Depois de passar por Toronto e Nova Iorque, a Exposição Oficial de Game of Thrones está chegando em São Paulo e fui convidado pela HBO para ser um dos embaixadores do evento.
Isso significa receber informações em primeira mão do que vai acontecer por lá e garantir a vocês que irá valer MUITO à pena. Conforme novidades forem sendo liberadas, irei postando por aqui.
Uma curiosidade interessante do destino é que, antes da série da HBO ser produzida, eu havia sido responsável por passar um ano e meio batalhando para convencer a editora Leya BR a publicar no Brasil a série Game of Thrones. E, justamente por isso, após a negociação ser oficializada, a nossa coluna por aqui foi o primeiro veículo do Brasil a anunciar a publicação.
E falando sobre a exposição em si, aliás, é hora de conhecermos já algumas informações básicas e entender por que iremos perder a cabeça.
era exatamente o que estava pensando , tantas pessoas sendo mortas em atentados e bombardeios e nego fica ai de lutinho pq os Estados Unidinhos sofreu um atentado e as outras milhares por mundo a fora ? kd?
Depois de um tempo ausente, enfim estamos reativando aos poucos nossa coluna “Cavernas & Dragões”, aqui no Sedentario.
De todos os textos da coluna, a maioria envolvendo visões diferentes e bem-humoradas de ícones da cultura pop, de longe o que obteve maior repercussão offline, curiosamente, foi o post:
No texto em questão, previa-se algumas bases das mudanças que estavam ocorrendo no mercado editorial e como a nova geração havia modificado sua maneira de se relacionar com um livro.
Esse ano o Brasil é o país homenageado na Feira de Frankfurt, a mais importante do mundo no ramo da literatura, e de lá até aqui podemos analisar o que o mercado aprendeu com isso.
E o que o Wolverine pode nos ensinar sobre o futuro dele.
Pois é, Raphael, essa é a verdade. Muitas pessoas guiadas por essa mídia popular vai continuar pensando pequena da formação de leitores e escritores atuais,enquanto jovens e mais jovens vão ingressando seu ponto de vista através da vasta ferramenta que é a internet.
O importante é pensar que existem escritores transpassando os portões de ferro assim como Paulo Coelho e que ainda (espero), vamos ter muitos outros.
Raphael, muito bom ver que a coluna está voltando, se não for pedir muito, gostaria de ver por aqui uma matéria sobra a série Crônicas do matador do rei.
E Realmente gente, Dragões de Éter é um pouco baseado em contos de fadas, como Chapéuzinho Vermelho, João e Maria, Robin Wood … enfim só que leu ou está lendo entenderá.
PASCOAL SOTO (editor da Leya Brasil), em julho de 2009: … e então acontecerá a festa de inauguração e a Leya entrará oficialmente no Brasil.
RAPHAEL DRACCON: Então está tudo certo para o lançamento de Dragões de Éter (na época, o volume de “Corações de Neve”)?
PASCOAL SOTO: Está sim. Será um dos primeiros livros da holding no país.
RAPHAEL DRACCON: Fico agradecido pela confiança.
Pascoal já prestes a se despedir e desligar.
RAPHAEL DRACCON: Ah, Pascoal, inclusive, se você me permitisse, eu gostaria de fazer uma indicação para a Leya, que acredito poder funcionar muito bem por aqui no futuro.
PASCOAL SOTO: Pode falar.
RAPHAEL DRACCON: Eu gostaria de lhe falar sobre um autor chamado George R.R. Martin…
***
E hoje eu gostaria de falar sobre ele com vocês também.
E a primeira vez que ouvi falar em George RR Martin, foi num post teu, sobre as “leituras pra macho”. Você indicou Bernard Cornwell, Gerge RR Martin e outros do genêro. Isso há mais de ano atrás….
Me diga o que pensa a respeito das duras críticas, minhas inclusive, sobre a tradução para o Pt-Br.
@raphaeldraccon – Eu conversei com a editora da área internacional Mariana Rolier sobre isso. Ela comentou que estava acostumada com as críticas à traduções desde a época em que trouxe material do Gaiman pra cá, onde sempre recebia tais protestos.
De fato, concordo que teria sido ideal se o Jorge Candeias, tradutor da versão portuguesa, pudesse ter revisado o material previamente, por ele compreender as diferenças entre a linguagem dos países.
Mas é um fato também que ainda assim, a adaptação dessa excelente tradução dele para o português-BR ainda ficou melhor do que muitas traduções de romances estrangeiros feitas por brasileiros no mercado daqui.
Não ficou tudo o que poderia, mas ao menos não perdeu o sentido do texto.
Já li o 1° livro da série “Crônicas de Gelo e Fogo” e posso afirmar que é muito bom e vale a pena. No 2° a história consegue ficar melhor e espero que no 3° quando for ler também fique. Os personagens são fáceis de gostar ou odiar, é muito interessante e a história é cheia de tramas. George R R Martin concerterza é um gênio da fantasia.
Eu também li os livros de Bernard Cornwell, As Crônicas de Artur, que também possui um caráter único , para mim , os livros de Cornwell e Martin são os melhores.
Adorei voce falar deste cara em um momento como este.
Descobri-o com o lançamento da HBO e em menos de 1 mes ja li os dois livros publicados no brasil.
o cara é realmente sensacional e adoraria que mais pessoas o conhececem para trocar ideia sobre as series.
No dia que eu fui comprar esse livro eu não tinha saido para compra ele “exatamente” sai para comprar um garrafa de Jose Cuervo, acabei vendo o livro na vitrine e acabei não resistindo, sendo que dias atrás minha amiga (Larissa) me instigou a comprar e até agora não me arrependi.
No dia que eu fui comprar esse livro eu não tinha saido para compra ele “exatamente” sai para comprar um garrafa de Jose Cuervo, acabei vendo o livro na vitrine e acabei não resistindo, sendo que dias atrás minha amiga Larissa me instigou a comprar e até agora não me arrependi.
É muito interessante e motivador ver a trajetória de um escritor bem sucedido. É bom saber que todos passam por dificuldades e nada é impossível. O importante é acreditar (Li isso em um livro muito bom, “Dragões de Éter”, Conhece?)
Estou aqui contando os dias para o lançamento do terceiro livro da série em setembro. Foram os melhores livros que eu li em muito tempo. Passei dias indignado com o que ele faz com os personagens. A única coisa que tenho a reclamar da Leya é a falta da versão digital dos livros, mas realmente não consigo entender a grande dificuldade de lança-los também em EPUB.
Bom texto, apresenta “novos” velhos autores e escritores a muitos. Que tal uma resenha sobre Isaac Asimov, com certeza o maior escritor e autor de fantasia e ficção cientifica conhecido em todos os tempos, porém tem caído em esquecimento pela grande midia ou ainda não chegou sua vez, assim como Lovercraft que ja merece algum filme baseado em sua obra.
@raphaeldraccon – Obrigado pela sugestão, Luiz! É uma boa ideia sim.
Eai raphael, cara os seus posts são os melhores aqui do sedentário, assim como o pessoal, também li cronicas do rei Arthur por sua causa, e tenho que dizer…você é excelente na matéria de indicar leitura… hahaha valeu.
“Ruim” não, pelo contrário, A Song of Ice and Fire se tornou mais acessível a novos leitores, quando li os dois livros já os emprestei para minha irmã que não é grande fã de leitura, depois disso as portas da leitura se abriram pra ela como se abriram para muitas pessoas, não seja pessimista ;D
Bom, existe uma razao na linha de sexo e violência entre Tolkien e Martin. A época em que os livros foram lançados. Imagino que a Terra Média nâo teria uma boa recepção se pendesse para esse lado naquela epoca
Quem não se rende a “A Song of Ice and Fire”? Martin é fantástico, comprei A Guerra dos Tronos naqueeeeela época que foi lançado no Brasil porque já tinha lido a indicação de Dracoon aqui no Sedentário e, claro, não me arrependi. Meu único arrependimento foi ter acabado o livro rápide demais e precisar esperar por Fúrias dos Reis. erminada a Fúria dos Reis, agora aguardo, impaciente pelo Festim dos Corvos… Raphael, you are the man. Desde Dragões de Éter me convenci de que qualquer indicação sua vale a pena ser vista mais de perto, por isto estou todo o santo dia aqui no Sedentário.
Nossa. assisti a serie em uma noite, nao consegui parar de tão bom que é. Ja to lendo o primeiro livro, so pra entender melhor a serie e ver os detalhes que não foram pra a tv.
Fazia tempo que não se empolgava tanto com uma serie.
Agora é esperar pela segunda, terceira, quarta, etc temporada…..
George R R Martin com certeza é um grande mestre da fantasia! Li os dois primeiros livros da série que saíram pela Leya, não aguentei esperar pela tradução do terceiro e estou lendo em inglês mesmo.
Só tenho raiva do autor por um motivo: quando ele diz q não tem dó de matar personagens, está falando muito sério! Tudo bem que é sempre em prol do desenvolvimento da trama, mas pra quem acompanha a história e se apega aos personagens, algumas perdas podem ser muito tristes.
Sou a favor da campanha #GeorgeMartinHaveAHeart rssssss
Belo texto.. achei que ia ser uma merda de comparação, tal como uma jornalistazinha do terra fez em um post, mas me surpreendi.. vc foi ponderado em comparar os dois excelentes autores..
Sensacional!
Parabéns pelo post!
Como a grande maioria eu conheci o Martin pela série da HBO, depois de assistir os 10 episódios cheguei a conclusão que TENHO que ler os livros.
Vou passar a acompanhar as suas dicas de livros também
Excelente texto!
Eu como fiel sedentário havia lido o post citado na época
Fiquei pacientemente esperando o livro sair, e quando saiu comprei ainda na pré venda (que tava caro!). Mas não me arrependo de cada centavo gasto. O livro (A Guerra dos Tronos) é espetacular do início ao fim e Fúria dos Reis me impressionou ainda mais!
Quanto a tradução, não vejo motivo pra a tamanha reclamação que vi. Mas é claro que ler lá no apêndice “O inverno está para chegar” foi pra acabar também!
Dois motivos para amar Raphael Draccon: Ter escrito Dragões de Éter, e ter trazido Crônicas de Gelo e Fogo pra cá.
E nem sei porque estou surpresa por saber que nem o Tyrion está a salvo, afinal, GRRM tem uma tendência a matar uns 3 ou 4 personagens importantes por livro… :’(
Um dia para saber quem é nerd de verdade, no mehor sentido da expressão.
Para expressarmos esse imenso orgulho do nosso lado nada obscuro da força, convido os Sedentarios nerds hoje a aproveitarem e nos contarem alguns motivos de bater fundo esse orgulho nerd no peito.
Vamos fazer assim: eu começo a brincadeira e conto alguns dos meus motivos. Aí depois se lembrar dos seus, você nos conta também, combinado?
AAA hj vou sair com minha toalha na rua com muito orgulho
*______________________*
levarei meu sensormatico e um passaro pikka para distrair uma besta perfeitamente
normal *-*
Tb TENHO que participar =D Tenho do Orgulho Nerd porque:
1- Meu nick é 8-bits e levo esse apelido desde a época dos nintendinhos, meus amigos dessa época me chamam de 8!
2- Eu era o único moleque do baixo que tinha conseguido “zerar” o jogo megamania do meu, Atari 2600… detalhe não existia salvar na época, então o console ficou ligado com o ventilador em cima por 3 dias para eu fazer o score 999.999.
3- Eu tinha um msx sem drive de disquetes, então tinha que digitar milhares de linhas de código, retirados de revistinhas da época, para compilar e poder jogar um jogo onde um cara descia de sky disviando de árvores e do pé-grande. E quando desligava o micro eu perdia tudo e tinha q digitar tudo novamente se quisesse jogar novamente.
4- Tenho orgulho de ter lido os 5 livros da série do Guia do Mochileiro das Galáxias do Douglas Adams.
5- Tenho orgulho de tem os actions toys do Sephiroth e do Cloud com a sua moto Daytona
6- Sempre que eu jogava um simulador de vôo como After Bunner do Mega ou Star Fox do supernintendo, eu me lembrava do filme “O último guerreiro das estrelas” e me imaginava sendo levado para participar de uma guerra intergalática. http://capitulozero.wordpress.com/2010/09/25/o-ultimo-guerreiro-das-estrelas/
7- Eu achava que o nome verdadeiro da “voadora” era “vôo do dragão” por causa do filme do Bruce Lee.
8- Todo jogo do nes e do snes eu tentava chetar com cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A, start.
9- A família toda levava os vídeos cassetes lá para casa para eu limpar os cabeçotes.
10- Não consigo explicar para a minha mãe em que eu trabalho \o/
Vocês agora!
@raphaeldraccon – Eu estou rindo até agora do motivo número 2! Realmente não tinha como salvar no Atari; essa do ventilador foi espetacular, rs.
1 – Eu sou a única moça do meu grupo de amigos e amigas que entende a seguinte frase:
Existem 10 tipos de pessoas, as que entendem binário e as que não entendem.
2 – Aos seis anos, saía correndo assim que terminava a aula para assistir cavaleiros do zodiaco em casa.
3 – Era eu quem configurava o videocassete, tempos depois, o DVD em casa, e ensinei isso para o meu irmão caçula, já que meus pais custavam a aprender.
4 – Eu sei o porque do 42, apesar de não ter lido toda a série O guia do mochileiro das Galaxias.
5 – A maioria dos meus colegas são homens, pois as garotas não entendem direito o que eu falo(principalmente se o assunto for configuração de Pc e Desktop).
6 – Eu quero uma toalha com o pac man bordado, mas não encontro em lugar nenhum (acho que vou mandara fazer uma);
7 – Morro de rir com as piadas do Big Bang Teory (isso é basico para qualquer nerd)
8 – Já virei a madrugada para assistir animes.
9 – Fui viciada em Super Nintendo(e de vez em quando, jogo nintendo 8 bits no meu velho mp5) , de Mortal Kombat até futebol, passando por mario, donkey kong, final fight (só jogava com o Haggar), Star Fox, entre outros.
10 – Meus sonhos de consumo são: um ps3, um iPad, um Xbox 360 e um ipod touch;
eu li os 5 livros da série o guia do mochileiro das galáxias.
eu li a trilogia do anel, o hobbit, o silmarillion, o filho de húrin.
eu conserto meu computador, o da minha namorada e o dos meus amigos e nem cobro por isso.
terminei castlevania symphony of the night em um emulador e jogando no teclado, com mais de 100% de jogo completo.
eu li a saga de hades dos cavaleiros do zodiaco, somente o texto, em 2003 em um site obscuro, fiz isso em uma noite.
assisti a todos as versões extendidas de o senhor dos anéis em um dia.
eu nunca havia jogado silent hill na minha vida e ainda assim resolvi um puzzle do jogo na casa de um ami na hora que vi… ele não gostou muito hehehe…
tenho um ps3 e não gosto de jogar futebol. acredito que existam muitos outros jogos mais interessantes para serem jogados.
tenho um dvd de george romero do filme “a noite dos mortos vivos”, o original em preto e branco.
aprendi a desenhar com as HQ´s da marvel e dc comics… tinha assinatura das duas e lia toda a linha na época (quando ainda era pela editora abril, e eu tinha uns 10 anos…)
aprendi a tocar violão e guitarra sozinho.
tenho uma namorada linda a qual ensinei jogar videogame, e agora ela é uma exímia jogadora de marvel vs. capcom 3 (e me vence constantemente…)
tenho guardado até hoje na caixa original e com manual o jogo “zelda a link to the past” meu jogo favorito no SNES.
“tenho guardado até hoje na caixa original e com manual o jogo “zelda a link to the past” meu jogo favorito no SNES.”
A minha maior frustação da adolêscencia foi ser obrigado a “doar” meu super nintendo a um primo pobre, e junto meu querido Zelda, ai a caixinha e manual foram juntos. Foi meu primeiro RPG que havia jogado. Bons tempos que não voltam mais.
Só de lembrar do meu super nintendo e do Zelda, fico triste, sem zuera, amava aquele jogo.
Compartilho dos motivos 2, 3, 4 (Battle Chess) e 5 do Raphael, assim como também compartilho de motivos parecidos com os do Eightbits.
Tinha um CP200 no esquema parecido do MSX do 8. Perdia um tempão programando pra fazer um “Paint” em preto e branco e que só fazia ângulos retos kkk. (Acho que ainda tenho esse CP200 jogado em algum canto)
Fazia cópias de fitas VHS com dois vídeo cassetes pro pessoal da vizinhança porque ninguém tinha a manha. Olhando hoje é besteira, mas na época, pra um moleque de 10/12 anos.
Esperava na porta da locadora até ela abrir pra eu poder escolher os melhores jogos de nes e snes pra alugar. Sou tarado no Castelvania até hoje =]
Já tinha lido “O Senhor dos Anéis” muuuuito antes de virar moda.
Eu sou nerd, por que começa que nasci no dia dos NERDS, dia 25/05/86, ano em que chernobyl deu probleminha e também do lançamento do filme, que fez toda criança sonhar em pilotar um caça, graças ao filme top gun, meu irmão mais velho tinha, e eu cresci ao lado de um MSX, no qual tinha que por uma fita K7 e esperar rodar toda ela para jogar um joguinho.
1 – Meu nome é Evel que lembra Evil e que me fez ser apelidado de EvelRyu por outros nerds.
2 – Sou um dos que pode dizer com orgulho que terminou Super Metroid com 100%. E ainda salvei os amigos na fuga! :p
3 – Numa partida de RPG eu e um amigo nos livramos de um exercito inteiro de mais de 1000 Orcs sozinhos enquanto nossos outros amigos fugiam. botamos eles pra correr com uma ilusão de um dragão, uma Fire Ball e dois acertos críticos nos dados :p
3 – Já trollei em MMO’S com aquela clássica pergunta: Se o Mário é Mexicano e o Luigi italiano como os dois podem ser irmãos?
4 – Uma vez atravessei um bairro perigosíssimo depois da meia noite com mais 5 ou 6 nerds todos fantasiados de vampiros indo para um Live. Os moradores fiaram com medo da gente.
6 – Sou um dos poucos malucos que acham que o Final Fantasy 6 é melhor que o FF 7.
7 – Já bati uma pra tifa do Final Fantasy, que melões, Pra asuka do Evangelion tbm.
8 – Já roubei o troco da Coca pra jogar fliperama. Muitas vezes!
9 – Já joguei uma partida de RPG com Drink Game onde quem tirava um erro crítico nos dados tinha que virar um copo de vodca com Fanta Citrus. A única coisa que me lembro é de ter pisado em um gato que não sei se sobreviveu e de um amigo deitado no meio da rua pedindo pro mundo parar de rodar que ele queria descer.
10 – Aprendi inglês sozinho pela necessidade de entender os jogos de RPG.
11 – Assisti Evangelion e vários outros animes em VHS na época em que ainda era inviável baixar pela internet discada e os Fansubbers vendiam e enviavam pelos correios.
12 – Apesar do nick sou provavelmente o pior jogador de Street Fighter que existe, mas mesmo assim é um dos meus jogos favoritos.
@raphaeldraccon – Pô, mas Final Fantasy 6 é o MELHOR Final Fantasy ever…
1- Estou respondendo um questionário sobre coisas que me fazem NERD, em uma coluna NERD de um Blog NERD, no dia do Orgulho NERD… ok
2- Passo mais tempo no meu PC do que fazendo qualquer outra coisa da vida.
3 – Durmo com meu Notebook no peito assistindo seriados (Lost, Fringe, TBBT…)
4- Tenho um Hamster Twister de estimação.
5- Sou técnico em química, publicitário, web designer, produtor musical e toco em uma banda de rock.
6- 90% das coisas que eu faço e me dão dinheiro eu aprendi sozinho.
7- Meu pc fica ligado 24h por dia e eu quase infarto se ele não estiver fazendo algum download por algum instante.
8- Na adolecencia colecionei HQs da Marvel, DC e Image… Muitos… eu disse muitos.
9- No segundo grau eu ia pro colégio de Jaleco branco, andando cerca de 2Km só pra me sentir um pouco cientista.
10- Tb no segundo grau tive um clube de ufologia com alguns amigos. O nome era JIMU (Jovens investigadores dos mistérios do universo) <<< Essa é #EpicWinNerd
Aos 23 anos, cinco meses e alguns dias…
Saio com a minha toalha de NERD e digo que também sou pois:
1)curtia todos os dias x-men, cavaleiro do zodiáco e batman.
2) Sempre sonhei em ser a mulher maravilha e ter os poderes dela, ou, ser uma Chirra e ter os poderes dela.
3) Não foi atoa que aos 7 anos aprendi inglês, fiz 100 tabuadas de multiplicação em menos de 2 minuto e aos 12 aprendi a ler textos em espanhol e algo em francês.
4) Aos 16 anos não fazia nada em sala (2º GRAU), matava aulas e ainda passava com notas acima da média e ainda passava os colegas que podiam bombar na época.
5) Aos 14 anos, já sabia calcular polinômios e resolver equações complexas.
6) Com 6 anos na primeira série, aprendi a mexer num computador com Windows 3.0, com 8 anos num computador com windows 95, com 12 num computador com windows 98, com 15 num computador windows 2000, com 18 num windows xp, com 20 no windows vista, com 22 no windows seven..fora que com 19 aprendi a mexer com Linux e suas derivações, formatar pc nos dois sistemas oporacionais, particionar e tudo mais em manutenção de pc. Com 12 anos já cuidava, aprendia noção de manutenção e dava tutoria na sala de informática do colégio que estudava.
7) com apenas 15 anos trabalhei e auxilie na montagem de eventos, aos 16 já estava montando um evento sozinha e aos 21 já mexia com parte de publicidade e administrativa do mega evento. E, com menos de dois dias já aprendi a trabalhar com corel draw e com scaner, e instalar drivers.
8) Além de ter passado duas vezes na mesma faculdade federal em cursos concorridos e diferentes. E, passei em outras três federais também num período anterior para curso de exata.
9) fora que por um ponto não fechei uma prova, e possuo raciocínio rapido para argumentar qualquer coisa.
3 – Tenho um SNES americano com Mario World apenas e já fechei 99x
4 – Nunca gostei de pipas
5 – Andava muito de skate
6 – Jogava futebol na rua até o dia que um manolo 3x maior que eu numa trombada ‘luxou o nervinho do pulso’ … a bola era minha e nunca mais joguei futebol na rua
7 – 1995 ganhei um 486 DX2 com 32Mb de RAM e 4GB de HD com Windows 3.1. Soh usava pra ver o programa que tinha de fotos no qual uma galeria da playboy da Cristiana Oliveira possuia
8 – Com a internet recem chegada no pais o unico atrativo era pate-papo e passava horas nele
9 – Já quebrei cabeca, 2x o mesmo dedo, 2x a mesma mao, o pulso, o pe … todos do lado direito
10 – Falei que nunca iria programar na minha vida de TI …. faz 10 anos que me sustento programando
1 – Ri muito quando Li a mesma Piada que a Natália Escreveu!!!
Existem somente 10 tipos de pessoas no mundo inteiro:
Aquelas que entendem binário e aquelas que não entendem.
2 – Tinha ateh alguns anos atras uma caixa daquelas de TV antigas(Caixas Grandes) com vários Hqs e mangas!
3 – Sempre desmontei tudo quanto eh eletronico e ateh hoje faço isso com celulares, cameras e etc… (Quase sempre quando montava ficava um parafuso de fora) mas tudo continuava funcionando perfeitamente!!!
4 – Sempre arrumei meus computadores, montava sozinho e configurava sozinho!!!
5 – Tbm como a Natália, assistia todos os dias os Cavaleiros do Zodíaco!!! ia no cinema, comprava os filmes e etc…
6 – Enxergo uma lição de moral muito grande nos desenhos do Naruto!!!
7 – Me amarro em The big bang theory!
8 – Não concordo com o 42 por ser apenas um número qualquer sem significado, diferentemente do 23!
9 – Me fascino com a física, química e Matemática…
10 – Todos os dias da minha vida, crio ao menos 2 teorias para algo existente!!!!
Esses são alguns dos pontos que considero um Lado Nerd em mim!!!
10 motivos…
Velhos Yodas…
1-tudo tem um começo… Atari.
2-DOS 3.11… imaginem quem for capaz…
3-Nintendinho depois de outros muitos não memoraveis…
4-Aol, Uol, Ig, Cidade internet… alguem lembra?
5-IRC, ICQ, Paltalk… época boa de internet…
6-Ia esquecendo… programar em COBOL, DBASIC… muuuiiito tempo atras…
7-Alguem lembra quantas vezes assistiu STAR WARS? menos de dez não vale…
8-Ja na atualidade… 24 horas online via pc, mac, ipod, celular, smartphone…
9-Sonhar toda noite em o dia que abaixou o preço do ipad só para comprar um vale?
10-aprender toscamente ingles só por causa das revistas sobre informatica, alguns animes que saem primeiro pros gringos e da tv a gato…
Resulmindo tudo… e olha que nem com tecnologia eu trabalho…
Nerd por hobbie, passatempo e orgulho!!!
Quem fez minha lista foi a minha irmã. Ela q acha q eu sou nerd =/
1) Conheci meu namorado num MMORPG.
2) Saber o que é 42 é fácil, sei tmb a pergunta que foi inventada pra essa resposta, já que ninguém sabia EXATAMENTE qual era a pergunta.
3) E sou uma pessoa que sabe onde está sua toalha!
4) Deixava minha irmã puta pq a gente tinha que dividir o cartão do PLAYLAND e eu só ia nos fliperamas de Street Fighter enquanto ela queria ir no carrossel.
5) Tinha pesadelos todas as noites mas não sosseguei enquanto não zerei Alone in the Dark.
6) Minha (e do meu namorado) concepção de dia romântico incluem jogar Portal 2, assistir Game of Thrones e brigar por causa de League of Legends.
7) Quase só tenho amigos meninos. É difícil achar amigas pra conversar sobre o último filme de sh da Marvel…
8) Na última festa a fantasia fui de zombie bride. Ficou foda BTW.
9) Meu primeiro toque de celular foi o tema de Star Wars, na época de midi ainda, que levei uma semana pra consegui compor certinho.
10) Na época do vestibular tomava esporro da minha mãe por ler LOTR escondido em vez de Terras do Sem Fim e sei lá mais o que da lista.
Foda o termo NERD estar banalizado. Não acho que eu seja, mas não tenho problema com a rotulagem.
Fiz algumas das coisas já listadas ( e aprecio muitas),e para contribuir para o post, informo que desde 2001 jogo fighting games no teclado e hj em dia mal sei jogar em pads e arcades sticks ;P
FIGHT!
1 Uso óculos
2 Não sei jogar esporte algum e era sempre o último a ser escolhido para formar time
3 Era um CDF e era sempre o primeiro a ser escolhido para fazer parte de grupo de estudo na escola
4 Sofri bullyng
5 Já assisti a trilogia Matrix e a saga Star Wars incontáveis vezes
6 Chorei quando vi meu heroi favorito dos quadrinhos no cinema Spider-Man
7 Li a saga do Clone do Homem-Aranha
8 Vibrei jogando Wolfenstein
9 Acho Watchmen a melhor HQ de todos os tempos
10 Sim, eu uso All Star e roupa xadrez
1 – Aprendi a jogar RPG com 11 anos sozinho lendo revistinhas e até hoje atribuo a isso meu desenvolvimento intelectual.
2- Esperava dar meia noite pra poder entrar no ICQ na net discada e desprezava a galera POP do MiRC. Dormia sempre as 6h da manha que era quando a internet voltava a contar pulsos por minutos.
3- Joguinhos online como DIABLO 1 foram minha unica escola de ingles.
4- Eu emprestava animes gravados em VHS dos meus amigos porque TV a cabo era a muito tempo atrás, coisa de gente RYCA.
