Em nome da segurança, estabilidade e harmonia do País durante os Jogos Olímpicos de 2008, o governo chinês continua a deter e atormentar ativistas políticos, jornalistas, advogados e defensores dos direitos humanos.
A China é assim. Sem paixões do “infelizmente”. O que é, apenas é.
Os cartazes estão em tamanho cá na tela, que não dá para ver sua origem, qual é essa previsível ONG que os produz e faz circular.
Mas seja quem for, estamos no mesmo processo de usura da publicidade de um evento, com os fins preceituados pela ação, nulos.
Onde estava essa gente quando a China ainda era candidata à Olimpíada?
Certamente, não onde estão hoje, dado que pela época um protesto não renderia a publicidade que agora rende.
O protesto adquire agora, força dramática (e que cartazes hem? De fazer vibrar um Capitão Nascimento…)mas será de resultados tão úteis como… como… cinzeiro em motocicleta?
Puxa… ando bem enojado de gente pegando rabeira para auto-promoção sobre a desgraça alheia.
Na verdade… nem sei se é tão desgraça assim. Aquilo lá, a China, com seus quase dois bilhões de pessoas, nem sei se funcionaria como uma democracia nos moldes que conhecemos.
Eu acho que o país se desmantelaria. Ademais, eles nunca conheceram regimes outros que não fossem fechados.
Quanto asses “bem intencionados” que estão espalhando esses cartazes, acreditem: isso ai, não nasce do espírito e vai para o corpo. É apenas business. O cara tem onde conseguir dinheiro e só precisar criar algo “genial” para ir buscá-lo.
E o mundo, entra de cabeça nesses “171″.
Abraços!
Sérgio
PS: Não estou conseguindo ver os cartazes. Meu texto só vale, se corresponderem.
é uma pena que esse tipo de publicidade seja levada à sério.
As pessoas têm o péssimo habito de tentar impor sua verdade como verdade absoluta. Vejam bem, o cartaz está em inglês, certamente produzido por estadunidenses ou ingleses (ou, menos provável, pela universalidade do idioma), isso nos faz pensar sobre o regime político desses países (a tal democracia, inclusive na inglaterra, apesar de ter uma rainha e um parlamento), ele não funciona em outros, cujas origens históricas são calcadas em outras realidades que não a greco-romana e, portanto, democracia como conhecemos não existe e nem será aceita (tão cedo).
Se os cheneses prendem e matam os prisioneiros, certamente é por alguma lei deles, lei essa instrínsica na formação do país. A anistia internacional não enxerga isso, os estadunidenses, ingleses ou sei-lá-quem tentam colocar o pepino no buraco dos outros, como fizeram no Afeganistão e no Iraque.
Depois vêm com uma propaganda apelando para os sentimentos alheios, como se eles fossem as pessoas mais justas do mundo.
Nos Estado Unidos por acaso não existe pena de morte? Os ingleses não mataram um cara no metrô por que acharam que ele era terrorista? Afinal, o que é terrorista? É o muçulmano cheio de petróleo ou o estadunidense cheio de vontade de ter o petróleo do outro?
Ufa! Prender e matar eu também sou contra, acho que os chineses (de acordo com meus valores morais) estão completamente errados em prender pessoas de posição diferente à deles.
Mas ainda assim, já ouviram a expressão “olha o furado falando do rasgado?”.
Cartazes muito bonitos, arte de primeira, mensagem falsa = publicidade eficiente.
[...] OBS 2: peguei a imagem, criada para criticar a China no S&H. [...]
maicon disse:
guilherme o problema não é o regime, são os homens. eu já cancei de falar: o comunismo é avançado demais pra raça humana.
Hélio Rodrigues Pereira disse:
1- Os comunistas mataram 3 milhões de afegãos para impor sua doutrina. Os EUA mataram 3 mil, procurando não atingir civis, para destruir o adversário que ajudou Bin Laden a realizar o atentado.
Os regimes comunistas totalizam 100 milhões de vitimas desarmadas, os EUA mataram 2 milhões em guerras.
Só ignorante ou militante fanático é que acha que pode equilibrar o ocidente democrático com países comunistas.
