Cavernas & Dragões | Sedentário & Hiperativo
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E estava já na hora dessa coluna de literatura fantástica/sobrenatural retornar.

Foi um mês de férias, mas estamos de volta e admito que da parte de cá foi sentida falta dessa troca com vocês. Eu ia abrir a coluna desse ano acatando os pedidos pelo “Eragon”, mas só vou poder fazer isso na próxima.

Entretanto, para podermos voltar a estabelecer contato, e para aproveitar e anunciar uma notícia bacana para o pessoal que ama literatura fantástica, escrevo esse post diferente aqui.

Vamos lá:

Vocês se lembram do belíssimo filme chinês “Herói”?

Filme de qualidade técnica impecável e história poderosa, na época em que foi lançado foi o filme mais caro da China e se tornou uma das duas maiores aberturas nos EUA para um filme em língua estrangeira, perdendo só para “A Paixão de Cristo”.

O mais curioso, porém, era aquele detalhe que aparecia no pôster antes de qualquer coisa: “Quentin Tarantino apresenta…”.

De fato, a Miramax possuía os direitos do filme, mas coube a Tarantino, admirador do gênero que não tinha nada a ver com a produção do filme, batalhar e convencer os executivos a lançá-lo comercialmente nos cinemas.

Bom, fora do cinema e dentro dos domínios da nossa literatura, eu tive meu próprio “momento tarantino” e embarquei em uma jornada parecida, que começou há aproximadamente um ano e meio, batalhando com meus editores para lançar uma obra igualmente cinco estrelas por aqui.

E depois de meses de esforço, consegui ajudar a trazer ao nosso mercado provavelmente o título de fantasia mais esperado pelo fanatic kingdon daqui. E se você é um leitor de literatura fantástica, acredito que irá enlouquecer com a história quando puder tê-las nas mãos.

E acho que já está na hora de eu lhe contar melhor sobre ela.

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Esse é meu último post do ano.

Felizmente, 2010 está logo ali, e vocês já podem ver pelo visual deste blog que coisas novas virão por aí…

Eu ainda estou devendo um post sobre “Eragon” e um sobre “Tolkien”, como proposto pelo pessoal do Twitter,  e prometo que o farei ainda. Só que ano que vem.

Como queria, porém, escrever um último post, mesmo para nós não ficarmos sem nos falar antes dessas festas de fim de ano – sabem como é, todo mundo, querendo ou não, acaba se sentindo compelido a fazer aquela ligação antes tardia para velhos amigos nessa época – vim escrever um post que fosse um pouco mais rápido, envolvendo um lado onírico da vida dos escritores/leitores de literatura fantástica.

O fato é que conforme você vai tomando gosto pela coisa, quanto mais dark é a ficção e os filmes que você começa a assistir e absorver, assim como os universos que você começa a dar vida, isso também começa a influenciar aquelas viagens oníricas para planos moldados a que somos levados feitos crianças em transe pelo homem de areia, não por acaso também conhecido como Lorde Moldador.

A questão é que escritores e leitores de fantasia dark sempre têm sonhos interessantes para lhe contar, principalmente os que anotam as coisas antes de esquecê-las.

E eu tenho um caderno de sonhos assim.

Recordações escritas à mão rapidamente envolvendo a narrativa de momentos em que Sandman não estava de bom-humor (e quando ele está, não é verdade?), e acordar se mostrou um legítimo salvamento.

Hoje, eu vou compartilhar um dos meus piores com vocês…

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O campeão de pedidos recebidos pelo twitter (em disputa bem acirrada com Eragon e Tolkien) foi por um post envolvendo “zombies”.

E quer saber? Eu compreendo o fascínio sobre o assunto.

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Esse ano, a grande estrela internacional do Cinefantasy foi o diretor Marc Price, um inglês que realizou o filme de zumbis: “Colin”.

Marc é um jovem nerd (hum…) como quase todos aqui, que nunca teve formação cinematográfica, aprendeu a fazer cinema assistindo a extras de dvds e acabou como uma grande atração com seu filme independente em Cannes.

E se meu colega colunista aqui no “Sedentário…”, Adriano Martins, se impressionou com o orçamento de “Atividade Paranormal” a ponto de usar a expressão “apenas 15 mil dólares”, eu fico imaginando qual seria a reação dele se soubesse que Marc Colin fez o filme de zumbis dele contando com a amizade de parceiros, a boa ação de amigos fiéis, e um custo prático de… 78 dólares.

Eu vou repetir: o cara sem formação cinematográfica fez um longa-metragem de zumbis com menos de 80 dólares (!), e foi parar em Cannes (e se Marc fez aquilo com 78 dólares, se dessem 15 mil na mão dele, ele faria um blockbuster!).

E o filme é bom!