5- Durante minha adolecencia, eu era introvertido e introspectivo, e idolatrava SQUALL LEONHART do FF8 e ainda hoje acho ele o final fantasy mais FODA de todos.
6 – Logo que saiu D&D 3ª ed, começamos uma campanha que durou anos, e consegui evoluir meu mago Chaotic Neutral para o level EPICO 24 e torná-lo um LICH (e maltratava os outros players com “finger of death”).
7 – Acompanho DIARIAMENTE todos os blogs Nerds que conheço, inclusive o sedentário, desde 2003.
8 – Eu joguei quase todos os pokemons que sairam até o Advanced, mesmo hoje detestando o desenho. E jogaria os novos se tivesse o console.
9- Meu sonho de adolescencia era ter uma vida como a do TENSHI (tenshi muyo)
10 – minhas senhas de internet são todas Baseadas no mundo NERD.
Eu n posso dizer que realmente sou um Nerd, embora muitas pessoas digam isso pelo fato de eu ir bem em algumas materias como matematica e gostar de coisas eletronicas, estilo Apple e afins…
Mas tipo, eu n entendo 100% das piadas, entendo algumas, mais que a maioria, mas tipo o porque da toalha e o negocio do 42 n sei direito, tem a ver com o guia do mochileiro das galaxias, isso eu sei, mas só…estou lendo para descobrir…
1 – Quando entro no RedTube vou direto para a categoria “Hentai” e não saio do PC enquanto não encontrar algum vídeo da Buma adolescente ou da Número 18 do DBZ.
2 – Fui apaixonado pela Padmé Amidala por um bom tempo e só deixei de amá-la porquê me apaixonei pela Natalie Portman.
3 – Troquei e, dependendo, ainda troco garotas por filmes que considero mais importantes e que mesmo sendo alugados só podem ser vistos naquele dia e naquela hora.
4 – Até hoje (tenho 18) sinto um vazio por dentro por não zerar o Super Mario absolutamente. Aquele maldito Mundo da Estrela mesmo não sendo obrigatório para se chegar ao Bowser me dá calafrios e me frusta até a alma.
5 – Sou fã de Roland Gilead. Galera fala de Chuck Norris, mas o Pistoleiro sim é foda. A Torre Negra é tinha que ser patrimônio cultural da Humanidade.
6 – Já quase caguei nas calças tentando virar um Super Sayajin.
7 – Sinto vontade de matar algo (na verdade gatos) quando o Sedentário e Hiperativo não é atualizado.
Jogo RPG a mais de 12 anos, os mais diversos titulos.
Com 11 anos de idade eu era o keeper de uma games clandestina no meu bairro.
Vou sempre a fundo no conhecimento das coisas que me interessam, não me contento em apenas gostar, tenho que saber a respeito.
Muito antes de existir lan house na minha cidade eu já organizava uma rede com cerca de 10 micros na casa de amigos, cada semana em uma, pra jogar C.S 1.6, Warcraft e Diablo II, Diablo este que eu também terminei no Playstation antes dele ser chamado de PS One.
Joguei muitos jogos no 3DO e ainda acho que a sony copiou os botões do playstation do logo deles e só adicionou o “X”.
Acabei de comprar uma blusa do Pac Man na linux mall.
Sabia de cabeça todos os Brutalitys do MK3.
Já fiz 54 hits com o sub-zero no mesmo MK3. (precisa fazer o cheat pro health do inimigo descer pouco, vai de hit de um lado pro outro da tela, volta e termina com o “carrinho” tem que ser o sub-zero classico)
Também arrumo o PC de todo mundo que eu conheço, por amor a arte.
Leio Manga e assito Anime.
Sou fã de filmes de Zumbis, na minha opinião esse seria o apocalipse perfeito.
Também aprendi ingles pra entender o enredo dos jogos de RPG.
Quem fez minha lista foi a minha irmã. Ela q acha q eu sou nerd =/
1) Conheci meu namorado num MMORPG.
2) Saber o que é 42 é fácil, sei tmb a pergunta que foi inventada pra essa resposta, já que ninguém sabia EXATAMENTE qual era a pergunta.
3) E sou uma pessoa que sabe onde está sua toalha!
4) Deixava minha irmã puta pq a gente tinha que dividir o cartão do PLAYLAND e eu só ia nos fliperamas de Street Fighter enquanto ela queria ir no carrossel.
5) Tinha pesadelos todas as noites mas não sosseguei enquanto não zerei Alone in the Dark.
6) Minha (e do meu namorado) concepção de dia romântico incluem jogar Portal 2, assistir Game of Thrones e brigar por causa de League of Legends.
7) Quase só tenho amigos meninos. É difícil achar amigas pra conversar sobre o último filme de sh da Marvel…
8) Na última festa a fantasia fui de zombie bride. Ficou foda BTW.
9) Meu primeiro toque de celular foi o tema de Star Wars, na época de midi ainda, que levei uma semana pra consegui compor certinho.
10) Na época do vestibular tomava esporro da minha mãe por ler LOTR escondido em vez de Terras do Sem Fim e sei lá mais o que da lista.
Foda o termo NERD estar banalizado. Não acho que eu seja, mas não tenho problema com a rotulagem.
1 – Tive um MSX (o MELHOR micro de 8 bits EVER) e vivia fuçando no assembler dos joguinhos para dar vida infinita e coisas assim (consegui em um monte, a glória foi quando uma carta minha com várias dicas foi publicada na revista CPU MSX).
2 – Tinha um gravador bixado (naquela época os joguinhos eram gravados em fitas cassete) e montei uma gambiarra com lego e elásticos para segurar o botão do play no lugar durante os 6 minutos que levava pra carregar um jogo.
3 – Zerei vários joguinhos de Atari naquele esquema de jogar durante horas por não ter save.
4 – Comprei um dicionário de japonês para poder entender o que se passava nos jogos da saga XAK, YS e FRAY (todos de MSX)
5 – Me formei em ciências da computação e meu TCC foi criar um compilador
6 – Amo Matemática
7 – Varava as noites no Video Texto e depois em BBS
8 – Li O Senhor dos Anéis, O Hobbit, O Simarillion, Os Contos Inacabados da Terra Média e Númenor
9 – Li (e entendi) Uma Breve História do Tempo do Stephen Hawking
10 – Aprendi a montar o cubo mágico numa época que não existia internet
11 – Fiz curso de eletrônica por correspondência e vivia indo na Santa Ifigênia (a rua dos eletrônicos em São Paulo) comprar componentes para montar circuitos malucos
12 – Meu apelido na escola era ‘Crânio’ hauhauhauhau
Eu sou nerd mas não hardcore…sou do tipo nerd burro e mal pago que apenas gosta de tudo, mas não tem grana pra comprar os ultimos jogos e nem as Hqs que gosta, mas aqui estão os meus 10 motivos…
1-Gasto a merraca do meu salario em comics para poder acompanhar as HQs que não encontro na “importadora”
2-Tudo que aprendi de ingles se deve a Zelda e Pokemon e centenas de filmes sem legenda que eu ”importei”
3-Consigo terminar Zelda OoT em menos de 72 horas(um Fds), isso quando o meu velho 64 colabora
4-Eu já joguei “Pokemon bebe”, variação do jogo ”Bicho bebe” só que com Pokemon
5-Sou uma enciclopedia ambulante de mitologia japonesa,nordica e grega(estou trabalhando minha mitologia Africana), HQs, animes, mangas, series de TV e alguns livros
6-Criei e ainda trabalho no meio proprio RPG, um dia terei a coragem de monstrar para alguem
7-Lutei com inumeros monstros invisiveis dentro da minha sala, logo após assistir algo com muita luta na Tv, principalmente se fosse japones
8-Sempre faço comentarios que ninguem entende sobre cultura nerd no facebook
9-Visito diariamente blogs de cultura nerd
10- Eu paro para assistir a qualquer hora, se estiver passando na Tv, os seguintes desenhos: X-Men(dos anos 90), Homem-Aranha(90), Caverna do Dragão,Batman, Batman do futuro,LJ,LJU, CDZ, Yu Yu Hakusho e pode não ser um desenho mas Black Kamen Raider RX, entre outros…
1 – Madruguei na porta da bienal do livro para conseguir o autógrafo do Cornwell e com muito orgulho tenho aqui e intocáveis , o rei do inverno e o arqueiro autografados
2 – Já li os livros da saga do mochileiro, senhor dos anéis , hobbit , silmarillion.
3 – Técnico em química e cursando faculdade de química ambos em instituições publicas federais.
4- Visito diariamente sites de cultura nerd.
5 – poucas são as pessoas que entendem algumas de minhas piadas.
6 – Lost ( apesar do final ) marcou uma fase da minha vida.
7 – grande interesse por video-games e tecnologia
8 – Viajo fazendo esboços de teorias e roteiros de filmes, livros e Hq´s
9 – Não suporto mais essa forma Hollywoodiana de se fazer filmes
10 – Acho que o melhor diretor na ativa hoje , é o incrivel Sr Tarantino!
Acho que sou nerd, porque nasci na melhor época de todos os tempos, em 1990.
1 – Já ví um Beta Max. Já usei Disquet, Virava os sábados a noite na Band.
2 – Vi a Manchete sair do ar e entrar a RedeTv :~
3 – Até hoje tenho meu Nintendo, que zelo muito por ele. Lembro que eu zerei megaman, anotando na parede do meu quarto os códigos das fases. Apanhava por isso.
4 – Faço Ciências da Computação; (sem vida social) HAHAHA
5 – Assistia a Tv Cultura só pra ver O Mundo de Beakman.
6 – Tenho uma camisa do LIFE +1 (cogumelo verde), uma do lanterna verde, uma do Pacman.
7 – Joguei street fight 2 naquelas maquinas que colocam a ficha.
8 – Meu primeiro computador tinha 4Mb de memória.
9 – Fazia corujão na Lan House, jogando CS assim que lançaram.
10 – Assisti Changeman, Jiraya, e brincava de Pogobol.
Meus motivos para me orgulhar de ser Nerd.
Colocando em mais ou menos ordem cronológica, pra ser organizado:
01) Eu lembro de Zillion quando eu tinha menos de 5 anos.
02) Eu assistia Changeman, Flashman (não consegui acompanhar Maskman, mas curtia as músicas), Jaspion, Jiraya, Black Kamen Raider, e não cresci pra bater nos outros… Geração TvGlobinho não tão tendo infância de verdade.
03) Aos meus quase 10 anos, estava muito bem quietinho sentado pra almoçar, quando de repente, ouço “Me dê sua força, Pégaso!”. Adivinha? Saí correndo pra frente da TV e me decepcionei porque não era o Change Pegasus. Tolo eu, pensar que tinha sofrido uma decepção. Aquele foi o maior marco da minha vida nerd. Cavaleiros do Zodíaco se torna o primeiro animê que eu assisti com consciência. (E até hoje o meu favorito). Tanto o é que eu comecei a mexer com video cassetes naquela época, e fazia gravações direto da tv, com os cortes aonde eu queria, pra não pegar os comerciais. Hehe.
04) Sou da geração TvManchete. Ou seja: Cavaleiros, Shurato, Ronin Warriors (Samurai Troopers), Sailor Moon, Detonator Orgun e outros… Rayearth (SBT), Fly (SBT), Dragon Ball (SBT) … Excessões hehe Mas não me excluo da geração CartoonNetwork, com Pokémon, Sakura Card Captors, o complemento de Sailor Moon (R, S, SS, e Stars), Dragon Ball (que assisti muito pouco por sinal), Transformers Beast Machines, War Planets – Shadow Raiders, Corrector Yui… Entre outros… Eu ainda gravava Sakura e Sailor Moon… Olha o tanto de fila VHS eu tinha entulhada em casa…
05) Eu vi os filmes das Tartarugas Ninja o.ov lembro das vozes da dublagem do desenho, e fico abominado com esses desenhos novos deles =x cara, chega a ser triste… (No jogo, eu sempre escolhia o Leonardo, por causa da cor e das katanas /o/ )
06) Em 2000, comecei a ler Harry Potter, que abriu, porque não se dizer, escancarou, as portas da literatura de fantasia pra mim. Com HP vieram também: Senhor dos Anéis, Stravaganza, His Dark Materials, Discworld, e inúmeros outros.
07) Até 2003 fui ficwriter no fandom de HP, mas a vida acadêmica cortou minhas asas … Após isso, decidi me dedicar a projetos 100% próprios (muitos dos quais ainda não foram pro papel, ou pro bloco de notas).
08) Internet pra mim nunca foi o antro da programação ou da criação quanto a design… Pra mim, sempre foi a fonte de Animês/Mangás/Séries… O pior é que eu não deleto o que baixo… Ou seja, tubos e mais tubos de dvds empilhados aqui /troll
09) Quando não tem conexão, não há problema, livros, portáteis (dsi, quero um psp!), ou o bom iPod servem de distração.
10) E por último, mas não menos importante: a maior parte dos meus amigos tem algum traço nerd em comum comigo. É simplesmente difícil conseguir ser amigo de alguém que não seja nem que seja 10% nerd.
* Usava pasta Oculta assim que saiu o Windows Xp, no ano de 2000 e já usei disquet.
* brincava de Tazo ( ou Zap), comi um Cigarrinho Pan (aqueles de chocolate). Brincava de Yu-Gi-Oh, e fazia minhas cartas e imprimia em casa. Assistia Disney CRUJ e fingia ser o Caju. Tomava Grapette. Brinquei de Pirocóptero. Usei sapato que quando pisava acendia luzinhas.
* Criava jogos no RPG Maker e distribuia pra galera jogar em casa.
* Jogava Atari, Brick Game, Super Nintendo (assoprava a fita, quando nao pegava) e AquaPlay.
* Assistia filmes em VHS e não rebobinava quando entregava na locadora.
* Já fiz um teste de nerdisse e deu 90% em conhecimentos. LOL
1) Ter lido (quase tudo) do Tolkien, além de Crônicas de Nárnia, Eragon, a heptologia da Fundação, do Isaac Asimov; ter lido tudo do personagem Artemis Fowl (me nego a ler Harry Potter enquanto for modinha), ser fã incondicional de Duna.
2) Estar escrevendo sobre nedismo em uma coluna nerd
3) Ser Químico e gostar de Física, Matemática e programação
4) Ter um blog (forever alone, hauhauhua)
5) Usar blogs para dar aula
6) Ser Trekker
7) Gostar de video games em geral
8) Entender boa parte das piadinhas nerds que rolam pelos sites das internerds
9) Morrer de rir com diversos posts do 9gag.com
10) Apesar de morrer de rir com piadas nerds, não conseguir explicar para a esposa a maioria delas sem que a graça seja perdida.
Meus motivos de ter orgulho nerd. Não estão em ordem de importância
1) Ter acompanhado o playstation desde seus primordios e ter quase enfartado quando a PSN saiu do ar
2) Ter zerado Super Street Fighter 2 com todos os personagens antes dos 10 anos
3) Ter aprendido inglês jogando RPG’s
4) Meu Malkaviano nas noites de Live
5) Ter publicado uma matéria sobre sociologia e video game numa revista de video game
6) Ter pedido minha esposa em casamento através de uma revista de video game
7) Ter entendido a Trilogia Matrix e ter detestado seu desfecho
8) Ter feito uma paródia em quadrinhos de Star Wars
9) Cantei “Dai Lhe Ó” no showzinho do cantor japones da musíca do Daileon de verdade
10) Ter acompanhado durante mais de 10 anos as histórias do Homem-Aranha e isso ter feito diferença na minha vida
1) Eu tenho orgulho de saber da existência dos super herois antes deles irem pro cinema
2) Tenho orgulho de ter um A Batalha do Apocalipse publicado pela NerdBooke
3) Tenho orgulho de ser Mestre no D&D, e saber que ninguem ganha num jogo de RPG
4) Tenho orgulho de saber porque num tem Superman no filme dos X-Men
5) Tenho orgulho de ter aprendido com a minha mãe a gostar de Senhor dos Aneis, Star Wars e HQs, e eu ensinei ela a gostar de Douglas Adams
6) Tenho orgulho de ter vergonha de ir na banca comprar figurinha da copa, mas não ter vergonha de ir lá comprar uma revista do Lanterna Verde
Gosto mesmo é de Thunder Cats, Tartarugas Ninja (onde meu predileto era Donatelo), Changemans, Flashmans, Jiraya, Jaspion, Mega-drive e seus clássicos Altered Beast, Sonic, Golden Axe, Road Rash… Master System e os games Alex Kid, Super Tennis, Black Belt, Impossible Mission (este ultimo, nunca zerei).
Nao curto desenhos japoneses.
Gosto bastante de ficcao cientifica e acredito que é graças aos nerds que a ciencia evolui nessa área.
Me orgulho de ser nerd pela quantidade de informacao adquirida e pelas inúmeras viagens feitas sonhando com o futuro.
Meu sonho é viver para ver a transmissao de energia sem fio popularizada e o fim do cartão de crédito.
Bem, li toda a saga do Guia e vários livros do Asimov, sou fã de Star Wars e muito fã de Star Trek (vida longa e próspera \\//_ ), ainda jogo SNES e, nas horas vagas, o Nintendinho, já varei noites assistindo animes e, mesmo sendo casado e com 28 anos, faço cosplay em eventos como AF e AD.
Lendo todos os coments eu pude ver que faço muita coisa que o pessoal considera coisa de nerd e acho que é assim com todo mundo. Entao todo mundo é um pouco nerd.
Eu nao me considero nerd, pq acho ser fundamental pra um nerd, se dar bem nas materias da escola sem precisar estudar.
Mas eu tb tenho coleção de hqs, conserto computadores desde que tenho um, sempre quis a moto do Kaneda, ainda tenho SNES, tenho PS3 e XBOX 360, Sonhei ter dirigido um Delorean, Nunca fui numa festa RAVE. Mas especialmente nunca fui um bom aluno, sem falar que fui expulso de 4 escolas.
@raphaeldraccon – Oi, Tiago! Mas o espírito é esse. Todo mundo tem um lado nerd hoje em dia. E você não deixa de tê-lo por ter sido expulso de 4 escolas, isso apenas lhe torna um “nerd rebelde” =)
Quando eu terminei de ler a saga do Guia do Mochileiro das Galaxias, a primeira coisa que pensei como um bom NERD… “porra, essas coisas não acontecem comigo”… então afundei as mágoas assistindo novamente desde a primeira temporada, os nossos verdadeiros HERÓIS (parafraseando o Bial ^^) TBBT!!!
Orgulho de ser NERD é ligar pra falecidade Manchete e perguntar pq não passou YuYu Hakusho naquele dia.
é dizer que quando crescer vai ser cientista pra construir as armaduras dos cavaleiros de bronze.
é dizer pra esposa que Dexter é bom, mas TBBT ta pau a pau.
é olhar pra sua mãe e dizer que mangá não tem nada a ver com turma da monica, e convencer teu pai a sentar e assistir um animÊ contigo, usando o argumeto que no Japão os adultos tbm assistem!
Eu tenho um atari que está em ótimo estado e foi meu primeiro vídeo game … ainda tenho cartuchos e todos pegam …
tenho um super nintendo com bastante jogos … playstation 1 o branquinho PSone …
e um play3 … pena que os jogos são caros =/
Joguei muito magic e até yukioh …
adorava jogar pokemon no nintendo 64 joguei muito sonic no mega drive … joguei tbm muito master system … adorava ficar até de madruga na casa de um amigo eu e outros amigos jogando RPG .. adorava assistir e ainda adoro animes seriados antigos de super heróis … assisto todo dia the big band theory e me racho de rir …
lembro tbm do boneco do jiraya .. eu tinha o carro e a moto dele em brinquedo ..
sempre tive muitos legos ..e playmobils enfim se for falar tudo acho que não vai ter caracteres suficiente …
e não me considero 100% nerd apesar de muitos falarem se é muito nerd …
E .. eu sou fã e pra mim é o melhor jogo de luta do play the king of fighter ..
e sempre jogo com o Iori Yagami e queria uma toalha com ele bordado .. mais assim como a moça lá em cima que quer a do pacman eu tbm não acho =/
1- Respondo perguntas que ninguém sabe a resposta
2- Entendo piadas como essa: http://paprica.org/2011/05/festinha-de-dia-das-maes-na-sala-de-justica/
3- Quando eu era criança eu sempre era o “Picollo” do Dragon Ball Z nas brincadeiras.
4- Sei a resposta do da vida, o universo e tudo mais: Mas não sei a pergunta…
5- Já li mais de 10 livros esse ano enquanto a média de livros/ano da população brasileira é de 4,7.
6- Tenho perfil nas principais redes sociais
Não lembro de mais, mas e daí? Viva ao dia [s]do Orgulho Nerd[/s] da toalha!
Vi tanta gente falando q eh nerd ai, mas so pq eh “moda” pq de nerd não tem nada (não citarei nomes), computador, celulares, seriados de ficção, livrinhos e anime cairam no modismo…..
outra coisa quem é nerd nunca se renderá a nerdismos tão superficiais.
1-Eu tenho memória eidética seletiva.
2-Eu leio quatro livros por semana.
3-As pessoas me chaman de “Wikileonard” (wikileaks, entendeu?) e dizem que eu pareço com o Sheldon.
4-Eu já venci dois campeonatos de Magic e de Yugi-oh e três de Pokemon.
5-Em algumas aulas eu corrijo o professor.
6-Nunca quebrei nenhum osso.
7-Assino metade das revistinhas da D.C. e da Marvel (e turma da mônica!).
8-Já passei um dia inteiro para assistirn todas as temporadas de Star Treek (tanto a Old Generation quanto a The Next Generation).
9-Tenho action figures de trilhões de personagens de Star Wars, o Senhor dos Anéis, Harry Potter…
10-Posso rir dos idiotas que tentam parecer nerds dizendo coisas como “Eu sou que nem aquele cara verde lá daquele filme do espaço”.
Me orgulho de ser nerd pois:
1- Apesar de meu nome ser junção do nome das minhas bisavós ele carrega um peso de mistério…
2- Fui a primeira, em 15 anos, a gastar só 4 anos pra me graduar bacharel em piano e ainda passar na seleção do mestrado em primeiro lugar geral (antes de formar…)
3- Também fui a primeira (no Brasil) a escrever um trabalho comparativo sobre músicas evangélicas de diferentes ramos, indicado para publicação (apesar de hoje não querer mais escever sobre isso…)
4- Li Dostoiévsky na adolescência e hoje ler Raphael Draccon com prazer
5- Viro noites com livros e dias com gente…
6- Viro noites com gente e dias com livros…
7- Sei o real valor de coca-cola com chocolate… e sunday com fritas…
8- Sei que afasta quem acha ser nerd um porre, mas aproxima quem sabe que ser nerd é um barato…
9- Olhava pro céus e identificava constelações (e hoje a gente tem que fugir porque as luzes da cidade ofuscam as estrelas…afff!!!!)
10- Pedi de aniversário as 4 anos pra me colocarem na aula de piano… sem sequer imaginar que isso mudaria a minha vida… (Aliás, sem saber que isso seria o sangue que corre nas minhas veias…)
Há algum tempo os fãs de Thundera foram surpreendidos pela notícia de que estaria sendo produzida uma nova versão da clássica animação Thundercats.
Os boatos foram confirmados e recentemente já foi divulgado inclusive o trailer com o estilo dessa nova animação, colocado ao final do post.
A questão é que apenas lembrar do nome dessa marca já traz recordações indiscutíveis a todo moleque que cresceu se arrepiando com o som das cornetas que anunciavam a abertura da série. E alguns detalhes daquela produção eram tão visionários perto das animações que pipocavam naquela época, que analisando mais friamente é compreensível o sucesso por detrás do arrasa-quarteirão.
Então é sobre isso que nós vamos falar hoje.
Sobre como uma animação enxergava além do alcance.
ps: se pelo botão (mais) abaixo o post apresentar uma formatação diferente, ele poderá ser visualizado normalmente direto pelo link aqui.
Mesmo não tendo nascido nos anos 70/80 eu assisti Thundercats na SBT e sei que minahs manhãs nunca serão tão boas como aquelas em que eu comia pão com mateiga e leite com nescau
Thundercats foi um marco da minha infância!!
E eu era uma criança chata que vivia imitando o Snarf!!! (infelizmente, ainda hoje faço isso às vezes… “Snaaarf!” hahaha!)
E até hoje eu não sei se com os novos personagens da série antiga a série ficou melhor ou pior… O Lynx era bacana e os outros Thundercats tb, mas os Lunatacks achei meio forçado. Acho que antes da chegada deles era melhor.
Thundercats foi O MELHOR desenho de ação que já foi feito na TV mundial. Lembro que estreou nas manhãs de domingo, na Globo.
Tenho fé de que essa nova versão também vai ser um sucesso. Mais do que um remake, é um reboot da série, que vai agradar o público mais novo e a geração antiga.
dragon ball????? DRAGON BALL???????? só o fato de vc ensaiar uma comparação entre Thundercats e Dragon Ball já constitui uma falta de bom senso sem precedentes.
sempre tem um querendo aparecer se mostrando do contra… thundercats fez muito mais sucesso do que aquela bosta mal desenhada que se chama dragon ball naquela época.
para quem assistiu Thundercats na infancia, Dragon Ball passou na adolescencia;
dragon ball só não fez mais sucesso porque: foi censurado demais, passava em horários aleatórios, e em programa não condisente com o foco dele.
e sim, Dragom Ball é muito melhor que Thundercats; só pelo fato de ter uma história contínua, e não um argumento que se repetia em todo episódio; isso porque mesmo tendo japoneses na produção de TC, a produção era para o publico norte-americano, acostumados com o sucesso de silverhawks, entre outras animação infanto-juvenil de ação.
Dragon Ball podia até ser “mal desenhado”, porém tinha cenários mais ricos, e colorização mais detalhada (sombras, os desenhos americanos não tinha ideia de luz e sombra para dar volume)
embora DB tenha o problema de muitos animes da Toei, (alongar demais os spisódios) o anime dava boa mescla de ação (com movimentos influenciados pelas artes marciais, inclusive algumas baseadas no kung-fu de Jackie Chan); humor e erotismo.
já thunder cats todos os episódios eram “iguais” (norte americano adora repetição excessiva); em todo episódio começa com lion treinando, daí vem o vilão, os prejudicam, eles lutam, perdem, daí lion usa a espada mágica, todos ficam mais fortes, e vencem os capangas, para no final mum-ha ver seu reflexo na espada do Lion, e voltar para a tumba. é uma fórmula de sucesso (scooby doo é a maior prova); mas não dá para comparar duas séries tão diferentes, ainda mais que Dragon Ball foi extremamente censurado, e não tinha horario certo (diferente de TC que tinha horário fixo, e já era politicamente correto para a época.
Excelente artigo. Eu lembro de ter assistido a estréia na Globo.
Só que Lion-O cresce porque Jaga deliberadamente ajusta a câmara de animação suspensa de Lion-O para permitir algum envelhecimento, enquanto os outros Thundercats, ficaram em animação suspensa total, preservando suas aparências.
Ele faz isso porque acreditava que assim seria mais fácil para Lion-O liderar a equipe, que teria um adulto em vez de um moleque liderando a equipe. Só que ele continuava com cabeça de moleque e sempre aprontava das suas e vivia levando broncas de Panthro, Tygra e Cheetara.
Não me lembro se o Thundriliun enfraquecia os Thundercats, mas tenho certeza de que era o combústivel para todos os equipamentos deles, inclusive o Thundertanque e a Toca dos Gatos.
Agora, não entendi a referência do Olho de thundera com Sauron. Eles realmente são parecidos, mas o olho de Sauron só veio anos depois com a saga do Senhor dos Anéis de Peter Jackson. Para mim, o que aconteceu foi o contrário. Peter Jackson deve ter visto Thudercats quando moleque!
