Olá, adeptos do sedentarismo! Bem-vindos a mais uma Sarjeta dos Quadrinhos, na qual mostramos as entrelinhas do universo das HQs.
Esta será uma coluna diferente, pois vamos públicar uma entrevista exclusiva com Rogério de Campos, fundador e atual diretor da editora Conrad. Enquanto todo mundo anuncia o fim da mídia impressa, a Conrad – especializada em quadrinhos e livros para jovens — consegue o impossível ao sobreviver a está crise e a diversos problemas internos durante seus mais de 15 anos de mercado.
Alguns leitores podem até não conhecer a editora, mas com certeza conhecem seus títulos, que vão dos populares mangás Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco aos papas dos quadrinhos underground norte-americano Robert Crumb e Gilbert Shelton.
Nos últimos anos, a Conrad estava passando por sérios problemas financeiros e ela quase foi comprada pela Ediouro (que já havia comprado a Pixel e a Desiderata), mas esta desistiu na última hora. No dia 5 de fevereiro, o grupo IBEP – Nacional soltou uma nota para a imprensa oficilizando a compra da Conrad e que iria “preservar a identidade editorial”.
Para ler a entrevista clique na imagem.
Sedentário & Hiperativo – Antes de tudo, se apresente para o pessoal e fale um pouco sobre sua trajetória profissional nos quadrinhos.
Rogério de Campos - Me aflige saber que sou tão padrão:
No final dos anos 70, quando todo mundo estava no movimento estudantil, eu também estava. Quando todo mundo estava em uma organização semi-clandestina de esquerda, eu também estava. Quando surgiu o PT, participei das campanhas de filiação, ajudei a fundar o partido em várias cidades e até fui delegado em um congresso estadual. Depois, nos anos 80, quando todo mundo montou uma banda de rock, eu também montei. E lancei um disco pela Warner, como quase todas as novas bandas faziam. Quando os quadrinhos viveram aquela euforia dos anos 80, eu era editor de uma revista em quadrinhos, a Animal (ganhei o Prêmio HQ Mix de melhor editor de 1989, ou seja, há vinte anos). Depois, todo mundo foi ser jornalista e eu também fui. Trabalhei para o Estadão, Folha, Azul e outras. E assim tem sido a vida: quando Pokémon estourou, eu era o editor. Lancei o Dragon Ball meio na dúvida, e aquilo virou a nova onda. E quando falou-se da tal “nova literatura pop brasileira”, eu era o editor. Para alguém que queria tanto ser original, eu sou uma miserável decepção. Pelo menos não cheguei a ser videomaker, DJ ou fazer um curso de enologia.
Sedentário - Como foi o surgimento da Editora Conrad?
Rogério – Os jornalistas em geral sonham em montar sua própria editora. Isso quase sempre fica no mundo dos sonhos. Ou, quando torna-se realidade, vira pesadelo. Eu dei sorte de ter ótimos parceiros na empreitada. Com a Cris Monti, que foi minha sócia.

Sedentário - Dentre todos os título que vocês lançaram, quais foram os maiores sucessos de público e quais os que vocês mais gostaram de ter publicado?
Rogério – Gostei de publicar quase tudo, até as coisas que não venderam. Os maiores sucessos foram Pokémon, Dragon Ball, a Herói (que foi a revista mais vendida das bancas brasileiras), Cavaleiros do Zodíaco, a Super-Menina e, neste momento, o Calvin & Haroldo. Tenho muito orgulho da Coleção Baderna. E que Assalto à Cultura inspirou tantos “artivistas” brasileiros. E de ter feito a primeira edição do Jornada Para o Oeste, fora da China. E a primeira edição do basco Zestas, e do austríaco Vallat, e do italiano Dália Azul, e do espanhol Tina Modotti fora de seus países de origem. E tenho orgulho de nossas edições serem reconhecidas como algumas das melhores do planeta, sendo que capas para livros gringos nossas foram compradas por editores de diversos países, como Inglaterra, França e Polônia. E tenho orgulho que o editor francês de Gen Pés Descalços diz em uma entrevista para uma revista francesa que decidiu publicar o livro depois de conhecer a edição brasileira. E o mesmo diz a Carlsen da Alemanha e até a Tara, da índia! E tenho orgulho de termos uns seis prêmios de melhor editora do Brasil nos últimos oito anos.
Sedentário – Existe alguma obra que você sonha em lançar, mas sempre surge alguma coisa que o impede na última hora?
Rogério - Tinha o Che, de Breccia e Oesterheld. Venho tentando publicar isso há muitos anos. E tem outros, que eu não conto agora.
Sedentário - A compra da editora Conrad pelo grupo IBEC – Companhia Editora Nacional trará alguma grande mudança na identidade editorial, na estrutura comercial ou no regime operacional? O que podemos esperar desta incrível parceria que acaba de surgir?
Rogério – A Conrad tem uma identidade muito conhecida. É isso que somos e é por isso que valemos. Agora temos mais estrutura para crescer e fazer o que sempre fizemos, que é, entre outras coisas, fazer o que nunca foi feito.
Sedentário - Além destas novidades, vocês vão continuar a publicar os mangás que estão paralisados, como Battle Royale, Blade, Vagabond, Monster, Sanctuary, One Piece…?
Rogério – O plano é esse. E muito mais.
Sedentário - Vocês vão continuar a públicar obras de grandes mestres dos quadrinhos, como Manara, Crumb e Shelton? Já tem algum projeto em mente?
Rogério - Sim. Estamos lançando o Verão Índio. E no final lançaremos Genesis, do Crumb, que será certamente o principal lançamento dos quadrinhos no planeta neste ano.
