Bernard Cornwell, ou como se faz literatura de verdade pra macho…

cavernas-e-dragoes

Hoje em dia existe um termo que anda bastante utilizado por aí: o chick lit.

A expressão se refere a uma literatura voltada especificamente para o público feminino (em  tradução livre seria algo como: “literatura para mulherzinha”).

É de onde surgem histórias sobre mulheres querendo perder peso para arrumar namorado; procurando formas de controlar os cartões de créditos; fazendo fofocas em escolas de ricaços ou agarrando qualquer anjo ou morto-vivo que brilhe por aí.

Que seja; se elas gostam disso, nós temos de respeitar a forma de construção de raciocínio do sexo oposto.

A grande questão, porém, que fica é: ok, e se o mercado editorial anda invadido pelas obras para a mulherada, o que sobra nas prateleiras para representar a legítima literatura de macho?

Abaixe o volume do jogo no fundo aí e abra essa cerveja no dente, meu amigo.

Vamos falar de literatura para macho de verdade…

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Avisos

Dois avisos rápidos para os leitores do Sedentário de Porto Alegre e São Paulo: nesse mês de novembro haverá dois eventos de literatura fantástica gratuitos.

Porto Alegre – 12/11

Na sexta que vem acontecerá um grande encontro da literatura fantástica nacional comigo, Eduardo Spohr e Leonel Caldela, no Teatro Sancho Pança (Cais do Porto) às 19:30 hs.

São Paulo – 28/11

No domingo do dia 28, dessa vez eu e Eduardo Spohr estaremos na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, loja externa, às 15 hs.

Ambos os eventos envolvem bate-papo e sessão de autógrafos. Espero poder encontrar os sedentários locais por lá.

Agora vamos ao post de hoje.

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Bernard Cornwell, ou como se faz literatura pra macho…

Quando a mãe de Bernard Cornwell o pôs no mundo em uma Londres fria de 1944, ela não fazia a menor ideia do que estava fazendo ao mundo da literatura masculina. O pai talvez fizesse.

A mãe não.

O pai era um aviador canadense e a mãe auxiliar da Força Aérea Britânica. Na minha cabeça eu já imagino o genitor fazendo o parto da própria mulher no meio de uma trincheira barulhenta, dando uns tapas no traseiro do moleque e berrando com o indicador apontado: “e não chora não, garoto, que homem não chora, hein, p#$$%!”.

(Bernard Cornwell aos 02 anos, em fotos raras)

Mais tarde, o jovem Bernard foi adotado por uma família que pertencia a uma seita religiosa chamada Peculiar People, seja lá o que um negócio desses significar. Na verdade, dizem que significava uma seita fervorosa que rejeitava todo tipo de friviolidade, até mesmo a medicina.

Eu acredito.

Em minha mente consigo ver perfeitamente um pequeno Cornwell com o dedo deslocado após uma queda ruim no futebol, e uma monja tatuada e musculosa gritando na cara dele: “e coloca essa p#$$% de dedo no lugar sem chorar, que já falei que homem não chora, hein, p#$$%!”.

Com o passar do tempo, antes que criassem a Cientologia e o obrigassem a contar a sua quantidade de thetan, ele fugiu para a Universidade de Londres, trabalhou na BBC por 10 anos e depois tentou se casar com a americana Judy, mas os americanos o consideraram inglês demais para lhe dar um green card.

(você falaria mal de um livro desse cara na cara dele?)

Sem tal permissão, Cornwell resolveu viver como escritor, já que para esse trabalho não é preciso permissão do governo dos EUA, pois os americanos só reconhecem um escritor como um trabalhador de verdade quando ele ganha dinheiro com isso.

Ah, sim, hoje eles sabem muito bem que é Bernard Cornwell.

“Tough Lit”

Em inglês existe uma expressão para o cara machão, aquele de estilo valentão, herói brigão dos anos 80: ele é o chamado tough guy.

Partindo desse princípio, e na falta de uma expressão que represente todo o oposto da chick lit, eu passei a utilizar a expressão: tough lit para essa literatura anabolizada, que pode entediar a princípio o público feminino, mas levar o masculino ao êxtase primitivo de uma arquibancada de MMA.

(O tough guy não precisa brilhar no sol pra chamar a atenção…)

E quais as características de uma literatura desse tipo?

Vamos lá: o herói desse tipo de literatura não tem essa de modéstia ou conflitos psicológicos intensos. A coisa pra ele é bem mais simples: ele simplesmente sabe que ele é o Cara.

Veja bem, ele não acha que o cara; ele simplesmente sabe que é.

(Isso é “tough lit“)

Ele olha aqueles baderneiros fazendo arruaça na taberna e fica pensativo se vai fingir que está vendo ou não porque sabe que, se resolver se levantar, ele não vai simplesmente lhes dar uma lição de moral.

Ele vai destruir a taberna inteira nessa lição!