Desculpe, amigo. J. R. R. Tolkien escreveu o Senhor dos Anéis muito antes de Thundercats ter sua existência pensada. Muito antes de você nascer inclusive.
errado, o Olho de Sauron veio do livro do Senhor dos Anéis de J. J. R. Tolkien, publicado em 1949, e poderia ter sim servido como inspiração p/ o desenho.
Sim, os livros vieram muito antes. Mas a referência não era visual. Até o filme surgir, qualquer um imaginava o olho de Sauron com alguma liberdade, dentro da descrição do J.R.R. Tolkien.
Assim como o Daniel bem observou, eu não disse que Thundercats foram lançados “antes” de “Senhor dos Anéis”. Mas o ícone usado na matéria, foi criado na produção do longa e não por J.R.R. Tolkien.
MEU DEUS, COMO ASSIM????? O primeiro livro (* Silmarillion) que narra a formação da Terra Média começou a ser escrito em 1917 e foi publicado em 1977…a saga dos 3 livros do “Senhor dos Aneis” e “O Hobbit” foram escritos entre 1937 e 1949, sendo lançados apenas entre 1954 e 1955.
O próprio Tolkien morreu 10 antes dos Thundercats ser destribuido em 1983.
E outra, o “olho de Sauron” não é uma criação do Tolkien, ele é baseado no “olho que tudo vê” presente em mitologias e culturas muito antigas.
Pois é meu amigo, o olho de Thundera é tudo menos original, é apenas uma releitura adaptada para os ThunderCats
Acho que o que ele quis dizer foi que a imagem do Olho de Sauron, como apareceu nos filmes, é baseada no Olho de Thundera.
Tente encontrar uma outra imagem do Olho de Sauron que não seja a dos filmes!
Exatamente Daniel, em nenhum momento disse que Thundercats foram feitos antes de “O Senhor dos Anéis” (os livros).
Neles há a descrição e, talvez, alguma referência gráfica de como seria o Olho de Sauron, mas os leitores tinham a liberdade de imaginar como ele seria.
A referência usada na matéria foi feita na produção do longa, que obviamente veio bem depois de Thundercats.
Antes de postar indignações infundadas, favor ler com atenção! :D:D
Thundercats antes de J.R.R. Tolkien… Onde já se viu?
Thunder, thunder, thunder… estudava a tarde e não perdia um episódio, gostava tanto que cheguei a colecionar a toca dos gatos, a cripta do mumm rá e a espada justiceira tinha um botão no cabo que acionava o olho de thundera …. “que tempo bom que não volta nunca mais” já dizia thaide e dj hum
abs
Realmente, a série original era muito boa, que bom que viví esta época
Mas putz, não pude deixar de ficar arrepiado só de ver esse trailler do CN aí… du ca@#$#$%#% !!!
Lion cresceu por que a sua cápsula tinha um rachado. E senhor dos anéis tem mais de cem anos que foi escrito. O filme é novo mas a história é velha. Acho que o que enfraquecia os thundercats era o thundranium e não o thundrilium.
A cápsula não estava rachada. No episódio piloto Jaga se oferece para pilotar a nave até o destino deles, explicando que às vezes a capsula não retarda completamente o envelhecimento e que ele já estava velho demais para sobreviver à viagem mesmo na capsula. Mas apenas Lion e Snarf envelhecem na viagem.
Thundriliun não enfraquecia eles, e sim servia de combustível pros veículos e pra base.
E o Lion-O envelheceu pq a câmara em q ele dormia deu defeito. Então ele era só uma criança com corpo marombado parecendo ter 30 anos tendo q liderar um grupo.
@RD – Servia de combustível sim. Mas tem um episódio em que o Tygra entra numa caverna que, se não me engano, está cheio dele. Aí ele começa a envelhecer e a Cheetara tem de correr para tirá-lo antes de se expor por muito tempo.
véih, quase chorei aki… não axo q vá ser igual ao primeiro, mas sóh de não deixar o Lion-O morrer no esquecimento jáh tem infinitos congratulations meus
(eu gostava do snarf kkkkkkkkkkkkkkkkkkk)
Ótima notícia!!! Thundercats e Caverna do Dragão eram meus desenhos favoritos.
Inclusive dos meus pais, que assistiam comigo e minha irmã.
Nós duas tinhamos o fardamento completo; camisa, bermuda, mochila… Tudo está registrado em fotos constrangedoras. Eu não tirava a camisa do Lion-O por nada. A não ser pela do Internacional de Porto Alegre!!!
Ótimo post.
bjo.
Post incrível Draccon! Se tem um desenho que marcou minha vida é Thundercats! Fora de série! Até hoje quando fico cantarolando a música tema de abertura do desenho me arrepio e passa uma sensação de coragem e motivação sem igual!
Cara, não sabia nem da metade das coisas que você disse aí sobre todas essas referencias pop, mas que foda! Realmente os caras foram inovadores e pioneiros, pois se tem coisa que chama a atenção no desenho é a trilha sonora super rock’n roll e as sequencias de ação totalmente nunca vistas antes num desenho na época (pelo menos aqui no Brasil).
Também sinto que esse novos Thundercats será muito bom, talvez até possa superar o antigo, mas pra isso vai ter que melhorar o grito do Lion que tá muito fraquinho pelo que deu pra ouvir no trailer. O grito do Lio tem que ser poderoso, potente e firme! Na animação em computação gráfica que também está sendo produzida dos Thundercats (como longa metragem) o grito também tá bem xoxinho!
Também não gostei da Cheetara na versão nova, ficou parecendo uma adolescentezinha sem graça, sem sal nenhum. Perdeu as curvas que nos atraiam…
Valeu pelo post, traz muitas lembranças! E que venha o live-action bem produzido!
Eu nasci depois de Thundercats ser cancelado, mas eu uma vez encontrei um DVD gravado do desenho e fiquei completamente viciado. E como todo nerd decente comecei a colecionar artigos relacionados a série: figuras articuladas dos personagens, uma réplica da espada justiceira, camisas estampadas com o logo, etc. Eu mostrei para os meus amigos e eles também adoraram.
cara.. sou de 1980 .. de lascar o post.. ainda falo até hj a velha frase do Mumm-Ra: “Antigos espíritos do Mal… transformem esta forma decadente… em Mumm-Ra!”. ..
isso eh uma esculhanbação com o desenho original faz uma idiotice de um desenho de cavalaria com castelinho e espada azul meu irmão. isso eh falta do que fazer, esses produtores dessa porcaria podia parrar de ferrar as velhas idéias e apoiar idéias novos, respeitem os velhos personagens eles fazem parte da cultura inutil de muitas pessoas.
Foi colocado no ar o Papo na Estante 26, sobre o tema Terror na Literatura, com participação minha e do André Vianco.
O podcast é comandado por Thiago Cabello em parceria com o Gabriel Gunslinger do O Nerd Escritor. Para escutá-lo, só clicar na imagem abaixo ou no link aqui.
Conexão chuvosa; minha voz saiu meio robótica no início, mas depois foi melhorando.
No papo, conversamos sobre as diferenças entre terror e horror; o começo do gênero; autores importantes; características do estilo em livros, a competência de Guillermo Del Toro, filmes e games; por que Crepúsculo não é terror e até sobre os novos trabalhos.
Alguns posts da nossa coluna que foram citados estão com os links abaixo.
Eles antigamente andavam nas sombras e eram contados como lendas sombrias, daquelas sussurradas pelas pessoas aterrorizadas demais para equilibrar o próprio bom senso.
Com o tempo, tal qual ocorreu com os zumbis, seus feitos fantásticos foram devorados pela cultura pop e seus mitos foram desconstruídos, reconstruídos e reimaginados.
O resultado disso é sobre o que vamos falar hoje.
Sobre as lendas e a popularidade desses carismáticos seres das sombras.
Sobre os bastidores do clã de assassinos mais famoso do mundo.
Treinei ninjutsu por 2 anos quando tinha 15 anos. Confesso que comecei por influência do imaginário pop, mas posso garantir que o pouco que aprendi foi o suficiente para me salvar de boas encrencas!
ps. Cara, vc desenterrou o Capitão Ninja! Assim que li o post comecei a procurar a Supergamepower com essa imagem… infelizmente não achei :/
@raphaeldraccon – Nossa, “Super Game Power”…. foi você quem me deixou nostálgico agora…
Artigo bacana.
Aconselho aos apreciadores de NINJA (ou MÉDICOS) o webcomic “The Adventures of Dr. McNinja” (a doctor who is also a ninja): http://drmcninja.com/newreaders.php
Caraio eu amo seu livros Draccon (se me permite informalidade) estou terminando agora Corações de Neve a lem de sempre ler seu posts aki eu queria saber se vai ter 4 livro? vlw
@raphaeldraccon – Agradeço a confiança. É bem provável, mas ainda não há previsão. Assim que tiver mais detalhes, prometo que informo
cara gostei muito do texto
apesar de nao concordar com algumas coisas
mais ta otimo
quanto a matar com um toque tbm acho dificil
mais o cara nivel 20º existe se chama Masaaki Hatsumi
Cara se você trabalhou em um canavial até seus 15 anos de idade, não quer dizer que você vem falar tudo isso só porque vpcê não gosta de ninjas ou você seja muito gordo para dar saltos mortais e se esconder atras de fumaça.
Lógicamente que pessoas de juizo pleno não acredita que eles voem ou se transformem em folhas.
Só pra nós deixa a galera se divertir Ser NINJA é um sonho pra muita gente.
^^
@raphaeldraccon – Se você leu o post inteiro e a única conclusão a que chegou é a de que eu NÃO gosto de ninjas, então não me surpreende que se tornar um lhe seja apenas um sonho…
só mais uma coisa, uma das tartarugas ninjas se chamava como mesmo? hummm Rafael? aposto que te zoavam na escola por isso!
@raphaeldraccon – Na verdade eu cheguei a fazer um tema de aniversário aos 12 anos com ele. Além do Rafael gigante no bolo, eu mesmo passei a festa inteiro vestido de ninja negro…
Os dois melhores exemplos ninjas na minha opinião já foram citados: Elektra e o Tentáculo nos quadrinhos, e claro.. Tenchu, do Playstation. Eu adorava aquele game.
“In three days time he’ll rise again.
When it comes to acting stealthy he scores a ten!
Instead of Chinese stars he throws unlevened bread!
Then he drinks a pint of spirits straight to his head.
He’s Cyborg Pirate Ninja Jesus!
Cyborg Pirate Ninja Jesus!”
o que a galera mais viaja com base nos ninjas é acreditar que eles existiram na mesma epoca que os samurais……..a epoca dos samurais e dos ninja são diferentes.
Capitão Ninja…Já desenhei muito essa figurinha pra editora Trama…
Bom…
Ninjas e samurais FORAM contemporâneos. Isso está na história do Japão e está documentado. Os ninjas surgiram através da mescla de várias culturas : camponeses, piratas, monges chineses, etc, muitos desses povos mais humildes eram perseguidos e escorraçados pelos samurais que trabalhavam para os Daimyos, muito parecido com a relação entre coronéis e jagunços aqui no Brasil.
Pra constar, Hanzo Hattori era samurai e de famíla tradicional ninja remanescentes da região de Iga. Descobriu-se ese fato publicamente muitos anos após sua morte.
Por favor, informe-se antes, ok? Não deturpe os fatos.
Sei disso pois pratico ninjutsu a 10 anos e também leio História.
Ser ninja é algo muito mais do que simplesmente se vestir de preto, botar uma máscara e saltar como um macaco. É uma filosofia de vida diária e profunda.
Mas hoje não há ninjas propriamente ditos, apenas praticamos ninjutsu, nada mais… o último ninja mesmo que esteve em ação direta foi Toshitsugu Takamatsu Sensei.
A revista Veja há algum tempo se referiu ao personagem Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, como “o primeiro super-herói brasileiro”.
Na verdade, contudo, Capitão Nascimento foi apenas o primeiro grande herói pop e levado a sério. Tempos atrás, lá pela Era de Bronze dos quadrinhos, porém, nosso país possuía seus próprios super-heróis para enfrentar ameaças das mais esdrúxulas.
Eu nem sabia que havia tantos super-heróis brasileiros. Mas vamos combinar que faltava criatividade aí né? Todos ganhavam super-poderes por causa de um alienígena!
Como sempre um post maravilhoso!
Eu não imaginava que existia tantos super-heróis assim no Brasil e muito menos que possuíam nomes tão bizarros. rs
Adorei a foto do Batman no início e todos os comentários do Draccon. Ficou um dos posts mais engraçados de sua coluna.
Parabéns! ÓTIMO POST!
Mas ta faltando um! Eu não lembro o nome dele direito, mas ele tinha um chapéu de Cowboy e atirava raios por uma guitarra! Você lembra dele? Alguem que souber o nome desse ae me diga, pq eu gostava demais das revistinhas daquele cara! =)
@raphaeldraccon – Pô, é o Golden Guitar! Só não o citei pro post não ficar maior. Mas o assunto merece mesmo um segundo post…
Faltou o Celton, de BH. O cara faz gibi a 20 anos. Começou no preto e branco e hoje já tem alguns retratos da cidade desenhados graficamente. Vale a pena conferir.
AH VAI TE CATA!!!!
Q LISTINHA BESTA…. ESSES HEROIS AI É A MESMA COISA QUE MONTA UM BAR OU MERCEARIA E FALI UM TEMPO DEPOIS…
O 1º HEROI DE RECONHECIMENTO MUNDIAL DO BRASIL É O BLANKA!!!!!
Essa história de heróis é coisa do passado. Eu gostei muito do visual do site.
Aliás o Sedentario já se encontra na minha lista de http://ocioso.com.br e http://redbus.freevar.com – os dois melhores. Aliás que todos acessem o http://redbus.freevar.com – É muito legal e vale a pena adicionar aos favoritos
Primeiro eles caem nas graças do público, depois vem o esquecimento.
Daqui a alguns anos ninguém vai achar o Capitão Nascimento tão glorioso assim. A população vai crescendo e os heróis perdendo a graça, já que não compartilharam na mesma época.
Cara, atualmente existe o Quebra-queixo, do Marcelo Campos, ele desenha muito bem pelo que vi nas capas, até agora não li mas já vi pra vender em muitos lugares e segundo a Wikipédia ele já desenhou até pra HQs americanas.
tinha um heroi da tv…mas acho que ele não tinha Hq…o Vigilante Rodoviario…esse a minha mãe já falou dele e ela fala que era bom….tambem fala que foi um heroi feito na epoca onde começou a criação das grandes rodovias e era uma propaganda descarada para fazer o pessoal confiar na segurança das estradas…acho que agente precisa dele de novo…principalmente em ano novo e carnaval…eu sei que tem uns mais modernos…ou são apenas reinvenções dos antigos…pois eu sei que tem um cara chamado Capitão Cometa e fez até que um sucessozinho por um tempo mas como todo bom Hq brasileiro cai no ostracismo
Nossa, quem diria que o Brasil já teve tantos super heróis. Pra mim, um que poderia ser citado aí, ou uns, seria os Combo Rangers! Cara, eu tenho todas as edições lançadas em quadrinhos. Uma pena que o Fabio Yabu desistiu desse projeto. Era muito maneiro!
Enquanto lia o post lembrei na hora do pequeno ninja!!!
Li várias revistinhas dele quando era criança, com certeza o principal super-herói brasileiro pra mim!!!
Pow acho que esse é o post mais foda que já vi no sedentário, é um grande estimulo para os artistas brasileiros do underground. E uma ótima ação para mostrar para o público que também temos super-heróis. Só não temos os melhores e mais populares que os americanos Marvel e DC, porque aqui não há investimentos milhonários como lá fora.
Mas temos ótimos representantes aqui.
Um exemplo é esse abaixo, um cara (Cadu Simões @cadusimoes) da minha cidade Osasco, faz com alguns amigos o Homem-Grilo que por aqui é bem famoso e tem até um bar em homenagem ao personagem (acho que o bar é da familia do Cadu, um dos bares mais antigos da cidade).
Nova do Emir, Vigilante Rodoviário (entra no meio), algumas ligas perdidas por ai, temos herois do Colin como o Caraíba. Tem mais gente ainda, sempre tem. Isso contando os que estão dentro do “Universo Brasil”.
DEMAIS! Posts assim dão orgulho de acompanhar o blog! Faça sim uma continuação! Muito bacana, pena que infelizmente a cultura de termos heróis nacionais morreu =/
Palmas para esse post. Muito bom mesmo cara. Parabéns!!!
Agora esses heróis brasileiros…rsrs… tudo bem que no contexto da época, blá blá blá… mas pelamordeDeus!!!
Infelizmente ainda não sabemos aproveitar nossa rica cultura para criar coisas realmente boas.
Ô Rafa! Agora que você enfiou o pé na jaca, sai chutando o balde: faltou a minha criação, que é bem mais legal que essas bostas de véio cagão aí! http://www.milnomes.com
Mesmo porque eu publiquei por editora de verdade, esses aí são tudo fanzineiro que nunca sairam do gueto.
Se quiser um exemplar do meu livro, te descolo um e tals.
Já resenhei Velta e questionei a postura moral de seu autor, Emir Ribeiro, em meu blog.
Convenhamos, estes heróis brasileiros, principalmente o Raio Negro são frutos do plágio descarado em uma época onde a desinformação reinava e qualquer coisa valia.
Hoje em dia não é assim mais, mas muitos desses “autores nacionais” ainda estão parados nos anos 50, 60 e 70, escrevendo história de criança velha para outras crianças velhas.
É POR isso que NINGUÉM de hoje ouviu falar dessas porras.
Ao contrário do Roberto Nascimento, que teve dois filmes sucesso de bilheteria e reconhecido internacionalmente.
ESSE SIM será eternizado como um “herói” brasileiro.
Personagens brasileiros — no contexto — não são apenas aqueles criados por autores brasileiros mas personagens cujas histórias se passam por aqui e cujo fundo de cena também o é. Um brasileiro criando um personagem chamado Jack Morrison cujas histórias se passam em Tokio não criou realmente um personagem brasileiro, por melhores que sejam as histórias.
Não sabia que o Brasil tinha tantos super-heróis! Mas acho que eles não tinham muita criatividade, pois todos ganhavam poderes de extraterrestre!!! Mas muito boa a postagem, e gostei da última imagem do post.
Adoro esta coluna!
E percebo que estava alheia à quantidade de super heróis brasileiros…
Cara, o Capitão 7 realmente lembra o National Kid, com erros ocasionais…
Quase todos pareciam precisar de uma forcinha alienígena para se tornarem super heróis, não? XD
E o Judoka só custava 0,50?? Esse, eu queria ler =)
Não pude evitar pensar “Raio Negro e Solimões”… mais brasileiro, só o Judoka!
Não se pode dizer que Mylar não tinha estilo… esconderijo em Fernando de Noronha! Não peça mais nada da vida |o| #paraiso
Adorei este post!
Faltou o Garra Cinzenta e o Cláudio Seto.Não sei se pq eu que curto hqs há 10 anos ,desde comics,mangas e fumettis e gibis.Mas achei o seu post dessa vez mto do tipo de “mídia adesista”,por favor passados 50 anos desses heróis , eu esperava não um saudosismo ,mas uma reflexão maior.Falar da Mônica seria bem mais interessante,além da ligação do Tezuka com o Maurício ,algo que não é muito conhecido do grande público.
Se quiser falar bem do BRASIL,fale de samba,bunda e caipirinha,ou do atleta do século.
achei muito enteressante seu post.
Agora estou estudando no colégi o tema HQ e tenho que fazer uma conclusão pra este assunto, eu e minha equipe vamos fazer uma fotonovela com um personagem criado por nós mesmo, então queria saber de vc, como seria um super heroi hj, quais seua poderes, o que ele combateria ja que hj em dia a tantas coisas a srem concertadas,
obrigado pela atenção
“Curiosamente, também em 65, Stan Lee criou um herói chamado Black Bolt, o inumano mais poderoso do mundo.” – apenas a título de curiosidade, segue a contribuição:
Raio Negro, criado por Gedeone Malagola, primeira aparição em fevereiro de 1965.
Black Bolt (Raio Negro), criado por Stan Lee e Jack Kirby, primeira aparição em dezembro de 1965.
Black Lightning (Raio Negro), criado por Tony Isabella e Trevor Von Eeden, primeira aparição em 1977.
Black Bolt (Raio Negro) da Marvel é posterior ao do Gedeone.
“Não, garoto! Não é o Ciclope não! Tem que falar quantas vezes…” – ainda observando, o Cyclops adere ao visual assemelhado ao Raio Negro apenas em 1967. Antes ele tinha aquele uniforme amarelo. Vale lembrar que Cyclops lembra muito o The Comet, que inclusive solta raios pelos olhos após abrir portinhola da lente da máscara: http://comiccoverage.typepad.com/comic_coverage/2007/03/gold_nuggets_th.html
porra cara, chamar a porra toda de plágio não contribui em nada com nada. ciclope a raio negro forçou a barra, porque o visual do raio negro veio antes do ciclope. acho que tem de criticar mesmo, pois a crítica ajuda na melhora dos roteiros, desenhos e tudo mais. mas, daí a fazer crítica vazia, chamando tudo de plágio, sem nem pesquisar direito (tenho quase certeza que você tirou tudo de um site só) é um desserviço. meus pêsames.
Talvez você conheça essa sigla porque ande gastando centenas de suas horas com a Square Enix. Talvez porque seja um saudosista de livros em primeira pessoa, cheios de finais e opções diferentes de trajetória para o protagonista. Talvez porque tenha lido matérias policiais mal direcionadas.
Talvez porque tenha dor nas costas.
Não importa.
O caso é que hoje nós vamos falar sobre o que você deveria pensar de verdade ao escutar essa sigla. Sobre a trajetória e peculiaridades do maior jogo de imaginação já criado pela humanidade.
Do verdadeiro papel da maior escola de contadores de histórias já criada.
Adorei o post! Assim como todos os outros do Raphael Draccon!
RPG foi um dos impulsos para a nova literatura de fantasia brasileira. Vejo que as horas que eu ficava lendo os livros jogo ou das minhas escapatórias para jogar Vampiro – A máscara valeram a pena!
Continue com esses maravilhosos posts!
Eu sempre adorei RPG. Sou veterano do fim dos anos 80. Gostei tanto que acabei me rendendo a outra paixão relacionada ao assunto, que eram as miniaturas de chumbo. Comecei colecionando e pintando, mas logo acabei me tornando um dos únicos escultores de miniaturas de RPG do Brasil. Dos bonequinhos de 2,5 polegadas para esculturas em escala real foi um pulo. Minha casa tem até hoje o troféu de uma cabeça de troll na parede, recordações de bons tempos em que entre os meus amigos nerds eu era realmente o god of war, afinal era o único cara que fazia armas de metal de verdade para ambientar os jogos. Até hoje meu escritório é decorado com as espadas que fiz naquele tempo. Infelizmente a cabeça de lobisomem, a cabeça de alien e a cabeça de dragão, (isso tudo ficava na parede do meu quarto) já estavam empoeiradas, e como não combinavam mais com a decoração e eu acabei jogando fora.
O verdaderio alavancador do RPG no Brasil, que contribui para a grande popularização do gênero na primeira metade dos anos 90 foi o sistema GURPS. Faltou mencioná-lo!!!!!
GURPS era o centro dos encontros e das jogatinas, as lojas alavancaram vendendo os seus suplementos (Forbidden, Devir, etc).
Poxa seu texto precisava abordar o GURPS e o papel que ele teve por aqui!!
E outra coisa, você também não falou sobre Live Action!! Poxa, quem nunca participou de uma aventura Live Action de Vampire?? Aliás, lembra do bar Gotham ali na Arthur de Azevedo em SP? Era um point de Live de Vampire…
Muito bom o texto! Comecei no D&D primeira edição, colecionava as Dragão Brasil inclusive tinha algumas Dragon Magazine e tinha também uma que chamava Só Aventuras. Ja joguei Vampiro também, hoje tenho D&D 3.5 e o uso cenario da Tormenta que pra mim é excelente!
Tenho 26 anos e jogo RPG desde os 11. Já sou um Debutante…
Comecei com GURPS, passei pro AD&D mas o que mais me marcou e o que ainda jogo até hoje é Storyteller. Uma coisa que penso sempre é que quando tiver meus filhos, mestrarei para eles. E continuarei sempre jogando com os amigos… nem que seja já um coroa aposentado com amigos coroas nerds xD
RPG estimula a imaginação, o raciocínio rápido e lógico. Sem contar que desenvolve a interpretação, desenvoltura e ajuda muito os mais timidos que não conseguem falar em público.
Muito boa a matéria!
Sugiro que este assunto seja pauta constante no SH
Abraço!
Obs.: Jogadores de Storyteller do RJ Uni-vos rss
meu e-mail: [email protected]
Um texto longo sobre RPG e nenhuma menção ao GURPS?
Passei boa parte da minha adolescência jogando RPG, principalmente uma campanha épica de Fantasy que foi se estendendo ate fazer aniversario.
Ainda guardo minha pasta de fichas e livros, tenho de tudo um pouco: Gurps, Vampiro, Legends of the Five Rings.
Época boa.
realmente Gurps é clássico, faltou uma mencionar mas também não foi nenhuma gafe ^^
sou mais da linha do D&D e Storyteller.. aquela imagem dos aventureiros olhando o mapa por sinal é do livro do jogador D&D né? haha
Muito legal o post, e realmente é uma pena ter que abordar o fato da comparação do RPG com atos criminosos, é lastimável. RPG é um ótimo estimulante intelectual, não uma má influência.
Ah, RPG… paixão eterna, não tem jeito. Ler este post me causou um efeito nostálgico indescritível, hehehe… Muito bom.
Hoje escrevo um livro de fantasia (que, aliás, criei coragem para começar dps de ler um dos primeiros posts seu Raphael… quando chegar a hora pedirei para vc fazer o prefácio eita pretensão!).
Enfim, é muito óbvio para mim a influência que o RPG teve não só na minha escrita, mas tb em vários aspectos da minha vida. A imaginação se abre de uma forma que não tem volta.
Ótimo post.
Eu que nunca joguei RPG e nem tive curiosidade, gostaria de algum dia por acaso, jogar.
Mas li atentamente seu texto até porq está muito bem escrito e não tem (como costuma ter) akela parede de textos sobre RPG…
Mas fica ai o meu joinha! vou ler mais as suas colunas.
Meu sobrinho AMA jogar RPG. Já tem um turma que joga junto há anos… Eles eram todos meninos, hoje são rapazes e ainda curtem para caramba. Joguei uma vez, e adorei… Beijos
Raphael, existe um modo de jogar RPG através do Orkut. O que torna possível se jogar algo parecido com o RPG de mesa com amigos a distância.
Aqui o link da comunidade que eu frequento e que deve ser a maior ativa:
Tenho 27 anos e com uns 14 anos joguei bastante com AD&D.
Depois na era online, jogava Ultima Online (UO), onde ajudei a criar os shards Mystara e Mystical Tales. Era uma época boa…Como não tinha banda larga, passava a noite em claro jogando porque era mais barato a conexão e de manhãia que nem um zumbi pra escola!
E na época não tinha programs decentes de macro e também não podia usar. Então montava atalhos no computador pra uma ação repetitiva, diminuia o intervalo de repetição do teclado no windows e travava os botões do teclado com palito de dente! Forma tosca de ficar repetindo as ações! Mas não dava pra simplesmente deixar e ir embora, porque sempre tinha que ficar esperto pra não ser morto por alguém no jogo enquanto fazia as ações.
Depois de mais velho joguei um pouco WOW, mas não teve a mesma emoção dos tempos de UO. Talvez pela época, por não ter mais tanto tempo….