Hélio Rodrigues Pereira disse:
Pois é, o cara diz “não podemos impor nossa verdade absoluta” condenando a colocação de cartazes que denuncuam o genocídio comunista. É por causa de sujeitos assim que a matança prossegue. Sobreviventes tentam alertar, refugiados tentam avisar, mas os guardiões da verdade relativa interceptam todas as mensagens e desacreditam os apelos. Então quem pode ajudar não acredita e mais gente morre e é assassinada. E assim judeus morreram e assim na Camboja, no Gulag e no paredão tantas dezenas de milhões morreram. Os adeptos de Heidegger (nazista na juventude ) pregam relativismo para paralisar os braços da justiça e liberar a vontade dos sanguinários.
Vocês definitivamente não entenderam nada.
Em momento algum defendi o regime comunista (se é que na China isso existe…), o que critico são essas idéias que não convencem mais ninguém de “o outro ser pior que eu”. Os americanos acham que são melhores e, portanto, vivem de criticar a China, o Iraque, o Irã, etc.
Prova da eficiência de sua propaganda contra o TERRORISMO é isso: “Os comunistas mataram 3 milhões de afegãos para impor sua doutrina. Os EUA mataram 3 mil, procurando não atingir civis, para destruir o adversário que ajudou Bin Laden a realizar o atentado.”
Outra prova é dizer que o atentado contras as torres foi o pior da História. Será? invadir o país do outro e destruí-lo (veja o Iraque) não causa terror?
Criticar isso não é defender o comunismo, ou dizer que tá todo mundo errado. Não!
É apenas querer mostrar que a história tem dois (ou mais) lados.
Não sou comunista não… e não é a crítica que faz com que continuem as mortes pelo mundo, como disse um aí.
“Prova da eficiência de sua propaganda contra o TERRORISMO é isso: ´Os comunistas mataram 3 milhões de afegãos para impor sua doutrina. Os EUA mataram 3 mil, procurando não atingir civis, para destruir o adversário que ajudou Bin Laden a realizar o atentado.´”
O fato de que suas pretensas informações se basearem em propaganda ideológica, não significa que eu faça o mesmo. Não tiro minhas conclusões de falatório de TV mas de duas coisas importantes para desenvolver nossa percepção do mundo: livro e critérios de comparação entre versões.
No caso da diferença entre esta contabilidade macabra, sequer isto é maquiada pelo lado interessado em escondê-la. Qualquer fonte, seja de origem pró-comunista, ONG marxista e etc., que tenha estabelecido o saldo dos de mortos irá mostrar a mesma semelhança básica: a invasão soviética causou morte na escala de milhões e a americana na escala de milhares. A soviética tentou impor seu regime, a americana ajudou a derrubar o Talibã.
“Outra prova é dizer que o atentado contras as torres foi o pior da História. Será? invadir o país do outro e destruí-lo (veja o Iraque) não causa terror?”
Vamos reformular a sua pergunta: “não seria o combate ao terror a causa retroativa do terror que está combatendo ?”
Bom, olhando o relacionamento dos movimentos islâmicos fundamentalistas com as tribos desarmadas e inócuas é fácil ver que não precisam ser agredidos para agredir. A pessoa tem que ser muito cega para fingir que a natureza violenta destes movimentos que mutilam suas meninas, escravizam outros religiosos e dizimam tribos africanas, não indica nada demais a respeito de quem provavelmente tem a iniciativa na hostilidade dos conflitos mundiais contemporâneos. Se além disso olharmos para o passado e constatarmos, por exemplo, a atuação de Haj Amin Al Hussaini, fundador do terrorismo palestino e carrasco nazista, que criou a divisão islã do SS, ou o massacre da Jordânia que matou 20.000 palestinos (várias vezes mais do que os palestinos alegam contra Israel) ou a origem do Baath, ou a barbárie sanguinária que os adeptos da revolução islâmica no Irã mataram entre ocidentais e os queimou vivos dentro do cinema, aí fica mais difícil ainda de sustentar essa hipótese
“É apenas querer mostrar que a história tem dois (ou mais) lados.”
Existem tem várias versões na História. Só que não significa que ambas as versões tem o mesmo peso na justificativa de suas posições. É claro que existe a versão do criminoso que se afirma inocente. Mas justiça é isso, avaliar as evidências, colocá-las numa balança e chegar ao veredito. O que não é razoável é impor a equivalência obrigatória das alegações, pois isto é injustiça e amarra as mãos da sociedade contra aquele que tem meios violentos de perpetrar suas agressões.
design.com.br
:thumbs:
clubeletras.net/blog
A China é assim. Sem paixões do “infelizmente”. O que é, apenas é.
Os cartazes estão em tamanho cá na tela, que não dá para ver sua origem, qual é essa previsível ONG que os produz e faz circular.