Sedentário – Dentro da sua experiência como você vê o efeito desta Crise Financeira no mercado editorial brasileiro, principalmente o especializado em HQs?
Rogério - De todas as áreas do mercado editorial, os quadrinhos são os que estão sofrendo menos.
Sedentário - Muitas pessoas estão declarando o fim da mídia impressa, o que vocês pensam sobre isso? Já estão trabalhando em alguma alternativa digital para o conteúdo que vocês costumam publicar?
Rogério – Não temos medo do futuro. Temos pressa que ele chegue logo. Ao mesmo tempo aprendi que, no mundo digital, nem sempre é vantagem chegar primeiro.
Sedentário - Nos últimos tempos, a Conrad ganhou papel de destaque por publicar alguns dos melhores álbuns de quadrinhos nacionais, como Chibata! e a adaptação de A Relíquia do Marcatti. Vocês têm planos de continuar com este trabalho? Em caso positivo, quais são os próximos títulos (o jornalista Paulo Ramos informou que vocês estão preparando uma biografia do Adoniram Barbosa feita pelo próprio Marcatti)?
Rogério – Sim, o Marcatti está preparando sua superprodução sobre o Adoniram Barbosa. As expectativas são muito grandes. Mas já neste mês temos dois candidatos à melhor álbum do ano: Brasileiros, de André Toral, e Sábado dos Meus Amores, do Marcello Quintanilha (ex-Gaú). São dois dos maiores quadrinistas que o Brasil já produziu. Únicos.
Sedentário - Pra finalizar, como vai ficar a linha de livros de vocês? Pretendem continuar com a espetacular Coleção Baderna?
Rogério – Não sei. Estou matutando a respeito de como fazer com que a Baderna não se torne uma instituição. Ele precisa continuar perigosa.
Sedentário - Como e por que ocorreu a saída de André Forastieri (que depois montou a Pixel) da Conrad?
Rogério - Prefiro não falar do assunto. Pode parecer que estou tripudiando.
Sedentário - Estava olhando com nostalgia o conteúdo da Animal e só podia pensar numa coisa: por que não trazer a revista de volta? Será que ainda existe um mercado para este tipo de publicação?
Rogério – Sou saudoso dos tempos da minha mocidade, quando o Gang Of Four cantava “nostalgia is no good”. A sério: não tenho interesse em repetir outros já fizeram, quanto mais ter interesse em repetir o que eu fiz no passado.
Sedentário - Os leitores do Sedentário & Hiperativo reclamaram bastante do cancelamento de séries como Dr. Slump. Existe alguma chance delas voltarem?
Rogério – Vamos ver o que acontece no mercado de mangás brasileiros nos próximos tempos.
Sedentário – Qual o prazo para regularizar o lançamento dos mangás interrompidos, como Vagabond, Blade, One Piece e etc?
Rogério – Estamos ajustando tudo. Vamos ver.
Onomatopéias
MAD 13
Acaba de chegar às bancas a MAD 13!!! Nela estamos reformamos a reforma ortográfica para acabar de vez com essa palhaçada. Também detonamos sem dó o filme (e o gibi) Watchmen! E mais: Menino da Porteira Torneira, Baraldi, Spy vs. Spy, Marcatti, Placas de Trânsito e outras babaquices de dar nó na vesícula.
Programa Banca de Quadrinhos
Se você se amarra em quadrinhos, mas ainda não viu o programa Banca de Quadrinhos tá perdendo uma chance única de ficar pode dentro de tudo que acontece no mundo das HQs.
Aproveite a chance e veja o programa 33 que trás uma pequena participação da MAD, comentários sobre vários lançamentos e uma entrevista exclusiva com o Ziraldo, o criador do Menino Maluquinho.
Tema por Tropus Comunicação na Internet • Design por Evel Ryu
Comentários
Legal. Agora só precisa a CONRAD TERMINAR OS MANGÁS QUE LANÇOU!!! Ainda espero os finais de Dr. Slump e principalmente BLADE!
Excelente entrevista e vida longa à Conrad!
O dinheiro que dei a ela ao longo dos anos com compra de livros (a coleção completa de Sandman e outros mimos) sempre valeu muito a pena, e espero que continue assim no futuro.
Sempre existirão aqueles que, como eu, preferem o livro físico a um simples arquivo para ler no laptop.
Aconteceu um pequeno erro nas imagens
a imagem que aprece dos cavaleiros é da edição do lost canvas, que por sua vez é um lançamento da JBC
Fora isso, entrevista bem legal
abraços
Obrigado pelos avisos, pessoal! Já substitui a imagem!!
Só um detalhe, a capa do mangá dos cavaleiros é o Lost Canvas q tá sendo publicado pela JBC. Saudades quando existia a Herói (revista), tudo o que sei sobre quadrinhos e minha vontade de aprender a desenhar devo a ela!
Muito bom o post. As novidades da Conrad me alegraram, agora é aguardar pelos lançamentos.
Valeu!
By
Olá!
É… Acho que você utilizou a palavra certa, SOBREVIVER. Infelizmente, tanto a conrad como a panini estão longe de privilegiar um público que também quer comprar as revistas nas bancas. Venho acompanhando, infelizmente, as várias frustrações que é você tentar colecionar um titulo aqui no Brasil, especialmente no nordeste, que quando não atrasam, não chegam. Simplesmente por não alcançar vendagem suficiente em SP e RJ.