Outra coisa: o herói de tough lit gosta de mulher. Ainda que do jeito tosco e bronco dele, ele gosta muito. Então nem adianta aparecer com aquele papo de ãh, o que?, não, não pode, só depois do casamento, ou se você me ama de verdade vamos pensar se devemos de fato ficar juntos, meu amor.

O tough guy se preciso pega a mulherada pelos cabelos e faz coisas com ela mais intensas do que vídeos caseiros da Paris Hilton.

Conan é togh lit. James Bond também. Jason Bourne nem se fala.

(esse não é um leitor de “tough lit”…)

Para identificar um protagonista de tough lit é fácil. Basta se utilizar a teoria citada pelo grande Azaghal nos comentários do nerdcast sobre a definição de um típico herói anos 80: é simples, o cara tem de resolver o problema sozinho!

Veja bem: ele pode ir lá na frente e liderar um exército contra uma parede de escudos, na falta de alguém competente para fazer isso. Mas ele sabe que, se ele quisesse, ele ia lá e quebrava todo mundo sozinho (o que em algum momento ele vai acabar fazendo mesmo)!

(já esse é um leitor sendo formado desde cedo pelo pai…)

E bem, não é algo assim tão simples quanto parece a princípio, mas felizmente existem por aí alguns escritores que conseguem traduzir esse estilo testosterona de escrever de maneira primorosa.

Cornwell é um dos melhores deles.

Estilo

Bernard Cornwell escreve romances baseados em fatos históricos, buscando nos fatos retratados uma autenticidade realista para a própria narrativa. Sua retratação histórica costuma ser tão bem feita, que mesmo que as coisas tenham sido diferentes do que ele conta, você irá preferir acreditar na versão dele mesmo assim.

Cornwell tem um estilo direto e intenso, com as descrições cruas e frias da época. Sua lista de personagens costuma ser tão imensa, e os nomes tão complicados, que não estranhe se você se perder e precisar apelar constantemente para os breves resumos sobre quem é quem no início.

E não comece a reclamar, por favor; a primeira lição de uma tough lit de verdade é que leitor de autores como Cornwell não chora!

O que impressiona no estilo do inglês é como ele é detalhista, mas não é prolixo. Suas descrições de batalhas e paredes de escudos são extremamente ricas e ao mesmo tempo dinâmicas. Você consegue escutar as flechas zunindo de um ponto a  outro. O som do metal se chocando. Os gritos das pessoas morrendo. Os cascos dos cavalos estremecendo a terra.

(um cenário depois dos personagens de Cornwell passarem por ele…)

Além disso, a realidade medieval é retratada como era de fato, sem romanciação. Ela é feia, grotesca, por muitas vezes bizarra. Os soldados não entram no campo de batalha com armaduras limpas; eles entram suados, bêbados, fedendo; e quando o inimigo começa a se aproximar, muitos deles começam a urinar e defecar nas próprias calças, buscando força na loucura ou na embriaguez para reagir.

Os personagens gostam de sangue e de ver a cor do sangue do inimigo. E de arrancar coisas dos corpos dos mortos para usar de troféu. E de tomar suas mulheres como escravas ou amantes forçadas. E de outras coisas que você vai gostar de ler, mas nem sempre de imaginar…

Existe uma certa diplomacia e intriga política no universo de Cornwell, mas no fim das contas, tudo se decide mesmo é na porrada.

É por isso que Cornwell pode ser chamado de uma “literatura pra macho”. No fim, ler suas batalhas é meio como assistir a um “Os Mercenários” medieval; traz à tona aqueles instintos primitivos que o sexo masculino, independente da época, resgata quando cospe no chão, se estoura todo erguendo um supino ou abraça um amigo estalando tapas nas costas.

Há tanta testosterona desfilando por aquelas páginas, que se você bater algumas delas no liquidificador pode sair dali direto para uma orgia.

(1ª sugestão de um capista para a capa de O Rei do Inverno)

Entretanto, nem todos as suas séries possuem o mesmo nível. É bom ter isso em mente para não começar pelas leituras menos ideais.

Logo, siga o mesmo raciocínio de caso você quisesse apresentar Sylvester Stallone para um adolescente da geração de hoje: você não iria mandá-lo assistir ao “O Especialista”, “Daylight”; nem mesmo “Rambo”, não é? (De novo: não é?)

Você iria mandá-lo começar por “Rocky Balboa”!

O raciocínio aqui é o mesmo. É o seguinte: quer ler Cornwell? Comece por As Crônicas de Artur. Ponto.

Não comece pelo O Arqueiro nem Azincourt, e muito menos Stonehenge.

Comece de uma vez pela obra-prima.

Se não vier a ler mais nada do inglês depois, sem problemas. Você já terá lido um dos melhores exemplares de tough lit que temos por aqui.

Boas vindas ao Rei que não Queria Ser Rei, mas era assim mesmo

Quando me perguntaram em uma entrevista qual era meu personagem preferido na literatura, a resposta foi imediata: Derfel Cadarn.

