedecia. O sereno da noite deixou seu cobertor e papelão ainda mais úmidos [4], lembrou, então, que, como seria preso, não precisaria mais deles e os esqueceu jogados na calçada [5].

Caminhou lentamente seguindo seu instinto de fome e, como um bicho [6] , farejou [7] uma padaria, na qual costumava tomar seu desjejum: alguns pães velhos que sempre sobravam na lixeira dos dias anteriores.

No caminho, repentinamente, jogou uma pedra em uma das vidraças de um prédio em construção, o primeiro estabelecimento que observou depois de acordar e virar a esquina [8]. Um senhor de idade já avançada, com a aparência de cansado, levantou de uma cadeira e foi em direção ao garoto, que não esboçou reação alguma, ficou aguardando a represália. Era vigia da construtora responsável pela empreitada, seus serviços foram contratados já que alguns dos materiais da obra estavam sumindo durante a noite. Sem pensar duas vezes, armado com um grosso cassetete de madeira, acertou um forte golpe na cabeça do garoto franzino [9] que caiu no chão sangrando instantaneamente.

- Ladrãozinho de merda! Quem ta tomando conta dessa porra agora aqui sou eu… Não vão roubar mais nem um tijolo, pode avisar a os outros maloqueiros.

A pancada foi tão forte que, quando conseguiu levantar, saiu correndo e se escondeu no meio da multidão, que já descarregava algumas caminhonetes do centro da cidade. Lavou o sangue em uma torneira em frente a uma borracharia e sentou-se, segurando o corte com a mão para que o sangue estancasse. Deveria ter outra idéia para pôr seu plano em prática, desse jeito se quebraria todo, mas não seria preso. Juntou algumas moedas, que ainda tinha no bolso, e comprou uma tubaína para acompanhar os pedaços de pão, mordidos, que encontrou na lixeira externa da padaria, seu café da manhã. Não poderia assaltar a loja do padeiro que sempre o deixou, altruistamente, fuçar seu lixo. [10]

Como de costume, sentou em frente à loja de eletrodomésticos e, pela vitrine, assistia a imagem da televisão. Sem som, mas aquelas telas gigantes, de 42 polegadas, e os programas matinais encantavam o garoto. Alguém passou apressado pela calçada e esbarrou nas suas costas, derrubando o pedaço de pão no chão, que logo foi soprado e engolido. Imaginou que se quebrasse um daqueles caros aparelhos com certeza seria preso imediatamente. Mas se um vidro de uma construção havia lhe causado uma pancada tão forte na cabeça, imagine aquela tela brilhante e mágica. Desistiu, afinal deveria haver um jeito menos dolorido de se ir para a cadeia. Levantou-se, após ser abordado por um guarda que o mandou circular, e seguiu rapidamente para seu semáforo de sempre, já estava atrasado, era hora de trabalhar. [11]

 Ele não sabia [12], mas em seu registro de nascimento estava escrito Ricardo Brasil da Silva [13], filho de mãe solteira, presa desde que ele tinha 4 anos. Após a sentença que a levou à cadeia, foi encaminhado a um conselho tutelar e jogado num lar de órfãos [14], no qual permaneceu por dois anos, sem nenhuma perspectiva de adoção por ser completamente fora do biótipo desejado pelas famílias adotantes: era preto, feio e torto. Conseguiu fugir do lar, aos 6 anos, caminhando normalmente pela porta em um dia de visitas nos quais os futuros pais escolhiam suas crianças e ele era desconsiderado, tanto pelos colegas, quanto pelas diretoras da creche.

 Sua peregrinação nas ruas já durava 9 anos, condição que o transformou, naturalmente, aos olhos insensíveis de quem o marginalizava, em um ser sujo e miserável [15].  Os poucos que o conheciam, nas ruas, o chamavam de Rato [16], pela sua constante proximidade à locais escuros e pela habilidade em transformar dejetos em refeições. 
 
 No semáforo, que não esperava seus empregados e já marcava o sinal verde, encontrou um garoto mais velho, seu conhecido:

 - E aí Rato, bateu a cabeça?

Fez um gesto positivo com a cabeça, passando a mão de novo no corte ainda molhado e dolorido.

-Dormiu onde? Na praça não pode mais, né? Os policia estão embaçando…

 Apontou com o braço direito para a marquise de uma loja de colchões que estava sendo aberta pelos empregados do expediente matutino.

 -Frio pra caralho, né?