Até hoje eu amaldiçou a conrad por cancelar DR.SPLUM e condeno por nunca ter, ao menos, publicado uma encadernação, visto a grande quantidade de volumes que essa obra tem no japão. Mas não, se algo de qualidade tem que ser feito nessa porra de pais, tem que ser feito por pessoas que amam o que está fazendo como a rapaziada dos FANSUBS… É meio vergonhoso que as empresas de hoje não possam acompanhar a velocidade com que a internet traz as informações e diversividades em termos midiáticos.
Me preocupo muito com ONE PIECE, sempre colecionei e continuo colecionando mesmo acompanhando o mangá por fansubs, mas não, a revista tem meses que não chega aqui (BA) e fico sempre preocupado de ela ser cancelada e assim nunca poder completar a coleção…
A Panini nem se fala… Espero até hoje o segundo Vol. da reedição de a queda do morcego, se bem que a primeira ainda faltava mais ou menos umas três histórias da primeira parte da saga… Mas não, passaram o facão, DE NOVO.
Por essas e outras que a porra do cara que leva quadrinho a sério pensa duas vezes em comprar uma revista hoje. Gosto muito de ler uma revista ou livro, para mim é um prazer imensurável. Entretanto, o atraso evolutivo que as empresas gráficas enfrentam hoje me fazem questionar um pouco sobre esse prazer e dividi-lo com os scans no meu Laptop.
Apropósito, entrevista bacana.
Sei que tudo é voltado para a questão financeira… Entretanto, se você sabe que não vai ser viável a públicação de algo aqui no Brasil que já não foi televisionado e explorado pela midia Brasileira, seria de grande agrado que as empresas não frustrassem caras como eu que adora comprar obras diferentes tanto em seu contexto como de seu pais de origem.
Abração,
Michel
Woowww!
Muito bom ver histórias de brasileiros que conseguiram sucesso nessa área.
Espero que a IBEP não corrompa a essência da revista.
Muito bom!
Espero que o novo album do Calvin & Haroldo saia logo!
valeu!
Tá tudo lindo, tudo maravilhoso, mas, espero que nas perguntas que você irá acrescer, apareça a dúvida de todos que colecionaram mangas da Conrad: eles continuarão a publicar os títulos que foram interrompidos, cito aqui Dr Slump e One Piece? Ao invés de se preocupar só com os novos títulos, o que é ótimo, naturalmente, poderiam se lembrar da MERDA que fizeram cancelando Dr. Slump. Será que isso não poderia acontecer as novas publicações? E os preços, sofrerão alguma alteração já que a crise não afeta os quadrinhos? Sim, porque depois dessa declaração eu me animei. Na época em que o dólar estava em alta a Conrad publicou uma explicação nos mangas avisando o motivo do aumento de preços. Quando o dólar despencou o preço das revistas aumentou ao invés de estabilizar. Muito estranho.
Wellington, não sei se você notou, mas eu perguntei da volta destes mangás.
Neil Gaiman e Hunter S. Thompsom sem a Conrad ficaria dificil achar esse autores na minha cidade.
“tem que ser feito por pessoas que amam o que está fazendo como a rapaziada dos FANSUBS… É meio vergonhoso que as empresas de hoje não possam acompanhar a velocidade com que a internet traz as informações e diversividades em termos midiáticos.”
bem, as editoras que conheço são todas “otakas” a tradutora Karen Kazumi (que presta serviços à JBC e à Panini) tem mais de 3000 mangás num quarto separado só para mangás; a maioria importado do japão. fora isso ela curte ir em karaokes cantar trilha sonora de anime, e vai em eventos como publico pagante XD.
quanto a´distribuição é algo complicado mesmo, para se vender 40.000 exemplares, precisa-se imprimir 60.000, e mesmo assim preferenciar as bancas que vendem mais, não distribuir para todas (afinal tem uma a cada esquina, logo muitos leitores poodem percorrer 4 ou 5 bancas próximas atrás de seus quadrinhos; mas há uma alternativa; a internet, em sites como o banca 2000, ou a comix, entre outras.
seguir com a velocidade da internet é impossivel; alias, de tempos para cá, poucos anos depois do mangá ser lançado no japão, ele já é publicado por aqui; vide a quantidade de mangás ainda em publicação no japão que foram lançados por aqui.
Dragon ball esperou quase 20 anos para ser lançado por aqui; o vampire knight foi lançado em apenas 3 anos de diferença. querer acompanhar o mercado japones com proximidade é loucura, e se o mangá original é cancelado por lá? se o autor larga o mangá para poder se dedicar ao video game? o pessoal daqui do brasil irá culpar a editora, achar que ela cancelou em caso do autor ter preguiça, entre outros problemas.
não tem como comparar editoras com scantraduções, scan é algo voluntário, em que o tradutor traduz quando pode, e se pode, sem ter prazos, ou pagar direitos autorais, gráficas ou outros gastos, o gasto dele é de tempo, e energia eletrica (se bem que enquanto edita um mangá o cara aproveita e baixa outras coisas, upa algumas etc…)
em nota, se fossem apenas com Dr Slump e one piece estava bom, há vários outros mangás interrompidos há anos que não se tem noticias, como sanctuary, vagabond, battle royale, etc.
Têm razão, não havia reparado. Só achei a resposta dele muito fria. Quero muito ver o resto desta entrevista. Tenho os dois pés atrás com a Conrad.
A CONRAD E UMA BOSTA TOTAL atrasos, falta de respeito com fãs, qualidade do papel horrivel, descaso nas traducoes e por fim o preco abusivo. Querem elitizar os quadrinhos mas nao conseguiram !!!! Espero nao ser censurado por dizer o que penso!!!!