É este o personagem narrador de As Crônicas de Artur e também o maior acerto de Cornwell nessa obra. Narrar a aventura de um ponto de vista de um personagem inicialmente menor aos acontecimentos faz com que de fato tenhamos uma identificação imediata com o personagem, como se fosse ele um ancestral de família.

(salve o Rei…)

É fácil amar Derfel. Nós acompanhamos seu treinamento, seu primeiro inimigo morto, seu primeiro encontro com o mito Artur, seu primeiro amor, seu segundo amor, sua humildade perante um Merlin mal-humorado, ranzina e extremamente debochado.

Ao longo dos três livros, nós acompanhamos o inicialmente tímido adolescente se tornar o futuro lorde guerreiro experiente.

O cenário ao redor de Derfel é traiçoeiro, violento  depressivo, entretanto ele se mostra uma pessoa com noções de honra, caráter e fidelidade aos ideais e às pessoas a quem jura sua lealdade. Ele é o total oposto de Uhtred, o personagem das Crônicas Saxônicas, que é outro tipo de tough guy, mais no estilo Conan de ser, e tão fascinante quanto.

Outra curiosidade da série é a forma como o autor trata a magia.

Aqui a magia nunca é magia “de fato”. Os feiticeiros fazem paredes com crânios na frente de exércitos e dançam e amaldiçoam o inimigo. Ainda assim, a magia de fato é ativada exclusivamente pela superstição popular. E isso é muito interessante porque levanta a dúvida: mas se a “magia” funcionou, independente do artifício, ela é superstição ou de fato é a própria definição de magia?

Exibições de poder pirotécnicos se mostram engenhosas formas de ludibriação em cima desse misticismo e tudo é construído de uma forma tão bem-feita, que taxar tal existência da magia na série como um fato ou um truque também depende da superstição pessoal de cada leitor.

A forma como Cornwell também nos reapresenta os personagens de Camelot é fabulosa e surpreendente.

A maioria de nós sempre admirou Lancelot e tratou Artur como um Rei a ser respeitado, embora distante e de quem se sente uma certa pena ao se tornar provavelmente o corno mais famoso da literatura mundial.

Depois de As Crônicas de Artur não.

Depois dessa saga, todos, mas literalmente todos os personagens de Camelot são visto sob uma nova ótica; uma ótica masculina barra pesada, e sem brumas.

Arrumando Problemas

Você quer procurar um ou outro problema nos livros de Cornwell?

Ok, as explicações históricas às vezes podem lhe cansar.

O excesso de personagens vai confundir.

Alguns personagens, como o Arqueiro, são overpowers e costumam não apenas ser muito superiores às pessoas comuns, como estar no lugar certo na hora certa, ou errada, mas que para a trama não deixa de ser a certa.

E talvez por isso, por saberem o quanto são melhores do que os outros, alguns deles são o que na gíria se chamaria de escrotos. Mas o termo aqui não seria no sentido de serem personagens ruins, mas simplesmente de serem arrogantes e antipáticos na relação com os outros personagens, correndo o risco de gerar uma falta de apego frente a um determinado leitor.

E se você teve algum desses problemas com a obra, tem o direito como leitor.

Mas se você é um tough guy, guarde essas coisas para você, suporte a dor e não reclame. Nunca reclame.

Leitor de Cornwell não chora.

(imagem de um adepto da filosofia emo lendo sobre Cornwell)

E Além?

E para fechar, a pergunta: e além de Cornwell, que outros grandes representantes da legítima tough lit teríamos por aí?

Em minha mente alguns nomes estrangeiros surgem imediatamente: Robert Howard, Conn Iggulden, George R.R. Martin e Tom Clancy.

No Brasil, Leonel Caldela com seus romances de batalhas sujas e personagens pouco confiáveis supre bem essa função, tanto que eu e Eduardo Spohr gostamos de nos referir a ele como “o Cornwell brasileiro”.

E por voltar a falar no inglês, não poderia finalizar sem lembrar que Corwell é tão tough guy, que em junho de 2006 recebeu o título de Oficial na Ordem do Império Britânico, nos 80 anos da rainha. A conclusão que podemos chegar a tudo isso é que o universo realmente prepara um homem para sua missão no mundo.

Não foi à toa que aquele futuro escritor nasceu filho de militares, na fria e depressiva Londres de 1944.

É claro; isso tinha de fazer sentido.

Até para nascer; Cornwell tinha de nascer na guerra.

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  • Rico Monteiro

    Achor Cornwell mt foda. Comecei com as Cronicas de Artur e me identifiquei de imediato logo queria ter todos os livros dele. Li a Saga do Graal, As aventuras de Sharpe, Crônicas Saxônicas e Azincourt. Aguardo ansiosamente os próximos livros de Sharpe e Crônicas Saxônicas.

    Ótimo seu texto, sempre tentei descrever Bernard Cornwell para meus amigos assim. Literatura pra macho!.