Só faltou mencionar que antes mesmo de lançar no Brasil os livros de Aventuras Fantásticas, existiam duas séries de livros com capa branca que se chamavam “Agora você decide” e “Faça sua história”. Ambas eram publicadas pela antiga Ediouro. O diferencial era que não havia dados para jogar. Era apenas as decisões de ir para um lugar ou outro. Esses sim teriam sido feitos poucos anos após os da Aventuras Fantásticas, mas chegou antes ao Brasil, por volta de 1985.
Na 5ª série eu e outro menino uns anos mais velho (por onde andará Luizito?) sempre esperávamos pelo menos uma hora até nossos pais chegarem pra nos buscar. Ele começou a me contar uma história, e parava pra perguntar o que eu ia fazer. Era meio esquisito mas muito legal, e ele sempre me matava de sacanagem =/
Ele falou que tinha gente que usava livros, dados com muitas faces, e que era um jogo chamado RPG. Minha irmã foi ao Rio de Janeiro e pedi pra ela trazer o que encontrasse, e quando voltou me deu “A Espada do Samurai”, uma aventura-solo. E eu nunca deixei de rolar os dados nas batalhas! Minha primeira morte foi contra um monstro gigantesco – fugi para uma caverna e o tremor das passadas dele fez com que ela desabasse. Deu uma emoção estranha ao terminar o livro (depois de começar do zero), de não querer que a história acabasse.
Daí em diante tive muita sorte de ter amigos nerds com livros, difíceis de achar em Cuiabá. Veio Holy Avenger, comecei a comprar 3D&T, Dragão Brasil, uma livraria instituiu sábado como dia de encontro de RPG, conheci muita gente bacana e joguei várias one-shot. O estranho é que nunca joguei uma campanha longa nessa época – só comecei mesmo quando fui pra faculdade, onde estou com o “mesmo” grupo de D&D há cinco anos!
Até hoje, quase 15 anos depois de ouvir a frase pela primeira vez, ainda dá uma alegria estranha ouvi-la: E agora? O que você quer fazer?
Opa e ai blz. Primeiro gostaria de parabenizar pelo post, é difícil ver alguém defender o RPG, ainda mais de forma tão coerente. Eu já jogo RPG a uns 10 anos, e participo da mesma história a 6. mas gostaria de fazer um adendo, não só a literatura, mas vejo a música também com pessoas influenciadas pelo RPG, citando como exemplo de Rhapsody Of Fire, que provavelmente fez todos seus cd’s baseados em jogos de RPG, quanto Blind Guardian que faz suas músicas baseados em livros do Tolkien, o RPG é sim uma cultura mundial que podemos dizer que esta em todas as áreas que passamos hoje.
Primeiro RPG que joguei no viedogame e que me viciou nisso, até hoje: Super Mario RPG, do SNES…me lembro perfeitamente quando o conheci, de todo o trabalho que tive para achar a versão em inglês (só se achava a versão japonesa!!)… já fechei umas 10 vezes, e ainda hoje tenho vontade de jogar hehe
Excelente post, ele deveria ser publicado em alguma grande revista de circulação nacional!
Abraços!
Cara muito legal todo o conteúdo, além de jogar F.F’s, onde o melhor na minha opinião é o F.F. Tatics (contando a fantastica jornada do Ranza Belouve),eu também joguei, e ainda sigo suas novidades, Magic The Gathering, que não deixa de ser um método de RPG mas é em card, e hoje em dia tem dezenas de outros card’s game nesse mesmo estilo.
É uma aula de criatividade, de arte (já que nos card tem ilustrações e tenho até idolos como Kev Walker e Jon Avon) e pra que opta da até pra aprender um pouco de inglês.
Vlw por me fazer lembrar de algo tão bom da minha vida que foi jogar draft’s e mesões regados a café preto desde meio-dia até tarde da noite com chuva ou sol ^^”
Tenho 23 anos e só joguei RPGs eletrônicos como as sagas Breath of Fire, alguns Final Fantasy, Grandia e Xenogears (Playstation e SNES). Quando tinha uns 10 anos, uns primos jogavam Magic: the Gathering, até comecei a jogar mas não acompanhei muito, só guardo uma carta de recordação rs. Porém ao ler seu texto fiquei com muita vontade de ir atrás de novo…Apesar desses eletrônicos que citei não serem da incrível diversidade e infinitas oportunidades de um RPG de mesa ou onde pode se jogar inventando histórias por anos, a possiblidade de se colocar no lugar dos personagens e pensar da forma como eles pensariam, nas situações que acontecem nos jogos, certamente já é muito legal. Sem falar nas trilhas sonoras…Ótimo texto, parabéns!
Como Rafa pediu:
Mestro RPG há um bom tempo (desde 1986 mais ou menos). Meu primeiro contato foi com Forgotten Realms em 81. As mesas mais memoráveis (e campanhas) são aquelas em que jogadores conseguiram se divertir de tal maneira que as lendas ainda são contadas durante as churrascadas (alguns para os filhos até). Acredito que a melhor cena EVER foi durante uma mesa de Dragonlance. Um finado amigo meu interpretava um kender chamado Mentira (piada pronta) e acidentamente ficou isolado num desmoronamento com um DRAGÃO. Resumindo a história, coitado do dragão, pois 2 dias com um kender entediado foram o bastante para ele se entregar para nós sem luta.
O legal de um RPG de mesa, são as “lendas lendárias” que eles rendem…
Como por exemplo…
num cenário de D&D, o clássico meio orc bárbaro, em alto mar, se atraca com um tubarão para impedir que o bicho mastigasse os seus aliados.
Com seu modificador de força +5, ele faz um teste de agarrar contra o tuba e tira um 20 no d20… Fodástico! Ele agarra com força o bichão e o mestre pergunta:
“E awe? O que vai fazer agora?”
E o meio orc com seu 6 em inteligencia responde:
“Vou nadar pro fundo d’água…”
Toda a mesa fica se entreolhando e pensando a mesma coisa – Por quê? -
O mestre pede outro teste de força ao Meio Orc, que filhaputosamente consegue um outro 20 no d20… Absurdooo!!! Diante do fato o mestre pergunta:
“E agora??”
O mei orc com seu 6 de inteligencia responde… “Vou nadar MAIS pro fundo…”
Toda a mesa para e pergunta o mais lógico a se perguntar:
“Pq diabos vc, meio orc, ta nadando agarrado com um tubarão pro fundo do mar???
E não é que o meio orc responde, até com sangue nos zóio:
“É que eu vou chegar lá em baixo e AFOGARRRR ele…”
Parei de jogar a um tempo (simplesmente perdeu a graça pra mim), mas o texto não ficou nada mal, pecando apenas por 1) falar mais da história do jogo que ele em si e; 2) sendo generalista, afinal existem alguns RPGs (a propósito, os únicos que ainda chamam minha atenção) onde o cenário e a trama são desenvolvidos em conjunto entre narrador e jogadores, ao invés de ser elaborado pelo narrador e “jogado” pelos demais. O potencial criativo desses jogos é muito superior ao RPG tradicional.
Realmente, faltou falar de GURPS…. comecei a jogar com a primeira edição que saiu no Brasil, autografada pelo dignissimo sr. Steve Jackson (não é o mesmo do Aventuras Fantásticas), hoje, devidamente encadernada e ocupando um lugar de destaque na minha estante. Sempre gostei de escrever minhas próprias histórias e criar meu próprio universo e para isso o GURPS era A FERRAMENTA. Meu grupo foi o primeiro grupo de Jau (SP), lá pelo final dos anos 80 (por Chtulhu, como o tempo passa). Começamos com 1 módulo básico e muita imaginação. Antes disso já tinha experimentado uma carreira solo com um pouco de aventuras fantásticas e a série “agora você decide” da Ediouro. Mas, RPG é um ato coletivo! É com muito orgulho que falo que aprendi jogar RPG com o saudoso Silvio Compagnoni Martins, em Araraquara/SP, num sábado qualquer, após ficar embabascado com a coleção de miniaturas de chumbo na casa dos pais dele. Participei (mais como ouvinte) de uma sessão inesquecível para mim, conheci o BOB e ajudei a espalhar a lenda desse que seria pra nós, o grande ícone do “não faça isso do RPG”…. parabéns pela Matéria.. mesmo sem GURPS
Ótimo post, só pra não perder o costume…
Assim como tantos outros, serviu pra eu me lembrar da época do colégio, quando a gente se reunia depois do almoço e só ia parar lá pelas 3 da manhã, regado a muita coca e pizza xD
É uma pena que essa vida na cidade grande dificulte tanto pra continuar jogando rpg ;/ Realmente era fantástico!
Abraços!
Comecei com um Dungeoneer, das Aventuras Fantásticas, “Ladinado” de um amigo. Joguei umas 10 vezes, só mudando o nome dos Personagens lol… Depois Vampiro Idade das Trevas, meu Gangrel Viking que tinha duas machadinhas de arremesso, um machado de duas lâminas e um martelo de guerra [E guardava tudo isso em uma bolsa de lobo], depois 3D&T, o segundo Gnomo de Arton [Um dos defeitos do cenário, não tinha gnomo, Editores manés lol...] e D&D, o gnomo bardo. Nos eletrônicos, Chrono Trigger e Zelda Ocarina of Time, nem precisa dizer nada. Atualmente Dragon Age e The Witcher.
Bando de nerd…. eheehe… tô com 28 anos, comecei jogando com 11 nos tabuleiros da Estrela… passei por D&D, AD&D, Vampiro, Lobisomem, Gurps, 2D&T, brinquei com o cômico Defensores de Tóquio… trabalhei em loja especializada… inventei um sistema pra jogar com heróis Marvel junto com amigos… e hoje em dia, como tô sem grupo e sem tempo fixo, sigo jogando no computador e PS3… enquanto digito essa msg tô logando no WOW…
Odeio saber que existem pessoas ignorantes que acham que RPG é jogo do demônio, ou que leva a pessoa para caminhos errados, ou a cometer crimes…
Jogo RPG desde que me entendo por gente, tanto nos “Livros-Jogos”(A Cidadela do Caos, Robo Comando, Planeta Rebelde), quanto no video game (Breath of Fire, Valkyrie Profile, Magna Carta), nem por isso me tornei uma pessoa ruim, ou matei alguem.
Achar que RPG tem influencias negativas é idiotice.
Hoje em dia, gosto muito de ler e devo isso ao RPG, comecei a gostar depois que conheci.
(PS: Até hoje tenho guardado meus “Livro-Jogos” e não jogo fora por nada.)
Rapaz, RPG foi e sempre será meu maior hobby! Por sinal foi através deles que conheci os meus melhores amigos e aprendi muito!
Bem eu acompanhei os ultimos 14 anos de RPG no Brasil, e durante grande parte desse tempo fui um RPGista isolado, jogava ocasionalmente por falta de grupo, mas nos ultimos anos tenho visto cada vez mais praticantes desse excelente hobby, o que me deixa muito feliz, e eu mesmo tenho conseguido apresentar o RPG a algumas pessoas.
E bem, só uma coisa, a Dragão Brasil se chamava Dragon até a segunda edição e não Dragon Magazine, mas existiu uma Dragon Magazine no Brasil, que era versão da Dragon Magazine americana, e era especializada em AD&D, sei pois ainda possuo edições dela e as duas primeiras edições da DB! Além disso a DB depois passou a lançar a revista Só Aventuras em paralelo que vinha somente com material de campanha, sem noticias e algumas colunas como a DB tinha, depois a Só Aventuras foi extinta e surgiu a revista Tormenta que vinha somente com o material do cenário de Tormenta, e por fim quando o Trio Tormenta saiu da DB ela foi assumida pelo pessoal da Rede RPG, mas infelizmente acabou algum tempo depois. Entretanto atualmente existe a Dragon Slayer que é feita pela antiga equipe da DB.
Materia excepcional,muitas coisas citadas no texto eu nem tinha conhecimento,eu nunca joguei rpgs de mesa,mas tenho a vontade de jogar(se alguem puder me dar uma dica de rpg de mesa que de para jogar sozinho eu agradeço pois nao tenho muitos amigos),uma coisa que me deixa triste é o fato dos mmorpgs ano estarem sendo fieis aos rpgs de mesa,coisas como entrar numa taberna,conseguir a sword of blablabla,e se tornar o mais temido no mundo em questao.para mim mesmo nao sendo um rpg,diablo traz toda esta magia aos jogos.nao sei o q esta acontecendo com os criadores de mmorpg,mas nao estao me fazendo impressionar com uma historia envolvente.Parabens pela materia!^^
Como um legitimo representante da Geração Xerox do RPG (fui um dos primeiros a jogar Tagmar) senti falta de uma menção honrosa aos nomes de Marcelo Telles e Adriana Almeida, além do pessoal do site e canal de mirc Trails.
Com certeza já joguei diversos RPGs, cada um melhor do que o outro.
Sou do tipo que gosta mais dos RPGs eletrônicos (atualmente jogo WOW na Blizzard). Joguei muito Legend of Legaia e Final Fantasy para o PS1 durante minha infância (recomendo!).
Quando entrei na faculdade em 2006, costumava ir com um grupo de amigos jogar um RPG medieval no Centro Acadêmico. Muita diversão em pouco tempo (intervalo de aula, intervalo para janta, ausência de professor).
Realmente o RPG nos proporciona uma imensa satisfação de poder tanto interpretar um personagem que admiramos (no meu caso, sempre anões enfurecidos!), quanto narrar nossa própria história (já mestrei também).
Eu não ia citar o GURPS pelos suplementos (que eram poucos em português, muito poucos, principalmente no início da década de 90 – nossa, eu lembro quando saiu o magia em Portugês!) mas sim por ser GENÉRICO, rompendo a barreira dos cenários pré-organizados.
Acho que esse sempre foi seu diferencial: havia opções cenário, ams ninguém dava muita bola não: o mais importante erma as regras de construção de personagens (complexas) mas que permitiam os jogadores e o mestre inventarem seu cenário, o que o GURPS inclusive estimulava a fazer, ao contrário do D&D, Vampiro, trevas e todos os outros, que tinham cenários pré-estabelecidos e sua vida comercial da expansão desses cenários.
Sobre os nacionais, faltou mencionar Mulheres Machonas Armadas Até os Dentes (e as expansão das Freiras) e TWERPS (que eu nem sei se é nacional ou não).
Ah, bons tempos! nada como ver na dragon magazine o cassaro (acho que era ele) dizendo que a tradução de vampiro excluiu uma disciplina (celerity) e inventou outra (rapidez) – dã!
Acredito que vale a pena inserir a serie Diablo ao RPG, afinal foi a serie que fez com que muitos aqui entendessem o quanto é incrivel pegar um personagem level 1 e transforma-lo em um guerreiro level 99.. correndo atras de itens, muitas vezes fugindo de ordas de inimigos, ou abrindo um sorriso quando um item raro caia do Mephisto.. Pra quem nao jogou recomendo e muito, principalmente Diablo II – Lord Of Destruction.
Muito Saudosismo, não sei como está o mercado hoje em dia, acho que tudo muda e deve se adaptar a novas tendencias, infelizmente.
Joguei o Disco dos Três umas vinte vezes kkk. Bons tempos, refrigerante, trakinas, pipoca e muitos goblins lol.
Maldade fazer um post destes…
Ainda lembro quando era mais novo e mestrava 3D&T (um rpg super simplificado, melhor para crianças) e minha mãe virou e disse “MEUU DEUSSS, você e seus amigos fazem esse tipo de coisa demoníaca que estão dizendo na TV?!”. Tempos difíceis.
Peço desculpas antecipadas se eu me extender demais, mas esse é um assunto sobre o qual tenho muito a dizer.
Tenho 20 anos recém completados, a menos de uma semana, e tenho muito a dizer sobre o quanto o rpg influenciou e continua influenciando minha vida.
Quando comecei a jogar, oito anos atrás, RPG não era uma sigla muito usada por aí. Tudo começou devido a um calhamaço vermelho da Trama Editorial, o famoso Defensores de Tóquio, encontrado numa banca de revistas.
Eu, como muitos garotos da época, era viciado em “desenhos animados japoneses” (ninguém menor de 14 chama de Anime) e “seriados de super heróis” (só depois fiquei sabendo o que era um tokusatsu). Ver uma capa cheia de personagens conhecidos desenhados em caricatura com certeza me chamou a atenção, e eu acabei convencendo minha mãe a deixar-me comprar o livro.
Ao chegar em casa, me deparei com um um monte de regras e números, diferente do que eu esperava. Acabei deixando o livro um pouco de lado.
Mas voltei a encontrálo, alguns meses depois. Li-o de cabo a rabo num dia chuvoso e sem muitas opções do que fazer, e a idéia de jogar rpg me conquistou imediatamente. Mas foi impossível convencer mais do que um ou dois colegas a jogar, e os jogos acabavam sendo em grupos de 3, comigo mestrando de maneira tosca e controlando um ou dois personagens.
Aquilo, entretanto, era extremamente divertido, e quando menos percebi estava mestrando para um grupo de sete pessoas. Acabei procurando me aperfeiçoar mais como mestre, e descobri o universo Tormenta, ainda jogando com o mesmo grupo.
De Tormenta para Dungeons e Dragons foi um pulo, quando as edições 3.5 sairam. Logo a minha coleção de Dragão Brasil não cabia mais no armário. Quando percebi, estava jogando Shadowrun, mestrando Vampiro, A Máscara. E tudo isso a quilometros da livraria com livros de rpg mais próxima.
O rpg me levou a gostar de Senhor dos Anéis. Hoje, eu leio cerca de um livro por semana. O jogo de interpretação me ajudou a escrever melhor, e minha nota de redação me ajudou muito a ingressar no curso de Engenharia Mecânica da UNESP. E o fato de lidar com números acelerou meu raciocínio para contas simples, o que melhorou meu desempenho geral de matemática, sem o qual eu não estaria na faculdade.
Hoje, o rpg ainda tem espaço na minha vida. Nas horas vagas, eu desenvolvo sistemas de rpg para jogar com os amigos e escrevo contos sobre meu próprio universo. Nada que eu escrevi foi publicado ainda. Mas esse é o próximo passo.
cara o post fico 10! tu explica de uma forma em q os mais leigos no assunto tenham um entendimento claro(lógico da forma básica) e se interessem pelo jogo
eu ja joguei 3d&t D&D gurps entre outros tmb me reuni com um grupo de amigos e montamos um sistema proprio.Se quando eu comecei a jogar tivesse lido isso naum teria me negado tanto a começar por achar coisa de loco
Agora sobre o assunto q muitos culpam o RPG por crimes se tenho uma coisa a dizer FODA-SE pois quem naum tem cultura o suficiente para entender q isso e um jogo deve ser algum tipo de fanatico religioso loko¬¬
novamente agradeço pelo post vlw
Ótimo post Dracon (quando li seu livro imaginei q vc jogava rpg de mesa)….
Posso dizer sem duvida q o rpg mudou minha vida…E para melhor….Foi uma grande ajuda para superar timidez e aprender a falar em publico, assim como aprimorou minha capacidade de raciocionio e criatividade (o loko hein até parece exagero)…O fato é q até o Mec ja tem aprovado a utilizacao do rpg em instituicoes de ensino, entaum contar uma historia tem se tornado algo realmente util….Sem falar, gratificante…
Mestrei muito storyteller na minha vida (notadamente vampiro, viva as intrigas politicas), mas depois de 7 campanhas de DeD de 1 a 20 e uma campanha epica (nivel 60!!!) eu tinha que começar a escrever alguma coisa….No final das contas parti do rpg para tentar fazer minha literatura….Se vai dar certo eu naum sei, mas com certeza posso dizer q terei tentado
Sem duvida o rpg marcou minha vida, além de ter proporcionado as mais diversas situacoes engraçadas (nao é a toa q muitas das minha amizades mais fortes nasceram numa mesa com planilhas e dados e cartas – viva o magic!)
Espero poder estar sempre narrando historias, como mestre, talvez um dia como escritor, afinal de contas, muitas boas historias ainda esperam para serem contadas…..
Tenho 26 anos e joguei a vida inteira.
Quando tinha uns 7 anos, ficava vendo meus irmão jogando D&D 1ª edição com os amigos e sugerindo monstros pro meu irmão que era Mestre.
Dessa forma, sou mais da linha D&D, joguei todas as edições e até hoje tenho um grupo de amigos que se juntam pra jogar a 4ª edição.
Mas joguei muito Vampire, Lobisomem e 3D&T de Dragon Ball! hahahahah
Tenho 21, jogo desde os 12
jogo 3.5 ja passei pelo story teller, ad&d e 4.0
hj tento voltar ao passado onde um sistema de regras fáceis (3d&T) dava liberdade para cenas fantásticas e grandes jogadas de interpretação.
Nos meus 17 anos,bem novo começei a jogar jogos de pc quake2 roller coaster tycon e apos um tempo me falaram de mmorpg’s…sempre quis jogar rpg e mesmo procurando algums fatores ainda me empredem disso como o preço dos livros e pessoas para jogar comigo…enfim sigo minha vida nos mmorpg’s ate poder entrar no rpg
otimo post depois desse vou entrar nesse site com mais frequencia
Quem nunca se sentiu um heroi de verdade ao rolar aquele critico e matar o chefão da aventura enquanto todos na mesa vão a loucura?
Quem não cuspiu coca cola pelo nariz em cima das fichas de rir das pérolas dos jogadores menos afortunados mentalmente?
Quem nunca fez aquele metagame que todos os mestres odeiam dando pitacos nas cenas que seus personagens nem estão?
Quem nunca passou a noite toda preparando uma aventura, seus menores detalhes e maiores complexidades e os jogadores fizeram tudo diferente?
Quem nunca soltou 3 erros críticos seguidos e xingou o dado de todos os palavrões conhecidos pelos homem e de alguns conhecidos apenas pelos golfinhos?
talvez devesse ter tocado no vice campeao de preferencia do publico
(alguns diriam o melhor, meu caso)
O sistema que Permite Unir RPGs Diferentes por Estarem trabalhando o mesmo cenario.
Tal qual é possivel literalmente, unir 2 RPG previamente definidos com sistemas parecidos.
Tal qual Lobisomen Apocalipse x Vampiro A mascara x Fadas (esqueci o nome completo)
o famoso Cenario do Sistema D10 (pq eh todo baseado em probabilidades Probabilisticas, e usa-se varios dados de 10 faces)
Gente, sou narrador desse cenario.
e ainda acredito que o RPG nao morre dentro de quem o conhece.
ja o conheco a uns 8 a 9 anos.
mas lembro sempre, e lembro a vcs.
Ninguém aqui é masoquista pra ficar vivendo com tantas regras.
Coloca ataque, defesa, habilidade, resistência e inteligência e arranja dados de 6 lados e pronto.
Muito melhor quando o levado em questão é a criatividade e não as regras.
Não posso passar batido por esse post sem comentar a próxima geração do RPG.
Não meus caros, não se trata dos MMORPGs, em que se vê zero atuação e interpretação por parte dos jogadores, e sim uma busca incessante por “kills”, itens raros e XP.
Trata-se de uma plataforma dentro de outra plataforma, ainda pouco conhecida do público brasileiro.
Trata-se do RPG dentro do Second Life.
Essa plataforma possibilitou, de maneira incrível, um transporte do universo criativo do RPG de mesa para uma plataforma 3D, onde TODOS os jogadores são ao mesmo tempo personagens e storytellers. A sensação de se pertencer à um universo particular e extremamente diverso é tão poderosa e viciante que não há como não fascinar o mais experiente dos jogadores.
Sim, para se jogar bons RPGs no Second Life é necessário ser versado em Inglês (pelo menos em nível intermediário)…pois a maioria dos RPGs nacionais existentes por lá – sim, eles já existem – são péssimos.
Aos interessados em fazerem uma visitinha, recomendo dois Sims:
Midian City (Pós Apocalíptico, estilo Cyberpunk…o melhor e mais rico RPG existente por lá)
The Realm of Mystara (Medieval Fantasy…pra quem sempre curtiu D&D)
Estou sempre por lá e sempre jogando…caso queiram fazer uma visitinha e saber mais, me procurem por lá.
Uma vez um ser abissal inverteu a gravidade, eu abri meu barco dobrável na forma de navio e esperei o tempo da magia acabar, caí segurando o mastro e matei o bixo com uma “naviozada” UASHUAHsuhsa foi bala x)
Comecei minha “jornada” com RPG’s eletrônicos mesmo. “Chrono Trigger” marcou minha vida, foi o jogo que me abriu as portas pro RPG; depois dele, sempre procurava por games no estilo, porque quase não via mais graça nos jogos lineares. Fui primeiro pra “EarthBound” (ou “Mother 2″), daí pra FF, “Bahamut Lagoon”, e foi-se embora… Encontrei algumas aventuras-solo depois disso. Não faz muito tempo que comecei a me envolver com RPG em fórum, e apenas recentemente me acheguei ao RPG de mesa – de certa forma, graças a você, Draccon, já que Dragões de Éter me fez conhecer mais nerds que pudessem me ajudar nessa “jornada”. O vício só aumenta a cada “passo” que dou nessa “estrada”. É, sou só uma principiante, que sempre se interessou, mas só agora teve sua chance.
Pow, falar de RPG e sempre emocionante pra mim.
jogo RPG a uns 8 anos, e a 7 tenho um Grupo de D&D
na verdade prefiro dizer um Grupo de irmãos, pq a partir dai nos tornamos irmãos um para os outros… e muito bom relembrar brigas e cenas engraçadas que sempre rolavam na mesa de jogo. muito bom msm \o, jogo
Ótimo post!
Muito bom mesmo, o texto ficou uma maravilha, não é sempre que vejo um post sobre o glorioso RPG tão bom assim.
Não sou um jogador muito ativo, mas tenho um pouco de conhecimento na área, RPG é uma coisa inexplicável, nos faz viajar pakas, concerteza todos aqui já ficaram ou ficam com cabeça em outro mundo. O que gosto disso também, é que é um incentivo a leitura e a busca por conhecimento.
Jogo eletrônico de RPG bom mesmo é “Baldur’s Gate” 1 e 2. Estes são 5 e 4 cds cada, respectivamente. O jogo é alucinante, com inúmeras possibilidades de escolhas e sequências de jogo. É totalmente baseado nas regras de D&D, que diga-se de passagem, sou fã e jogo desde a minha infância.
Está aí. Foi por causa de um jogo de RPG que comecei a escrever meus textos. Arrisco até dizer que é por culpa desse mesmo jogo que eu gosto tanto de ler e que minhas notas de redação nunca foram ruins. (Aliás, o que me passou no vestibular esse ano foram as redações ).
Meu primeiros textos surgiram por causa dos RPG’s. Graças a isso sempre tirei boas notas em redação e em português, pois passei a gostar de ler e escrever.
O RPG não é o vilão e sim, muitas vezes, o mocinho.
Mais um ótimo post.
Abraços!
(Droga, tinha escrito um comentário gigante, mas parece que não entrou.)
Perfeito… Disse alguém uma vez que o siléncio contém todas as palavras, então é isso… todos os adjetivos que denotem bons cumprimentos e palavras de apoio podem ser imaginadas neste post.
Ótimo texto cara, mto bom de verdade,,, demorei a comentar pois só consegui ler agora com calma,,,
Joguei por muitos anos Vampiro e Magic, que achei que faltou cita-lo, mas mesmo assim ficou top de linha,,,
Hoje apenas jogo MMORPG e os RPGs da série Elder Scrolls, que são fora do normal de bom,,,
Vou te falar que este textoaté me empolgou a arrumar um grupo e voltar a jogar,,,
UAL, MUITO BOM!!
fiquei ate emocionada ao passear pelo site e encontrar esse post. É dificil achar uma materia tão boa falando (bem) de RPG. Só faltou falar de ”legend of the five rings”. RPG oriental, muito bom por sinal e q faz a cabeça dos fãs da cultura samurai.