Agora entendi pq “traziam” determinados titulos como Che e outras porcarias a velha esquerda (entenda-se aqui bando de burgues metido a pseudo-revolucionario que NADA em absoluto fizeram) querendo doutrinar agora atraves até dos quadrinhos ??? Puts é o fim mesmo. Suehiro Maruo que é bom nada é só tranca mesmo ou merda metida a esquerda com caviar.
Só tem um problema, Lalau. Eles lançaram 3 álbuns do Suehiro Maruo e a coleção Baderna que é uma série de extrema esquerda das mais interessantes.
Vao trazer mais quadrinhos valendo 50…100 reais “companheiros”, e a working class como fica hahaha?? Foda-se né rs. Querem elitizar mesmo os quadrinhos vendendo 10…50..100 exemplares pouco importa né, o que importa é manter os preços lá em cima sempre com a desculpinha de serem de “luxo”. Ehhh brasil brasil já não se fazem mais “esquerdistas” como antes…. só não vale ter dolar na cueca igual os amiguinhos do PT hahaha.
Precisa postar isso é ironico demais mesmo.
Nisso eu já concorco, Lalau! ahhahahah
Olá Vince…
Sei que é tudo é muito mais complicado do que aparenta eu ter dito. Entretanto, ainda sim, acredito que muitas coisas seriam viáveis, por exemplo vender encadernações de histórias como DR. SLUMP. Imprima uma tiragem baixa e dedique apenas a grandes livravrias como Saraiva e Siciliano… Nos EUA é assim, a tiragem é por encomenda praticamente. Outra, a questão é que aqui no BRASIL nenhum empresa quer coçar o bolso para pagar por um serviço que existem milhões ai que fazem. Se um cara de fansub, faz o trabalho de diagramização e tradução por amor, será que ele recusaria uma boa oferta de grana pelo mesmo trabalho que ele já vem desenvolvendo gratuitamente por anos?
Sinceramente, tem sim como comparar! Primeiro uma editora para existir ela trabalha com muito dinheiro… Porque, me perdoe se eu for imbecil, mais ainda sim, o objetivo principal de uma editora é lucrar e não fazer filantropia… Então, que eles utilizem todo o dinheiro e recursoo disponiveis para sempre estarem atualizados… Já fansub, eles encontram muito limitações, entretanto, por estarem direcionando o seu trabalho para um nicho especifico, acaba sempre surgindo pessoas de bem a ajudarem os caras de uma forma ou de outra…
Aliás… Vou parar com esse discurso idiota e ser logo direto… Editoras aqui no Brasil nunca vão ganhar dinheiro ou enriquecer… Simplesmente porque o público brasileiro não é voltado para esse tipo de cultura… Os fansubs fazem sucesso porque atacam um público especifico, um público que está direcionado para o tipo de trabalhos que ele propõe… Então, faça chuva, ou faça sol, todo mundo vai tá lá no site deles, fielmente, acompanhando o lindo trabalho deles. As editoras públicam algo, e por ser novidade gera aquele BUMM, mas logo depois, muitos vão abandonando a compra, ou por não ter tanto gosto assim pela revista ou por saber que o seu dinheiro é sempre voltado para os prazeres ou consumos de momento… Essa é a minha verdade!
Nem fale em Vagabond… Uma coisa é a editora parar de publicar porque lá no japão parou, mas e depois que a revista volta lá… E ai? Não pode mais porque o dolar aumentou, pq não é mais viável? Quer dizer que gastei a merda do meu dinheiro em vão? tsc…
aiaiaiai
Abraços,
Michel
Fansubs só vão destruir o mercado… você paga caro em gibi por causa destas bombas. Além do trabalho de amadores ficar bem aquém do desejado.
Em breve, vou fazer uma coluna discutindo esse lance de quadrinhos para download.
Creio que tentar discutir as opções Politico-ideológicas da editora fica um pouco estranho. Não me interessa se a publicação é de esquerda, direta ou se o Akira Toriyama é de centro-direita. O interessante é ter algo publicado, e publicado até o fim. Se o conteúdo é bom ou não, aí é outra história. Lembro-me que certa vez, conversando com amigos que também colecionavam mangas, reclamávamos do fato de a Conrad ter cancelado, ou interrompido, como queiram, alguns títulos e então me veio o seguinte pensamento: “A Conrad pode ter dado o pontapé inicial, mas parece que quem está com a bola agora é a JBC.” Sua matéria sobre Download de quadrinhos será mais do que bem vinda Raphael.
A coleção mederna, baderna….tanto faz pra mim nao fede e nem cheira, a conrad investi em porcaria e em publico alvo muito especifico espero que passem mais em mais dificuldade e se vierem a falir, uma a menos. Enquanto quiserem ou tentarem elitizar os quadrinhos no Brasil vão se ferrar e meu total apoio aos fansubers, baixem da internet que a qualidade é muito superior e a preocupação, contigo fã ou mero curioso é muito maior e melhor. Repito mais uma vez quem é o imbecil que vai comprar os quadrinhos do Sandman pagando até 80…90 reais??? tem que ser muito trouxa mesmo, mesmo que tiver em folha hiper mega especial, isso não me convence quadrinhos deverião e devem ser acessivel a todos, portanto BAIXEM da internet apoiem seu fansuber local hahaha, estes sim merecem todo nosso respeito ou melhoram a qualidade, os precos, atencao com os clientes, agenda correta de publicacoes, planejamentos pra trazers series por inteira e NAO parar na metade ou simplesmente mudar do dia pra noite pra edicao de LUXO ($$$$$) a Conrad como qualquer outra editora vai se dar mal !!