  • Daniel

    Eu já tinha interesse nas obras do cara, agora é colecionar.
    Muito bom o artigo meu caro. Parabéns

  • Guma

    Gostei muito do texto dobre o Bernad, ele seguido de Iggulden, tem sido meus escritores prediletos. Descobri leonel caldeira esse ano tbm e estou gostando muito.

    So descordo de uma coisa, a grande obra do Bernard pra mim é sem duvida “as aventuras de sharpe” ate onde eu li é simplesmente brilhante ( aonda mais c vc contar que ja são 7 livros, em portugues, sobre um mesmo personagem todos com qualidade. Muito bom. Como nosso colega acima espero ansiosamente os proximos.

    • Cretinus Sapiens

      Eu também li até o 7º livro, mas não parei por ai…terminei nesta sexta feira o 21º livro da série,(no total são 24 livros eu acho, mas estão em inglês, no começo até empaquei com algumas palavras mas depois do livro 9 é mole…)
      Richard Sharpe Rulez!!!!

    • Cretinus Sapiens

      Alias a arma que o autor está segurando na foto desta matéria é a seven-barreled gun do Sargento Harper o companheiro de batalhas de Sharpe(Eles lutam juntos inclus=ve depois da batalha de waterloo em 1815(o último livro passa se na revolução chilena( ou inicio da revolução sei lah em 182e alguma coisa…)
      boa sorte em esperar pela record publicar todos os livros…arrisque-se em um ePub, vale a pena!

  • Como um grande fã de Cornwell, preciso dizer que não gostei do texto.

    A literatura dele foi apresentada da maneira como a é, brutal, sangrenta e realista. Mas o texto passou a idéia de que Cornwell é como um dos típicos filmes brucutus dos anos 80: muita pancadaria e pouca história.

    Li apenas As “Crônicas do Graal” e “Guerras Saxônicas” e ao meu ver em momento nenhum Cornwell faz transparecer que Derfel ou Uthred são imbatívels, muito pelo contrário. Os caras são bons, mas ao ponto de poderem resolver tudo sozinhos? Nay. A morte sempre ronda ao redor deles e eles sempre precisam quebrar juramentos ou fazer muitas coisas contra à vontade para salvar o pescoço deles ou daqueles que lhes são caros.

    Discordo do termo “literatura para macho” aplicado a Cornwell. Ao meu ver, ele tem absulutamente nada a ver com o estilo brucutu de filmes (Os Mercenários, por exemplo), ele não faz uma literatura para machos, e sim somente descreve as coisas como foram na idade média: brutais e cruéis.

    Os personagens possuem sim dilemas internos, apenas não estão explícitos. Eles são mais sutis e bem elaborados, exatamente como devem ser.

    Por mais que ler as épicas cenas de batalhas te passe a mesma sensação de assistir um filme de brucutu, eu não o chamaria assim. Nem pensar.

    E só para não discordar de tudo (ou quase tudo) também recomendo George R. R. Martin. É Cornwell com uma pitada bem pequena de fantasia, não tinha como dar errado.

    @raphaeldraccon – Agradeço a opinião. A questão é só que você e alguns outros abaixo estão levando a coisa muito a sério e ao pé da letra. A proposta da coluna é comentar assuntos que são debatidos aos montes pela web, mas de uma visão sempre diferente do tradicional e bem-humorada.

    A coisa da “literatura de macho” é uma paródia a “chick lit”; o texto acima é uma brincadeira com isso, eu não entendo porque algumas pessoas levam tudo tão a sério na web, em vez de relaxar e levar no bom humor.

    E se você leu “apenas As Crônicas Saxônicas e de Artur” de fato não tem como avaliar a afirmação citada, já que esses livros não se encaixam nela.

    Outra coisa: e se “ler as épicas cenas de batalhas te passa a mesma sensação de assistir um filme de brucutu”, então na verdade você já ratificou tudo o que estava escrito no texto.

    • PatSalem

      pois é, o texto tá bacana e oh, wait… sou MULHER!!! Acho q o melhor termo é Cornwell é literatura para pessoas maduras e inteligentes, o que suficientemente já difere do público que lê Crepúsculo…

      • Tiago

        Ja li as Cronicas Saxonicas e gostei muito, e tambem ja li a serie Crepusculo e a serie House of Nigth (vampiros),,. e gosto desses dois generos de livros dentre outros como ex: a serie de Eragon/Eldest/Brisinger, livros de Dan Brown, . axo que seu comentario nao teve nada a ver.

        • Bruno

          Você é gay Tiago, sinto muito.

    • Murilo

      Concordo Matheus.

      Por enquanto só li Stonehenge. Mas não acho que a literatura de Cornwell seja literatura para “macho”. É “apenas” realista. Fim.

      • Burs

        Amigo, só lendo Stonehenge não da pra chegar a uma grande conclusão sobre o jeito Cornwell de escrever, parta para as Crônicas de Artur ou Crônicas Saxônicas.