Na adolescência o Osny Moreira conhecia um cara que tinha um livro, em inglês, que mudou tudo pra mim. Era o módulo básico do GURPS (google it!).
Depois de jogar uma sessão de RPG eu fiquei estasiado, não importava se na época eu achei o cara que contava a história fraquinho ou ninguém compreendia as regras (ou texto) completamente. O poder daquilo era infinito.
Fui pra casa, fiz um mapa com tinta de tecido e juta contei uma história pra 5 ou 6 amigos e eles ficaram muito empolgados com aquilo. E olha que era muito fraquinho.
Foram anos construindo histórias, personagens e universos. Medieval (mais de uma ano mestrando uma campanha), robotech versão gurps, velho oeste, super heróis, space opera. Minha capacidade de contar histórias aumentava, meu inglês melhorava e a vida bosta de adolescente doía menos. Se alguém já disse que fui um bom professor pode dar o crédito pra “maior escola de contadores de histórias já criada”.
Faz anos que não jogo, não me identifico tanto com a atividade hoje. Difícil montar um grupo que valha à pena, mas sem o RPG eu não existiria. Seria outra pessoa, acho que mais triste.
Na adolescência o Osny Moreira conhecia um cara que tinha um livro, em inglês, que mudou tudo pra mim. Era o módulo básico do GURPS (google it!).
Depois de jogar uma sessão de RPG eu fiquei estasiado, não importava se na época eu achei o cara que contava a história fraquinho ou ninguém compreendia as regras (ou texto) completamente. O poder daquilo era infinito.
Fui pra casa, fiz um mapa com tinta de tecido e juta contei uma história pra 5 ou 6 amigos e eles ficaram muito empolgados com aquilo. E olha que era muito fraquinho.
Foram anos construindo histórias, personagens e universos. Medieval (mais de uma ano mestrando uma campanha), robotech versão gurps, velho oeste, super heróis, space opera. Minha capacidade de contar histórias aumentava, meu inglês melhorava e a vida bosta de adolescente doía menos. Se alguém já disse que fui um bom professor pode dar o crédito pra “maior escola de contadores de histórias já criada”.
Faz anos que não jogo, não me identifico tanto com a atividade hoje. Difícil montar um grupo que valha à pena, mas sem o RPG eu não existiria. Seria outra pessoa, acho que mais triste.
Proud Nerd, eternal GM, eager ranger. Sempre serei assim.
nao entendi tambem nem li direito mais essa coisa de rgp e coisa ruim é tudo MENTIRA nao jogo rpg mais me interessaria jogar uma partidinha meu primo jogou uma vez e fico quase maluco de medo deve ser por isso que eu nao joguei mais eu nao sabia que caverna do dragao era baseado em um jo go de RPG
“Você quer ser escritor, menino? No Brasil? Ah, vai morrer de fome…”; “Ih, nem adianta, o público brasileiro só lê obras estrangeiras…”; “As editoras aqui não têm espaços pra autores nacionais infelizmente…”; “você no Brasil tem 3 mil leitores…”; “jovem não lê…”.
Essas frases acima fazem parte da velha ladainha citada por pessoas conformadas com determinadas situações que não possuem forças para lutar contra.
Como igualmente aconteceu com o cinema daqui, contudo, no atual cenário da literatura pop nacional uma nova geração de escritores, leitores e blogueiros resolveu se mexer e sacudir de vez o mercado editorial para acabar com o elitismo que tratava um livro como um objeto de culto e transformá-lo novamente em algo prazeroso e popular.
Os efeitos dessa atual revolução, cercada de detalhes digitais, é uma coisa bonita de se ver. E é sobre isso que nós iremos conversar hoje, no provável último post da coluna em 2010.
Sobre alguns escritores que andam agitando o marasmo do mercado e sobre como leitores e blogueiros resolveram revolucionar a coisa toda.
Show. Só lamento ter que esperar o final do ano para ler mais um dos seus posts. E cara, devo te dizer, são três as coisas que me incentivam a escrever: meus amigos, familia e seus posts. Obrigado!
Ótimo post, acho que devo me orgulhar de ser um dos poucos homens a fazer parte da blogosfera literária, realmente elas dominam hahahaha…
Então vou citar aqui alguns escritores com um grande futuro:
- Jones Gonçalves
- Fábio Henckel
- A. P. Ribeiro
- Leandro Schulai
- Andrés Carreiro
- Juliano Sasseron
Ishi… e a lista segue!
As três vertentes para o crescimento são totalmente corretas, os blogs literários por exemplo possibilitaram mostrar o trabalho de jovens escritores, onde antes não conseguiam espaço em grandes midias…
Certeza que tu ia citar o Vianco! Só de começar a lista com um escritor que conheço e admiro muito me deu mais vontade de conhecer os restantes!!
Achei genial todo o texto, quando tu falou de como deveriam ser as aulas de literatura hoje lembrei de um professor arrogante que encontrei nos pré-vestibulares da vida, um dia descobri que ele tinha mandado os alunos do 1o ano ler O Retrato de Dorian Gray! Fiquei puta hahahaha jura que um guri de 15 anos que detesta ler vai terminar aquilo! Muitos professores deveria ler essa tua coluna pra ter uma idéia do que fazer em sala de aula!
Parabéns
Muito bonito seu texto, Rapha. Sinto, porém, que a tal literatura de entreterimento se resuma sempre aos autores fantásticos, quando há muito mais por aí. Mas no geral acho que mais do que uma coluna, esse teu texto resume bem o que foi 2010. Parabéns a todos nós!
@raphaeldraccon – Verdade. Há muito mais por aí de fato, e nesse espaço aqui é para serem citados realmente. É uma troca. Sintam-se à vontade.
Draccon, boa tarde.
Sua coluna aqui no S&H é uma das que mais gosto, juntamente com a Dúvida Razoável e Dicionário das Marcas.
Concordo com você sobre a forma que é abordado a literatura nas escolas brasileiras. Eu tenho 25 anos e aos 14 era obrigado a ler O Guarani, e fazer um seminário sobre ele. O livro por si só já é chato, e soma-se a isso o fato de eu ser um mero adolescente. Minha visão a respeito da literatura brasileira viria a mudar quando eu prestava o vestibular, com 22 anos. Li Dom Casmurro e adorei o livro, o que provavelmente não teria acontecido aos 14 anos. E um apontamento, Capitu traiu.
Continue com a coluna pois, assim como eu, muito outros internautas aguardam ansiosos pela sua opinião.
Uma pergunta, seu livro é escrito para qual público? Devo dizer-lhe que comprei o primeiro da trilogia Dragões de Éter e não gostei. Pareçe-me que a forma que escreves é para adolescentes não muito letrados. Estou enganado ou essa foi realmente sua intenção?
@raphaeldraccon – Oi, Augusto! Pena que não tenha gostado da obra; mas respeito sua opinião. “Dragões de Éter” é uma obra juvenil e voltado a esse público alvo, e cumpre sua função. É escrito de uma maneira simples e ao mesmo tempo poética; alcançou público de todas as idades e de todos os cantos do país e que nos escrevem opiniões opostas as que você acabou tendo. Não acredito que todas essas pessoas sejam pouco letradas. Apenas possuem gostos diferentes do seu.
E ano que vem você poderá ler “O Coletor de Espíritos”, que é uma obra de fantasia urbana, voltada ao público adulto e com uma linguagem que provavelmente irá lhe agradar. Vamos ver sua opinião.
Com certeza Draccon, seus livros cumprem com maestria aquilo a que pretendem.
Eu só não curti pela narrativa, o jeito como você escreveu. Achei muito simples e direta. Um autor brasileiro que também escreveu uma trilogia da qual eu gosto muito é o Leonel Caldela.
E sobre seu livro novo, estou ansioso para tê-lo em mãos.
No mais, continue com o bom trabalho, o Brasil precisa cada vez mais de escritores de qualidade, e espero por mais uma coluna sua aqui no site.
Eu que gosto muito de ler comentava com o meu irmão o como era ruim termos que ler apenas obras estrangeiras pois não havia um esforço no país para promover as obras nacionais. Ainda bem que há uns 2 anos isso tem mudado, meu irmão comprou o livro do Eduardo Spohr e eu estou lendo, ele me perguntou: “E aí ta gostando?” Eu respondi: “Muito bom véi, e acho que gosto mais ainda porque é um livro brasileiro!”
“E quando você dá à ela algo nacional com a mesma qualidade, ela se orgulha.”
Na hora que li isso resolvi que deveria comentar. Eu realmente fico feliz que a literatura brasileira esteja se reerguendo, não acredito que o mercado literário brasileiro seja fraco, acho que ele apenas está abandonado. Esse post é completamente inspirador, já temos as melhores artes nas capas dos livros (se você comparar a capa de qualquer livro estrangeiro com a capa do traduzido para português você verá) falta agora mostrar que também temos histórias aptas a se tornarem best-sellers.
Parabéns pelo post. Os novos escritores brasileiros podem contar comigo.
Realmente um texto magnífico, que informa bastante sobre o magnífico cenário atual da literatura nacional.
Minha cabeça simplismente explodiu quando li: “O resultado é que hoje um jovem do interior do Maranhão, vindo de um local que não tem nem livrarias, pode comprar seu livro pela internet”; pois este sou eu, que moro em uma cidadezinha maranhense e com a internet hoje compro vários livros (infinitamente mais do que já comprei na época em que morava em capital). Não mais me sinto sozinho, com uma puta vontade de conversar sobre livro tal com alguém graças a rede mundial de computadores, e principalmente a todos que de alguma forma (blogs, sites) influenciam para a socialização de amantes da literatura.
O ponto do texto que mais me pegou (depois do antes citado) foi o que aponta a forma com que as escolas estão desinteressando os adolescentes á leitura. Me fez pensar em como nunca me interessei pelos livros que a professora mandava ler (sim, mandava, pois depois deveríamos fazer avaliação sobre a chatíssima obra). Tive alguns amigos que leram apenas esses livros na vida! Eu fui um pouco mais corajoso e entrei na biblioteca da escola (que incrivelmente mal é falado pelos educadores) e peguei algumas obras com títulos mais atraentes para mim; e aí surgiu meu amor pela leitura. Lembro que muitos colegas de turma — atraídos pela novidade — também pegaram livros. Me sinto bastante orgulhoso disso.
Ler a obra de Eduardo Sphor (A Batalha do Apocalipse) e ver o sucesso de André Vianco foram, talvez, os principais motivos para eu decidir o que gostaria ser.
Tenho 14 anos, moro em uma pequena cidade do Maranhão, e pretendo ser escritor.
Raphael, estava com saudades da sua coluna já. Fiquei muito feliz quando vi seu twitt redirecionando pro post e devo dizer que acho que foi a melhor das suas colunas que já li. Sou (recem)formada em Moda e uma das áreas que sempre me fascinou foi a pesquisa de tendências e é justamente isso que você aponta aqui. As pessoas que direcionam como as coisas acontecem em um nivel social e logo economico também e não adiantar tentar impor o que eles não querem. Além disso, fico muito feliz de ver escritores brasileiros fazendo sucesso. Sempre que estou com meus livros (Dragões de Éter e A Batalha do Apocalipse) as pessoas me perguntam sobre e tenho o maior prazer em não só falar sobre o livro mas como tb sobre os autores e enfatizar quão ótimo é o fato de serem brasileiros. Ótimo post, retwitarei certamente.
Raphael, como sempre, achei muito bom o post e concordo contigo…
Quando eu tava no colégio e me davam aquele monte de bosta (àquela época não passava disso pra mim) eu nunca consegui terminar um livro sequer (o que eu cheguei mais perto foi memórias postumas de bras cubas, que apesar de não ter sacado lhufas do que os professores de literatura falavam que tava lá, eu continuei lendo)…Enfim, não lia porra nenhuma até que conheci Tolkien..aquilo mudou minha vida. Foi a partir dai que comecei a ler de verdade. Hoje me orgulho de ter uma prateleira lotada de livros (a grande maioria, de literatura fantástica, é verdade), e até pouco tempo atrás, sentia muita falta de autores brasileiros nela.
Era meio triste, de certo modo, olhar pra ela e ver só nomes estrangeiros.. Ficava imaginando o que faltava para aparecer autores brasileiros pra aparecer por lá também. Não sei se foi coincidência (dúvido piamente que seja), mas foi vc começar a escrever aqui e eu comecei a ver autores brasileiros de literatura fantástica aonde quer que eu fosse (até pq eu procuro, não nego xD)
Até hoje só tive a oportunidade de ler alguns livros do André Vianco e A Batalha do Apocalipse do Spohr. Infelizmente não pude ler dragões do éter ainda ;/ E olha que não foi por falta de vontade, foi falta de tempo mesmo (e uma pequena questão financeira, mas essa a gente sempre dá um jeito).
Enfim, sei que quase ninguém vai ler isso tudo (até pq dificilmente alguém vai ter paciência pra isso tudo), mas só queria te dizer que admiro muito o que vc fala aqui e que vc já ganhou pelo menos um fã só pelo que tu escreve por aqui.
Grande abraço e keep up the great work!
muito bom o post.. gostei muito…. até bem pouco tempo atrás eu era meio repulsivo a literatura nacional, até porque sempre foi mostrado aquela coisa meio “machado de assis” com linguagem complicada e de difícil entendimento, dai li uns livros (dentre eles “os sete” e “sétimo” de andré vianco) acabou que eu estou olhando mais para a literatura nacional…
parabéns aos escritores nacionais, por nunca desistirem desse mercado, até pouco tempo atrás, nada promissor.
Muito bom o texto sobre a situação da literatura brasileira.
Já li André Vianco e gostei bastante, depois vou dar uma olhada nos outros autores(sim, você também ;P).
Abraços \o
Cara eu raramente entro aqui, mas foi um prazer imenso ler esse post, por ser leitor e pretendente a escritor, fico feliz em não ser um dos únicos a pensar que os intelectuais afastaram o melhor da literatura: os leitores.
Pensar que falar difícil é falar bem é pau, bom também por não ignorar que mesmo entre os “difíceis” tem boa literatura.
Abraços cabra!
Pretendo publicar em 2011, pagar tiragem de 500 ou 1000 exemplares e vender entre amigos e familiares, presentear alguns a pessoas importantes e influentes, enviar a editoras etc. Acha que é boa tentativa? Sugere algo diferente, algo mais?
Eu sou aluna de Letras e enfrento essa discussão sobre o ensino de literatura na faculdade todos os dias. A questão em que se sempre se esbarra é que os adolescentes precisam ler os clássicos para “apreciar a literatura nacional”. O problema é que alunos de 12 anos lendo José de Alencar só pode dar merda (ou uma crise de tédio crônico, depende do perfil do aluno). A minha proposta é mesclar as duas coisas. Por que não ler “Crepúsculo” e depois ler “Drácula” e comparar as duas coisas? Fazer aquele debate que você falou, sem nota e sem medo? Mas sabe o que eu descobri quando propus essa idéia? Que as professoras (ou professores) não lêem! Eles não têm idéia do que se passa em termos de literatura infanto-juvenil e ficam falando naquele tal de Héri Potty do capeta e no livro do vampiro gatão. Pra eles, best-seller é lixo. E muitas vezes esses professores nem leram os clássicos. Leram resumos em manuais de educação e e olhe lá. Pra essa geração de internet, não é surpresa que a aula de literatura seja detestável.
Eu acho incrível esse boom do best-seller nacional e acho bem merecido a todos os escritores que ajudaram a quebrar esse taboo de que literatura nacional não presta. E que bom que as editoras começaram a acordar pra esse mercado porque putz não dá pra ficar publicando livros em que o primeiro parágrafo é a primeira página, né?
Sendo estudante de Letras óbvio que gosto do cânone literário mas reconheço que cada coisa tem seu lugar. Já escrevi artigo acadêmico mas também escrevo no meu blog, poxa. E o que escrevo nele? Sobre Harry Potter, Stephen King, André Vianco (e em breve Raphael Draccon porque eu já comprei e o livro tá chegando!)… E tem coisa melhor que escrever blog literário?
Pergunta teórica: por que você usa o termo literatura “fantástica” ao invés de “de fantasia”? Quando eu penso no conceito de fantástico vem sempre à cabeça a idéia do maravilhoso, meio inexplicável, sabe. Enquanto “de fantasia” esataria mais próximo do termo em inglês fantasy que tem a ver com criação de mundos com regras e tudo mais. Meu lado de aluna Letras não morre. hahahahha
@raphaeldraccon – Obrigado pela participação. E na verdade eu simplesmente não faço distinção mesmo entre “literatura fantástica” e “literatura de fantasia”. Mas compreendi seu ponto de vista.
e ainda tem muita gente com pre conceitos acerca da literatura nacional, uma pena. espero que possam ler as obras dos nossos escritores para ver que não é questão de superioridade ou nacionalidade, e sim de gosto! boas historias cativam bons leitores, simples assim.
parabéns pelo post, pelo seu sucesso e dos demais autores citados ou não por aqui!
O seu cometário a respeito de educação ficou um pouco a desejar, já que não é culpa do professor os livros que são escolhidos para serem lidos, é o sistema que cobra isso, é o que cai nas provas e no vestibular. A função do professor é apenas passar o que foi mandado, cumprir o protocolo, para ter aula de literatura como vc disse, precisariamos de uma escola como a escola da ponte ( http://www.rubemalves.com.br/escoladaponte1.htmhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_da_Ponte ) ai sim dá pra enfatizar mais no prazer e no aprendizado não forçado do aluno, mas enquanto esses sistema de ensino nosso predominar, não vai ter espaço para leituras tão agradáveis.
Fico feliz de fazer parte dessa revolução. =D
Não tenho comprado muitos livros dessa galera pq a grana não deixa, mas tenho acompanhado essa galera de perto. E estou louco pra fazer parte dela um dia. =D
Sim, bravo Raphael e Cia., obrigado por nos inspirarem.
O caminho com certeza fica melhor quando outros mais preparados já os trilharam antes.
E obrigado pelo contato próximo e grande carinho e respeito que demonstram com os leitores e fãs.
que otimo texto. concordo com tudo. sempre gostei de ler, mantenho esse hábito. exceto qdo era obrigado na escola a ler aqueles livros enfadonhos. parabéns.
Draccon, ótimo post, só acho que, talvez seja uma exceção, minha turma de colégio teve ótimos professores de literatura, que nos davam uma dose de clássicos e também de contemporâneos. Virei um arduo leitor de literatura nacional e estrangeira. Nossos exercícios de interpretação de texto nunca nos limitaram ao entendimento exclusivo do professor, desde que não fizéssemos asneiras. O resultado para mim foi um curso de Ciências Sociais e um Mestrado em Sociologia da Cultura com foco da dissertação em literatura e movimentos literários(que ainda estou cursando). Talvez sua turma me renda material para o Doutorado, XD.
Segui sua indicação de ler As crônicas de Gelo e Fogo. Estou agradando muito. No entanto, eu leio George Martin enquanto leio Machado de Assis. Cornwell e Eco. Thomas Harris e Italo Calvino. Digo no entanto porque acredito que sou um pouco diferente do padrão. Leio muita coisa, por volta de 15 livros de literatura por ano, e mais muitos livros de sociologia. Minha esposa briga comigo quando compro livros.
Fique sabendo que Dragões do Éter está na minha lista de livros a ler. É bom saber que existe uma turma como a de vocês. Eu tenho vontade de escrever, mas nunca acho que sou bom o suficiente. Mas quem sabe um dia?
Cara, acho que passei por um pouco de tudo isso, de aluno que foi Machadado na escola (mas o que o Machado de Assis tento destruir os quadrinhos da Dinsey e os livros de ciência infantis salvaram) ao professor que impôs aos seus alunos livros demasiadamente complicados.
Só acho que não há um padrão.
Alguém pode ler antes Umberto Eco (mas aqui sou supeito pra falar pois sou fã do autor) e Harry Potter depois. Conheci recentemente uma menina que mal completava 15 anos e estava lendo “Os Lusíadas” . Sim , sei que o aproveitamente que ela fez da leitura nessa idade pode ser limitado, mas não quer dizer que não existem jovens de mente afiada capazes de começar com obras “pesadas”.
Mas de resto acho que concordo quanto a esse elitismo disfarçado contra a o cinema e a leitura de entreteneimento. Creio que você acaba de me abrir os olhos.
Cara, a cada palavra lida o frio na espinha, falei isso em Sampa a você e ao Sporh, falei de novo em POA quando dei o meu livro ao Caldela, só não consegui falar pro Vianco que foi minha inspiração a escrever terror. Muito obrigado por escreverem, por abrirem caminho para nós novos escritores e por dar a nós o exemplo de lutar neste selvagem mercado editorial.
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Jones Viana Gonçalves
D.E.I.S. Departamento Especial de Investigação Sobrenatural
Bem, interpretação de texto e História da Literatura (da Arte em geral) não podem ser retiradas das avaliações escolares. É o mesmo que dizer que a pessoa não precisa de aulas de História e de matemática. Os alunos precisam aprender a interpretar o que leem e precisam conhecer História da Arte.
Agora, se o que queres dizer é que não deve ser cobrada uma única resposta correta para a interpretação de obras literárias (especialmente aqueles que trazem os próprios exercícios de memorização e resumo em cartilhas anexadas à obra)… daí sim é outra história. E acredite, essa briga é apoiada pelos próprios professores de Literatura, que odeiam cartilhas e odeiam repetir a mesma ladainha para todos os alunos ano após ano.
A culpa? Os professores culpam a escola por não dar liberdade de um processo de avaliação específico para Literatura. E as escolas culpam os pais dos alunos, que são (esses, sim) os mais retrógrados e ortodoxos.
Os pais dos alunos nunca permitem qualquer processo de avaliação subjetiva. São eles que demandam que as respostas da “interpretação de texto” tenha certo e errado, para que seus filhos possam decorar as respostas e para que eles, os pais, possam cobrar a resposta “correta” do professor, se seus filhos não atingirem nota suficiente.
(Em resumo, o aluno não é desleixado, o professor é que não deixou clara a resposta correta, entende?) E nessa ficamos atrasados dois séculos nas avaliações de letramento e leitura.
Muito bom o post. Lendo-o, senti que “escutava” uma continuação da palestra que você deu aqui em Natal, visto que deu uma pincelada sobre esse assunto quando aqui esteve.
Olhando criticamente essa revolução que você menciona, imagino que nada disse teria acontecido se não houvesse o fenômeno do RPG. Afinal, o jogo de interpretação surgiu de encontro ao filmes. Digo isso, porque a nossa geração pós televisão surgiu com a possibilidade de ter a “história pronta”. Não havia mais as páginas cheias de letras proporcionando uma experiência singular de cada um imaginar como era a cena ou os personagens, mas apenas, a visão do diretor. Assistíamos a tudo de forma passiva, brindando-nos com a interpretação e imaginação que o diretor tinha da obra escrita.
Muitos preferiam ver o filme a ler o livro, afinal, seguiam a lei do menor esforço. Mas, o RPG veio de encontro a isso. Os jovens com seus grupos socializantes, imaginavam, interpretavam e sonhavam aventuras, vendo-se dentro da história… e construindo a história. Tornavam-se leitores em potencial… e escritores em potencial.
Com o RPG, um jovem podia ser um Conan, igual aos filmes de sua infância e isso abriu caminho para que ele desejasse imaginar e a buscar novas histórias. E isso criou o nicho que a maioria dos nossos autores nacionais tem utilizado. Por que muitos dos nossos escritores já jogaram RPG, e, falam a mesma língua do seu leitor… porque é e já foi um deles… e sabem o que eles gostam, e o que querem… e usando suas palavras… o que eles sonham.
Acho que nunca antes li um tópico que concordasse tanto. Culpar os leitores é muito fácil. Atraí-los é difícil.
Há um preconceito de muitos críticos em relação ao que é popular. É só um livro começar a vender bem que as reviews mudam. E são feitas comparações com livros aclamados, mostrando uma suposta inferioridade do livro que está vendendo bem. É fácil de esquecer que escritores aclamados como Tolkien ou Jorge Amado foram duramente criticados na sua época.
Pra ser sincero, nunca li nenhum livro seu. Da sua lista só li um do Vianco e o primeiro romance de Tormenta do Leonel, que gostei muito. Assim que tiver um tempo pretendo ler mais coisas de todos estes escritores. Não posso falar da sua obra, mas já sou fã deste texto, muito bem escrito, e concordo totalmente com suas idéias.
Muito bom, eu sou um exemplo de quem não gostava de ler e após conhecer e ler quase todos os livros do André Vianco, adquiri interesse.
Ainda não li o Dragões do Éter nem os livros do Leonel Caldela, que por jogar RPG, já conheço a algum tempo. Mas estão na minha lista.
Obrigado por tudo que vocês fazem pela literatura nacional e continuem assim.
Buenas. Sou um exemplo disso que tu cita, quando estava no ensino médio, não lia NADA (tirando os livros de regras de RPG), até tentei, mas simplesmente, não tinha paciência. Um dia, um amigo me apresentou Os Sete, comecei a ler, e não consegui mais parar. Apartir daí foi só alegria… Li o Sétimo, Mudei para alguns livros de leitores internacionais, mas ainda de fantasia, Tracy Hickman entre outros.
Hoje, leio quase todo dia (livros).
Ainda não consegui ler os Dragões do Éter, nem os livros do Leonel Caldela, mas já estão na minha lista.
Achei sensacional sua coluna. Reflete de verdade tudo que temos visto por aí no nosso país. Acompanho essa revolução na internet desde que tive acesso a ela (na adolescência), e realmente, é um instrumento pra fortalecer. Sou uma fã alucinada da Rowling e fico muito triste quando vem gente dizer que é livro pra criança, coisa inferior. A qualidade tá se o livro interessa e ponto. Quando mais nova, sempre adorei ler coleções brasileiríssimas (que a escola não tava nem aí pra incentivar a ler), como a Coleção Vaga-Lume, que é um primor, todo mundo deveria ter lido na infância. Se cair na minha mão, mesmo hoje adulta, ainda leio. É um orgulho ver esses escritores que estão surgindo no Brasil, enfrentando essa elite literária ridícula.
E muito se deve a revolução na internet, está cheinho de autores amadores, às vezes escrevendo apenas as fanfictions, baseadas em livros de sucesso, com histórias próprias, mas com enredos fantásticos e fidelidade ao autor original. Esse pessoal escreve apenas por diversão, porque é legal. Se apenas 1/3 desse pessoal de qualidade vir a escrever obras próprias, já é um super avanço.
Parabéns pela matéria, achei fantástica.
Só queria saber qual é o blog citado em “De acordo com o público-alvo do seu livro, uma resenha cinco estrelas em um blog de literatura já conhecido no meio pode lhe trazer mais leitores do que matéria em portais tradicionais de prestígio (experiência própria…).”. Obrigado, Henderson
Ótimo post!
Lembro que foi aqui que eu vi pela primeira vez sobre o livro A Batalha do Apocalipse. Já estou terminando de ler e estou achando demais!
Se puder, me passa os principais livros desses autores (eu não li os outros post da série e nem os comentários). Lógicamente, se não for incomodo. hehe
Kakakaka para perder tempo aqui escrevendo isso deve ser piada.
Ih, será que é sério? Então explica o que é qualidade literária… Ou você não sabe o que é literatura fantástica?