Viva a internet pq logo mais irão calar nossa boca por aqui também essa é a “DEMO”cracia em que vivemos!!!
Caro Raphael se os fansubers destruirem o mercado que assim seja ou o mercado se adequa a nós , a nossa realidade ou entao eles que se fodam nao precisamos deles. Alias com a industria fonografica, cinema nao foi a mesma coisa ?? Os caras querem vender cds ou dvds carissimos , tomaram no cu agora tao ai vira e mexa com estrategias ridiculas para baratear e incentivar os mais idiotas a darem dinheiro para estes mercenarios e digo mais uma vez NAO, peguem da NET se falirem que se foda( eu acho impossivel falirem) enquanto não nos respeitarem nao devemos respeita-los tambem, enquanto abusarem nos precos e a qualidade for pessima nao compraremos e outra a mim particularmente nao me faz falta alguma hollywood só sai merda de lá, olha o dragon lixo cancer evolution por exemplo. E a industria fonografica só lança tranqueiras e modinhas pra manipular mais e mais as massas assim como o cinema é tudo PROPAGANDA amigao, enquanto eu e vc e os demais camaradas discutimos aqui sobre comprar ou nao, os poderesoso la de cima tao se ferrando eles querem lucrar e te doutrinar, deixar vc um zumbi um idiota como aqueles filmes imbecis sobre vietna, 2° guerra mundial, luta pela liberdade, etc made in hollywood, ninguem aguenta mais isso.
Obs – Os quadrinhos do Maruo eu tenho todos, mas nao daria mais de 100 reais pra comprar os 3 que foram lançados (porcamente) aqui no Brasil pela conrad.
Eu não brigo por causa de poderosos, pq pra mim quem faz fortuna assim honestamente COM Certeza absoluta não foi, pesquisem a historia dos grandes estudios de hollywood, coca-cola, as maiores multinacionais do mundo estao nos EUA senao me engano das 51 maiores do mundo , 47 estao nos EUA. Pensem!!!
A Acme, digo, Conrad sempre obteve capital de origem muito, mas muito suspeita.
Eles ganharam fortunas com a Herói e a Nintendo World, mas afundaram em dívidas alucinadas com revistas hyper-boys que duravam dois, três números… Bem como os caríssimos álbuns da série Star Wars.
O que acontece é que a Conrad perdeu (misteriosamente também) uma grana imensa com a saída do Forrastieri.
O Forrastieri era o boy da empresa. Ia prá cima e prá baixo do mundo todo caçando produtos interessantes, dos Cavaleiros do Zodíaco a Dragon Ball. O Rogério nunca teve essa formação mais comercial “pop”, daí ele padeceu o bicho na escolha dos títulos quando o Forrastieri foi embora…
E levou junto uma boa parte da grana da empresa.
***PARECE*** que agora o Rogério está recuperando da balançada, ainda mais com o mercado aquecido e as vendas disparando.
O que fodeu mesmo foi prometer lançar uma publicação e parar com ela no meio do caminho. Isso é de um amadorismo crônico e de uma falta de respeito absurda para com o leitor, e não adianta mais fazer de conta que não aconteceu nada.
Fosse a Conrad uma editora de gente grande, cumpriria com suas obrigações e lançaria os títulos iniciados para, só então, dar continuidade aos novos lançamentos.
Lançar coisas novas e “esquecer” as antigas pinduras é achar que o leitor é idiota.
“Fansubs só vão destruir o mercado… você paga caro em gibi por causa destas bombas. Além do trabalho de amadores ficar bem aquém do desejado.”
Raphael Fernandes, cara, você falou a maior merda. Fansubs, não destroem mercado, ao contrário, abrem mercado para uma infinidade de pessoas que nunca iriam conhecer culturas diferentes se fossem esperar por empresas brasileiras como a globo, record, sbt e etc.
O mercado brasileiro sempre foi ganancioso, mesmo antes dos fansubs fazerem sucesso entre o pessoal hardcore da internet.
Amadores? MEU DEUS! Sério mesmo, pegues umas legendas de algum seriado ou filme que você goste ou pegue um anime para assistir ou vá ver um scan bacana de algum personagem que vc goste… Depois de ver a PORRA da saga completa scaneada e com qualidade máxima pelo pessoal do fansub, veremos se você terá coragem de dizer que o trabalho deles ficam a desejar…
Cara, lamentavél o que você disse…
Abraços,
Michel
Olá, Michel.
Você está pensando como fã. De onde vem as revistas que você tanto gosta?
Não é dos fansubs, eles apenas republicam como a maioria das editoras brasileiras. Eu não estava falando do mercado nacional, mas do mercado de quadrinhos como um todo. Não generalize as coisas, a música e o cinema são meios diferentes dos quadrinhos, que estão mais próximos dos livros na questão mercadológica.
Provavelmente, veremos uma mudança drástica da leitura quando encontrarmos um “iPOD” e um “Napster” de livros e quadrinhos. Muitos autores de quadrinhos independentes poderão ganhar destaque e o material clássico estará na boca do povo. Finalmente, qualquer garoto de 15 anos poderá ler as aventuras originais do Aranha por apenas alguns centavos.
Agora fiquei doente pra montar essa coluna discutindo os scans e o mercado de quadrinhos…
A minha maior tristeza ao saber que a Conrad foi comprada pela Ibep é que o Rogério de Campos iria continuar na empresa, pois podemos dizer que ele é responsável pelo atual estado lastimavel em que a mesma se encontra! A Conrad faturou horrores com Dragon Ball, CDZ, Nintendo Word, Pokemon e outros, ela deveria ser tão grande como uma Panini mas apostou em projetos errados como na volta das revistas Herói e General, e vários titulos obscuros e desconhecidos por aqui.