 Fez outro gesto com a cabeça, cumprimentou com um toque na mão e continuou sua caminhada até o seu posto. Queria contar sobre sua brilhante idéia de ser preso, mas não podia deixar que ninguém desconfiasse que faria tudo de propósito, poderia atrapalhar seus planos.  O sinal já marcava vermelho, estendeu a mão direita na horizontal e caminhou entre os carros com o pensamento vago. R$0,20. Sentia esperança, conforto e segurança de que tudo daria certo em seu plano. Se dependesse dele, hoje não dormiria mais ao relento.

 Ele não era de muitas palavras. Mas gostava de ouvir as conversas de um jornaleiro que trabalha no mesmo semáforo, a voz dele afastava um pouco a solidão [17]. O sonho do rapaz de 21 anos era ser jornalista e, vendendo os jornais de carro em carro, se sentia espalhando as importantes notícias pelo mundo. Todos os dias chegava mais cedo para receber os volumes da gráfica, todos os dias, pois lia a edição de cabo a rabo.  Do esporte aos classificados. O rapaz, contava, do seu jeito, as melhores manchetes para os colegas de semáforo, enquanto o sinal marcava verde. Limpadores de para brisas, malabaristas [18], pedintes, vendedores de balas e até, quando estava lá, o guardinha de trânsito paravam para ouvir. Era quando Ele, mesmo sem entender grande parte dos assuntos, se informava.

 - Souberam dos polícias que entraram em greve? E o pior é que não pode, porque é ano de eleição! Aqui – lendo o jornal – ta escrito que é até in- cons-ti-tu-ci-o-nal. Eles tão reclamando de novo do salário, que tem 12 anos que não aumentam. Ontem eles foram pra frente da prefeitura e quebraram o pau lá. Ta saindo em tudo que é jornal do país que o sindicato ficou doido, que a greve é ilegal, que vai todo mundo perder o emprego! E o prefeito ia fazer o que? Ficou encurralado dentro do prédio e os segurança dele na porta. Dizem que ele vai ligar para o governador falar com o presidente, que já ta revoltado com isso, e liberar o exército na rua, que nem aconteceu lá na capital, já que não tem polícia pra parar a polícia. Agora, meu salário nunca aumentou, se eu e os outros jornaleiros fosse entrar em greve chegavam os polícia tudo de uma vez e descia o cacete até matar três ou quatro… Mas qual é a polícia que vai bater na polícia?

 O sinal fechou e cada um tomou seus postos, para mais uma jornada de 45 segundos, na vez passada havia  arrecadado 2 moedas de 5 centavos e uma moeda de 10 centavos, já estava com lucro. Desatento, mais uma vez, com a mão erguida e circulando entre os carros, pensava se esse tal de exército do presidente também prendia. Se era do presidente, a prisão deveria ser muito melhor. Torceu para que eles realmente invadissem a cidade. 

 O dia, diferentemente, estava passando rápido. Cada sinal aberto era novo motivo para pensar em uma nova tática enquanto aguardava a marca vermelha. Fechou. Circulando entre os carros viu um automóvel preto, na pista do meio, com uma janela meia aberta e uma bolsa no banco vazio do passageiro. A mulher que falava ao celular, nem percebia que aquela era a oportunidade perfeita para Ele botar seu plano em prática. Se aproximou do carro e pensou o que faria quando puxasse a bolsa [19]. Correr para onde? Demorou demais e o semáforo abriu, os carros aceleraram e sua grande chance passou. Se fosse tentar arrancar uma bolsa de um carro deveria escolher outra esquina e outro semáforo, os trabalhadores do seu sinal se orgulhavam de tranqüilidade do lugar e Ele não poderia tirar a credibilidade do ponto, prejudicando seus colegas de atividade [20].

 Com o Sol a pino, depois de juntar 1 real e 15 centavos, decidiu caminhar pela cidade procurando oportunidades de cometer crimes. Passou, como quase todos os dias, pela frente do shopping center. Nunca haviam o deixado entrar no grande prédio, nem mesmo ficar sentindo o ar frio que escapava quando alguém passava pela porta. Decidiu que, por mais que o segurança o enxotasse, empurrasse e o puxasse com toda a força pela orelha, essa era a oportunidade de matar a curiosidade sobre o interior do estabelecimento e conseguir alguma confusão com a polícia. Uma bela moça rapidamente saiu do shopping com as duas mãos ocupadas – uma pela sacola de compras transparente preenchida por uma grande caixa vermelha e um laço prateado bem amarrado, a outra mão segurava uns óculos escuros que, ao empurrar a porta com o lado do corpo, tentava encaixar na cabeça, fechando levemente os olhos por causa do Sol. Ele, vendo aquela oportunidade, segurou firme a porta que balançava para dentro e para fora, depois da apressada passagem da mulher, e entrou com toda a velocidade que conseguiu. Dois passos para dentro e parou. Aquela era a saída da praça de alimentação, letreiros gigantes esbanjando pratos deliciosos em iluminadas cores, que Ele nunca tinha visto. Muita gente andando para todos os lados, bandejas em cima das mesas e lixeiras espalhadas por todos os lugares, claro que repletas de comida. Nunca havia imaginado que um lugar assim poderia existir…

