A cena de jogos online do Brasil dividi-se entre dois tipos principais de players. Por um lado estão sites mantidos com investimentos maciços de grandes empresas de internet, como o portal UOL, o Terra ou o R7. Por outro lado, os sites independentes que lutam para garantir um pouco de originalidade e diversidade na disponibilidade de jogos online para o brasileiro, de forma gratuita e com qualidade. O Mr. Jogos é a expressão maior desse tipo de site de jogos online gratuitos. Para manter a velocidade de acesso e o acervo de jogos online atualizados o Mr. Jogos precisa garimpar as tendências e os gostos de seus usuários continuamente. A seleção de jogos de qualidade é muito importante, e precisa ser feita de forma à garantir e manter a diversidade das categorias de jogos e de estilos que viraram marca do site.

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Os jogos online são uma tendência que tende a crescer ainda mais. A facilidade de não precisar instalar nenhum novo aplicativo ou programa no seu tablet, celular ou computador pessoal atrai quem busca uma diversão rápida e bem feita. Apesar de termos aparelhos cada vez mais potentes, a praticidade é o grande chamariz dos jogos online. O Brasil passa por um boom no acesso à rede mundial de computadores. Os dados de 2013 mostram que aproximadamente 52% da população brasileira está conectada. Só para vocês terem uma ideia, o site independente de jogos online brasileiros o Mr. Jogos, apresentou um crescimento no número de visitantes/mês de aproximadamente 53% entre maio de 2013 e maio de 2014. reflexo, além da qualidade da seleção de jogos do site, do aumento de usuários de computador.

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Boa parte dos jovens abaixo dos 20 anos nos grandes centros urbanos já nasceram em um país conectado. As previsões indicam uma aceleração na distribuição etária do brasileiro rumo aos índices típicos dos países desenvolvidos. Boa notícia para os desenvolvedores de jogos online, uma massa de jogadores ávidos por conteúdo de qualidade inundará o mercado muito em breve.

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Mas será preciso que o desenvolvedor saiba se destacar em um mercado que será cada vez mais competitivo. Já uma polarização entre os interesses dos jogadores. Os dados do Mr. Jogos indicam uma procura tanto por conteúdo relacionado à clássicos dos computadores que migraram para as plataforma dos grandes consoles, como o Playstation (SONY) e o XBOX 360 (Microsoft). Um exemplo de grande procura é o caso do Grand Theft Auto (GTA), uma franquia de jogos de computador, e hoje muito forte nos consoles de videogames, desenvolvida por David Jones, e Mike Dailly. Atualmente a série de jogos é levada pelo irmãos e sócios Dan e Sam Houser, Leslie Benzies e Aaron Garbut.

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Outra parcela dos usuários do MR. Jogos foram fisgados por um tipo de jogo bem diferente, o série Dragon City, da produtora socialpoint. O jogo Dragon City (Cidade do Dragão em tradução direta) é um novo jogo emocionante no qual você pode criar seus próprios dragões em um mundo fantástico de ilhas mágicas! A dinâmica é bem parecida com um RPG simplificado. Os combates online contra os seus amigos usando o time de dragões que você vai montando. O jogo tem um apelo infanto-juvenil. Mas garante horas de diversão viciante para todas as idades. Parte da força e do alto poder de engajamento do DRagon City é sua ampla plataforma. Os jogadores podem utilizar tanto a versão mobile para tablets e smartphones como seus computadores pessoais pelo Facebook. Dessa forma o jogo atinge usuários com os mais diversos hábitos de jogo, desde o jogador ávido que passa horas se dedicando ao jogo de forma quase interrupta, como aqueles jogadores casuais que aproveitam o tempo de espera em consultórios médicos, no caminho para casa ou para o trabalho.

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A disparidade entre duas forças de jogos online que levam milhares de usuários ao Mr. Jogos indica como esse mercado é heterogêneo e tem um alcance amplo. Se você é desenvolvedor ou tem interesse em anunciar é importante levar em consideração a diversidade dos usuários dos sites de jogos online.

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FanGirlQuest é um projeto de quatro amigas, Tiia, Satu Johanna e Essi, que viajaram o mundo por dois anos em busca de lugares onde foram filmados filmes e series cult. Ao encontrar uma cena elas sobrepõem com as reais com auxílio do iPad. Confiram:

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Com mapeamento e projeção 3D, a organização do festival Vivid Sydney 2015 fez um lindo show de cores ao Sydney Opera House. Simplesmente fantástico!