Mas o pior foi quando os socios se separaram e uma parte foi formar a Futuro (atual Pixel), engraçado que juntos eles iam relativamente bem, mas separados ambos estão capengas, Pixel acabou com prejuizo ano passado e a Ediouro pensando em largar de mão, e a Conrad o que bem sabemos. E agora que a Ibep comprou ela ao invês de anunciarem o retorno dos mangás paralisados eles anunciam o lançamento de outros cinco mangás totalmente desconhecidos que não vão vender nada, enquanto isso a Panini consegue titulos de grande apelo e enche os bolsos de grana.
A atual Conrad não passa de uma “editora-zumbi” que sai das tumba de tempos em tempos para lançar meia-dúzia de títulos obscuros e irrelevantes e depois retorna ao jazigo para outro momento de (longa) hibernação.
Antes ela se sustentava com Sandman, hoje com Calvin e Haroldo, e depois que esse também acabar, eles acham que vão se sustentar com esses titulos que ninguém conhece?
Outra coisa…
Gostaria de agradecer a todos os leitores que manifestaram suas opiniões… só esse papo todo que surgiu nos comentários já fez valer o trabalho que estou realizando neste site. Mandem também sugestões de colunas, críticas e comentários pro meu e-mail raphaelcassady@gmail.com
tambem estou esperando a continuação de Blade que ta parada ha um tempão …
Pois é, Kamen Rider!
Esses caras dão seus cambalachos, fazem seus esqueminhas malucos, sacaneiam meio mundo…
E depois voltam com a cara mais deslavada do mundo, contando que o leitor seja um estúpido descerebrado que não se lembra de nada… E que não sabe de nada.
Mas alguns de nós estamos atentos.
Somos bem poucos, é verdade, mas não caímos nesse bla-bla-bla choroso desses editores espertinhos.
Deveria haver uma lei que obrigasse editora a lançar até o fim suas publicações quando devidamente comprovado que estas tem um número “x” de volumes.
E o Marcatti é uma merda!
Aí está, o Kamen Rider acertou um Golpe Insectus na questão: deveriam primeiro normalizar a situação dos paralisados a lançar só coisa nova (primeiro acerto minhas contas, depois, se sobrar, eu compro algo para mim. Isso é básico). Não acho que os fansubs irão destruir a venda de gibis e mangas na banca, haverá uma mudança de hábitos, isso sim. Lalau, seu discurso parece algo pré-estabelecido, daqueles que são contra tudo e todos sabe?! Eu estou de total acordo com você quando diz que algumas empresas ganharam dinheiro de maneira ilegal, mas generalizar é algo que nunca leva a discussão para um bom lugar. Falar que de Hollywood só sai merda é uma afronta a história do cinema, ou será que filmes como O Grande Ditador, Cantando na Chuva, Johnny Vai a Guerra ou o Sin City, que eu considero bem fora dos padrões deles, não foram bons filmes? Claro que eles produziram, e continuarão a produzir, muitas merdas. Posso estar enganado, e quero estar enganado, mas me parece que seu ponto de vista é mais ou menos este: se está na grande mídia então não presta. Isso é de um extremismo…
Olá, eu sou o CIRILO!
Lembram de mim? Da novela Corrousel? Tentei pegar a Maria Joaquina, que era Branca, Católica, e cheia de coisa… mas não consegui…
Depois disso virei um punk, macumbeiro, prostituído na praça da Sé, aonde até hoje, tento vender os meus livrinhos de receita da Ofélia!
Mas sabem o que me dói?
Não é o fato da Conrad não respeitar o leitor hora nenhuma, e um otário qualquer colocar colunazinha em um blog de audiência e garimpar leitor…
é não me chamarem para ser editor de volta da HERÓI!!!!!
Raphael,
CERTO, no ponto de vista mercadologico, FANSUBs não deixam de ser ilegais. Contudo, ao contrário dos camelôs e da pirataria em geral, eles são uma resultante da incompetência que as empresas (editoras) possuem em trazer novidades com rapides e custos acessiveis para o público que admira esse tipo de arte. Poxa, se eu for esperar alguma editora trazer uma revista japônesa, chinesa ou de algum pais da europa com certeza irei morrer. Cara, se a obra não está na grande midia a editora pensa um milhão de vezes em trazer para o nosso país… É triste, mas as nossas editoras limitam o nosso escolpo cultural a indices (baixos) gritantes em relação ao que outras culturas constantemente oferecem a esse segmento de arte.
Então, o que você porpõe? Nunca ler? Morrer esperando? risos
Sabe, em qualquer outro lugar do mundo existe pirataria, scans e etc. Mas ainda acho que aqui no Brasil é tudo tão alarmante por causa dos impostos, da incompetência de algumas empresas de gerenciar melhor o produto de fora, e de que no fim, o preço sempre cai como uma bomba para o consumidor que na maioria das vezes ganha pouco menos que 3 reais por hora de trabalho…
Ilegais ou não, hoje eles são um mal necessário para as pessoas avidas por culturas não presentes na grande mídia…
Abraços,
Michel
Kamen, voto em ti, com o BK pra vice (ou vice versa)
Fora esse formato imbecil que a conrad inventou pro dragon Ball e pro one piece, meio mangá com preço de mangá inteiro, tendo a inicio como desculpa um papel que mais atrapalha que ajuda a leitura… E aí me vem a panini e lança Bleach e Naruto no formato original. Não sei o resto mais eu me senti um idiota, de novo.
