Staff
-
Parou com os chás de cogumelo na Chapada do Guimarães há 20 anos, desde então também não tolera mais discos infantis e cerveja quente. Para preservar sua imagem de homem ideal, nega que se masturbou com a Playboy da Hortência. Adepto do origami para fins medicinais, Duquian não tem vergonha em comprar camisinha na farmácia quando a atendente é mulher. Sonha com Júnior Baiano na zaga do seu time, o mascarado São Paulo. Atualmente, não faz porra nenhuma e emprega todo o dinheiro que não tem apostando em jogo de varetas.
-
Desde garoto sofre com as brincadeiras de seus professores que na hora da chamada insistem na piadinha “é o Júnior da Sandy?”. Otimista de plantão, acredita em duendes e no Corinthians campeão da Libertadores. Não ouviu o último do Caetano, mas achou uma merda. Leu todos os clássicos da literatura universal sempre com uma revista de sacanagem aberta no meio. Inventou a vassoura com MP3 player e câmera digital e pretende ficar rico com isso. Pretende fazer um mochilão a pão e água de Mossoró a Sinop no próximo ano. Nunca viu um disco voador e morre de medo de barata, “mas só daquelas grandes que voam”.
-
Odeia Forró e por isso é discriminado em sua cidade, Fortaleza. Comprou uma coleção de fitas cassetes para aprender japonês e poder ler seus mangás na língua original, mas anda sem tempo devido às trocas de fralda da sua filha. Atualmente lidera um movimento pelo fim dos videogames com mais de 16 bit. “Homem que é homem não precisa de mais do que 3 botões”, declara enquanto guarda mais um papel amassado no bolso, “não jogo nada no chão desde a copa de 78, também não faço xixi no muro”. Sonha em montar uma banda de rock japa e pretende fazer uma operação para repuxar os olhos.
Colunistas
-
Descrição do colunista.
-
Um cara bem legal.