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O trabalho lindo que você vê abaixo, chamado Celles et Ceux des Cimes et Cieux, é de um estudante francês chamado Gwenn Germain que trabalhou por 5 meses pra fazer este belo curta inspirado em Moebius e Hayao Miyazaki. Confira:

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Na Tanzânia, os albinos são perseguidos e, às vezes, mortos devido a crença de que partes de seus corpos podem trazer riquezas e boa sorte. Infelizmente, essa prática está crescendo cada vez mais e esse mini documentário do Unicef mostra a vida de Kulwa Lusana, de 21 anos, que passou por essa barbárie aos 15 anos e que hoje ela mora numa organização chamada Under the Same Sun. Impressionante.

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Calma e não se anime porque as feminazis AINDA não estão adotando essa ótima tática para oprimir e humilhar em público seus opressores. Tudo não passou de uma intervenção urbana durante o 2.º Festival Arte de Rua, que se encerra hoje, em Ribeirão Preto, SP.

Como era de se esperar a apresentação dividiu opiniões. E você, o que achou???

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Mais uma semana e mais um Rapidinhas do Nerd Rabugento!

As chances de Jaden Smith, o filho sem expressão de Will Smith fazer o papel de Super Choque numa webssérie baseada no herói da DC são bem grandes.

Confira essa e outras notícias da semana comentadas pelo Nerd Rabugento:

Qual ator você apostaria para o papel de Indiana Jones no cinema?

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Este vídeo á uma paródia sensacional de Mad Max com Super Mário que precisa ser vista, porque ficou SIMPLESMENTE ANIMAL! Confira:

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Convite fail para baile de formatura

24 mai 2015 | por em Internet às 21:43

Aquele puta momento da sua criatividade usado para preparar uma puta surpresa para alguém, só que…

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Vou dar um exemplo: Quando o Henry Ford inventou o carro, as fábricas de carruagem se foram. Não adianta fazer uma carruagem com uma roda mais bonita. Ninguém mais queria uma carruagem e sim um carro. Imagine um cavalo na sua garagem. Acho que não daria muito certo, não é mesmo?
Estamos vivendo uma mudança no paradigma do mundo tecnológico dos relógios outra vez, não tão impactante como a primeira, mas ainda sim é uma mudança. Claro, para ‘sommeliers’ de relógios que cheiram a pulseira antes de colocar no pulso, haverá uma repulsa imediata à nova tecnologia. Sentem-se ameaçados. Não vejo o porquê. Quem gosta de coisas ‘roots’ continuará a tê-las. Não é um tipo de coisa que irá destruir as fábricas de relógios atualmente –talvez no futuro, quem sabe–, já que a faixa de público de um relógio automático são pessoas com poder aquisitivo bom e com um gosto muito rebuscado. Nem citarei os relógios de bateria ou digitais simples, pois creio que o público deles não seja chato e xiíta como o do relógio de corda, talvez esses sim percam algo com a “era smart”. Pode até significar “status” para alguns ter um relógio caro, mas isso o Apple Watch também oferece com a versão de aço inoxidável e a versão de ouro 18k. Algo que os outros smartwatches não oferecem, mas que também são peças bonitas. Não sei por qual valor sairão as versões no Brasil, mas acredito que Apple fez um aparelho muito bacana e sim, vale a pena ter um.

T: @BrenoYudi F: /Pandatomico I: @brenonk
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Os fãs do Nerd Rabugento pedem pra eu fazer listas, que isso vai ser bom para o canal, blah blah blah, então eu vou fazer, de vez em quando, listas.

Em homenagem a Mad Max, vou começar com a alguns dos acidentes de carros mais legais do cinema.

Qual cena mais foda de acidente de carro você colocaria nessa lista?

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A morte do mundo

Mad Max faz parte de um imaginário de outro período, de outra época. Pertence a outra geração, a outro público. E por ter essa redoma saudosista protegendo a obra, é difícil se desvincular da maestria trazida às telas pela primeira vez em 1979. E desde o primeiro filme até 2015 se passaram 36 anos. Desde “A Cúpula do Trovão”, 30. Novas eras vieram, novos nascimentos, novos públicos, novas percepções do mundo e do cinema. Mas é revigorante saber que George Miller se manteve fiel à característica mais inebriante do cinema do final dos anos 70 e 80: a narrativa que te engole para dentro da tela e dialoga sem falar demais.