Mostra onde não está a qualidade literária emTolkien, Aldous Huxley, Honoré de Balzac, Machado de Assis, Júlio Verne, Gabriel Garcia Marquez, Saramago, Miguel de Cervantes, Ariano Suassuna, Oscar Wilde…
Raphael, mais uma vez tu arrebentaste neste post, e antes de mais nada dizer que conheci teu trabalho através desta coluna, num texto que considero o mais elucidativo e lúcido sobre novos escritores;
Também, como o Rafael Casanova, fico feliz de estar num meio tão perfumado como dos blogs literarios, pois há um ano venho batalhando com minhas listas no listasliterarias.org
O texto de hoje ainda me chamou a atenção quanto a meu caso, que hoje é um tanto confuso, pois no tripé destas 3 vertentes, ocupo 2 espaços, como blogueiro, o qual não imaginava o #LL1ano chegar onde chegou, e como escritor [na maior parte aprendendo com caras como tu, o sphor, entre outros exemplos], pois em breve será lançado meu 1º livro, Os Sete Guerreiros;
Quanto a nomes, poderia além dos citados por ti, lembrar nomes como o do Allan Pitz, da Carolina Munhoz, o Douglas MCT, a Georgette Silen, o Leandro Reis, entre tantos outro talentos novos do nosso mercado editorial
@raphaeldraccon – Para quem não conhece, Douglas é o homem por detrás de outro grande blog que contribui com o atual cenário, e está sempre citando material literário, o: http://listasliterarias.blogspot.com/
Merece parabéns e os melhores ventos em toda jornada. #recomendo.
Cara… eu nunca tinha visto uma foto do Eduardo Spohr, apesar de ouvir muito ele no JOVEM NERD. O Cara é A CARA do Lúcifer da última temporada de Supernatural! kkkkk
Agora sério, quanto às idéias acima sobre educar crianças lendo qualquer coisa LPB: discordo. Uma coisa é você, já um intelectolóide (no bom sentido) que já leu mil livros e querer que a população seja igual à você. Outra coisa é enfiar todo tipo de escrita para jovens que ainda estão em formação intelectual, fazendo-os verter para uma educação neoliberal e cheia de VÍCIOS LINGÜÍSTICOS falando em nadsat. Compreende, “drugue”?
Qualidade sobre a quantidade, jovens mentes, qualidade sobre quantidade.
ele não diz pra passar “qualqer coisa” pras crianças, diz pra evitar coisas enfadonhas século passado e dar preferências a coisas estimulantes. É assim que se abre caminhos pras crianças lerem de verdade e encontrar o estilo que mais as agrada no futuro.
Rapaz, não foi isso que quis dizer não viu. Uma professora que seguir a teoria acima não vai atrás da lista dos “aprovados” pelo nicho intelectual literário brasileiro, ela iria atrás dos livros que ELA gostaria de passar. E quem pode saber que tipo de livros ela iria querer passar? Pode sair muita porcaria nessa linha de pensamento.
Olá! Sou escritor e Game Designer e também formado em Psicologia. Li seu texto indicado pelo Fabio Yabu no Twitter, achei muito bom e vou procurar saber mais sobre suas obras. Estou lendo o livro do Sphor e acompanho o trabalho do Yabu sempre que posso, além é claro de já ter ouvido falar do Vianco.
Puxa, bato palmas de pé pra iniciativa de renovar esse mercado editorial empoeirado e viciado que endeusa e, por isso, torna inacessível a edição de um livro.
Eu mesmo já tenho quatro livros escritos e não consegui publicar nenhum. Publiquei no meu blog um artigo bem pessimista sobre o assunto, mas a idéia é provacar, fazer as pessoas se mecherem, principalmente quem quer trabalhar em cima disso e não ter apenas como um hobbie.
Parabéns! E seria uma honra que pudesse visitar meu blog também. http://blogs.abril.com.br/tiagocabral
Forte abraço de um escritor calouro.
Caramba, este seu post me lembrou da minha época de ginásio, quando tinha que ler aquelas “belezas” de livros que vc citou aí. O jeito era dividir o livro e ler em grupo. Cada colega lia umas vinte páginas (tortura) e assim, fazíamos um resumo bem do gosto da professora… E, apesar disso, eu gosto de ler.. mas é pelos exemplos de casa mesmo. Parabéns, muito legal mesmo seu post…quem dera meu filho experimentasse uma aula destas…
Bem, concordo com muito do que se disse. Creio que seja verdade que a literatura nas escolas seja tratada de forma conservadora e, na verdade, preguiçosa (por parte dos professores e não dos alunos). Tive sorte de passar por alguns bons professores de língua portuguesa e, principalmente, bons professores de literatura desde a minha 7ª série e discordo veementemente que o problema do estímulo à leitura esteja ligado aos títulos escolhidos – falar isso é agir da mesma forma que a elite intelectualóide, só que defendendo o próprio terreno e numa posição bem confortável com o apoio da massa.
Acho, inclusive, que a nossa juventude é bastante subestimada. Crianças e pré-adolescentes são apresentados a livros bobos, com histórias lineares, cheias de lições de moral rasas.
Dizer que nossos adolescentes são incapazes de imergir na problemática de Dom Casmurro é uma afronta à inteligência das criaturas e, principalmente, à experiência de vida deles; nossos jovens não são tão bobos e inexperientes. A linguagem é antiquada? É verdade, mas é apenas um ponto negativo que pode muito bem ser comparado ao raso vocabulário de muitas obras populares (e, dizendo isto, não estou denegrindo a qualidade literária dessas obras). Não me encaixo de forma nenhuma no perfil da elite intelectual, meu gosto literário é dos mais saladíficos – comecei a gostar de ler com Júlio Verne, Cervantes, Anne Rice, Mary Shelley, Aluisio Azevedo e Machado de Assis. Desses, pelo menos 4 me foram apresentados na escola! Acho que somente Anne Rice e Julio Verne não estavam na lista escolar. Antes de poder me dizer adolescente já tinha lido obras de Aldous Huxley, Vladimir Nabokov, Kafka, Castro Alves e João Cabral de Melo Neto (sem contar a famigerada lista de autores brasileiros pedidos na escola) e creio que, como eu, com o estímulo certo a criança e o adolescente gostará de ler e escolherá, por ele mesmo, o tipo de leitura e as obras que lhe agrada – desde que lhe sejam apresentados variados estilos e de forma estimulante, divertida e criativa. Efim, um ano é muito tempo… e durante o ano escolar seria bom misturar livros clássicos com a literatura pop, estimulando a interpretação e comparação das obras de um jeito informal, como um bate papo, provocando os leitores a fazerem releituras em forma de peças teatrais, paródias musicais, blogs, histórias em quadrinhos, contos, matérias de jornais, programas de TV inspirados nas histórias faria essa turma mergulhar muito mais fundo nessa delícia que é ler e escrever.
Mesmo antes desse boom dos blogues o Brasil já contava com autores que, sem exatamente falarem sobre anjos e vampiros, escreviam de um jeito fácil e acessível. Luís Fernando Veríssimo é um deles.
Vale lembrar também que a coleção Vaga-Lume tinha histórias bem interessantes, porém conocordo quando o teu texto afirma que a crítica “especializada” parece ter um ranço para escritores que não se preocupam em escrever difícil. É por causa disso que eu já vi vários autores tentarem, ja´no primeiro livro, ficar parecendo o James Joyce.
Só tem um problema: você se deslumbrou demais com essa tal de “revolução” e não foi pesquisar os fatos.
E um fato é que o Yabu, por exemplo, não escreveu nenhum livro ou história que publicou.
Se dê ao trabalho de olhar na contra-capa do livro “Princesas do Mar” e lá consta que uma autora fez o livro.
Ou seja, o Yabu não tem competência pra ser escritor e você está alimentando uma imagem falsa. Pra que? Pra comprovar que você manja, que você sabe e que “o mundo está mudando”.
Já o Vianco… Você tem CERTEZA ABSOLUTA que ele escreve MESMO os livros que assina? Se o Yabu se faz usar de uma escritora-fantasma, por que não ele?
Praterminar, sua visão é típica da “panelinha”, dos “amiches” em primeiro lugar e o deslumbramento da corte dos eleitos.
Eu ralei 5 anos pra publicar meu livro “Mil Nomes”. De 1610 exemplares, em 4 meses vendeu 70% da tiragem.
Mas quem é que falou de disso?
Ninguém.
Porque não sou da corte, não sou da turminha, e acho que tudo o que essa macacada escreve uma merda.
Pois eu misturo mangá, com Freud, Umbanda e Espiritismo, mais anarquia.
— Enfim, quem está revolucionando esta merda de mercado sou eu!
O teus queridinhos aí só fazem mais do mesmo.
Deslumbrado!
Que vergonha! Que vergonha!
Desculpa, mas você trabalha com mangá, a coisa que mais vende atualmente para adolescentes e crianças de maneira geral, porque está totalmente na moda (não estou contestando a qualidade). E além disso explora temas ocultistas que estão também em voga, ve-se o tanto que Dan Brown vende e o tanto que a coluna do Del Debbio aqui no Sedentário faz sucesso. O que você faz não é revolução. De certa fora, nem o que Draccon e seus colegas fazem. Não revolução literária. O que acho que Dracon quis dizer é que eles conseguiram consolidar um mercado de literatura fantástica de produção nacional, que não existia. Revolução literária? Não nenhum de vocês faz.
E você devia se prestar mais ao próprio respeito ao invés de ficar xingando os outros aqui citando tiragem de livro.
Em outros posts, do Draccon ele comentou sobre a selva que é o mercado editorial. Assim como você, muitos ralaram e não conseguiram publicar seu livro. Outros conseguiram, mas não tiveram aceitação e ficaram marginalizado. Não concordo com a definição da panela que você mencionou, afinal nessa coluna ó que não faltou foi orientações para conseguir lidar com a selva. Pode ser que seu caminho tenha sido mais árduo, pode ser que não. Mas, para mim, soa um pouco como inveja.
Zé,eu te conheço faz mais de 3 anos ,e cara eu não conheço direito o Raphael,mas gostei de alguns posts dele.Acho que está na hora de vc parar de igualar a todo mundo que faz sucesso a meia dúzia de pessoas que vc conheceu na vida e que te fudeu.
@J.R.Pereira, ou você é um Troll ou está com dor de cotovelo ou nao se conforma por não estar na “panelinha”.
A batalha do Apocalipse é um sucesso, dragões de Eter e as obras do Vianco tambem.
Você fez esse comentário enorme para simplesmente para divulgar sua obra, TENHO PENA DE VOCÊ, pois acha que vai fazer sucesso falando mal dos outros.
Quando vc comentou sobre a forma como os autores de hoje estao escrevendo seus livros, me veio à memória um autor estrangeiro e de um país que nem tem tanta tradição assim em literatura – Suécia – chamado Stieg Larsson. Ele não escreve sobre fantasia, mas romances meio policiais. O cara é um monstro e vende milhoes de cópias de seus livros conhecidos como trilogia Milenium. Fiquei imaginando nossos “críticos” falando sobre sua obra… Só pra ter uma idéia, a heroina da historia é uma hacker bissexual tatuada dos pés a cabeça com um monte de piercings. E mesmo assim é uma das histórias mais fodásticas que já li na vida…
Concordo quando vc diz sobre o tipo de leitura que nos emprram na escola. Eu simplesmente ODIAVA ler qualquer coisa por causa dos Machados e Alencares da vida. Só depois da escola conheci o que eram história que me cativassem… Apesar de achar O nome da Rosa um máximo…
E quanto aquele menino Sali! O garoto que fez sucesso na internet escrevendo história para a internet!
Td bem que a maioria foi meninas que gostaram dele. Mas o cara tem uma verdadeira legião de fãs histéricas! Isso é muito louco.
O twitter dele é @felipesali para quem quiser conhecer
Confesso que antes eu torcia o nariz para autores brasileiros, mas certo dia resolvi comprar os livros sete e sétimo do vianco, cara foi uma das melhores coisas que eu já fiz na vida, desde então descobri que autores brasileiros não perdem em nada para estrangeiros, a unica coisa que ainda atrapalha esse crescimento da literatura nacional é o preconceito.
Já li todos os livros do vianco, estou lendo a batalha do apocalipse e o proximo será dragoes do eter e necropolis.
Ainda bem que não fui trabalhar sem ler esse post. Muito inspirador para quem, assim como eu, espera um dia ver seu livro numa prateleira de livraria.
Eu já escrevi um livro, mas ele ainda não encontrou uma casa para morar. Tá passeando por algumas antes que alguém o adote e o apresente a várias pessoas.
Tem alguns pontos que acho interessante abordar, tanto pelo seu post, como de alguns comentários que vi aqui: Existem escolas e professores “bons” e escolas e professores “ruins”. Eu tive a sorte de ter ótimos professores de literatura e língua portuguesa, mas tive maior sorte ainda de saber reconhecê-los.
Com certeza existem professores e livros que saibam despertar o gosto das crianças e adolescentes, mas a escola não é a única que deve dar educação.
Gostar de ler vem do incentivo em casa. Claro que vivemos em uma realidade dura, que impede alguns pais de incentivarem seus filhos. Mas já conheci várias pessoas de origem muito humilde que tomaram o gosto pela leitura desde muito cedo também. E também já conheci muitos jovens nascidos com melhores condições (algumas BEM melhores) que torcem o nariz para um livro. Falando agora de uma experiência pessoal: estudo em uma universidade particular de “alto nível”, onde a maior parte das pessoas da minha turma no primeiro ano eram bem nascidas. Tínhamos uma matéria anual de língua portuguesa onde, bimestralmente, o professor nos passava uma lista de livros contemporâneos. Escolhíamos um e fazíamos um seminário.
Qual a surpresa quando os comentários de 80% das pessoas sobre os livros não eram do tipo “que saco!” ou “que empenho ler esse livro, véi!” E não havia nenhum clássico na lista.
Claro que pessoas são diferentes e têm gostos diferentes tabém. Mas certa vez, quando ainda estava no ensino médio, eu e uma amiga conhecemos um estudante de Letras. Nós estávamos falando sobre Harry Potter e ele imediatamente começou o discurso de que aquilo não era literatura e que devíamos rever nossos conceitos. A gente perguntou se ele já havia lido algum livro da série e ele disse que não. Perguntamos de novo “Como você acha ruim se você nunca leu?” Ele desconversou e logo foi embora.
Isso quer dizer que se um dia ele vier a ser professor e um aluno vier falar de Harry Potter com ele, ele irá dizer que isso não é literatura de verdade?
Não que todos os estudantes de Letras sejam assim, mas será que esse preciosismo científico ensinado e cultuado por esses profissionais não seja um obstáculo também?
Eu leio desde criança, incentivada pelos meu pais e pela escola, e tomei gosto idependente pela literatura um pouco mais tarde com autores como Rowling e Meg Cabot. Qual o problema de uma criança de 11 anos querer ler, idependente do que seja? Ainda sou fã dessas autoras, mas descobri mais tarde outros expoentes, best-sellers ou não, internacionais ou nacionais.
No mais, excelente post! Ainda não tive a oportunidade de ler seus livros, mas os de alguns autores já tive o prazer =)
Infelizmente a maioria é assim. Eu estudo Letras, mas AMO fantasia. Eu acho que as pessoas estão mais preocupadas em categorizar coisas do que em ler. Gente, cada livro cumpre uma função. Por que ninguém entende isso? affe
Cara, propaganda boca a boca (ou blog a blog, enfim) é o que há =D De fato, é muito mais fácil eu comprar um livro depois de ter escutado a opinião imparcial de um amigo ou um resenhista blogueiro que eu conheço do que lendo a crítica de um cara que pode estar sendo pago pra emitir uma opinião parcial da obra =P E lido o teu texto e alguns dos comentários cheguei à conclusão de que literatura no colégio realmente é 8 ou 80: ou nos enfiam um “clássico” que não desperta o mínimo interesse goela abaixo ou querem passar um livrinho de fábulas com lições de moral rasas que muitas vezes nem se aplicam mais à realidade que vivemos… (tenho trauma absoluto de livro chamado Florestania que eu bravamente li até o final)
“os trolls parecem estar ocupados demais duelando com anões” -> Rá, eu peguei a referência, fuck yeah! Pobre, pooobre Muralha! O troll mais carismático ever! Então, aproveitando que estamos falando de Dragões de Éter (pois é, estamos falando =), quando é que você vai aparecer em Juiz de Fora pra distribuir autógrafos, hein? Já fiz minha amiga ler (a gente ADOGAA o Axel=) e estou instigando meu irmão a pegar pra ler também (ele acho que não vai adorar o Axel, mas nem tudo é perfeito), minha mãe tá lendo… Pelamor, dá um pulo na Saraiva de Juiz de Fora nem que seja pra dar autógrafo só pra gente, por favooooooooooooor * *
ps.:é, comprei Dragões de Éter como comprei Bento, Kaori e Caverna de Cristais, só porque OMG, o livro é de um autor BRASILEIRO!! Felizmente, não me decepcionei com nenhuma das leituras (tem uma coisinha aqui e ali pra ser melhorada, mas que livro não tem?), maaaas uma coisa que me deixou muito chateada quanto ao Dragões e Bento é que… onde que tá o raio da informação de “ei, esse é o segundo livro de uma série, lei o primeiro antes =D!”???? Acabei passando por cima de Caçadores de Bruxas e lendo Corações de Neve primeiro (e de quebra, fiz aquela minha amiga ler na ordem errada também). Hehe. Agora que a explosão fangirlismo à la Ariane esá se esgotando, continue sonhando você também!
Que orgulho deste post, que orgulho de fazer parte desta turma de meninas que movimentam a nossa tão amada literatura (na foto a baixinha esticando o pescoço lá atrás ^^).
Mesmo antes de estudar biblioteconomia e vivenciar diariamente na Biblioteca que o leitor em formação precisa descobrir o que gosta de ler e não ler por obrigação, eu sempre pense exatamente isso. Abaixo aos Machados e José de Alencar da vida! Que venha HP e Senhor dos anéis rsrs
Isso não passou nem perto de acontecer na minha época escolar, mas é muito bom ver diariamente este cenário mudando. Na pesquisa de opinião que fiz no blog a maioria dos meus leitores estão na faixa etária de 12-16 e 17-20 anos. Isso para mim já é recompensa suficiente para toda a ralação do blog.
E contribuir para as pessoas conhecerem talentos únicos como você, o Vianco e o Spohr entre outros, é um grande orgulho para mim. Todo dia aqui em BH confiro na Leitura e Saraiva e Dragões de Éter e ABDA estão lá na primeira pilha nos mais vendidos! Muitooo lindo )
Parabéns pelo post, obrigada pelo reconhecimento em nome das blogueiras e muito sucesso sempre! Mais uma vez ^^
Para minha felicidade ficar completa só mesmo com o Axel ficando viúvo hauhauhauhau
Olha, tem um projeto legal do João Henrique S. Paschoal, o Livro Primeira Alvorada, João que é designer enriqueceu seu trabalho criando as ilustrações e o próprio site da obra que será dividida em uma trilogia. O site oficial complementa o livro, oferecendo algumas crônicas sobre os personagens, belas ilustrações além de informações adicionais sobre o universo de Primeira Alvorada. Vale a pena conferir segue o site: http://www.primeiraalvorada.com.br e uma entrevista com o autor http://www.pop.com.br/mundopop/noticias/404821-x.html
Olha só que curioso. É só tratar de coisas como a literatura que os comentários corriqueiros não apararecem. Ao invés disso, só vejo cometários de pessoas que sabem, pelo menos, o mínimo de gramática. Concluímos que aqueles que mal sabem escrever não estão nem aí por esse tipo de post., muito menos o assunto em si. Ninguém tem que ser um “águia de Haia” ou um Pasquale, mas pelos menos que haja um esforço para não cometer erros primários, pois eu também os cometo. Parabéns às pessoas que aqui comentaram.
A única coisa que acho que deve ser levada em conta é a diferença de uma literatura-arte, possuidora de uma poética, e a literatura comercial, de entretenimento. Essas duas possuem valores diferentes, valorizo muito mais um literatura com poética do que uma literatura comercial.
E não é aí que tá o problema? Eu já cansei de discutir isso. Chega num ponto que tudo fica confuso e você não sabe mais o que dizer. Também gosto de literatura como criação de uma nova poética, mas tenta ler isso a vida toda? A gente PRECISA de entreterimento.
Nossa cara, que texto!
Sou escritor, pretendo cursar Letras e ser professor, e vou adicionar esse texto nos favoritos e ler todos os dias, pra lembrar o que eu devo ser e procurar na faculdade, na sala de aula e no papel e canete (no caso, teclado).
um abração!
Não querendo criticar o excelente post, mas eu vejo muito rancor com a tal da “elite intelectual”. Senão vejamos, ninguém chega a elite financeira sem trabalhar muito e ganhar dinheiro, e os exemplos dos que chegaram lá abundam e são louvados por ai. Ninguém critíca a linguagem hermética dos médicos, ou a quantidade absurda de dinheiro gasto no CERN na Europa, porque acham que isso “vai ser um bem pra humanidade”. Ninguém constrói ou entende como foi feita uma ponte se a única coisa que a pessoa sabe é como construir um castelo de cartas. Em suma, outros “doutores” são louvados e admirados mesmo em face da inacessibilidade do conhecimento que eles produzem, e dos mecanismo de proteção que eles criam pra que esse conhecimento não chegue a todos, o que, de fato, configura uma “elitização”.
Ai eu pergunto, por que essa raiva toda da “elite intelectual”? Essa elite não gasta bilhões em pesquisa, nem polui rios nem desempregada milhares de pessoas devido a especulação financeira. O conhecimento que essa “elite” produz é muito mais acessível e legível do que se pode imaginar, e é essa elite que pensa programas de inclusão social, discussões sobre problemas reais, critícia a burrice e a corrupção dos nossos governates e tem buscado e conseguido muitas coisas boas pra esse país, se posicionando e agindo em favor da ética.
Falo isso como estudante de Letras, cujo trabalho de professor é extremamente desvalorizado nesse país, e pessoas que desempregam milhões com especulação financeira são louvados como avatares de um nova ordem. Falo isso pq, quando alguém exibe um jaleco branco é admirado e respeitado, mesmo sendo um mal profissional, e um professor que exibe erudição, conhecimento, e vontade de ensinar é tachado como ufano, “quer se aparecer”. Chegar na “elite intelectual” não é cuspir do alto de uma torre de marfim no que considerado ruim e comercial e se fechar num clubinho de sócios que so leêm Machado de Assis.
Estudar o nosso legado, seja ele bíblico, literário, ou mesmo da nossa cultura oral exige esforço, dedicação e tentar transmitir esse legado, pra que a gente não seja engolido pela mídia de massa, e transformado numa massa burra amorfa colonizada pela cultura dos Estados Unidos, exige paixão e competência, mesmo em face do maior poder de sedução do Crepúsculo. Você realmente não constrói uma ponte de cara, mas pra chegar lá, vc precisa começar pelo castelo de cartas. É aqui que entram essas leituras mais comerciais.
As universidades e faculdades de Letras não isolam a produção cultural pop levando em conta juízos de valor. Esses livros tem espaço na academia dentro de outras perspectivas (como estudar cultura de massa, por exemplo). A questão é que nem Crespúsculo nem Harry Potter fazem parte, nem vão fazer, do nosso Legado cultural (ou como preferirem o “cânone” literário), pois estes livros querem simplesmente contar um estória. Um livro do Machado ou do Guimarães Rosa vão muito além disto. Pois o que tá escrito lá é o conhecimento acumluado de milhares de anos de construções de pontes.
Oie! Adorei seu post concordo em tudo.
Odiava os livros da epoca de escola, mas gostava de ler porque bem eu fazia isso desde os 5 anos, e alguns livros chatos não me impediam de continuar a gostar. O que me ajudou bastante foram as HQ’s (que eu devorava) e as aulas matadas de educação física pra ficar na biblioteca procurando livros.
E quanto a Machadada eu ainda acho que Camilo Castelo Branco é bem pior (tipo umas 10.00.000.000 vezes).
Quanto a blog literários leio vários e realmente pelo menos para mim funciona quando tenho uma dúvida sobre o que é o livro.
Ótimo texto.
bj.
Olá Draccon!
Muito legal o post e a noção de que a literatura precisa ser uma forma de entretenimento e não uma tortura.
Decidi escrever só para lembrar você de uma previsão do futuro literário que você fez…
Acho que os zumbis podem descansar em paz, porque a nova onda nos best-sellers internacionais parece ser mesmo os Anjos…
Bem que eu preferia zumbis, mas faz parte!
Abraço!
O máximo seu post. Estou estreando no mundo literário de entretenimento com o thriller verde-amarelo chamado O PORTAL. Adoro ler matérias que nos estimulam a continuar na batalha pela busca de um lugar no coração de nossos leitores, ávidos por talentos do nosso país. Parabéns…Muito sucesso e que 2011 seja repleto de muita felicidade. Espero poder conhecê-lo pessoalmente um dia.
Draccon, realmente não sei muito o que falar, tirando o fato de que você, além de ser um excelente escritor, tem umas opiniões bem sensatas. Estou acabando o Ensino Fundamental II agora, e sou um dos poucos leitores assíduos de minha sala. Mesmo assim, já penei com diversos livros passados no colégio, como O Guarani e Cinco Minutos, livros que simplesmente não conseguem cativar um jovem dos dias de hoje. Apesar disso, tive excelentes surpresas entre os livros mais antigos, como Capitães De Areia (não por acaso, compartilham o nome com os órfaõs de Snail Galford).
Suas idéias exibidas nesse post são excelentes, e uma situação assim formaria muito mais jovens interessados na leitura. Eu adoraria ver uma situação dessas.
Ah, e acabei a saga Dragões de Éter faz mais ou menos uma hora. Devidamente colocada no meu Top 5 de livros, ultrapassando Dan Brown, Rick Riordan, Paolini, Steig Larsson e até J.K. Rowling, o que, três anos atrás, eu julgaria impossível.
Enfim, obrigado por nos manter sonhando, Draccon. E que O Coletor De Espíritos (seria um Robin de Locksley?) nos faça, novamente, nunca, nunca acordar.
Raphael, realmente não sei muito o que falar, tirando o fato de que você, além de ser um excelente escritor, tem umas opiniões bastante sensatas e interessantes. Estou acabando o Ensino Fundamental II agora, e sou um dos poucos leitores assíduos de minha sala. Mesmo assim, já penei com diversos livros passados no colégio, como O Guarani e Cinco Minutos, livros que simplesmente não conseguem cativar um jovem dos dias de hoje. Apesar disso, tive excelentes surpresas entre os livros mais antigos, como Capitães De Areia (não por acaso, compartilham o nome com os órfaõs de Snail Galford).
Suas idéias exibidas nesse post são excelentes, e uma situação assim formaria muito mais jovens interessados na leitura. Eu adoraria ver uma situação dessas.
Ah, e acabei a saga Dragões de Éter faz mais ou menos uma hora. Devidamente colocada no meu Top 5 de livros, ultrapassando Dan Brown, Rick Riordan, Paolini, Steig Larsson e até J.K. Rowling, o que, três anos atrás, eu julgaria impossível.
Enfim, obrigado por nos manter sonhando, Draccon. E que O Coletor De Espíritos (seria um Robin de Locksley?) nos faça, novamente, nunca, nunca acordar.
Muito legal mesmo otexto, concordo com tudo que vc disse sobre o uso da literatura nas escolas e ainda mais a brasileira, que mais dá raiav ao aluno que prazer da forma como é usada.
Fico feliz de ver exemplos de escritores que se esforçaram em suas idéias e hj colhem os frutos, para um iniciante nas artes da escrita literária como eu, em busca de um bom tema e história que tenha a ver com meus gostos e me dê prazer de escrevê-la, é importante ler sobre tais exemplos e saber que é possivel.
Este post exprime como um grito de êxtase, com uma pitada de “estamos vivos, seus maníacos” com punhos em riste, os sonhos e anseios de uma geração.