 Quando se deu conta já estava fora do shopping, segurado pelo braço por um segurança negro com quase dois metros de altura, que com uma voz suave falou:

 - Não entra aqui não, rapaz… Senão eu perco meu emprego.

 Bateu levemente duas vezes na cabeça dele e o guiou, com o olhar, para a saída do estacionamento. Percebeu que dentro daquele lugar inacreditavelmente fabuloso não conseguiria pensar em nada que o levasse para a prisão. Seguiu por mais dois quarteirões tentando se lembrar de todas as cores, comidas e lixeiras que tinha visto. Com seu R$ 1,15 do dia comprou seu jantar, um patro frio de feijão com arroz e salsicha, que havia sobrado de um restaurante popular. Às 17 horas, voltou para a praça, onde seus amigos costumavam se encontrar ao cair  da tarde.

 Cinco moleques, ao lado da revitalizada fonte, chutavam uma bola de um lado para o outro, se empurrando, sorrindo e caindo no chão. Quando estavam sozinhos, eram invisíveis aos populares que transitavam pela região, mas, em grupo, se tornavam uma ameaça e até suas brincadeiras ingênuas causavam temor aos cidadãos que já voltavam de seus trabalhos, quando apressavam o passo e seguravam seus pertences com força junto ao corpo. [21]. Ele correu em direção aos outros garotos e deu um chute na bola de meia, entrando na brincadeira e esboçando um tímido sorriso. Alguns minutos depois, sentaram-se no muro da fonte e beberam a água que jorrava da boca de um anjo de concreto. Escurecia e dois dos garotos se despediram, pegaram a bola, e voltaram para casa. Os que sobraram iniciaram uma conversa:

 - Filho da puta, podia deixar a bola!
 - Jajá fica de noite mesmo e o guarda vem mandar a gente sair da praça…
 - Hoje minha mãe disse que a gente vai dormir no ponto de ônibus, perto do hospital.

 Ele interrompeu os outros garotos e, com a voz baixa e olhando para a fonte disse:

 - Entrei no xópi!
 
 Os outros meninos mostraram espantos e Ele continuou:
 
 - Todo tipo de comida do mundo…

 - E o que você foi fazer dentro do xópi?

 Percebeu que já estava falando demais, não podia deixar escapar seu plano para os outros meninos, afinal, uma idéia genial dessa seria copiada e atrapalhariam bastante seu projeto. Pensou rapidamente em uma resposta qualquer, olhou para o chão e disse com a voz um pouco mais alta:

 -Pedir!

 Depois de alguns minutos de conversa se separaram. Cada um seguiu seu caminho e Ele foi para o mesmo lugar que havia dormido no dia anterior, a marquise da loja de colchões. Gostava de ficar deitado, olhando para dentro da loja e imaginando como seria dormir em um daqueles colchões da vitrine. Não tinha mais seu papelão nem sua manta, forrou o chão com alguns sacos plásticos e deitou pensando que ser preso não seria uma tarefa tão simples.

COLABORAÇÕES DESTE CAPÍTULO:

1. victor
2. victor
3. victor
4. Frisione www.pernaspraquetequero.com e Carlos Gomes
5. Anacorplayba www.anarcoblog.wordpress.com
6. caroline http://freewebs.com/espacoastrologia
7. thahy http://intensidade.wordpress.com/
8. Poshiri Campello
9. Antonio Reinaldo e Paulo Craici
10. Marcos Leandro – http://etcsa.blogspot.com, K-prA e Anarcoplayba www.anarcoblog.wordpress.com
11. Giulianna Porto http://ifoundfirst.blogspot.com
12. Marivone http://umafabulasobreavaidade.wordpress.com
13. Poshiri Campelo e Gonbata
14. K-prA
15. Leonardo
16. Gonbata, André Subla http://www.andrevitorino.com, K-prA, Geludos, Frisione www.pernaspraquetequero.com e Paulo Craici
17. junior
18. fernando morelli
19. fernando morelli, Marco Leandr, K-prA e Anarcoplayba www.anarcoblog.wordpress.com
20. Anarcoplayba www.anarcoblog.wordpress.com
21. Geludos