Na trama, nós acompanhamos de cara a tensa transformação de homem em zumbi e depois acompanhamos toda a invasão zumbi do ponto de vista dele.

Mas a questão aqui a ser levantada hoje é: por que, afinal de contas, zumbis são como azeite extra-virgem de boa qualidade; quase tudo com eles fica bom?

Por que eles se entranharam tanto na cultura pop a ponto de funcionarem desde aliados ao gênero terror, sua casa original, até as comédias escrachadas e comics de super-heróis?

A questão do nosso post de hoje é: afinal de contas, por que diabos amamos tanto zumbis?

zombies3

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Nesse exato momento em que escrevo esse post, “Dragões de Éter – Corações de Neve” está entre os Top 20 mais vendidos do Submarino, dentre os mais de 200 Lançamentos nessa época de Natal (que é quando as editoras lançam suas cartadas mais altas).

E por que é importante que eu comece o post de hoje lhe dizendo isso? Vamos lá:

Muitos aqui devem se lembrar daquele post sincero que eu escrevi chamado “Mercado Fantástico, ou o que Raphael Draccon pode lhe dizer que outros escritores já não tenham dito…”.

Naquele texto eu fui sincero sobre os mecanismos do mercado editorial, de uma forma que, ou os aspirantes a romancistas profissionais desistiam de vez ao ler o que eu tinha a dizer, ou se atiravam de cabeça sabendo onde estavam se metendo e com consciência e vigor redobrados.

Logo, naquele texto eu comentei muito mais sobre as partes difíceis e pedregosas dessa jornada, mesmo porque, para a maioria aqui, ela é o que vem pela frente.

Hoje, porém, vou comentar sobre o outro lado e sobre a responsabilidade que envolve estar desse outro lado.

Sim, o mercado editorial é um caminho de paciência e dificuldade extrema. Mas existe um Nirvana se você, tal qual Fernão Capelo Gaivota, souber não apenas voar até lá, como ter coragem de voar até lá.

E entender  o motivo de se aprender a voar.

Logo, hoje eu não vou falar exatamente sobre o mercado fantástico. Hoje eu vou falar sobre o necessário para se trilhar uma jornada fantástica como escritor.

E vou acabar sendo muito sincero mais uma vez.
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É, foi uma maratona.

Como havia dito por aqui antes, esse ano fui um dos jurados do Cinefantasy, festival de curtas e longas fantásticos, que é hoje o principal evento no país nesse gênero de horror, ficção-científica e fantasia.

curta-fantastico_cartaza

Organizado pela Fly Cow, através do casal de produtores Eduardo Santana (a versão paulistana, cabeluda e mais sociável de Sheldon Cooper, do “The Big Bang Theory”) e Vivi Amaral (o lado Penny, quando utiliza vestidos e decotes em vez do estilo “produtora-correndo-ocupada”), o evento é patrocinado pelo Banco do Brasil e pelo ProAC da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, e conta ainda com os apoios da Prefeitura, Secretaria Municipal e Governo do Estado de São Paulo.

202 Penny Sheldon(Eduardo Santana & Vivi Amaral)

Logo, se você é de São Paulo e não aproveitou nenhum desses dias para ver filmes de vertentes fantásticas sombrias que nunca irá ver no circuito comercial, eu acho que você perdeu uma excelente oportunidade.

Não digo que você deveria ser atirado na fogueira, longe disso, mas eu concordaria com ela se a sua mãe lhe desse por isso aquele olhar maternal atravessado na passagem da sala de estar para a cozinha, principalmente quando está com alguma peça de roupa nas mãos que você deixou espalhada pelo chão.

Encarei uma maratona de 80 filmes (só na Mostra Competitiva), ao lado dos jurados Marcelo Carrard, jornalista, blogueiro e idealizador do Day Gore, e do português João Vianna, um dos realizadores do MotelX, que, apesar do nome, é um famoso festival de cinema de terror em Portugal (não, não, nada de pornô, you little freak…).

Interessante que os três jurados eram bem diferentes; Carrard gosta de filmes que mostram muito sangue, tendendo ao gore; Vianna tende ao terror mais de sustos e menos sádico; eu tendo aos suspenses sobrenaturais, que fazem muito com pouco, e mais sugerem do que exibem.

E isso apenas valoriza os vencedores, principalmente porque muitos deles foram decisões unânimes.

E se você costuma ler esta coluna, provavelmente você deve se interessar pelo gênero fantástico e suas vertentes sombrias, e, logo, talvez você queira escutar o que eu tenho a dizer sobre alguns desses filmes que realmente impressionaram um júri tão diferente, e dar chance a um ou a outro trailer.

Afinal, eu não sei qual seu tipo preferido de filme, mas com certeza você gostaria de assistir a algum desses filmes que eu irei lhe contar…

Vamos lá?
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Esse post será um post sincero.