Somos jovens, das mais diversas crenças e ideologias, unidos pelo prazer de conhecer, de compartilhar e expandir a imaginação.
Hoje vários leitores tem orgulho de discutir, aclamar e recomendar seus phodásticos autores nacionais. Além disso, vários aspiras ao ofício de escritor, como eu, têm colocado a faca (a caneta, ou o teclado) nos dentes pra exterminar de vez os Monstros da Gaveta. Vamos rasgar o tal Tecido da Realidade ainda mais. Esperem e verão!
Parabéns pelo texto. Não fazia ideia de que a literatura contemporânea brasileira está tão evoluída. E, principalmente, parabéns por ter coragem de fazer literatura no Brasil.
Parabéns Raphael, ótimo post. Pela palestra e o bate papo (os 2 eventos que eu fui) era possível ver exatamente isso em suas palavras.
A uns 6 anos atrás, muitas vezes via pessoas me encarando quando leia no metro algo que era desconhecido, e por muitas vezes eu na cara de pau falava do livro e de quem era. Mas hoje vejo pessoal tanto no metro, no busão ou aqui na empresa, com lendo vários livros. Claro que ainda estão longe dos mais fissurados pela leitura (como nos NErds, por exemplo), mas já é uma evolução impressionante.
Como digo para meu irmão que está com 14 anos, prefiro ele lendo 10 livros no ano (do Raphael, Paoli, Kowling e etc) do que não ler ou nem terminar um do Machado, pois não sente tesão por aquele livro. Aos poucos ele vai desenvolver o interesse por outro estilos.
Obrigado por colocar meu TT, o engraçado que estava escrevendo o texto para o meu blog e, como todo fanboy, precisa expressa minha admiração pelo trabalho de você e como ele me ajuda.
Como diria o autor de Shaman King “Sigam sua estrela”
Deixo o endereço do meu blog, onde escrevo meus textos ao clássico estilo fantástico-medieval, além de outras coisas.
Http://mestreurbano.wordpress.com
E o do Daniel, um grande amigo, que escreve mais ao estilo teatro
Esse texto foi muito, mas muito inspirador para a minha pessoa, provavelmente era o ultimo passo que faltava para que eu começasse a escrever minha própria obra.
Mais um ótimo post!
Vou dizer-te que essa revolução que os blogs vem fazendo é algo admirável. Eu mesmo cheguei a autores como você e Vianco por causa de blogs.
Bom, espero que essas grandes mudanças não parem e que cada vez mais eu possa fazer parte dela.
Achei muito interessante o cenário que você descreveu, esse em que um professor se dispõe a ser um mediador da descoberta do prazer da leitura e não alguém que diz o que é “certo” ou “errado” ler; tá mais para um companheiro de estrada mais experiente. Agora não me lembro direito, mas acho que foi num livro escrito por Rubem Alves e Gilberto Dimenstein, em que eles dizem que o professor e o estudante são pessoas em processo de aprendizagem e que a diferença básica entre ambos é que o primeiro só é aprendiz há mais tempo que o outro em determinado assunto.
Li uma postagem sua em algum outro lugar em que seria interessante apresentar o mundo da leitura aos poucos a alguém. Que se um adolescente ler Machado de Assis, por exemplo, pode acabar sair correndo, achando leitura muito “chato”. Agora, se o adolescente ler “Dragões de Éter”, há uma chance maior de ele gostar, pois tem uma linguagem mais próxima do mundo dele. É meio que uma descoberta, você vai tendo experiências boas com certos livros e daí se sente mais a vontade de ter outras experiências com outros livros também.
Raphael, gostaria de perguntar uma coisa: teria como você fazer alguma postagem sobre (ou fazendo menção) a questão do preço dos livros hoje em dia? Por que alguns são mais caros e outros não? Ou você me manda um e-mail respondendo isso caso não dê para postar.
Obrigada!
E parabéns pelas suas colunas!
@raphaeldraccon – Claro que sim. Vou buscar maiores detalhes para falar sobre isso futuramente.
beijos
Aliás, relembrando um pouco, você foi o primeiro brasileiro escritor de literatura fanstástica que eu li e gostei! Até então eu lia somente autores estrangeiros. Foi a partir daí que eu comecei a valorizar mais as obras nacionais e a perceber também que literatura brasileira não se resume somente aos autores que aprendemos para passar no vestibular.
Linda coluna, Raphael! Dá vontade de levar para escolas e mostrar aos diretores e professores de literatura como a leitura não deve ser forçada – muito menos inadequada.
Aliás, tenho uma adição à sua lista de escritores brasileiros fazendo sucesso: uma autora notadamente não de fantasia, mas de teen chick lit! É a Paula Pimenta (@paulapim), e já reconhecida como a Meg Cabot brasileira. Li os três livros da sua série Fazendo Meu Filme, e eu como uma adolescente sonhadora de 17 anos, nunca encontrei uma saga que me envolvesse emocionalmente assim (nacional ou estrangeira), com o perdão de um certo Criador…
Realmente não sei aonde estava com a cabeça que ainda não tinha lido e encontrado esse post.Realmente excepcional!
Exatamente o que eu sempre pensei,e realmente esclarecedor…
Primeiro pensei:Como esses caras escrevem tanto,e tão bem,em tão pouco tempo?
Qual o macete publicitário que resulta em tão alto teor de curiosidade e compreensão?
Respectivamente,cheguei a conclusão de que não se trata,apenas,de gente gabaritada,mas de gente com muito talento,que naturalmente desanda a escrever sem parar,sem analisar muito,tendo como resultado textos de excelência e de coesão acima das expectativas que faz com que os leitores se identifiquem.
Não existe macete,nem conspirações com publicidade,o que existe é o nosso bom senso que analisa e escolhe,através de muita variedade,aquilo que é realmente bom,agradável e pragmático…
O dom de usar muitas palavras para não dizer muita coisa é meu,quanto a vocês,parabéns!
Cara esse post foi ultra esclarecedor e emendando logo: do caralho!
É ótimo se sentir estimulado a prosseguir em algo feito antes de tudo com paixão.
Acredito sim na expansão cada vez maior dos talentos brazucas e agora muito mais.
Parabéns Raphael.
E parabéns à todos os famosos e anônimos que tem levado a literatura nacional adiante com seus passos.
Ótimo texto! Meus parabéns. Devo concordar com as abordagens didáticas mencionadas no referente a aulas de literatura. Mas acrescento: jovens de hj não estão acostumados com os clássicos da literatura, suas características e rebuscamento pq não são incentivados a apreciá-los, mas obrigados. A minha mãe quando criança adorava Dom Casmurro. Na mesma idade dela eu preferia 20.000 Léguas Submarinas. Ela não tem interesse pelos clássicos. eu tenho. acho os textos em sua maioria muito mais originais que os atuais. MAS isso se deve ao fato de eu ter crescido e sido educado de forma a saber apreciar essas coisas. Nem por isso não gosto de Tolkien, harry Potter, Desventuras em Série e livros assim. mas aprendi a apreciar os clássicos e a adorar aulas de literatura referentes aos livros dos séculos XVIII e XIX. Sou um grande fã de Eça de Queiroz. Mas não via (com certas exceções) meus colegas se interessarem pelos mesmos livros em aula. Enquanto eu lia cada livro duas vezes antes da prova, eles liam um resuminho qualquer. possivelmente pq a família não incentiva. Claro q mesmo com esse incentivo eu poderia acabar detestando Machado de Assis, por exemplo. mas pelo menos eu teria uma bagagem q me permitisse falar agir asim. As pessoas pensam só em bobagens da internet e deixam de lado a cultura a que podem ter acesso através dela. Vejo crianças hoje e, comparadas às da minha geração, tenho certeza de que elas são mais alienadas. Não conhecem nada, não sabem nada. Incentivo por parte da família é sempre bem vindo. Introduzir estes livros novos em aulas de literatura é uma ótima ideia, tenho q concordar, mas como “oposto” ler os clássicos pode ajudar a criar um conceito mais sólido sobre as diferenças narrativas/históricas/estilísticas etc entre os mesmos. Pelo menos assim me parece. Defendo e defenderei sempre os autores dos séculos idos, mas não sou contra modernizações.
Hoje em dia existe um termo que anda bastante utilizado por aí: o chick lit.
A expressão se refere a uma literatura voltada especificamente para o público feminino (em tradução livre seria algo como: “literatura para mulherzinha”).
É de onde surgem histórias sobre mulheres querendo perder peso para arrumar namorado; procurando formas de controlar os cartões de créditos; fazendo fofocas em escolas de ricaços ou agarrando qualquer anjo ou morto-vivo que brilhe por aí.
Que seja; se elas gostam disso, nós temos de respeitar a forma de construção de raciocínio do sexo oposto.
A grande questão, porém, que fica é: ok, e se o mercado editorial anda invadido pelas obras para a mulherada, o que sobra nas prateleiras para representar a legítima literatura de macho?
Abaixe o volume do jogo no fundo aí e abra essa cerveja no dente, meu amigo.
Achor Cornwell mt foda. Comecei com as Cronicas de Artur e me identifiquei de imediato logo queria ter todos os livros dele. Li a Saga do Graal, As aventuras de Sharpe, Crônicas Saxônicas e Azincourt. Aguardo ansiosamente os próximos livros de Sharpe e Crônicas Saxônicas.
Ótimo seu texto, sempre tentei descrever Bernard Cornwell para meus amigos assim. Literatura pra macho!.
Gostei muito do texto dobre o Bernad, ele seguido de Iggulden, tem sido meus escritores prediletos. Descobri leonel caldeira esse ano tbm e estou gostando muito.
So descordo de uma coisa, a grande obra do Bernard pra mim é sem duvida “as aventuras de sharpe” ate onde eu li é simplesmente brilhante ( aonda mais c vc contar que ja são 7 livros, em portugues, sobre um mesmo personagem todos com qualidade. Muito bom. Como nosso colega acima espero ansiosamente os proximos.
Eu também li até o 7º livro, mas não parei por ai…terminei nesta sexta feira o 21º livro da série,(no total são 24 livros eu acho, mas estão em inglês, no começo até empaquei com algumas palavras mas depois do livro 9 é mole…)
Richard Sharpe Rulez!!!!
Alias a arma que o autor está segurando na foto desta matéria é a seven-barreled gun do Sargento Harper o companheiro de batalhas de Sharpe(Eles lutam juntos inclus=ve depois da batalha de waterloo em 1815(o último livro passa se na revolução chilena( ou inicio da revolução sei lah em 182e alguma coisa…)
boa sorte em esperar pela record publicar todos os livros…arrisque-se em um ePub, vale a pena!
Como um grande fã de Cornwell, preciso dizer que não gostei do texto.
A literatura dele foi apresentada da maneira como a é, brutal, sangrenta e realista. Mas o texto passou a idéia de que Cornwell é como um dos típicos filmes brucutus dos anos 80: muita pancadaria e pouca história.
Li apenas As “Crônicas do Graal” e “Guerras Saxônicas” e ao meu ver em momento nenhum Cornwell faz transparecer que Derfel ou Uthred são imbatívels, muito pelo contrário. Os caras são bons, mas ao ponto de poderem resolver tudo sozinhos? Nay. A morte sempre ronda ao redor deles e eles sempre precisam quebrar juramentos ou fazer muitas coisas contra à vontade para salvar o pescoço deles ou daqueles que lhes são caros.
Discordo do termo “literatura para macho” aplicado a Cornwell. Ao meu ver, ele tem absulutamente nada a ver com o estilo brucutu de filmes (Os Mercenários, por exemplo), ele não faz uma literatura para machos, e sim somente descreve as coisas como foram na idade média: brutais e cruéis.
Os personagens possuem sim dilemas internos, apenas não estão explícitos. Eles são mais sutis e bem elaborados, exatamente como devem ser.
Por mais que ler as épicas cenas de batalhas te passe a mesma sensação de assistir um filme de brucutu, eu não o chamaria assim. Nem pensar.
E só para não discordar de tudo (ou quase tudo) também recomendo George R. R. Martin. É Cornwell com uma pitada bem pequena de fantasia, não tinha como dar errado.
@raphaeldraccon – Agradeço a opinião. A questão é só que você e alguns outros abaixo estão levando a coisa muito a sério e ao pé da letra. A proposta da coluna é comentar assuntos que são debatidos aos montes pela web, mas de uma visão sempre diferente do tradicional e bem-humorada.
A coisa da “literatura de macho” é uma paródia a “chick lit”; o texto acima é uma brincadeira com isso, eu não entendo porque algumas pessoas levam tudo tão a sério na web, em vez de relaxar e levar no bom humor.
E se você leu “apenas As Crônicas Saxônicas e de Artur” de fato não tem como avaliar a afirmação citada, já que esses livros não se encaixam nela.
Outra coisa: e se “ler as épicas cenas de batalhas te passa a mesma sensação de assistir um filme de brucutu”, então na verdade você já ratificou tudo o que estava escrito no texto.
pois é, o texto tá bacana e oh, wait… sou MULHER!!! Acho q o melhor termo é Cornwell é literatura para pessoas maduras e inteligentes, o que suficientemente já difere do público que lê Crepúsculo…
Ja li as Cronicas Saxonicas e gostei muito, e tambem ja li a serie Crepusculo e a serie House of Nigth (vampiros),,. e gosto desses dois generos de livros dentre outros como ex: a serie de Eragon/Eldest/Brisinger, livros de Dan Brown, . axo que seu comentario nao teve nada a ver.
Amigo, só lendo Stonehenge não da pra chegar a uma grande conclusão sobre o jeito Cornwell de escrever, parta para as Crônicas de Artur ou Crônicas Saxônicas.
@raphaeldraccon Ratifiquei? Até onde eu sei, “por mais que” ainda é uma conjunção adversativa, ou estou errado?
A questão não é ser ou não ser um texto de humor ou uma paródia, mas fazer jus à obra do autor. De nada adianta pegar no pé de “literaturas modinhas” (o que sempre é saudável) e com isso empobrecer a obra de um autor, ainda mais do Cornwell.
Eu entendi a idéia por detrás do texto (criticar os “chick lit” ou a “literatura modinha”), mas da forma que foi escrito, por mais que tenha sido uma piada, por assim dizer, ficou parecendo que Cornwell só escreve para os tough guys, quando acho que ele escreva para todos que são capazes de assimilar a dureza real da idade média.
Apesar do texto ter excelentes partes, como a que revelar por que Derfel tem um apelo tao grande, ele tambem faz um grande desfavor a obra do BC dizendo que é literatura BRUCUTU. Se eu jamais tivesse lido BC antes nao chegaria bem perto dessa obra depois de ler esse texto.
Estou lendo um livro dele agora, ainda não me impressionou muito, mas mesmo assim o livro é bom, de 0 a 10 pra mim Cornwell fica com 8.
Vai rolar algum post a respeito do livro, “O nome do vento” ?
Dos livros do universo da fantasia esse pra mim foi o melhor que li até agora.
Eaí Raphael,
Bom texto, Bernard Cornwell é pra macho mesmo, mas quando você falou do Uhtred voce disse que ele é o total oposto de Derfel, logo depois de dizer que o Derfel é “uma pessoa com noções de honra, caráter e fidelidade aos ideais e às pessoas a quem jura sua lealdade.” Não conheço ainda este personagem, mas deu a impressão que o Uhtred não tem essas caracteristicas, mas na verdade ele sempre demonstrou essas três mesmas qualidades com o decorrer dos livros, ele passou a lutar contra os dinamarqueses pela promessa feita a Alfredo, a menção toda hora a honra e por vezes interferindo quando não acha as coisas justas. Abraço
@raphaeldraccon – Ah, sim, é verdade, nesse ponto ambos têm isso, mas de maneiras ainda assim bem próprias. Derfel é como um monge, ele segue regras. O Uhtred não; ele dita as regras…
Cara, Cornwell é MUITO *ODA! Seu texto conseguiu captar o que emana das páginas dos livros dele. Só discordo em parte da ordem de leitura, pois em minha opinião as Crônicas Saxônicas, justamente por apresentarem um personagem desconhecido, nos permitem conhecer o estilo sanguinolento do autor. Difícil não se imaginar no comando de um drakkar quando Cornwell descreve Uhtred no leme de um desses barcos. Para acrescentar, eu recomendaria a série Asteca, de Gary Jennings – são 5 livros, Orgulho, Holocausto, Sangue, Vingança e Outono Asteca – em que rola incesto, batalhas, história, sangue, tudo o que faz um bom livro! Ah, em tempo: Quem disse que o brucutu é o cara que resolve sozinho foi o Azaghâl
muito bom! soh li a cronicas de arthur ate hoje e sempre me referi a serie como literatura pra quem tem bolas. ^^
dica: poderia fazer uma coluna sobre A mao esquerda de deus do paul hoffman? li a pouco tempo e gostei muito da ideia do livro
@raphaeldraccon – Ainda não li. Mas quero fazê-lo ainda; já houve até promoção desse livro aqui no Sedentario.
James Ellroy é outro que com ctz merece entrar nessa lista (Dália Negra, LA Cidade Proibida, THe Big Nowhere e White Jazz – pqp com cd um). Merece até mais que o louco do George RR Martin (putz, o maluco enrola pra bagalho em ‘the song of ice and fire’)
As Cronicas Saxonicas tem mais testosterona que todos, mas não se engane, Sharpe, mesmo sendo um soldado ingles já pós-revoluçao industrial não deixa de lado a brucutagem.
Orlando Paes Filho é um ótimo exemplo de escritor nesse estilo, e brazuca.
O livro Angus, pode não ser tão detalhado nas batalhas e nas descrições como Cornwell, mas me iniciou para este tipo de literatura.
Depois de Angus, minhas aquisições foram os livros de Cornwell.
Ainda pretendo terminar de ler a saga de Angus, mas enquanto isso, vou me admirando com o universo inglês.
Sou fa do Bernard ja faz uns bons 7 anos.
E discordo muito do que vc escreveu.
Ele nao faz literatura para macho, ele faz LITERATURA.
O que essas mulheres fazem nao tem qualidade nenhuma, o que ele faz tem, e muita.
Suas personagens femininas sao excelentes e muitas vezes superam os homens.
E discordo mais ainda no seu texto da sensibilidade de seus livros, Excalibur foi o unico livro que me fez chorar na vida e duvido que outro livro repita esse feito, recomendo a todos aqueles que querem saber o que realmente significa SABER ESCREVER que leiam suas obras, e aguardo o ultimo das Cronicas Saxonicas que para mim ja superou a trilogia de Arthur.
Ele nao faz literatura para macho, ele faz literatura de qualidade.
@raphaeldraccon – A incerteza de que uma literatura com características masculinas pode ser boa é sua. E apesar de não perceber a princípio, no momento em que você afirma que “o que essas mulheres fazem nao tem qualidade nenhuma, o que ele faz tem, e muita”, você está sendo mais machista que o texto criticado.
Conheci ele esse ano. O primeiro livro que eu li do Cornwell foi “O ultimo Reino”, em pouco menos de 1 mes ja estava terminando “Terra em Chamas”, aguardando ansiosamente a continuação das cronicas saxonicas.
Estava com o pré conceito de que as cronicas de arthur não seriam boas, pois nao há nada mais pra falar da historia, mas pelo o que voce disse me induziu a procurar saber mais.
não conhecia este autor, vou procurar a respeito, como literatura de macho posso citar também “o sobrevivente” de chuck palahniuk e também os livros do Charles Bukowski.
Dica: Charles Bukowski.
Ele não escreve sobre aventuras medievais.
Ele escreve sobre brigas de bar. E sobre bebidas. E sobre brigar bebado em bares. E sobre mulheres. E sobre brigar em bar por causa de mulheres. E sobre bebidas.
Discordo do texto. Cornwell não escreve livros para machos, mas sim, livros de qualidade e com uma visão realista da idade média.
Do jeito que está escrito no texto, dá a entender que o indivíduo que acabar de virar a última página de um livro de Cornwell, vai imediatamente para o bar, beber, arrotar e vomitar cerveja.
Pelo que eu li em suas obras, esse escritor consegue sim criar personagens sensíveis, mas sem exageros emos, diferente do que ocorre em alguns livros atuais.
@raphaeldraccon – Já para mim, do jeito que está escrito dá a entender é que o sujeito que vai ao bar beber, arrotar e vomitar cerveja vai adorar Bernard Cornwell!
Conheci este autor lendo as Crônicas Saxônicas e agora estou lendo as Crônicas de Arthur e cada vez mais gosto do estilo literário dele.
Realmente é história pra macho nenhum botar defeito, mas ao mesmo tempo em que é truculento, fala de amizade e honra, coisas que não podem faltar num homem de verdade! O resto é viadagem!
… o texto tá ótimo.
(Parece que a galera não entendeu que o assunto principal é a ótica de “livro pra macho”. Os outros aspectos dos livros do Cornwell não são assunto deste texto).
Bom texto, concordo com muita coisa sobre o que escreveu, mas ao contrário de ti eu vejo em Azincourt, do ponto de vista estratégico-militar, muito mais maduro.
Azincourt (Batalha de Agincourt) > 300(batalha das termópilas)
outro grande escritor e Steven Pressfield. pra mim a obra d avida dele foi “Portões de Fogo”. o que diz a wikipédia a respeito:
“O épico Portões de Fogo é requisito na Academia Militar dos Estados Unidos e no Instituto Militar de Virgínia, e, de acordo com o L. A. Times, “alcançou status cult entre marines”.”
@raphaeldraccon – Estava dirigindo hoje e pensei isso: “Cara, não citei Pressfield!” Que bom que lembrou aqui. O livro dele “A Guerra da Arte” é meu livro de cabeceira.
Comecei lendo As Crônicas de Artur por influência de dois amigos meus e acabei gostando mais de Cornwell além do limite do saudável.
Concordo com muita coisa que você falou, principalmente quando diz “Sua retratação histórica costuma ser tão bem feita, que mesmo que as coisas tenham sido diferentes do que ele conta, você irá preferir acreditar na versão dele mesmo assim.”. Depois d’As Crônicas de Artur, nenhuma outra versão da lenda de Artur me parece certa. Nenhuma.
Só não concordei totalmente com o termo usado na introdução: “literatura de macho”. Acho que desse modo soa como se Cornwell escrevesse ao estilo “bebidas, porradaria e mulheres”. Ao meu ver a literatura dele é simplesmente crua. É uma história que tenta ser o mais realista possível e, ainda assim, extremamente fascinante. Cornwell mostra que pra uma história ser boa você não precisa de príncipes pupurina gentis além do normal ou garotos de 12 anos que podem soltar faíscas pra matar o super vilão. Derfel Cadarn é só mais uma pessoa normal, tendo que lutar pelo que ama, correndo risco de morrer assim como todos os outros. Acho que exatamente por isso ele é mais foda que muito personagem por aí.
Cara, muito bom o texto. Já li tudo q “esse cara” escreveu, é meu autor predileto, tenho quase todos os livros. Dei retweet e postei no meu humilde blog tbém. Parabéns, excelente trabalho.
No primeiro livro o cara perde a mulher. O que ele faz? Fuzila meia cidade até pegar o desgraçado que a matou.
No segundo livro ele protege a mulher. Não importa quantas pessoas ele tenha que balear pra isso.
No terceiro estupram sua mulher, ela perde o filho e ela se suicida. O que ele faz? Vai atrás do desgraçado e, por tabela, dá cabo da família do cara inteira, que tenta lhe matar.
Obs: agora eu entendi por que uma amiga minha é fanática pelos livro dele. Ela atira com arco-e-flecha em um grupo que simula batalhas medievais e é fascinada pelo arco e afins.
não gosto muito de ler, mas depois de um amigo me emprestar um de seus livros, adorei o cara. um dos seus principais personagens RICHARD SHARPE de “as aventuras de sharpe” eh sensacional, na televisão inglesa virou ateh seriado! o cara eh foda! parabéns pelo blog de fazer esses tipos de post também! vlw!
Ótima coluna! Sou uma grande fã do Cornwell, acho incrível como ele consegue escrever de um jeito detalhado e ao mesmo tempo dinâmico, eu leio os livros dele imaginando cada paisagem de cada cena e mesmo assim não me canso.
Só uma coisinha, Raphael: Tudo bem que BC é literatura pesada, mas tem mulher que gosta! Tem carnificina, gente bebendo, sangrando, guerreando, morrendo, urinando, cuspindo e vomitando, e eu tenho masculinidade o suficiente pra ler e adorar tudo aquilo! =P
Nunca li Cornwell, assumo que não me chamou a atenção… Mas a descrição que tu deu do texto e estilo dele, lembram muito o Steven Pressfield, especialmente o Portões de Fogo dele.
Fica a dica.
Mandou bem cara…..eu fou fascinado no Bernard….o cara lança um livro atras do outro em sequencias diferente! a forma como ele narra seus livros, prende qualquer macho na leitura. Já li todo seus livros e fico torcendo pro cara não morrer antes de terminar As cronica Saxônicas rss…
@raphaeldraccon -Os fanáticos por “A Game of Thrones” fazem a mesma torcida com George R.R. Martin…
Cara comecei com o arqueiro pq tava por 15 conto no submarino, e depois tive que comprar os outros dois a história É muito boa. Comecei a comprar as guerras saxônicas, mas só vou ler depois de ter comprados todos daí sim parto para as crônicas de arthur.
Não por nada, mas acho que vai demorar pra ter todos… Só foram escritos 5 até hoje, e o Cornwell já deu uma entrevista falando em até 12 livros das Saxon Tales. Eu estou como todos os fãs verdadeiros: em crise de abstinência até o próximo
@Rd – A incerteza de que uma literatura com características masculinas pode ser boa é sua. E apesar de não perceber a princípio, no momento em que você afirma que “o que essas mulheres fazem nao tem qualidade nenhuma, o que ele faz tem, e muita”, você está sendo mais machista que o texto criticado.
Creio que voce realmente nao entendeu meu comentario. Eu nao critiquei o texto pelo machismo, foi voce quem o coloca como. Quando comentei “o que essas mulheres fazem…” me referia ao “chick lit” citado no comeco do seu texto, realmente poderia ter sido mais explicito, mas isso nao tira o merito do comentario, que nao eh machista, critiquei a literatura produzida por esse “estilo”, existem mulheres que sabem escrever e existem mulheres que sabem vender.
Relamente discordo E MUITO dos termos utilizados como “literatura de mulher” e “literatura de macho” existe a literatura boa e a ruim.
E essa onda que voce chama de “chick lit”, nao devia nem ser citada como literatura.
@raphaeldraccon – Está certo, André. Compreendi melhor seu ponto de vista agora.
Comecei lendo o Senhor do Anéis (q não deixa de ser uma literatura do tipo, apesar de embutir MUITA fantasia), li o Silmarillion e Contos Inacabados e acabei me apaizonando pela literatura Inglesa.
do Bernard, li primeiramente “As Crônicas de Artur” depois partindo para outro autor (citado no texto) Conn Iggulden, também ingles, com a série O Imperador.
Acabei lendo “A busca do Grall” e até o oitavo livro das “Aventuras de Sharpe”.
No momento terminei de ler o terceiro livro das Crônicas Saxônicas, “Os Senhores do Norte”, que segue +- a linha das “Crônicas de Arthur” e estou lendo “Os Ossos das Colinas”, terceiro livro da série O Conquistador, que narra a trajetória de Gêngis Khan, livros de Conn Iggulden tbm.
Gostei muito do texto, a muito tempo esperava alguem comentar sobre meus autores preferidos.