Fora que ainda bem que eu não comecei a comprar Vagabond no formato definitivo né… porque aí teria 2 versões da mesma história incompletas.
E continuo aguardando o resto do Episódio G…
Alias, uma coisa que esqueci de comentar que acho que foi outro grande erro da editora foi o que eles faziam com os encalhes.
Eu comprava normalmente os mangás deles nas bancas quando eles começaram a mandar os encalhados para a banca em pouco mais de um mês com um grande desconto, e depois de um tempo eles mandavam dois gibis num pacote cobrando um preço menor que o de uma edição. Que idéia de jirico! A partir do momento em que o leitor percebe que isso se torna uma constante da editora o cara vai simplesmente esperar sair o pacote, eu mesmo comprei muitas coisas deles assim como Blade, Fushigi Yugi (não riam), Slam Dunk e outros.
Depois não sabem por que ficam tão mal das pernas ao ponto de liquidarem todo o estoque deles no site chegando a colocar até quantas edições tem em estoque.
Raphael, o trabalho dos amadores às vezes fica aquém do desejado mesmo, mas o pior é quando esse trabalho amador vem de uma banca ou livraria e custa caro.
Porra KAMEN RIDER… É foda mesmo… Vc me fez lembrar quando eu colecionava DR. SLUMP. Era no sacrificio, mas cada centavo era gastado com gosto pelo prazer que era a leitura daquele mangá… Mas ai, cancelam a revista e alguns meses depois colocam o pacotão a preço de uma… PORRAAAAA! NA EPOCA XINGUEI A CONRAD PRA CARALHOO…
E como não tem nem fansub pensando em traduzir DR. SLUMP… Tenho que esperar a boa vontade da conrad de públicar algo…
É foda!
É FODA…
como vai ficar o resto da coleção do inuyasha…
“Raphael, o trabalho dos amadores às vezes fica aquém do desejado mesmo, mas o pior é quando esse trabalho amador vem de uma banca ou livraria e custa caro.”
O pior é quando lançam uma serie a preço alto e corre risco de cancelamento, como é o caso de Vagabond, fizeram muita gente comprar varias revistas da primeira edição, cancelaram, e depois recomeçam do zero em outro formato e muito mais caro, e agora travou no nº 14 ja faz mais de 6 meses……
“Sedentário – Os leitores do Sedentário & Hiperativo reclamaram bastante do cancelamento de séries como Dr. Slump. Existe alguma chance delas voltarem?
Rogério – Vamos ver o que acontece no mercado de mangás brasileiros nos próximos tempos.
Sedentário – Qual o prazo para regularizar o lançamento dos mangás interrompidos, como Vagabond, Blade, One Piece e etc?
Rogério – Estamos ajustando tudo. Vamos ver.”
Para mim a resposta correta seria: “Vou ver se isso vai da grana ou não. Se não der certo é azar de quem começou a colecionar.” Raphael, você fez a pergunta que todos nós fizemos aqui nos comentários. Infelizmente o caro Rogério não quis se aprofundar neste tema (escorregou como sabonete). Juinoe, não sei se sua declaração foi uma brincadeira, mas o Inu-Yasha é da JBC e pelo que tenho visto está saindo regularmente, até porque o manga já acabou lá no Japão.
Esse update aí foi pra dar um tom de piada na conversa né?
porque informação que é bom necas.
E eu perguntava ao Forastieri então porque ele saiu. E aí a gente vê se existe motivo pra tripudiar o trabalho mesmo…
Nota do redator: Eu também me surpreendi com as respostas. Ainda falta atualizar a resenha dos três primeiros lançamentos desta volta e colocar quais são as promessas de títulos.
Olha, não acompanho muito o trabalho da Conrad, até porque quando eu comecei a comprar o Mangá de Megaman, toda feliz da vida, eles pararam na edição 06… >_< Daí comecei a boicotar a Conrad, sempre que eu via algum Mangá, qualquer coisinha que fosse da Conrad, impinava o nariz e dava a mínima. Se eles terminarem Megaman, vou comprar, e SÓ!
Ah, com relação a essa questão do final da mídia impressa, acho que pode até acontecer, mas não é algo que vai ser da noite pro dia, com certeza. O papel é algo que ainda representa muito para o ser humano, e digo isso no valor simbólico também. Já pensou quantas revistas renomadas sairiam de circulação? E os livros escolares? Ok, não é mídia, mas se tiram a mídia, eventualmente tiram o resto também, certo? Acho que é isso o.o
E se acabarem os Mangás impressos? Ç_Ç Como é que vai ser meu futuro como desenhista de Mangá lá na Terra do Sol Nascente? Ç_Ç E minha Faculdade de Design Gráfico?? è_é”"
Desculpem o post duplo, mas resolvi tirar uns minutinhos da minha noite para ler os comentários acima, e percebi que não sou a única que está em pé de guerra com a Conrad. E também, que muitos são por causa da questão dos mangás. õ_o
Olha, na minha opnião, a JBC é a melhor editora de **MANGÁS**. Algumas pessoas vão dizer que eles tão fazendo esse meio Tankohon RÍDICULO DE 7 REAIS com séries FAMOSONAS e que DÃO DINHEIRO feito Full Metal, (E eu concordo) MAASSS, é uma editora que possui uma sede no >> JAPÃO <> JAPÃO <<. Perdoem o Caps lock. Mas acho que isso também é um fator importante para a publicação de algo que vem de fora do país. A Conrad nem era, pra começo de conversa, editora de Mangás, provavelmente eles viram que tava dando dinheiro, mas eles nem sabem como lidar com o produto, eles só querem, vender, vender, vender. E o consumidor é o que faz a empresa crescer, logo, se eles não sabem agradar o consumidor, vão se ferrar ;D
E sim, claro tem a questão do cancelamento dos Mangás lá no Nippon. Como tem muitos Mangás por la, eles tem que publicar algo que o leitor goste, e muitos aqui devem saber que as revistas obrigam o autor a cancelar o Mangá se o indíce de popularidade cair muito (O que faz com que muitos Mangás tenham um final sem pé nem cabeça. Ok, isso é fato), mas isso rararararamente acontece com séries que vem pra cá pro Brasil, pelo o que eu sei. Até porque, pra sair lá do Japão tem que fazer sucesso, certo? E se faz sucesso as chances de cancelamento são poucas, certo? Novamente, pelo o que eu sei, o caso de “cancelamento” de Mangá aqui no Brasil que teve foi pela JBC, foi o de X, da Clamp, (E até agora, o único que não foi publicado por eles até o fim) mas porque esse realmente parou de ser publicado lá no Japão. (Ainda bem que eu não cheguei a comprar ^^’) E a Conrad cancela muitos que foram publicados normalmente por lá… Por exemplo, Megaman…… ù_ú E outros.