    • @raphaeldraccon Ratifiquei? Até onde eu sei, “por mais que” ainda é uma conjunção adversativa, ou estou errado?

      A questão não é ser ou não ser um texto de humor ou uma paródia, mas fazer jus à obra do autor. De nada adianta pegar no pé de “literaturas modinhas” (o que sempre é saudável) e com isso empobrecer a obra de um autor, ainda mais do Cornwell.

      Eu entendi a idéia por detrás do texto (criticar os “chick lit” ou a “literatura modinha”), mas da forma que foi escrito, por mais que tenha sido uma piada, por assim dizer, ficou parecendo que Cornwell só escreve para os tough guys, quando acho que ele escreva para todos que são capazes de assimilar a dureza real da idade média.

      • Rodrigo T

        Concordo plenamente.

        Apesar do texto ter excelentes partes, como a que revelar por que Derfel tem um apelo tao grande, ele tambem faz um grande desfavor a obra do BC dizendo que é literatura BRUCUTU. Se eu jamais tivesse lido BC antes nao chegaria bem perto dessa obra depois de ler esse texto.

  • Estou lendo um livro dele agora, ainda não me impressionou muito, mas mesmo assim o livro é bom, de 0 a 10 pra mim Cornwell fica com 8.
    Vai rolar algum post a respeito do livro, “O nome do vento” ?
    Dos livros do universo da fantasia esse pra mim foi o melhor que li até agora.

  • Waldemar

    Eaí Raphael,
    Bom texto, Bernard Cornwell é pra macho mesmo, mas quando você falou do Uhtred voce disse que ele é o total oposto de Derfel, logo depois de dizer que o Derfel é “uma pessoa com noções de honra, caráter e fidelidade aos ideais e às pessoas a quem jura sua lealdade.” Não conheço ainda este personagem, mas deu a impressão que o Uhtred não tem essas caracteristicas, mas na verdade ele sempre demonstrou essas três mesmas qualidades com o decorrer dos livros, ele passou a lutar contra os dinamarqueses pela promessa feita a Alfredo, a menção toda hora a honra e por vezes interferindo quando não acha as coisas justas. Abraço

    @raphaeldraccon – Ah, sim, é verdade, nesse ponto ambos têm isso, mas de maneiras ainda assim bem próprias. Derfel é como um monge, ele segue regras. O Uhtred não; ele dita as regras…

  • ramon

    haha bem legal o texto!
    Outro “tough lit” q poderia ser citado é o clube da luta do chuck palahniuk!

  • Franco

    Ah mas os personagems não são sempre “overpowers” como vc falou.
    estou lendo as cronicas saxônicas, e já li em busca do Graal.

    muito bom o texto, eu sempre resumo os livros deles falando
    -Um mundo podre, cheio de putaria, morte e selvageria.

    @raphaeldraccon – Onde está escrito que os personagens são “sempre” overpowers?

  • Israel

    Cara, Cornwell é MUITO *ODA! Seu texto conseguiu captar o que emana das páginas dos livros dele. Só discordo em parte da ordem de leitura, pois em minha opinião as Crônicas Saxônicas, justamente por apresentarem um personagem desconhecido, nos permitem conhecer o estilo sanguinolento do autor. Difícil não se imaginar no comando de um drakkar quando Cornwell descreve Uhtred no leme de um desses barcos. Para acrescentar, eu recomendaria a série Asteca, de Gary Jennings – são 5 livros, Orgulho, Holocausto, Sangue, Vingança e Outono Asteca – em que rola incesto, batalhas, história, sangue, tudo o que faz um bom livro! Ah, em tempo: Quem disse que o brucutu é o cara que resolve sozinho foi o Azaghâl

  • PatSalem

    #Cornwell-é-o-cara
    #odeio-crepúsculo
    #robert-pattinnsonson-ouve-justin-biba
    #justin-biba-queria-ser-o-eduardcú

  • Gabriel

    Nada melhor que uma boa parede de escudos!

  • Lembrei do livro “A elite da tropa” que deu origem a um tal Capitão Roberto Nascinemtno nos cinemas. é faca na caveira. Pé no bucho e mão na cara.

  • Fenrir

    muito bom! soh li a cronicas de arthur ate hoje e sempre me referi a serie como literatura pra quem tem bolas. ^^
    dica: poderia fazer uma coluna sobre A mao esquerda de deus do paul hoffman? li a pouco tempo e gostei muito da ideia do livro

    @raphaeldraccon – Ainda não li. Mas quero fazê-lo ainda; já houve até promoção desse livro aqui no Sedentario.

  • Ana Paula Muller

    Não é do Azahgal a definição de ‘resolve tudo sozinho’?

    Enfim: comecei pelo Arqueiro e nem por isso desisti! Cornwell é o Cara, assim como seus personagens!

  • ahoyhoy

    Tough Lit? James Ellroy sem dúvida é o mestre, um livro mais fodido que o outro, e o Hunter Thompson tb é foda, mais dai já é outro tipo de escritor.

