São 10kg entre roupas e equipamentos.

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Diga Hey HO! Para a nova série do nosso brother Diogo Portugal. Com convidados especiais os episódios contam com mini esquetes que vão te arrancar boas risadas. Confira:

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E não satisfeito, o gato correu atrás do cara para tirar satisfação. Bem feito!

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O Sueco Kim Boberg conseguiu fazer uma proeza, esquiar pelo corrimão da escada em espiral. O cara deve ter feito isso de primeira, pois qualquer errinho, o esquiador ia se estrepar todo.

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O Nerd Rabugento ficou com uma pulga atrás da orelha: será que a Marvel fez dois traileres iguais para o filme Os Vingadores: A Era de Ultron?

Assista ao vídeo e tire as suas próprias conclusões:

Você achou que os traileres são idênticos?

Deixe a sua resposta nos comentários.

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Todo fim de ano muita gente se pergunta o que faria se acertasse a megasena da virada e se tornasse milionário da noite para o dia. Ok, talvez você continue sem saber, mas a gente pode ajudar um pouco.

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Como é que você poderia começar bem a semana sem o Rapidinhas do Nerd Rabugento?

Semana passada só se falou de Homem Formiga, então agora é hora de falar um pouco sobre Capitão América: Guerra Civil, que começa a ser filmado em abril, nas cidades de Porto Rico, Berlim e Atlanta.

Eu sou algum pervertido ou mais alguém tem pensamentos impuros com a Samsa, de Game of Thrones?

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O que se pode fazer em menos de meio segundo? O ala Trevor Booker, do Utah Jazz, fez uma das cestas mais inusitadas da temporada na NBA.

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Gabriel Picolo, ilustrador situado em São Paulo, acaba de terminar uma seria fantástica chamada #365 Days of Doodle. Ou seja Durante o ano de 2014 Gabriel fez um desenho por dia e o resultado foi incr;ivel com ilustrações de temas variados, como Anime, Games e Cultura Pop. Confira:

Estamos testando esse formato em vídeo para as galerias, queremos saber sua opinião. Pensamos em trazer algo mais vivo com as músicas e as transições animadas.

Ficou legal? Prefere as galerias antigas? Um misto dos dois? Diga nos comentários.

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Mais um talento emprestando todo o seu charme e criatividade cantando com emoção “Have you ever seen the rain” do Creedence Clearwater Revival.

ALOUUU!!
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Dois caras, Drew Creal e Frank Pasquale, fizeram um medley de canções do Slayer utilizando os instrumentos de brinquedo da filha de Frank. Ficou tosco e ao mesmo tempo muito bom!

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O Nerd Rabugento não perdeu tempo e dissecou o primeiro trailer de Homem Formiga!

Oficialmente o Homem Formiga existe no Universo Cinematográfico da Marvel desde os anos 60, e ele pode ter participado de outros eventos e a gente nem percebeu.

O Homem Formiga pode encolher e crescer. Então se preparem para uma versão Gigante em Vingadores: Guerra Infinita.

O que você achou do trailer de Homem Formiga?

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Texto copiado na íntegra do blog do André Barcinski

Em meio a esse bafafá sobre as mudanças que a Rede Globo fez no especial sobre Tim Maia, adicionando elogios ao “Rei”, ninguém lembrou uma das melhores histórias envolvendo os dois personagens.

O caso está em meu livro “Pavões Misteriosos – 1974-1983: A Explosão da Música Pop no Brasil” (Editora Três Estrelas) e me foi contado por Ritchie, personagem central do imbróglio.

Só para situar o leitor, o caso aconteceu no meio dos anos 1980. Em 1983, Ritchie havia lançado o LP “Vôo de Coração”, pela CBS. Somando as vendas do LP e do compacto de “Menina Veneno”, Ritchie se tornara o artista de maior sucesso do Brasil entre 1983 e 1984. Até então, apenas um artista brasileiro vendera mais discos que Roberto Carlos: os Secos e Molhados, em 1974. Mas nenhum artista da gravadora de Roberto, a CBS, o tirara do topo do pódio, e isso, segundo Tim Maia, teria causado uma reação fulminante por parte do “Rei”.