Como vocês perceberam, no decorrer do texto sinalizamos as passagens que foram sugeridas pelos nossos leitores/escritores. Para conferir os trechos que foram utilizados, basta ler os comentários dos leitores/escritores no post anterior clickando no link: O Comedor de Lixo - Colaborações Para o Capítulo 2  

PROPOSTAS DE INTERAÇÃO PARA O PRÓXIMO CAPÍTULO:

1 – Chegou a hora de introduzirmos alguns novos personagens. Decidam: Rato deve ser acordado, com um tapa na cabeça, por Bino (minitraficante da região, 19 anos) ou por Júlio  (malabarista, colega de trabalho no semáforo, 25 anos), entregando-o um sanduíche e um copo de leite?

2 – Neste segundo capítulo esboçamos um pouco sobre o passado do Rato, nosso herói. Mas ainda há uma lacuna muito grande quanto ao que ocorreu antes de ele tomar a grande decisão de que deveria ser preso, para comer e dormir à custa do Estado. O que poderia ter acontecido no passado do nosso herói que o fez fugir do lar para órfãos? Onde estão seus pais? Há algum documento, perdido em algum lugar, que comprove a cidadania e o passado do personagem?

3 – Agora que já conhecemos um pouco sobre a índole do nosso herói. Quais as novas atitudes que Rato deve tomar para conseguir por seu plano em prática? Ou ele deve desistir de ser preso? O crime compensa?

4 – Ainda precisamos de fotos, imagens ou desenhos para ilustrar a história. Enviem suas propostas para prosopopeio@hotmail.com

5 – O que vocês esperam da atuação da administração pública para tutelas os direitos da criança e do adolescente? A época de eleição está chegando, como poderíamos incorporar isso na trajetória do nosso personagem?

Lembrem-se de que como pano de fundo para a história, devemos tratar de assuntos que proponham a discussão da política pública atual e como nós, cidadãos, temos o dever de lutar para que as divergências sociais sejam cada vez menores.

Todas as colaborações terão as fontes respeitadas, com seu link, em notas de rodapé durante a história. Abraços, botem a imaginação para funcionar, contamos com vocês!

Até a próxima quinta-feira!

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18 Protestos

  1. Guilherme dutra disse:

    1 - Por Bino assim ele se meteria em confuçao e seria preso (tudo q ele queria) so q como ele e menor em alguns dias ele sai.
    2 - Ele quer ser preso porque uma amigo (ou ele ouvindo uma conversa) dize q na cadeia ele vivia melhor q na rua, q la ele tinha comida e local pra dormi.
    3-Como eu disse na primeira pergunta ele entra numa enrascada com o Bino
    4 - X
    5 - X

  2. Lucas Balduino disse:

    A história está muito boa, mas corrige lá “seu extinto de fome “, creio que era pra ser “instinto”.

    1 - Acho que o Júlio deveria acordar o garoto pra história ficar um pouco mais humana e não descambar apenas para o lado das mazelas sociais.

    2 - Ele fugiu do orfanato influenciado pelas conversas que tinha com um mendigo adulto (Carlos), que frequentava as redondezas do orfanato e dizia a Ricardo e a algumas outras crianças como o mundo era bonito e gigante para além dos muros daquele lugar. Ricardo, que apesar da pouca idade se sentia excluído, sem muito pensar escapou quando pôde e, no princípio, foi ajudado pelo Carlos.

    2 - (continuação) sua mãe ainda está presa. Seu pai é o Carlos, que até o presente momento nunca se revelou por ter vergonha de não ter tido condições de prover uma vida digna ao Ricardo

    3 - Ricardo, apesar da falta de ensino, começa a refletir sobre a vida e imagina que não deveria ter fugido do orfanato, já que agora tudo o que ele quer é um local para dormir. Ele começa a imaginar se pode voltar para o orfanato, mas de algum modo percebe que está velho demais e continua com o plano da prisão.

    3 - Seria legal ele ir para prisão por uma coisa que não cometeu. Colocar a culpa nele por algo que não fez, para posteriormente ele se arrepender. Por exemplo: um amigo chega correndo com uma bicicleta e fala: segura aí que eu já volto. Neste instante, chega a polícia e flagra Ricardo com a bicicleta roubada.

    4 - X

    5 - Poderia existir na história uma escola que Ricardo chegou a frequentar, mas abandonou, com o intuito de mostrar que se o garoto quiser, ele tem a opção de escolher seu caminho. Ele dividido entre ter que “trabalhar” pra ganhar sua merrequinha e ir pra escola e tentar mudar a sua história.