    @raphaeldraccon – Verdade. “Dália Negra” é “tough lit” pura.

    • Gordo

      James Ellroy é outro que com ctz merece entrar nessa lista (Dália Negra, LA Cidade Proibida, THe Big Nowhere e White Jazz – pqp com cd um). Merece até mais que o louco do George RR Martin (putz, o maluco enrola pra bagalho em ‘the song of ice and fire’)

  • david

    tem que ler tambem, todos das cronicas saxonicas. nota 10 para os cinco livros =P

  • pedro mendes

    As Cronicas Saxonicas tem mais testosterona que todos, mas não se engane, Sharpe, mesmo sendo um soldado ingles já pós-revoluçao industrial não deixa de lado a brucutagem.

  • Orlando Paes Filho é um ótimo exemplo de escritor nesse estilo, e brazuca.
    O livro Angus, pode não ser tão detalhado nas batalhas e nas descrições como Cornwell, mas me iniciou para este tipo de literatura.
    Depois de Angus, minhas aquisições foram os livros de Cornwell.
    Ainda pretendo terminar de ler a saga de Angus, mas enquanto isso, vou me admirando com o universo inglês.

  • AndreNG

    Sou fa do Bernard ja faz uns bons 7 anos.
    E discordo muito do que vc escreveu.
    Ele nao faz literatura para macho, ele faz LITERATURA.
    O que essas mulheres fazem nao tem qualidade nenhuma, o que ele faz tem, e muita.
    Suas personagens femininas sao excelentes e muitas vezes superam os homens.
    E discordo mais ainda no seu texto da sensibilidade de seus livros, Excalibur foi o unico livro que me fez chorar na vida e duvido que outro livro repita esse feito, recomendo a todos aqueles que querem saber o que realmente significa SABER ESCREVER que leiam suas obras, e aguardo o ultimo das Cronicas Saxonicas que para mim ja superou a trilogia de Arthur.
    Ele nao faz literatura para macho, ele faz literatura de qualidade.

    @raphaeldraccon – A incerteza de que uma literatura com características masculinas pode ser boa é sua. E apesar de não perceber a princípio, no momento em que você afirma que “o que essas mulheres fazem nao tem qualidade nenhuma, o que ele faz tem, e muita”, você está sendo mais machista que o texto criticado.

  • eduardo

    TEnho 15 anos e já li 2 livros dele, O Condenado e O Rei do Inverno, e garanto que esses livros são fodas!

  • José Augusto

    Conheci ele esse ano. O primeiro livro que eu li do Cornwell foi “O ultimo Reino”, em pouco menos de 1 mes ja estava terminando “Terra em Chamas”, aguardando ansiosamente a continuação das cronicas saxonicas.

    Estava com o pré conceito de que as cronicas de arthur não seriam boas, pois nao há nada mais pra falar da historia, mas pelo o que voce disse me induziu a procurar saber mais.

    “E no final tudo se resolve na parede de escudos”

  • Alan

    não conhecia este autor, vou procurar a respeito, como literatura de macho posso citar também “o sobrevivente” de chuck palahniuk e também os livros do Charles Bukowski.

  • Saulo

    Bom texto!

  • MiraMan

    Dica: Charles Bukowski.
    Ele não escreve sobre aventuras medievais.
    Ele escreve sobre brigas de bar. E sobre bebidas. E sobre brigar bebado em bares. E sobre mulheres. E sobre brigar em bar por causa de mulheres. E sobre bebidas.

    • Murilo

      Bukowski segue uma linha moderna, mais realista, mas dá pra se dizer também que é literatura pra macho.

  • Isadora

    Discordo do texto. Cornwell não escreve livros para machos, mas sim, livros de qualidade e com uma visão realista da idade média.

    Do jeito que está escrito no texto, dá a entender que o indivíduo que acabar de virar a última página de um livro de Cornwell, vai imediatamente para o bar, beber, arrotar e vomitar cerveja.

    Pelo que eu li em suas obras, esse escritor consegue sim criar personagens sensíveis, mas sem exageros emos, diferente do que ocorre em alguns livros atuais.

    @raphaeldraccon – Já para mim, do jeito que está escrito dá a entender é que o sujeito que vai ao bar beber, arrotar e vomitar cerveja vai adorar Bernard Cornwell!

  • Erik The Red

    Conheci este autor lendo as Crônicas Saxônicas e agora estou lendo as Crônicas de Arthur e cada vez mais gosto do estilo literário dele.
    Realmente é história pra macho nenhum botar defeito, mas ao mesmo tempo em que é truculento, fala de amizade e honra, coisas que não podem faltar num homem de verdade! O resto é viadagem!

  • Noah

    O Cornwell é muito bom, já o seu texto…

    • … o texto tá ótimo.
      (Parece que a galera não entendeu que o assunto principal é a ótica de “livro pra macho”. Os outros aspectos dos livros do Cornwell não são assunto deste texto).