Aqui vai o trecho de “Pavões” em que o “Síndico” explica a Ritchie como funcionam as coisas no mundo encantado de Roberto Carlos:

O futuro parecia promissor para Ritchie: rico, famoso, e com um contrato de mais três discos com a CBS. Mas uma série de desentendimentos e crises acabaria por prejudicar sua carreira. Depois do sucesso de “Vôo de Coração”, ele nunca mais teria um LP entre os 50 mais vendidos do ano no Brasil. Quando foi gravar o segundo disco, “E a Vida Continua”, o cantor sentiu certa má vontade por parte da CBS. “Eles não divulgaram o disco, não pareciam interessados.” A música de trabalho, “A Mulher Invisível”, outra parceria com Bernardo Vilhena, fez sucesso nas rádios, mas logo sumiu das paradas. O LP vendeu 100 mil cópias, uma boa marca, mas pálida em comparação ao 1,2 milhão de “Vôo de Coração”. O disco seguinte, “Circular”, vendeu menos ainda: 60 mil.

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Ritchie ficou perplexo. Não entendia como havia passado, em tão pouco tempo, de prioridade a um estorvo na CBS. Até que leu uma entrevista de Tim Maia à revista “IstoÉ”, em que o “Síndico” afirmava que Roberto Carlos, o maior nome da gravadora, havia “puxado o tapete” de Ritchie. “Eu não podia acreditar. O Roberto sempre foi muito carinhoso comigo, sempre fez questão de me receber no camarim dele, sempre me tratou muito bem. Até hoje, não acredito que isso tenha partido do Roberto.”

Um dia, Ritchie foi cumprimentar Tim Maia depois de um show no Canecão. O camarim estava lotado. Assim que viu Ritchie, Tim gritou: “Agora todo mundo pra fora, que vou receber meu amigo Ritchie, o homem que foi derrubado da CBS pelo Roberto Carlos”. Claudio Condé, da CBS, nega: “Isso é viagem. O Roberto nunca teve esse tipo de ciúme”.

Para piorar a situação, Ritchie havia comprado briga com outro peso-pesado da indústria da música: Chacrinha. Por um bom tempo, o cantor havia participado dos playbacks que o Velho Guerreiro promovia em clubes do subúrbio do Rio de Janeiro, mas essas apresentações começaram, gradativamente, a atrapalhar a agenda de shows de Ritchie. “O filho do Chacrinha, Leleco, marcou um playback comigo, a Alcione e o Sidney Magal no estacionamento de um shopping, mas eu tinha um show de verdade em Belo Horizonte, e meu empresário disse que eu não poderia comparecer.”

Resultado: Ritchie passou a ter cada vez mais dificuldades em aparecer na TV e viu notinhas maliciosas plantadas em colunas musicais. Uma delas dizia: “O artista inglês Ritchie, tão bem acolhido pelos brasileiros, se recusa a trabalhar com artistas brasileiros”. “Fiquei puto da vida.” Em janeiro de 1985, Ritchie, o maior vendedor de discos do Brasil no ano anterior, foi ignorado pelo Rock in Rio. “Aquilo me deixou arrasado. Lembro que um dos organizadores do festival deu uma declaração de que eu ‘nem brasileiro era’. Como pode uma coisa dessas?”

Ritchie estava tão por baixo na CBS que a gravadora concordou em rescindir seu contrato, mesmo faltando um disco. O cantor assinou com a Polygram e lançou, em 1987, o compacto de “Transas”, tema da novela global “Roda de Fogo”. “Transas” vendeu muito bem, mas o primeiro LP pela Polygram, “Loucura e Mágica”, não passou de 25 mil cópias. Em três anos, Ritchie fora de maior astro do Brasil a fracasso de vendas, tornando-se um exemplo marcante da efemeridade dos fenômenos pop.

Anos depois, quando fazia um show em Angra dos Reis, o cantor foi procurado por um homem, que se apresentou como radialista e lhe disse: “Há anos quero te contar um caso: quando você lançou ‘A Mulher Invisível’, aconteceu algo que eu nunca tinha presenciado em mais de 30 anos trabalhando em rádio: eu ganhei um jabá da sua própria gravadora para não tocar sua música!”.

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