Mas seja quem for, estamos no mesmo processo de usura da publicidade de um evento, com os fins preceituados pela ação, nulos.
Onde estava essa gente quando a China ainda era candidata à Olimpíada?
Certamente, não onde estão hoje, dado que pela época um protesto não renderia a publicidade que agora rende.
O protesto adquire agora, força dramática (e que cartazes hem? De fazer vibrar um Capitão Nascimento…)mas será de resultados tão úteis como… como… cinzeiro em motocicleta?
Puxa… ando bem enojado de gente pegando rabeira para auto-promoção sobre a desgraça alheia.
Na verdade… nem sei se é tão desgraça assim. Aquilo lá, a China, com seus quase dois bilhões de pessoas, nem sei se funcionaria como uma democracia nos moldes que conhecemos.
Eu acho que o país se desmantelaria. Ademais, eles nunca conheceram regimes outros que não fossem fechados.
Quanto asses “bem intencionados” que estão espalhando esses cartazes, acreditem: isso ai, não nasce do espírito e vai para o corpo. É apenas business. O cara tem onde conseguir dinheiro e só precisar criar algo “genial” para ir buscá-lo.
E o mundo, entra de cabeça nesses “171″.
Abraços!
Sérgio
PS: Não estou conseguindo ver os cartazes. Meu texto só vale, se corresponderem.
almanaqueurupes.com
é uma pena que esse tipo de publicidade seja levada à sério.
As pessoas têm o péssimo habito de tentar impor sua verdade como verdade absoluta. Vejam bem, o cartaz está em inglês, certamente produzido por estadunidenses ou ingleses (ou, menos provável, pela universalidade do idioma), isso nos faz pensar sobre o regime político desses países (a tal democracia, inclusive na inglaterra, apesar de ter uma rainha e um parlamento), ele não funciona em outros, cujas origens históricas são calcadas em outras realidades que não a greco-romana e, portanto, democracia como conhecemos não existe e nem será aceita (tão cedo).
Se os cheneses prendem e matam os prisioneiros, certamente é por alguma lei deles, lei essa instrínsica na formação do país. A anistia internacional não enxerga isso, os estadunidenses, ingleses ou sei-lá-quem tentam colocar o pepino no buraco dos outros, como fizeram no Afeganistão e no Iraque.
Depois vêm com uma propaganda apelando para os sentimentos alheios, como se eles fossem as pessoas mais justas do mundo.
Nos Estado Unidos por acaso não existe pena de morte? Os ingleses não mataram um cara no metrô por que acharam que ele era terrorista? Afinal, o que é terrorista? É o muçulmano cheio de petróleo ou o estadunidense cheio de vontade de ter o petróleo do outro?
Ufa! Prender e matar eu também sou contra, acho que os chineses (de acordo com meus valores morais) estão completamente errados em prender pessoas de posição diferente à deles.
Mas ainda assim, já ouviram a expressão “olha o furado falando do rasgado?”.
Cartazes muito bonitos, arte de primeira, mensagem falsa = publicidade eficiente.
Parabéns
almanaqueurupes.com
Arte de primeira + mensagem manipuladora = publicidade eficiente
Parabéns
essa matéria foi paga pelo governo?
Esperava o que de regime comunista?
benderblog.com/2007/10/17/liberdade-de-imprensa-no-brasil-equivale-a-do-cambodia
[...] OBS 2: peguei a imagem, criada para criticar a China no S&H. [...]
guilherme o problema não é o regime, são os homens. eu já cancei de falar: o comunismo é avançado demais pra raça humana.
1- Os comunistas mataram 3 milhões de afegãos para impor sua doutrina. Os EUA mataram 3 mil, procurando não atingir civis, para destruir o adversário que ajudou Bin Laden a realizar o atentado.
Os regimes comunistas totalizam 100 milhões de vitimas desarmadas, os EUA mataram 2 milhões em guerras.
Só ignorante ou militante fanático é que acha que pode equilibrar o ocidente democrático com países comunistas.
Pois é, o cara diz “não podemos impor nossa verdade absoluta” condenando a colocação de cartazes que denuncuam o genocídio comunista. É por causa de sujeitos assim que a matança prossegue. Sobreviventes tentam alertar, refugiados tentam avisar, mas os guardiões da verdade relativa interceptam todas as mensagens e desacreditam os apelos. Então quem pode ajudar não acredita e mais gente morre e é assassinada. E assim judeus morreram e assim na Camboja, no Gulag e no paredão tantas dezenas de milhões morreram. Os adeptos de Heidegger (nazista na juventude ) pregam relativismo para paralisar os braços da justiça e liberar a vontade dos sanguinários.
almanaqueurupes.com
Vocês definitivamente não entenderam nada.