    Aguardo ansioso o desenrolar do livro!

  3. Poshiri Campello disse:

    1-sim

    2- pedofilia no orfanato
    pais - mae prostituta, pai indgente

    3- matar um colega (ou espanca-lo)

    4- x

    5- aparece uma carro da prefeitura pra leva os garotos para um albergue. mas o albergue é bem pior e mais violento qe as ruas

  4. Anarcoplayba disse:
    anarcoblog.wordpress.com

    1. Deve ser acordado por Bino. Que sorte, pensa Rato: Minha grande chance de ir pra cadeia está aqui!

    2. No lar de órfão ele teria sido abordado abordado por um garoto mais velho que estava interessado nele homossexualmente, e que era protegido do diretor. Seu pai foi preso e morreu na cadeia, mas Rato quando for preso, conhecerá o melhor amigo dele.

    3. “O crime compensa?” Pensou Rato. Não saberia dizer. Quanto criminosos conhecera? Quantos foram presos? Quantos foram punidos? De fato alguns de seus amigos tinham tomado uma surra. Mas foi uma surra em meio a algumas tentativas de roubar algo. O sucesso das tentativas bem sucedidas compensara as falha? Gostaria de fazer os cálculos, mas seu cérebro não respondia.

  5. Leo prosopopeio Cardoso disse:
    sedentario.org

    @Lucas Balduino

    Tem razão lucas. Falta de atenção e revisão.

    Abraços.

  6. Marcelo BC disse:

    Em meio aos sacos plásticos que separam seu corpo do chão, Rato acorda com uma dor aguda na cabeça proveniente de um tapa impiedoso dado no mesmo lugar em que recebera uma cacetada no dia antrior. Em meio ao susto e a visão embaçada, Rato vai juntando aos poucos pequenas noções da realidade. Suas mãos tocam o saco molhado no qual sua cabeça estava apoiada. Suas narinas captam o odor fétido de suas roupas mal cuidadas. Seus olhos percebem um vulto a sua frente. Seus ouvidos ouvem alguém resmungar, mas demorou um tempo até que todas as informações estivessem associadas.

    - Acorda moleque! Qué isso? Ta sonhando acordado?

    - Bino?

    - É rapá, Levanta ai que eu quero bater um papo contigo.

    Rato levanta e segue Bino sem entender muito do que está acontencendo.

    O fato é que Bino era um traficante local, e estava aproveitando a greve policial para aumentar a sua área de influência. Por isso queria implantar novos pontos para a distribuição, mas o que faltava eram pessoas para comandar esse tal ponto e é aqui que entra Rato.
    Após poucos minutos de caminhada, os dois chegaram na praça, onde, sentados em frente a fonte, Rato ouvia seu futuro parceiro de trabalho falar
    Ao ouvir as idéias de Bino um exaltação tomou conta de Rato, seria perfeito, “um traficante”, seria muito mais fácil ser preso assim…

    Bom, está ai a minha idéia de como Rato deveria acordar e o que deveria acontecer com ele. Sinta-se livre para remodelar o texto à sua vontade, se for usá-lo, é claro.

  7. Daniel disse:

    … um dia ao perceber que suas tentativas de ser preso haviam se tornados infrutíferas, voltou ao seu trabalho normal, na mesma esquina, ao chegar percebeu uma grande agitaçao por meio de seus colegas de trabalho, que escutavam atenciosamente a leitura de seu amigo jornaleiro de um trecho da notícia:
    - após o grande período de greve da polícia, a mesma voltou com açao total, chegando a invadir o morro do careca, controlador do tráfico de drogas na cidade, PRENDENDO o chefe do morro, queixada, a poli….

    para Rato foi impossível escutar o resto da notícia, ao escutar a palavra cabal, PRENDENDO, palavra essa que deixava o pobre garoto com uma esperança de vida melhor. Seria então essa a maneira pela qual ele seria preso? Seria isso motivo suficiente para ele finalmente ir parar,(como falavam seus amigos) “atrás das grades”….

  8. Marcos Leandro disse:
    etcsa.blogspot.com

    1 - É acordado por Bino, que por precisar de um moleque para um “avião”,
    oferece-lhe um sanduíche e um copo de leite a fim de tornar o favor
    irrecusável. Além da promessa de 5 Reais se a entrega do pacote com drogas
    for feito com êxito. O prêmio era ótimo, além da grande possibilidade do seu
    plano se concretizar.