Além de entretenimento esses livros também contribuem para o conhecimento histórico, enquanto temos ROMA surgindo sobre as ilhas britânicas em “O Imperador”, também temos o momento de transição, onde Roma abandona a britãnia e os bretões precisam se agarrar a novas crenças em “As Crônicas de Arthur” até as invasões dinamarquesas nas “Crônicas Saxonicas”, bem como as guerras que se sucederam com a França nos livros da “A Busca do Grall” e “As Aventuras de Sharpe”, enquanto o maior soberano de todos os tempos conquistava terras da Coréia do Norte ao Iraque (“o Conquistador”), formando o maior império conhecido. Tudo isso de forma simples, clara e arrebatadora. São todos narrativas empolgantes, vale a pena.
Parabens e continue com o ótimo trabalho.
Muito bom. Sou um grande fã do Cornwell tendo muitos livros dele aqui, quando fico sabendo que vai sair um livro novo do cara já começo a juntar dinheiro pra poder comprar; Cornwell é o Chuck Norris da literatura.
Falando dos “erros” dele, não sei se o autor do texto percebeu isso, mas ao ler os livros do Cornwell você percebe que ele tende muito a se “auto-plagiar” (é o melhor termo que achei).
Por exemplo, Derfel é um saxão que foi criado por Britânicos, Uthred é um inglês-saxão que foi criado por Dinamarqueses, o personagem de “Stonehenge” tambem passa por algo parecido.
Agora que fiquei sabendo que ele foi adotado quando criança, talvez isso explique porque tantos protagonistas dele são justamente “adotados” também, bem interessante.
Não é uma critica, adoro os livros deles mesmo assim, e as historias conforme evoluem não ficam nada parecidas uma com as outras.
Aqui no S&H falta uma coluna de literatura nerd com uma pegada mais introspectiva e “adulta”, Jorge Luis Borges, Cortázar, Murilo Rubião, Graciliano Ramos, José Saramago… seria legal até pra apresentá-los para esses jovens cheios de preconceitos, pois são todos excelentes escritores e cada um com um estilo que marca e choca de uma forma diferente… Esses leitores esperam muito o obvio e a violência gratuita, sem uma dose de poética que faça realmente “doer”. Abraços!
Muito bom o texto, melhor ainda a combinação com as imagens! Parabéns RD!
Ainda não tive a oportunidade de ler nenhum desses livros, mas já ouvi falar muito principalmente sobre a trilogia do Artur.
Boa semana a todos!
Acho muito válido o esforço para reunir algumas indicações de leitura “para macho”. Inclusive já peguei algumas indicações dos comentários.
Já li a saga do Arthur, as Crônicas Saxonicas, o Condenado, Azincourt e a trilogia do Arqueiro, essa última a melhor e mais bem escrita no meu ponto de vista. Também recomendo Cornwell. Linguagem acessível, leitura fácil e agradável, pra quem gosta do tema.
Algo que sempre me interessou nesse tipo de romance histórico é exatamente o que vem depois do final do livro do Cornwell. É o apendice onde ele fala sobre o que aconteceu de fato. O que a história pôde acompanhar daquilo que efetivamente aconteceu.
Para quem quiser ler sobre o lado francês do início da guerra dos cem anos, eu recomendaria a saga “Os Reis Malditos” do Maurice Druon que recentemente recebeu uma nova edição. Romances que não perdem para os do Cornwell. É mais político e menos físico, mas excelentes de qualquer maneira e bem escrito.
Outro livro no estilo é “Portões de Fogo” de Steven Pressfield. Fala sobre a batalha grega contra os persas em Termópilas. Esse é foda! Guerra, suor e sangue um ano antes da invasão persa, culminando na defesa das termopilas. Fodão. Recomendo fortemente.
Falam que os livros “Pilares da Terra” são muito bons, mas nunca li. “Musashi” também.
Abraço.
@raphaeldraccon – Pois é, estou anotando algumas sugestões também; pessoal sempre surpreende. E, aliás, por falar em surpreender, como raios eu esqueci Musashi? Eiji Yoshikawa é presença obrigatória mesmo também.
Comecei a ler cornwell com os 3 livros do graal.
O 1o livro eh foda! Pra mim, um dos melhores dele. As piadas do William Skeat são impagáveis, como por exemplo ele chamando o Thomas para falar com o comandante.
De fato, cronicas de rei artur é muito foda!!
Sharpe, eu adorei a grande maioria dos livros, acho que soh o 5o ou 6o que eu não gostei muito..achei um pouco arrastado, mas os proximos já voltaram a qualidade cornwell.
Achei a cena do 2o livro de Sharpe onde ele salva o Wellesley pra deopis ser promovido d+!!!
Só nao li stonehenge pq nao achei q seria, como vc disse, literatura pra macho
alguem pode me dar uma opiniao?
Se eu entendi direito esse post, posso considerar “Entre rinhas de cachorro e porcos abatidos”, da Ana Paula Maia, uma ‘tough lit’??
Já vi os livros dele eu confesso q me interessei muito, mesmo depois desse post ‘machista’. =P
Só acho meio arriscado considerar esse tipo de literatura soh pra macho… uhaiuahiuahiuahiau
Excelente artigo. Moro em UK e depois de ter lido todos (nao eh figura de linguagem) os livros do BC, visito os locais que ele menciona nos livros.
Ninguem deve ter vergonha de ler esse tipo de literatura, ja que mesmo sendo literatura para macho, tem qualidade e relevancia. Me acreditem, ler nao eh uma opcao para mim, mas um vicio. Ja li quase todos os livros citados nos comentarios. Tambem ja li classicos, underground, alternative, you name it. Leio 2 a 3 livros por semana e na verdade quando comeco, nao importa o quanto ruim, tenho que terminar. Por falar nisso, ja li chick lit tambem.
O que mais me choca eh saber que tem gente que tem que poupar para comprar um livro do BC. O governo deveria fornecer esse livros gratuitamente para os jovens brasileiro. Nao, o governo britanico infelizmente nao faz isso tambem.
Dica: Todos os livros acima estao disponiveis na internet. Qualquer leitor de ebook e tempo para garimpar serao recompensados.
Continue com a coluna. Parabens.
valeu ai cara..
adorei a descricao do cornwell
sou fanzao ..so nao li terra em chamas (vou comprar concerteza) e stonehegen ..
o resto posso afirmar ..maravilhoso ..
principalmente as cronicas de arthur ..
abraco o/
Achei a série do rei Arthur fantástica, pode até parecer uma blasfémia mas pra mim a série fica quase no nível de senhor dos aneis, só não fica no mesmo nível porque LOTR trouxe muita coisa nova, mas só por isso já da pra perceber que a crônicas do rei Arthur são excelentes.
@raphaeldraccon – Eu não acho blasfêmia não. Concordo com cada vírgula.
Cornwell é bom, já li algumas séries e realmente é uma leitura interessante e que entretém. Mas para aí. As histórias são bem narradas, o contexto histórico é muito bem descrito e etc, mas no fim do livro não acrescenta muita coisa.
Exatamente como os filmes pipocas de ação que fizeram a nossa cabeça quando moleques.
Agora, se querem literatura de macho e pra macho com conteúdo mais profundo e ótima leitura, leiam Hemingway. Se a briga de Santiago com o marlin em o “Velho e o Mar” não é literatura pra macho, então nada mais é.
Fui feliz ao começar a ler Cornell exatamente com O Rei do Inverno. Meu amigo, Derfel É O CARA. Depois dessa obra, nenhum filme do “rei” Artur será bom. NENHUM.
Depois disso, li A Trilogia do Graal (ótimo, mas não é As Crónicas; O Condenado (razoável); Azincourt (bom); Stonehenge (saco!); e a pouco tempo terminei de ler o último d’As Crônicas Saxonicas que foi publicado, que estou gostando muito.
Uthred é mais brucutu que Derfel. Este nunca agiria da forma alterada de Uthred depois que este confrontou com Ubba, no fim do primeiro livro/inicio do segundo. Derfel era mais diplomático. Mas ainda prefiro Derfel. Acho Derfel mais foda!
Cara, Cornwell é foda! Mas faltou aí citar as aventuras de Sharpe! Tem ótimos personagens, muitas batalhas sangrantas também e Sharpe é o personagem meio termo entre o Derfel e o Uthred. Adoro estes três, não tem como compará-los, cada um tem suas peculiaridades, acho que eu não saberia escolher o meu preferido hehehe.
A galera tá levando muito ao pé da letra o que vc disse aí. Eu achei um ótimo post, e vou mandar pros meus amigos, sempre recomendo a leitura mas não sei transmitir a sensação da leitura pra eles, acho que esse post vai ajudar bastante.
POST ANIMAL!!!! eu sempre tive vontade de ler as Crônicas de Artur, mas tava me faltando tempo, depois dinheiro… mas depois de ler esse post… eu faço emprestimo, baixo e-book, o que for… mas certeza que vou ler!!!! X3
e dos tough guy que você citou, o amor da minha vida é o Jason Bourne! o cara e Foda! quero um pra mim! rsrs
rir um monte com o texto e as imagens do post!!!! exelente post… senti a sua paixão pelo autor e isso me deu mais animo pra ler os livros. mesmo sendo uma garota lol.
Parabéns pelo post! dá pra notar que foi feito com muito carinho… Ou melhor.. carinho não que isso não é coisa de Macho! Foi a base de sangue e suor… e sem chorar ou reclamar P@#$$*! Ù_Ú
Com certeza um dos autores se não o mais macho de todos é ele! já lí dois livros das Crônicas Saxônicas dele e adorei do inicio ao fim! uma dica de livros parecidos são os do seu conterânio Conn Iggulden, que escreve as mesmas ficções-históricas (O Imperador, por exemplo, que conta a história de Júlio César!)
ótimo post!!
Comecei por indicação do amigo lendo os livros do Rei Arthur. Já li MUITAS historias com este tema e com certeza esta é a melhor. Parece que você tá la, que aquela é de verdade e realidade.
Terminei de ler ontem o último livro do Imperador do Conn Iggulden. Vou dizer que o livro é FODA. Puta história, começa meio fraca no 1o livro, mas depois pega fogo e eu praticamente não conseguia parar de ler. Acho que isso se deve principalmente ao fato que a história do Rei Arthur e seus personagens eu já conhecia alguma coisa mesmo sendo escrita de uma forma tão diferente pelo Bernard. Mas ter lido a história do Imperador com certeza da uma balançada nas idéias!!!
abraço!
e parabéns pelo blog! acompanho a muito tempo (deve ser o que a mais tempo eu acompanho e que continua na ativa) e esta é a primeira vez que comento algo!
@raphaeldraccon – Agradeço pela participação e em nome do Sedentario também a fidelidade. Fique à vontade para comentar sempre que quiser.
Adorei o comentario em um blog tão famoso do meu autor predileto,
mas eu não gostei de uma coisinha só: que ele e um autor pra SO PARA MACHO!
Os livros dele não e só sangue e putaria não….tem intrigas, política e romance também, mas e claro que não e mela cueca que nem muitas mulherzinhas estão acostumadas , os relacionamentos costumam ser mais realistas (bem difrente de um certo um vapiro colegial !? que se apaixona pela garota mais sem sal da cidade…)Eu indico para todas mulheres de bom gosto e que apreciam uma literatura inteligente, com o fino humor inglês, descrições bem feitas, muitos detalhes, e por último, não menos importante, sem aquela baboseira de amor imposivel e um virgem de 100 anos!hahaha
Adorei seu post!Parabéns!
as sagas do HQ do personagem LOBO
também são o tipo mais que perfeito de though guy
imagina um cara que mata sua raça inteira só pra ser o único esse é o lobo
o ultimo czarniano
cara, muito bom o texto. comecei a ler cornwell faz uns anos, mas comecei com o arqueiro, depois li a trilogia do arthur. curti tanto as cronicas de arthur q qdo fui ocmeçar a ler cronicxas saxonicas eu tava ocmraiva de saxao e nem li por um tempo.
só stonehenge q achei meio chatinho, mas vale bem,
valew ae!
AH, CHORA SIM! Peloamordedeus, o que é aquele Lancelot sendo filho da mãe em as Crônicas de Arthur? Eu (quase) chorei de RAIVA, de ódio pelo que ele tinha feito!
Se eu tivesse dutos lacrimais, teria chorado.
Enfim, para mim o Bernie é tipo… sei lá. Não tem como descrever. Uma das coisas mais legais que já aconteceram nos meus poucos anos de vida foi ele ter se levantado e me dado um daqueles abraços porque meu livro favorito escrito por ele é o livro favorito dele! Tipo, olho para o autógrafo e para as fotos e me lembro e… sério, como não se emocionar?
Mais do que ele, pra mim, só o Neil Gaiman.
E é isso que, para mim, é um autor bom. Esses que despertam reações vicerais e te fazem sofrer, torcer e se emocionar junto com o livro. Esses que te fazem se sentir lá, na parede de escudos, cuspindo na cara de um saxão maldito!
Para quem tem dúvida sobre ler ou não: tá esperando o quê?
Enfim, acredito que haja espaço para todos e isto mantém um balanço. Ter estilos diferentes à nossa disposição nos permite fazer o comparativo sobre o que é melhor ou não para nós.
“Chick lits”, como Becky Bloom, por exemplo, podem não ser ‘literatura pra macho’, mas ainda bem que existe o tipo de produção que faz a gente sorrir e chorar (talvez pelo mesmo motivo). Já pensou se tudo fossem armas e sangue, o tempo todo?
Adorei o termo “tough lit”, e entendi o que você quis dizer com “literatura pra macho”, APESAR DE algumas garotas também curtirem uma boa luta (:
Pra mim, ninguém descreve guerras como J.R.R.Tolkien, mas não esperava ver o nome do professor citado no post, afinal literatura fantástica passa bem longe de narrativas históricas, como as de Cornwell. E a fantasia é muito mais importante no universo Tolkieniano do que as guerras, o que afasta um pouco o público masculino (injustamente, é claro!).
Stephen King é mestre, mas seus livros também estão fora das características de “tough lit”. Sem lutas, sem guerras, sem machões exalando testosterona. Apenas o mais puro e cruel terror. King desenterra todos os esqueletos e conjura todos os fantasmas da imaginação humana.
MAS a “chick lit” também tem seus méritos! (sou menina, tenho que defender a raça! hahaha)
Nem só de vampiros purpurinados, lobisomens românticos, anjos gostosinhos e amores eternos é que são feitas as “chick lits”.
Mulheres como Meg Cabot mostram que nem toda garota precisa de um vampiro para protegê-la (pra quem só ouviu falar de O Diário da Princesa, por favor desconsidere essa série. Meg Cabot vai muito além da Genóvia). Suzannah, por exemplo, a protagonista da série A Mediadora, tem que ajudar fantasmas que não querem “seguir em frente”. Ela acha que a melhor forma de lidar com eles é empurrando-os dessa vida para a outra com um belo chute no traseiro.
@raphaeldraccon – Obrigado pela opinião e excelente participação. É bacana ver como uma menina compreendeu a ideia do post mais do que muito rapaz por aí…
Ótimo texto, resume bem Cornwell, ainda não terminei de ler as crônicas do Rei Arthur, mas comecei pelo Arqueiro ao invés do que vc recomenda, mas mesmo assim, me amarrei muito. Espero ter mais tempo para terminar de ler.
Parabéns, vou citar seu post no meu blog.
Antes de mias nada: eu ri, ri muito, quase sem ar.
Iniciei Cornwell por o Arqueiro…não gostei (talvez dê uma segunda chance depois deste texto e compre as crônicas de arthur).
Mas não rotularia Cornwell como literatura de macho…sou garota..ODEIO click lit e sou apaixonada pela “O Imperador” de Conn Iggulden, as meninas também gostam de uma boa luta…sangue jorrando e carnificina =] todas as garotas quem eu indiquei o livro gostaram.
Nao gostei do seu texto sobre Cornwell, tenho certeza que voce nao teve intencao de coloca-lo de forma tao simplista em seu texto, mas a impressao que tive ao ler sua coluna é que voce subestima o trabalho do autor como um todo. Cornwell é um pesquisador antes de tudo, estuda profundamente todo e qualquer assunto antes de pensar em escrever sobre, ele esta longe de ser um escritor tough, ainda mais da forma gratuita como voce descreve em seu texto. Suas obras tem uma profundidade historica impressionante e aconselho sua leitura para todos, sejam homens ou mulheres, principalmente aqueles que gostam de uma obra bem conceituada e que nao subestime a inteligencia de um leitor que aprecie o tema, coisa recorrente no genero. Na minha opiniao Cornwell possui muito mais similaridades com escritores como Susanna Clarke, Marion Zimmer Bradley do que com os Clancy da vida (embora concorde plenamente com seus comentarios Sobre Iggulden (excelente) e Martim (obrigatorio)). Um abraço, e parabens pela coluna.
Meu primeiro livro do Cornwell foi Azincourt, estava procurando livros com personagens “quebrados”, você sabe, aquele tipo de personagem que faz escolhas morais difíceis, mata, chora, se suja de sangue e não tenta ser um avatar da justiça divina.
Ultimamente li alguns livros que me deixaram com um gosto amargo na boca, os heróis são sempre bons, nunca cometem erros, nunca fazem nada de errado, e são sempre bonitos e cheirosos, ja o vilão da historia (darklord generico n 15485) e feio, sai dizendo por ai que e “mal” (putz, nem Hitler saiu por ai dizendo “como eu sou mal,hohoh’) estupra criancinhas e quer conquistar o mundo deus sabe por que, livros como as crônicas de gelo e fogo, tigana é alguns do Cornwell estão entre meus favoritos, ja que nesses livros na maioria das vezes os personagens se parecem com pessoas de verdade, não com caricaturas ridículas.
olha só, seu post é engraçado, a lá zeca bordoada da Tv Macho, me diverti lendo, mas você fez o Cornwell parecer tão fútil!
Só porque exala testosterona, não significa que não seja profundo. Os conflitos psicológicos existem e são trabalhados com maestria, de maneira sutil, e muito fica nas entrelinhas. Artur, Derfel e Utred, como homens de poder passam por dilemas morais, sofrem por amor, de um jeito maravilhosamente tosco, se frustram, são enganados e fazem burradas!Nada a ver com Chuck Norris e afins.E é por isso que eles são mais adoráveis! Sou menina, gosto de coisas frufru,desconheço a tal chick lit, para poder emitir qualquer comentário sobre isso,mas Cornwell não é só pra macho. Boa literatura independe de gênero.
Ahn, um bom livro sobre um conflito macho básico é “os irmãos karamázov”, do Dostoiévski.
o cornwell é simplismete O CARA ele mostra as coisas como eram sem as frescurites de mimi,ah ele é o rei alfredo,foda-se eu n vo ca cara dele, é bem o estilo dele os livros dele mostram mesmo oq é ser macho principalmente As Cronicas Saxonicas num todo e em As aventuras de Sharpe onde se encontra com varias enrrascadas q qualquer um normal iria se cagar de medo,e mostra a parte onde os corajosos e herois se diferenciam como no batalhão Highlander em sharpe mostrando a verdade q homem q é homem n tem medo de porra nenhuma mesmo usando saia(kilt)
Cara, eu TENHO que falar do Stephen King aqui.
Tenho.
Esse é um escritor muito bom, apesar de as obras dele muitas vezes serem excessivamente ficcionais, são em seus livros que eu encontro os personagens com algo mais próximo de humanidade. Todos os sentimentos na medida certa, inclusive os pequenos medos.
Roland de Gilead é um legítimo tough guy.
Citando:
“Eu não miro com a mão; aquela que mira com a mão esqueceu o rosto de seu pai.
- “Eu miro com o olho.
- “Eu não atiro com a mão; aquela que atira com a mão esqueceu o rosto de seu pai.
- “Eu atiro com a mente.
- “Eu não mato com a arma; aquele que mata com a arma esqueceu o rosto de seu pai.
- “Eu mato com o coração”
A mão direita dela era um borrão entre o braço da cadeira e a coronha do revólver de Roland. Saiu em um segundo, a mão esquerda descendo, caindo sobre o cão em adejos quase tão rápidos e delicados quanto as asas de um beija-flor. Seis estalos secos ecoaram pelo vale, e cinco das seis lascas de pedra em cima da rocha deixaram de existir num piscar de olhos. ”
A Torre Negra.
Sacou o que eu quiz dizer?
King, se precisar matar o protagonista ele mata, mas não sem levar meio mundo junto…
Cara ele é muito foda
ja li stonheng, o condenado, as cronicas de arthur, cronicas saxãs estou esperando tempo para ler o resto.
La em casa é leitura obrigatória, minha irmã ja leu todos q temos em casa e está comprando os q faltam.
Mas um grande tbm é Stephan King, na saga A torre negra, o pistoleiro Roland é puro instinto e tiros certeiros, ele se encaixa nos “escrotos” mas mesmo assim é muuuito fodão.
Graças a este post conheci Cornwell, comprei o primeiro livro da série cronicas de arthur, e terminei de le-lo em menos de 24 horas.
Estou indo comprar o próximo imediatamente.
Eu devo ser a única mulher no mundo que ADORA Bernard Cronwell desde a adolescência! Sério, um dos meus livros favoritos é Crônicas de Arthur! (e sim, ele está ao lado de Brumas de Avalon na minha estante e convivem muito bem) Li O Rei do Inverno quando tinha uns 15 anos e amei. Pedi o Inimigo de Deus de aniversário. Eu devo ser algum tipo de anomalia feminina. Gosto muito também do Stonehenge, acho que a versão que ele criou pra aquele círculo de pedras simplesmente TEM que ser a verdade. rs
Quando eu vi a seção de fantasia de livraria com uns 8000 livros de um cara que eu nunca tinha ouvido falar, eu sabia que estava perdendo ALGUMA coisa. Mas ainda não sabia o que.
Agora eu sei. Na próxima passada a uma livraria, não saio sem meu Crônicas de Artur.
Muito legal seu artigo cara! Retratou Cornwell como poucos! Acho que outro autor que se encaixa bem no termo “tough lit” é Hugh Laurie (o autor que faz o personagem House do famoso seriado). Em “O vendedor de armas” vemos um verdaeiro tough guy, que sabe que é foda e é muito, mas muito sacana.
“…Conheci um homem que tinha uma mulher muda. Era tremendamente feliz.”
Dinamarquês sem nome em O Cavaleiro da Morte.
“Mulheres, como elas amaldiçoam esta narrativa!” Derfel Cadarn [Cronicas de Artur]
“Quando você estiver morto, vou mandar curtir sua pele e fazer uma sela, para passar o resto da vida peidando em você.”
Ivarr para Uhtred [Os senhores do norte]
“-Senhor, parece que estamos condenados
-Cale-se Derfel, e mande seus homens continuarem atirando as lanças
-E quando as lanças acabarem?
-Jogaremos poetas”
Merlim para Derfel [Cronicas de Artur]
também sou mulher e adoro o Cornwell, só não li dele as Crônicas Saxônicas, por falta de tempo mesmo..
também acho que faltou aí citar os livros do Sharpe, que, para mim, são a obra-prima do autor.
Já li muitos livros q tem um “tough guy”, e de todos, poucos superam ou mesmo chegam perto de Luca Brasi, do livro (e filme) O Poderoso Chefão (The Godfather, no original). O cara mata sem dó nem piedade. No próprio livro (e filme) O Poderoso Chefão tem poucas páginas (ou minutos) dedicados à ele e o modo como morre é ridículo, mas há uns trechos em O Siciliano (mesmo autor de O Poderoso Chefão, Mario Puzo) que conta um pouco da história de Luca e como o filho-da-mãe incinerou o próprio filho quando ele ainda era um bebê (tá certo q isto é bárbarie) e que como Jeremias, ele MATAVA MIL. Outro q é bem “tough guy”, mas nao chega nem na metade do que Brasi foi, é Sony Corleone, o filho mais velho de Don Vito.
Raphael, parabéns pelo texto, você passa de forma bastante clara sua ideia. Realmente algumas pessoas parecem ter dificuldade em entender um texto, por mais cultas que pareçam ser. Concordo em gênero, numero e grau com sua opinião. Sou um enorme fan do BC, já li praticamente todos os livros do autor e me junto a você nessa corrente. Só para terminar, depois de ler o texto e ler todos os comentários, fui perceber que ficou faltando mencionar o ótimo livro escrito por VOCÊ! PARABÉNS pelo “DRAGÕES DE ÉTER”!! excelente livro!
Hahaha, mas pô! Todas as mulheres dos livros do Cornwell são superpoderosas, qualé, Nimue? A mulher do Sharpe? (Teresa se não me engano..) A mulher do Derfel, a amiga do Uthred (que fica com o filho do Ragnar) a amante galesa dele, Gisela… até a freira é fodástica… Qualé, o cara é o cara porque sabe retratar tanto homens quanto mulheres poderosas…
Ri de chorar no “…E SEM BRUMAS”. HAHAHA!
Muito, muito bom o post, Raphael! Também adoro Bernard Cornwell, mas não tenho muitas pessoas para conversar sobre, por isso ler algo tão legal de quem é igualmente fã do Bernard é sempre muito agradável! =]
Não sei se você lembra, mas devo ter sido um dos poucos que pediu pra você autografar um Guerra dos Tronos quando esteve aqui em Fortaleza. =] Tenho uma amiga que é simplesmente maluca pelos seus livros! Acabei de emprestar o Rei do Inverno pra ela, mas não sei se ela curtiu o tabefe de testosterona (MURRO, aliás. Tabefe é coisa de fresco.) que deve ter levado na cara ao vislumbre dos primeiros capítulos… Talvez mostrando pra ela esse seu post, ela se empolgue, hehehe!
Abração, tudo de bom!
Amei o ‘literatura pra macho’. Apesar de não concordar, porque sou mulher e sou simplesmente apaixonada por Bernard Cornwell. E conheço várias que também são (como minha irmã).Derfel, junto com Morgana Le Fey (notou algum padrão?) e Jon Snow é um dos meus personagens preferidos. Também gosto do que você chamou de chicklit, mas meu prefrido é mesmo quanquer coisa no estilo Bernard Cornwell.
Vim também dar outra dica de tough lit: série Força Sigma. Pena que a Ediouro só lançou 3 aqui, e não há previsão de lançamento dos outros (ainda bem que leio em inglês e graças aos deuses por pocket books!). A série segue a linha de O Código Da Vinci, mas os personagens são um monte de Comandos em Ação. E é bem amsi divertida que os livros de Dan Brown.
Ainda não li os seus livros, mas eles estão bonitinhos na minha estante. Logo, logo eu leio.
Sempre pensei que os livros eram pra bixas , mulheres ou para nerds . Nunca gostei de ler um livro nem na escola e nem fora , mas um dia desses encontrei por acidente a saga A busca do Graal eu so li o comecim porque nao tinha nada para fazer mas quando li vi que nao se tratava de um livro que a escola nos força a ler aqueles que falam historinhas gays sobre adolecentes e nem aqueles livros de historias de magis NAO quando li O Arqueiro vi que nao tinha palhaçada e se tratava de um livro muito bem feito retratava detalhadamente o cenario medieval e tbm a igreja que naquela epoca era corrupta e suja , adorava quando saquevam cidades aldeias e gados e os cenarios detalhados mas sem ser aqueles detalhes chatos mas detalhes interessantes . VALEW BERNARD CORNWELL VC ABRIU MEUS OLHOS PARA UMA LIVROS QUE EU NUNCA IMAGINEI QUE EXISTISSE
Muitas mulheres leem Cornwell. Não sou macho e acredito que ando bem vestida o suficiente pra nem ser confundida com um, mas adoro ler o Cornwell, ele descreve tão bem que dá pra sentir o cheiro de sangue das batalhas, tenho as Crônicas Saxônicas e a Saga do Graal. E não possuo nenhum chick lit, já tentei ler, mas que é aquilo, embrulha o estômago…
era exatamente o que estava pensando , tantas pessoas sendo mortas em atentados e bombardeios e nego fica ai de lutinho pq os Estados Unidinhos sofreu um atentado e as outras milhares por mundo a fora ? kd?