  • Trevisan-Joinville-SC

    Bom texto, concordo com muita coisa sobre o que escreveu, mas ao contrário de ti eu vejo em Azincourt, do ponto de vista estratégico-militar, muito mais maduro.

    Azincourt (Batalha de Agincourt) > 300(batalha das termópilas)

    Cornwell > Heródoto

  • Talmo

    outro grande escritor e Steven Pressfield. pra mim a obra d avida dele foi “Portões de Fogo”. o que diz a wikipédia a respeito:

    “O épico Portões de Fogo é requisito na Academia Militar dos Estados Unidos e no Instituto Militar de Virgínia, e, de acordo com o L. A. Times, “alcançou status cult entre marines”.”

    @raphaeldraccon – Estava dirigindo hoje e pensei isso: “Cara, não citei Pressfield!” Que bom que lembrou aqui. O livro dele “A Guerra da Arte” é meu livro de cabeceira.

  • Ludmila

    Comecei lendo As Crônicas de Artur por influência de dois amigos meus e acabei gostando mais de Cornwell além do limite do saudável.
    Concordo com muita coisa que você falou, principalmente quando diz “Sua retratação histórica costuma ser tão bem feita, que mesmo que as coisas tenham sido diferentes do que ele conta, você irá preferir acreditar na versão dele mesmo assim.”. Depois d’As Crônicas de Artur, nenhuma outra versão da lenda de Artur me parece certa. Nenhuma.

    Só não concordei totalmente com o termo usado na introdução: “literatura de macho”. Acho que desse modo soa como se Cornwell escrevesse ao estilo “bebidas, porradaria e mulheres”. Ao meu ver a literatura dele é simplesmente crua. É uma história que tenta ser o mais realista possível e, ainda assim, extremamente fascinante. Cornwell mostra que pra uma história ser boa você não precisa de príncipes pupurina gentis além do normal ou garotos de 12 anos que podem soltar faíscas pra matar o super vilão. Derfel Cadarn é só mais uma pessoa normal, tendo que lutar pelo que ama, correndo risco de morrer assim como todos os outros. Acho que exatamente por isso ele é mais foda que muito personagem por aí.

  • Cara, muito bom o texto. Já li tudo q “esse cara” escreveu, é meu autor predileto, tenho quase todos os livros. Dei retweet e postei no meu humilde blog tbém. Parabéns, excelente trabalho.

  • Sem falsa modéstia, mas eu acho que a trilogia que eu escrevi é bem de macho:

    http://www.agbook.com.br/search?what=icles&commit=BUSCA

    No primeiro livro o cara perde a mulher. O que ele faz? Fuzila meia cidade até pegar o desgraçado que a matou.

    No segundo livro ele protege a mulher. Não importa quantas pessoas ele tenha que balear pra isso.

    No terceiro estupram sua mulher, ela perde o filho e ela se suicida. O que ele faz? Vai atrás do desgraçado e, por tabela, dá cabo da família do cara inteira, que tenta lhe matar.

    Mais detalhes, incluindo prévias dos livros, você encontra aqui:
    http://trilogiaanjodamorte.blogspot.com

    Obs: agora eu entendi por que uma amiga minha é fanática pelos livro dele. Ela atira com arco-e-flecha em um grupo que simula batalhas medievais e é fascinada pelo arco e afins.

  • Pingback: Kiboa » Blog Archive » Bernard Cornwell, ou como se faz literatura de verdade pra macho…()

  • Rafael ventura

    bernard eh o cara!!!

    não gosto muito de ler, mas depois de um amigo me emprestar um de seus livros, adorei o cara. um dos seus principais personagens RICHARD SHARPE de “as aventuras de sharpe” eh sensacional, na televisão inglesa virou ateh seriado! o cara eh foda! parabéns pelo blog de fazer esses tipos de post também! vlw!

    Richard Sharpe Rulez!!!!

  • Thales

    J. R. R. Tolkien também deve ser lembrado né…
    faz eu post sobre ele!

    @raphaeldraccon – Claro. Vamos fazer um post para ele ainda sim.

  • Elena Bessa

    Ótima coluna! Sou uma grande fã do Cornwell, acho incrível como ele consegue escrever de um jeito detalhado e ao mesmo tempo dinâmico, eu leio os livros dele imaginando cada paisagem de cada cena e mesmo assim não me canso.
    Só uma coisinha, Raphael: Tudo bem que BC é literatura pesada, mas tem mulher que gosta! Tem carnificina, gente bebendo, sangrando, guerreando, morrendo, urinando, cuspindo e vomitando, e eu tenho masculinidade o suficiente pra ler e adorar tudo aquilo! =P

  • Marco

    Nunca li Cornwell, assumo que não me chamou a atenção… Mas a descrição que tu deu do texto e estilo dele, lembram muito o Steven Pressfield, especialmente o Portões de Fogo dele.
    Fica a dica.