Por fim, com relação a essa questão de Fansubs, eu adorarei ler a coluna, apesar de não ser acostumada a baixar Mangá. Eu baixo mais Anime, e bota Anime nisso. É que eu sinto uma emoção (XD) tão maravilhosa de tirar o plástico dos Mangás e passar horas lendo na minha cama que nem vejo muita graça em baixar. Até hoje, só tenho o Mangá de Full Moon wo Sagashite em Inglês aqui, isso porque a adaptação pra Anime foi péssima, e quis ler a história original.
Perdoe-me pelo longo comentário. Mas acho que consegui expressar tudo o que eu queria ^^- Até depois õ/
Ficou faltando um pedaço… “Possui uma sede no JAPÃO. E os Mangás são publicados originalmente no JAPÃO…”
¬¬” Perdoem o post triplo. Prometo que não faço mais XD”
rsrsrsrs
Depois de tudo isso ainda surgem pessoas para defender a conrad e Cia.
É LAMENTAVEL…
Não sejam estúpidos de financiar editoras brasileiras, que editam (mal) os quadrinhos, e com os preços tão absurdamente altos. Comprem os originais dos EUA, da França ou do Japão, que são os maiores mercados de HQ do mundo.
Mesmo sendo em Euro ou Dólar, sai muito mais em conta que um Watchmen Edição Brasileira a R$ 120,00, e vocês ainda terão a oportunidade de ler os textos em seu idioma original – e não com a tradução porca que essas editorazinhas daqui fazem para o português.
Caso vocês não dominem o inglês, o francês ou o japonês, a Internet está aí e grupos tradutores de HQs é o que não falta. Divirtam-se via importação ou web e parem de dar dinheiro para esses canalhas que se assenhorearam do nosso mercado de quadrinhos.
Pô cara a Animal era de primeira linha,pena que não tem chance de voltar.
Baseado nas respostas furtivas creio que Monster e Evangelion vão terminar como Dr. Slump e eu terei que economizar pra importar edições americanas.
Eu sou brasileiro e não desisto nuncaaaaaaaaa!!!
Tenho certeza que a conrad vai voltar a publicar onepiece, dr. slump até o fim pelo preço de 4,99 reais!!!!!!!
kakakakakak
Na boa, carinha prepotente esse ai. Diz q não quer tripudiar sobre o antigo dono da Pixel mas fez o mesmo: vendeu a editora dele. E só sabe responder “Vamos ver”…. Até parece q na verdade ele é só uma figura decorativa na editora.
Sem falar que isso aqui: ” Sou saudoso dos tempos da minha mocidade, quando o Gang Of Four cantava “nostalgia is no good”. A sério: não tenho interesse em repetir outros já fizeram, quanto mais ter interesse em repetir o que eu fiz no passado.”só não é mais grosso por falta de espaço. Até parece que ia bater no entrevistador.
Se ainda fosse o fundador da Abril ou da Ediouro… Falta humildade para esse camarada.
T_T” Bom, é que eu sou acostumada a comprar. Eu poderia até baixar, mas não gosto… Não estou defendendo editoras, afinal, estou consciente do que eles fazem com os Mangás, com edições ruins… Logo no primeiro volume de FullMetal, o Ed diz “Ei tio, blá blá blá…” x_x Tosco. Mas mesmo assim eu compro, por vício mesmo *-*”
Gaby,
Nada supera o prazer de segurar um gibi novo mas ainda assim, tem certas coisas q vc só consegue com scans…..
O que foi “a Super-Menina”? Não me lembro nem a pau desse gibi… ainda mais se foi um título de sucesso…
Excelentes noticias e vida longa a conrad, melhor editora que ja existiu no Brasil !!
As perguntas mais importantes ele nao responde… Deveriam ter perguntado também sobre as páginas que passaram a ser de jornal, baixa qualidade, e a pior resposta possível que foi ‘É para não fazer barulho! Incomoda na hora de virar a página!’…
tá demorando..
[...] isolados do que de uma “indústria” propriamente dita. Eu gosto de editoras como a Conrad e a L&PM que publicam material interessante, e de produção local mesmo eu gosto do que fazem [...]
alguém pode me dizer aonde eu consigo os mangas do dragon ball?