    2 - Fugiu do orfanato pois, além de sofrer maus tratos dos funcionários, a vida
    lá fora parecia de qualquer forma mais promissora do que ali. Era praticamente
    um detento e sem nada haver cometido.
    A última vez que ouvira falar da mãe, ainda estava presa, e o pai nunca o conhecera.
    Tinha uma vaga lembrança da mãe apenas falando mal do pai.
    Mas talvez não seja ele o vilão causador da sua atual situação.

  9. K-prA disse:

    Ei Leo muito bom!

    1-Bino! com certeza é mais condizente a realidade… mas talves isso implique em levar a estoria pra um campo já muito batido … eu não ia querer eu o Rato entrasse tão de cabeça no crime, poderiamos por um gatilho no personagem que evitasse isso, por exemplo a constatação do que veio acontecer com alguns de seus conhecidos (ou até um velho amigo) que se envolveram com trafico e consumo… Pra falar a verdade é um milagre esse moleque entrando na puberdade não ser um viciado irrecuperavel que fosse tornar bem falsa e improvavel uma estoria de reviravolta… Já acho que será necessario ambienta-lo numa cidade pequena ou há algumas decadas no passado quiça outro país.

    Acho q o Leo deve ter gostado da ideia do Rato ser inteligente, e achei que casou MUITO BEM a inocencia junto (a ignorancia em parte)…

    2 - por enquanto eu to sem ideias, vou ver o q me dá na telha ao longo da semana e o que q a galera me inspira nos posts… mas acho q a pergunta é “o que o fez sentir-se tão desigual? e logo agora…” Uma garota talves? ( ou melhor… a atencão de uma garota qualquer, se a incluirmos alguem já, pode ser um fardo, já vão taxar de romance romantico…)

    3 - Leo, acho que ficou devendo pra esse ultimo capitulo o Rato sentir um gostinho do que é o crime…vc demonstrou grandeza do personagem, que se preocupou em não sujar o ponto dos colegas, poxa nem eu q tenho 22 anos e sou estudado ia me importar com isso, o cara é nobre…então acho q ia ser legal ele roubar sim (o que fosse, poderiamos discutir essa semana isso, vamos discutir… vamos dar uma função a esse roubo mais pra frente, tipo uma carta ou uma foto numa bolsa uma estoria..) usasse e curtisse dos beneficios do roubo e depois fosse atacado pelo remorso e quisesse reparar o erro com algum troco, um equilibrio karmico, (mas sem levar o livro pro mistico pelo amor de deus… KARMA vc nem cita é muito “My name is Earl”) nisso promover algo bom no seu reduto, como premiar as crianças mais jovens se soubessem responder algo, ele poderia ficar sem saber o que perguntar em pouco tempo e gerar demanda pro consumo na banca de Jornal…Intelingencia, fonte de conhecimento, um ambiente hostil porem maleavel, interesse e pro-atividade…CARA DÁ UMA ESTORIA LEGAL!!!.

    4- x

    5- x

  10. K-pra disse:

    Gostei do ponto 2 do Anarcoplayba… provavel e possivel…

    @ Lucas (Meu xará) cara… legal da ideia do Carlos ser o Pai do Rato e consciente disso (tipo um cara que tá lá o tempo todo por perto mas não o amolece nem um segundo o rato pq pra viver na rua tem que ser MUITO DURO!) só que isso tem que estar no meio do livro dar meios do leitor desconfiar disso um pouco antes (por exemplo os dois terem olhos claros).

    Não sei se o autor concorda… mas recomendo aos redatores que se ultilizem de fatos abordados em capitulos mais antigos … ou deixem para explorar alguns pontos novos em capitulos bem mais adiante… por exemplo… usar já essa greve policial, vai tornar o livro BEM OBVIO!!!

    Discutemos!!!

  11. Esperanto disse:

    “Estou assustado! Não consigo lembrar do dia anterior! Onde estou? o que sou?” Pela primeira vez Rato se faz tais perguntas. Por que sua vida é tão diferente da de todas aquelas crianças saindo do colégio e entrando no carros dos pais? Vê-se só, tem um insight sobre si próprio.

    Leo, sua idéia é muito interessante, parabéns! Gostaria de dar algumas sugestões:

    1- Todos somos seres pensantes, independente da classe ou condição social. Então, a estória deveria expor mais o que se passa dentro do eu Ricardo. Seus traumas, angústias, pesadelos. Imagina quanta bagagem psicológica carrega esse garoto? Pôr-se no lugar dele. Devemos imaginar: o que faria no lugar, o que seria da minha vida sem todos os confortos, somente SOBRE-vivendo. Se conseguíssemos passar esse sentimento, talvez não mais leríamos esta estória, a qual se repete todos os dias a nossa volta, como algo distante, longe da nossa realidade. Talvez pudéssemos tornar tão real que tocasse realmente nosso inconsciente, e transformasse, a quem lesse, pessoas mais sensíveis a realidade.