Pode ser que, depois de ler o que tenho a escrever, você queria acreditar ainda mais no sonho de ser escritor profissional. Pode ser que você desista dele.

Sinceramente eu não posso tomar essa decisão por você nem sei o que será melhor para a sua vida, mas de uma coisa eu sei com certeza: nós dois já estabelecemos uma relação de sinceridade mútua, embora haja toda uma parnafernália eletrônica entre as questões que eu levanto e as que você comenta. Não importa; o que importa é que eu sou sincero quando escrevo e você é sincero quando me escreve ou mesmo me cede um minuto da sua atenção.

O fato é que hoje em dia existem milhões de pessoas querendo se tornar escritores profissionais, e existem apenas dez lugares na lista dos best-seller. Nesse momento, uma única escritora ainda reservou cinco desses assentos só para ela e, quanto mais rica ela fica, por mais tempo ela irá renovar essa reserva VIP.

Além disso, o número de vagas em uma editora de grande porte para um autor iniciante costuma estar reservado aos dedos de uma única mão, desde que essa mão pareça a dos alienígenas do Distrito 9.

Logo, hoje eu vou lhe falar sobre algumas regras desse jogo difícil chamado “mercado editorial”.

E, bom, eu não sei se você é do tipo que insiste no impossível ou que se agarra ao coerente; mas acredito com certeza que ao menos indiferente você não irá ficar.

Quer saber? Puxe uma cadeira, meu amigo; eu tenho coisas a lhe dizer…
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Esse blog é fantástico.

E as pessoas que o fazem ser fantástico também, sejam os criadores desse sítio, os colaboradores que geram conteúdo e, principalmente, os leitores que contribuem com as opiniões e a audiência que levou o S&H ao VMB.

Sério, a internet tem algo de extremamente surreal e intenso nessa questão de trabalhar com o imediato. Não é como um livro que leva anos entre os primeiros caracteres e os primeiros e-mails com as opiniões sobre o que foi publicado.

Aqui, tudo é imediato.

Tem gente que tem receio desse contato direto, principalmente na blogosfera, onde todo mundo é macho na frente de um pc. Eu, admito, adoro esse imediatismo e a participação de vocês. E mais: levo tudo na boa, aprovo e mantenho todos os comentários por lá; é só a pessoa não ser sem educação (o que até agora, felizmente, não aconteceu) ou sair xingando os outros (yep, nenhum espírito menos iluminado até aqui…).

Como citei no Twitter: aprovando, concordando ou discordando, eu estou orgulhoso do pessoal defendendo seus pontos de vista.

E exatamente por dar valor aos meus leitores (venham eles de que mídia vier), eu gosto de responder a todo o mundo, mas os diversos desdobramentos da própria web de vez em quando nos aprisiona em suas próprias armadilhas. Logo, hoje eu recebo, por exemplo, mensagens pelo Orkut, por e-mail, pelo Facebook, pelo Twitter, pelo meu  site e blog pessoal e pelo Sedentário & Hiperativo!

E de vez em quando eu me perco para responder todo o mundo, mas leio todas as mensagens. Juro.

E como adoro vocês, e como algumas questões que são perguntadas acabam sendo de interesse geral, resolvi reunir hoje aqui em uma coletiva virtual todos vocês para a gente conversar rapidamente desde os temas polêmicos debatidos aqui no S&H até o Workshop de Roteiros Fantásticos ou outros eventos literários que estão para acontecer nesse fim de ano.

Dessa forma, eu estou aqui hoje por vocês nesse auditório virtual lotado. Podemos começar?

Ok, você aí no meio com a mão levantada, primeira pergunta…
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E parece que a coluna andou mesmo vingando. Foram aproximadamente 80 comentários até aqui sobre o texto “Os Quatro Fantásticos“, que demonstra a diferença entre os estilos de King, Matheson, Vianco e Gaiman, e parece que pela maioria houve uma boa aprovação.

Em meu nome e no desse querido blog, agradeço de coração a preferência.

Aproveitando a onda feminina “vampiros-me-peguem”, que engloba desde “True Blood” e “Vampires’s Diaries” até a espera pelo longa-metragem de “Lua Nova” em novembro, vamos dedicar a coluna de hoje em parte ao fenômeno “Crepúsculo” de uma abordagem diferente.

Dois avisos apenas, antes do post de hoje:

a) Vou sortear como prometido lá nos meus seguidores do Twitter, “O Caminho do Poço das Lágrimas”, autografado pelo André Vianco, de hoje até quarta-feira que vem.