Em momento algum defendi o regime comunista (se é que na China isso existe…), o que critico são essas idéias que não convencem mais ninguém de “o outro ser pior que eu”. Os americanos acham que são melhores e, portanto, vivem de criticar a China, o Iraque, o Irã, etc.
Prova da eficiência de sua propaganda contra o TERRORISMO é isso: “Os comunistas mataram 3 milhões de afegãos para impor sua doutrina. Os EUA mataram 3 mil, procurando não atingir civis, para destruir o adversário que ajudou Bin Laden a realizar o atentado.”
Outra prova é dizer que o atentado contras as torres foi o pior da História. Será? invadir o país do outro e destruí-lo (veja o Iraque) não causa terror?
Criticar isso não é defender o comunismo, ou dizer que tá todo mundo errado. Não!
É apenas querer mostrar que a história tem dois (ou mais) lados.
Não sou comunista não… e não é a crítica que faz com que continuem as mortes pelo mundo, como disse um aí.
Abraços
almanaqueurupes.com
P.S.: é melhor que matou menos?
Esses caras que defendem um duvidoso pluralismo cultural…
VÃO TOMAR NO C*!!!! :flame:
Queria ver se ainda teriam essas idéias se morassem na China e tivessem alguém da família perseguido e executado pelo governo de lá.
Ainda eles teriam que pagar pela bala usada no assassinato. :skull:
heliopereiriano.blogspot.com
Respondendo ao Angelo
“Prova da eficiência de sua propaganda contra o TERRORISMO é isso: ´Os comunistas mataram 3 milhões de afegãos para impor sua doutrina. Os EUA mataram 3 mil, procurando não atingir civis, para destruir o adversário que ajudou Bin Laden a realizar o atentado.´”
O fato de que suas pretensas informações se basearem em propaganda ideológica, não significa que eu faça o mesmo. Não tiro minhas conclusões de falatório de TV mas de duas coisas importantes para desenvolver nossa percepção do mundo: livro e critérios de comparação entre versões.
No caso da diferença entre esta contabilidade macabra, sequer isto é maquiada pelo lado interessado em escondê-la. Qualquer fonte, seja de origem pró-comunista, ONG marxista e etc., que tenha estabelecido o saldo dos de mortos irá mostrar a mesma semelhança básica: a invasão soviética causou morte na escala de milhões e a americana na escala de milhares. A soviética tentou impor seu regime, a americana ajudou a derrubar o Talibã.
“Outra prova é dizer que o atentado contras as torres foi o pior da História. Será? invadir o país do outro e destruí-lo (veja o Iraque) não causa terror?”
Vamos reformular a sua pergunta: “não seria o combate ao terror a causa retroativa do terror que está combatendo ?”
Bom, olhando o relacionamento dos movimentos islâmicos fundamentalistas com as tribos desarmadas e inócuas é fácil ver que não precisam ser agredidos para agredir. A pessoa tem que ser muito cega para fingir que a natureza violenta destes movimentos que mutilam suas meninas, escravizam outros religiosos e dizimam tribos africanas, não indica nada demais a respeito de quem provavelmente tem a iniciativa na hostilidade dos conflitos mundiais contemporâneos. Se além disso olharmos para o passado e constatarmos, por exemplo, a atuação de Haj Amin Al Hussaini, fundador do terrorismo palestino e carrasco nazista, que criou a divisão islã do SS, ou o massacre da Jordânia que matou 20.000 palestinos (várias vezes mais do que os palestinos alegam contra Israel) ou a origem do Baath, ou a barbárie sanguinária que os adeptos da revolução islâmica no Irã mataram entre ocidentais e os queimou vivos dentro do cinema, aí fica mais difícil ainda de sustentar essa hipótese
“É apenas querer mostrar que a história tem dois (ou mais) lados.”
Existem tem várias versões na História. Só que não significa que ambas as versões tem o mesmo peso na justificativa de suas posições. É claro que existe a versão do criminoso que se afirma inocente. Mas justiça é isso, avaliar as evidências, colocá-las numa balança e chegar ao veredito. O que não é razoável é impor a equivalência obrigatória das alegações, pois isto é injustiça e amarra as mãos da sociedade contra aquele que tem meios violentos de perpetrar suas agressões.