    2- Dar voz aos pensamentos do herói. Isso, com certeza, torná-lo-ia mais humano, assim, identificaríamos muito mais com a estória.

    3- Dar a ele um passado humano, lógico, mas não tão longe da realidade de todos nós. Pode-se acrescentar a questão do aborto, tão em tona nos nossos dia.
    Foi mais uma vítima das leis que se contradizem. Sua mãe, quando uma jovem adolescente, foi estuprada e passa a esconder, de todos, o crime que sofreu, mas a sua barriga não mente! Seu pai a expulsa de casa, sendo vítima do machismo patriarca. Tenta abortar o filho, mas já era tarde! Como conseqüência, Rato nasce com problemas de parto, isso justifica, também, sua forma física. A partir daí, é abandonado no orfanato- dando continuidade a estória.

    4- Sonho são muito interessantes de serem abordados.
    Acorda, mas não abre os olhos em absoluto. Na verdade, somente uma luz forte brilha no seu rosto. Junta coragem, abre os olhos. Sua retina, ajustando-se a mudança repentina de luminosidade, não consegue dar crédito ao que enxergava: sua mãe, recém saída da prisão, havia passado toda a semana procurando seu Ricardo! “Filho, filhinho, acorda! Mamãe veio te levar pra casa.” Então era isso, depois de tudo o que pensara no dia anterior, agora sim tudo estava claro. Por fim, iria ter uma vida longe das ruas, como qualquer garoto da sua idade deveria ter.
    De repente, aquela luz tão forte se apaga! Uma força que parece o estar atropelando literalmente a separa de sua mãe. - “Mãe, mãe”, grita!
    Seu grito é abafado pela grande bagunça de pernas, algumas até por cima dele! - “O que está acontecendo?” Rato se pergunta e, ao mesmo tempo, cai na real de que tudo não passou de um sonho; ou pesadelo?
    Todos gritavam por alguma coisa que ele não conseguia decifrar. Imediatamente, imagina que seria aquela greve dos policiais. Seria essa a oportunidade de fazer algo e ser preso? Ainda pensava se ir a prisão era, realmente, a melhor alternativa! Como todos, Rato não tinha todas as respostas, sentia-se só.
    Não, não eram os policiais, e sim uma passeata política. Pensava enquanto via aquelas pessoas se amontoando; uma grande massa a caminho de algo que Rato não compreendia.
    Imerso em seus pensamentos, Rato recebe um tapa, era Binho, o minitraficante da região…

  12. caroline disse:
    freewebs.com/espacoastrologia

    1. Rato deveria ser acordado por Júlio com o sanduíche e um copo de leite. Na ocasião, Rato repara suas roupas bacanas, o perume, o nike shocks batido e o lanche ainda quentinho que lhe é oferecido pelo amigo que há tempos não via e questiona Júlio sobre a procedência de tudo aquilo.
    Então Júlio lhe apresenta Bino, o minitraficante que termina por recrutar Rato também, a pedido de Júlio.
    2. Rato poderia ter fugido do orfanato para procurar uma família, já que ninguém no orfanato conseguia uma pra ele. Como se perdera no caminho, terminara nas ruas como centenas de outros garotos. Quanto aos pais de Bino, acho que deveriam ficar no anonimato. Numa situação real, este reencontro jamais aconteceria. Evventualmente, no decorrer da história, Rato pode se meter em alguma confusão e ser acobertado por uma prostituta já muito velha de guerra, que seria sua mãe, mas ambos nunca desconfiariam um do outro e nunca mais se veriam novamente.
    3. A oferta de Bino citada anteriormente seria irrecusável em vistas da boa vida do amigo Júlio, mas o desejo de ser preso seria substituída pela oferta de “emprego”, pois na situação em que se encontra de sobrevivência, isto seria o melhor que poderia conseguir, quase como ser empregado em uma grande empresa.
    5. A questão dos direitos da criança e do adolescente em nosso país é um problema de gestão pública, como tantos outros. A qualidade dos serviços dos albergues é péssima, em sua grande maioria, os mendigos preferem dormir nas ruas do que nos albergues, pela falta de segurança interna. Quanto à questão da adoção e dos orfanatos, a burocracia é tamanha e torna o processo tão demorado que muitas crianças perdem oportunidades de adoção pelo avanço da idade.
    Também quase não há incentivo público publicitário para que estas adoções aconteçam com maior frequência.
    Todos estes aspectos podem ser incorporados a história através de lugares por onde ele possa passar, lembranças que possa ter de seu passado, recordações que possa compartilhar com alguém ao longo de sua trajetória.