Para concorrer basta me seguir e, como muitos já fizeram, me enviar ou enviar uma mensagem que contenha o @raphaeldraccon. Logo, você pode dar um RT no post da semana, pode contar para um amigo que há um sorteio de livros todo mês, pode citar uma opinião sobre um filme de temática fantástica, pode falar dos seus autores preferidos, pode indicar um livro, pode fazer o que quiser; basta colocar o @raphaeldraccon para eu lhe encontrar no sorteio do livro.

Depois dou um print no sorteado e coloco lá no meu blog, ok?

b) Andei recebendo mensagens do pessoal que quer ser escritor, perguntando sobre o mercado editorial e tal, outros comentando sobre “Dragões de Éter”, ou questionando sobre o mercado de fantasia no Brasil.

Para quem se interessar pelo tema, haverá uma oportunidade de ouro nesse sábado, do dia 17/10, em São Paulo, na Livraria Cultura, do Market Place. O fato foi que a livraria acabou – sem querer – montando um excelente evento para fãs de fantasia: estarão presentes de uma única vez o André Vianco, eu e a escritora Helena Gomes, do “O Arqueiro e a Feiticeira” e “Lobo Alpha”. O Vianco irá falar sobre vampiros e a obra dele às 16 horas, e eu e Helena Gomes comentamos sobre fantasia e o mercado editorial fantástico no país às 18 horas, também como abertura para o lançamento exclusivo na livraria do “Dragões de Éter – Corações de Neve”.

Logo, todos vocês são nossos convidados e podemos trocar mais sobre o assunto ao vivo. E aqueles que lá chegarem através do “Sedentários…”, por favor venham falar comigo e me comuniquem, ok?

Agora vamos ao post de hoje.

***

Vampires Rulez, ou por que Pokémon pode explicar o sucesso de Crepúsculo…

Sério, eu li “Crepúsculo”.

“Lua Nova” se aproxima, camisas de “Team Edward” ou “Team Jacob” proliferam, fãs se desesperaram na Comic-Con dessa ano para ver cenas do filme, e acho interessante abordarmos o assunto. Como bom viciado em cultura pop, tentei compreender a comoção que essa obra causou – e ainda causa – no mundo.

E formei uma opinião.

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Olá!

Para aqueles que não me conhecem, eu sou Raphael Draccon.

Fui convidado pelo caríssimo Duquian para escrever a coluna “Cavernas & Dragões“, um espaço para se falar de fantasia em todas as suas vertentes, o que significa que podemos trocar desde o terror e o horror até a  ficção científica e o sobrenatural.

Filmes, livros, músicas, curiosidades, estruturas de roteiros, cultura pop; qualquer coisa relativa ao tema pode ser discutida nesse espaço, desde “Crepúsculo” e “Harry Potter” a “Conan” e “Avatar”, principalmente de um ponto de vista menos convencional.

Como hoje em dia todo o mundo está escrevendo um livro, de vez em quando eu posso comentar também sobre o mercado editorial fantástico por aqui, e tirar algumas dúvidas.

No caso do nome da coluna, o termo “Caverna” se refere extamente a esse lado do dark/terror, e o “Dragões” ao lado do fantástico/sobrenatural. Além, obviamente, de fazer referência ao desenho que todos aprendemos a amar e misturava todas essas vertentes em uma mesma receita.

Sobre meu trabalho, releases da minha editora costumam dizer coisas como…

Raphael Draccon é roteirista profissional e autor de literatura fantástica contemporânea, ficção de horror e romances sobrenaturais. É o autor mais jovem a assinar com os braços nacionais de duas das maiores holdings editoriais do mundo, e roteirista premiado pela American Screenwriter Association.

… e bom, talvez alguma coisa disso seja realmente verdade. De qualquer forma, a princípio isso é suficiente; aos poucos e com o tempo nós iremos nos conhecer melhor.

Devido à coluna, acabei tomando vergonha na cara e criando uma conta no Twitter. Se você quiser enviar alguma sugestão sobre temas ou coisas do tipo, será muito bem-vindo.

Pretendo ver também se consigo sortear por mês um livro relevante ao tema pelos seguidores de lá. Como a conta acabou de ser criada e só está sendo divulgada agora, acaso se interesse as chances de você poder ser sorteado são grandes…

Para estrear, aliás, esse mês vou sortear por lá um livro autografado do melhor amigo que conquistei nesse meio profissional, a estrela nacional do horror/sobrenatural André Vianco.

E é aproveitando este fato que iniciamos a primeira coluna, envolvendo uma mesma metáfora e os diferentes estilos de quatro bons autores fantásticos.

***

STEPHEN KING X ANDRÉ VIANCO X RICHARD MATHESON x NEIL GAIMAN

No Workshop que realizei ano passado, convidado pelo pessoal do Cinefantasy, comentei sobre a diferença de estilo desses três autores, aproveitando um gancho do próprio King, que citarei a seguir.

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