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Mad Max dispensa explicações e introduções. E dentro do contexto do filme esta verdade se repete. Sabendo utilizar todos os artifícios que o cinema lhe confere, desde estética geral a elementos específicos que ajudam a compor as cenas e a roteirização, Miller faz o cinema substancial, que dispensa explicações exageradas e ‘contação’ de história. E não me refiro apenas à trilogia de 70/80. Em “Mad Max: Estrada da Fúria”, o cineasta australiano repete o estilo que infelizmente caiu em desuso ao longo dos anos. Ele nos leva de volta àquela roteirização que tanto amamos em filmes como “Warriors: Os Selvagens da Noite” (1979) e “Robocop” (1987). Onde os diálogos são de fato pontuais e complementares e não onde toda a trama reside e subsiste.

E esse artifício talvez seja um dos aspectos mais recompensáveis da experiência dentro do cinema. Saber que ainda existem narrativas bem formadas, onde a trama se auto explica ao longo do desenrolar da história, sem a necessidade de verbalizar tudo, principalmente em uma época onde tantas produções se preocupam apenas em explodir tudo sem pretexto.

E o sentimento nostálgico logo é bem recompensando nos primeiros minutos do filme. Aquela introdução necessária de “Mad Max 2” está lá, quase que perfeitamente reproduzida para o novo filme. E de repente, os mais “antigos” são levados à mesma sensação inicial de quem pôde assistir o clássico de 1981 em seu auge, no cinema, em VHS ou na Sessão da Tarde. Aquela sensação terrível de que algo espetacular está para se destrinchar diante dos seus olhos e não há nada que você possa fazer além de aproveitar a viagem.

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E que viagem! A direção de George Miller nos engole para dentro da tela ao ritmar as cenas em um frenesi neurótico. A aceleração das imagens em determinados pontos transforma a narrativa em um passeio alucinante pela ficção pós-apocalíptica, onde a loucura dos personagens atormenta o espectador, à medida que vamos absorvendo a jornada pela Estrada da Fúria tão bem executada, entre tempestades de areia e o caos armado.

O entrosamento em cena é mais um dos aspectos que permite essa sincronia tão precisa com o público. As cenas de ação são bem arquitetadas e coreografadas, e Miller teve o cuidado de unir a estética dos veículos muito bem criados pelo quadrinhista britânico Brendan McCarthy (também responsável por projetar todo o filme primeiramente em story board ao lado de Miller e um pequeno time), com a ambientação desértica e os personagens, que mesmo alguns sem falas, são extremamente representativos para a concepção final do terror que o clã (por assim dizer) que domina a Cidadela gera por onde passa.

O viés em que Estrada da Fúria segue quebra também uma série de argumentos tão comuns no cinema de ação e ficção, onde a mulher possui papel secundário e substituível. Ao centralizar a trama nelas, apresentando as inicialmente com fragilidade e pequenez, vemos o núcleo feminino liderado pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) desabrochar diante da tela e a feminilidade dar um pouco de espaço para a brutalidade de quem está cansada de ser coisificada pelo mundo.

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Dentro dessa fortaleza que surge na agora saga de Mad Max, o protagonista encabeçado por Tom Hardy já não se encontra sozinho e vê ao seu lado um novo personagem bem contruído surgir. E ao invés de existir uma fagulha de disputa para saber quem se destaca mais em cena, as duas figuras se complementam de forma que uma sem a outra levaria a trama para outro desdobramento talvez menos interessante. E o filme ainda conta com a surpreendente atuação de Nicholas Hoult no papel de Nux, que conseguiu se destacar diante de tanta coisa em tela.

Com o retorno de Hugh Keays-Byrne irreconhecivelmente como Immortan Joe, “Mad Max: Estrada da Fúria” traz de volta a motivação petrolífera para o caos do mundo, aliado à fome e sede, duas das novas engrenagens mais citadas para uma possível Terceira Guerra Mundial. Em meio à morte do mundo, em uma terra onde a vida tenta resistir diante do fim do verde, George Miller volta a ser notícia por se perpetuar como visionário e nos prepara para o que “Mad Max: The Wasteland” trará para nós em um futuro que, assim espero, não demore 30 anos para chegar.

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Você ainda compraria roupas baratas se soubessem de onde elas vem? Como e por quem são feiras? O grupo Fashion Revolution fez o teste colocando uma máquina de venda com camisetas por 2 euros numa rua de Berlim, e antes da compra as pessoas viram uma mensagem.

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Os jogos do Mário que tanto adoramos são super legais, mas se parar pra pensar eles são uma viagem!

Falando nisso, você sabia que o Mario 3 é uma peça de teatro? (Dica do meu sobrinho Sebastian)

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Hey Ho DIOGO! #10 com Diogo Portugal

19 mai 2015 | por em humor, vídeos às 14:00

No episódio de hoje descobriremos qual a curva mais linda de uma mulher, que existem pizzas que são intragáveis e muito mais…

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