  13. K-prA disse:

    hehehe feliz em achar um esperantista na “sala”
    Me estas a parolante de esperanton ankau!

    poxa gostei bastante da sua ideia de explorar o interior do Rato, vc levantou pontos interessantes…se estivesse ao meu cargo incluiria seu trecho na integra…

    e a caroline entao… queria ter tido a ideia dela…escolheu o Julio… mas com o desfecho menos obvio e mais interessante que caminho do bino tem…

  14. Daniel Zuza Jordão disse:

    ..parece as historietas de rpg que jogo nos foruns via mps e msgs

  15. Barion disse:
    isfreepop.com

    “1 – Chegou a hora de introduzirmos alguns novos personagens. Decidam: Rato deve ser acordado, com um tapa na cabeça, por Bino (minitraficante da região, 19 anos) ou por Júlio (malabarista, colega de trabalho no semáforo, 25 anos), entregando-o um sanduíche e um copo de leite?”

    Um copo de leit, seria muito vindo de um malabarista (devido ao tema em que se passa a historia)… meio pacote de bolachas de água e sal ‘dormidas’ e um copo de suco de laranja que teria ganho de um executivo ao passar pela calçada.

    3- Rato, passa a pensar mais sobre o assunto que tem em mente - ir para a cadeia (ou reformatorio), sem comentar nada com seu novo ‘amigo’ Júlio de 25 anos que já foi preso por furto, começa a saber de tudo que se passa dentro de uma prisão e exerga vagamente que sua ideologia de ‘vida melhor’ não seria dentro de um local como aquele.

    Forte Abraço, muito bom o trabalho.

  16. Vinna disse:

    1- O Bino deve acordar ele. O Rato vai ser seduzido pelo crime. Entregar um pacote misterioso em troca de um refrigerante e um pastel, por exemplo. A príncipio ele só vai ver as vantagens, consegüencias negativas podem ficar para mais tarde.

    2- Muito cedo para tratar sobre o seus pais. Acho que seria interressante se ele tivesse saudades de alguem que tenha cuidado dele no orfanato. Algo como a mãe que ele nunca teve. O motivo da fuga pode ter sido falta de condições do orfanato aliado com a ilusão de uma vida melhor longe dele. Ilusão parecida com a que ele alimenta com o crime.

    3- Desiste momentaneamente para acreditando que o Bino pode ajuda-lo.

    4- XX

    5- Ele pode se encantar com alguma promessa que ele viu nas tv’s daquela loja e adotar aquele político como um herói.

  17. Carlos Gomes disse:

    «O sereno da noite deixou seu cobertor e seu papelão úmidos»
    Hmm isto não faz muito sentido. No capítulo anterior, antes de se deitar, o papelão já estava húmido.
    Mas boa história e iniciativa

  18. Israel Comar disse:

    olá dei uma lida em alguns posts vou tentar não repetir muito oq o pessoal jah disse mas acaba q algumas ideias são parecidas em alguns momentos…

    Quem acorda ele é Julio, rato se espanta com o sanduíche e com o copo de leite, diz q fazia tempo q não o via, Julio diz q está tentando mudar de vida, sempre naquele farol nunca conseguiu melhorar de vida, rato também diz q está pensando em mudar de vida mas antes q julio possa perguntar chega bino e chama julio de canto conversa um pouco com ele lhe entrega um pacote julio se despede do garoto e vai pra um lado bino vai para o outro e o garoto começa a se perguntar qual a relação de julio com o mini-traficante bino…

    ele se pergunta se ele também poderia mudar de vida assim como julio, pq aquele lanche estava delicioso e ele queria comer coisas assim tão gostosas mais vezes…

    2 - pulo

    3 - rato é um garoto bom sempre tranquilo na dele, ele só está procurando uma vida melhor, e espera encontrala na cadeia, pra ele o crime compensa e cada vez mais estamos provando isso, acho q algo ruim já pode acontecer…. já deixei uma brecha na resposta 1… julio poderia morrer… para colocar mais algumas ??? na cabeça de rato.

    Curti muito a idéia do livro escrito pela galera toda e divertido ler oq cada um acha… como cada um pensa de um jeito!

    espero ter conseguido contribuir!

    Abraço!

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