  • Fagner

    Mandou bem cara…..eu fou fascinado no Bernard….o cara lança um livro atras do outro em sequencias diferente! a forma como ele narra seus livros, prende qualquer macho na leitura. Já li todo seus livros e fico torcendo pro cara não morrer antes de terminar As cronica Saxônicas rss…

    @raphaeldraccon -Os fanáticos por “A Game of Thrones” fazem a mesma torcida com George R.R. Martin…

  • jackfowl

    Cara comecei com o arqueiro pq tava por 15 conto no submarino, e depois tive que comprar os outros dois a história É muito boa. Comecei a comprar as guerras saxônicas, mas só vou ler depois de ter comprados todos daí sim parto para as crônicas de arthur.

    • Israel

      Não por nada, mas acho que vai demorar pra ter todos… Só foram escritos 5 até hoje, e o Cornwell já deu uma entrevista falando em até 12 livros das Saxon Tales. Eu estou como todos os fãs verdadeiros: em crise de abstinência até o próximo

  • AndreNG

    @Rd – A incerteza de que uma literatura com características masculinas pode ser boa é sua. E apesar de não perceber a princípio, no momento em que você afirma que “o que essas mulheres fazem nao tem qualidade nenhuma, o que ele faz tem, e muita”, você está sendo mais machista que o texto criticado.

    Creio que voce realmente nao entendeu meu comentario. Eu nao critiquei o texto pelo machismo, foi voce quem o coloca como. Quando comentei “o que essas mulheres fazem…” me referia ao “chick lit” citado no comeco do seu texto, realmente poderia ter sido mais explicito, mas isso nao tira o merito do comentario, que nao eh machista, critiquei a literatura produzida por esse “estilo”, existem mulheres que sabem escrever e existem mulheres que sabem vender.
    Relamente discordo E MUITO dos termos utilizados como “literatura de mulher” e “literatura de macho” existe a literatura boa e a ruim.
    E essa onda que voce chama de “chick lit”, nao devia nem ser citada como literatura.

    @raphaeldraccon – Está certo, André. Compreendi melhor seu ponto de vista agora.

  • Bruno

    excelente

  • ZarthJr

    Comecei lendo o Senhor do Anéis (q não deixa de ser uma literatura do tipo, apesar de embutir MUITA fantasia), li o Silmarillion e Contos Inacabados e acabei me apaizonando pela literatura Inglesa.
    do Bernard, li primeiramente “As Crônicas de Artur” depois partindo para outro autor (citado no texto) Conn Iggulden, também ingles, com a série O Imperador.
    Acabei lendo “A busca do Grall” e até o oitavo livro das “Aventuras de Sharpe”.
    No momento terminei de ler o terceiro livro das Crônicas Saxônicas, “Os Senhores do Norte”, que segue +- a linha das “Crônicas de Arthur” e estou lendo “Os Ossos das Colinas”, terceiro livro da série O Conquistador, que narra a trajetória de Gêngis Khan, livros de Conn Iggulden tbm.
    Gostei muito do texto, a muito tempo esperava alguem comentar sobre meus autores preferidos.
    Além de entretenimento esses livros também contribuem para o conhecimento histórico, enquanto temos ROMA surgindo sobre as ilhas britânicas em “O Imperador”, também temos o momento de transição, onde Roma abandona a britãnia e os bretões precisam se agarrar a novas crenças em “As Crônicas de Arthur” até as invasões dinamarquesas nas “Crônicas Saxonicas”, bem como as guerras que se sucederam com a França nos livros da “A Busca do Grall” e “As Aventuras de Sharpe”, enquanto o maior soberano de todos os tempos conquistava terras da Coréia do Norte ao Iraque (“o Conquistador”), formando o maior império conhecido. Tudo isso de forma simples, clara e arrebatadora. São todos narrativas empolgantes, vale a pena.
    Parabens e continue com o ótimo trabalho.

  • Leonardo Cruz

    Muito bom. Sou um grande fã do Cornwell tendo muitos livros dele aqui, quando fico sabendo que vai sair um livro novo do cara já começo a juntar dinheiro pra poder comprar; Cornwell é o Chuck Norris da literatura.

    Falando dos “erros” dele, não sei se o autor do texto percebeu isso, mas ao ler os livros do Cornwell você percebe que ele tende muito a se “auto-plagiar” (é o melhor termo que achei).

    Por exemplo, Derfel é um saxão que foi criado por Britânicos, Uthred é um inglês-saxão que foi criado por Dinamarqueses, o personagem de “Stonehenge” tambem passa por algo parecido.

    Agora que fiquei sabendo que ele foi adotado quando criança, talvez isso explique porque tantos protagonistas dele são justamente “adotados” também, bem interessante.

    Não é uma critica, adoro os livros deles mesmo assim, e as historias conforme evoluem não ficam nada parecidas uma com as outras.

    Abraço, e lembrem-se:

    “O Destino é inexorável.”

    @raphaeldraccon – Excelentes observações…

  • Lucas

    Aqui no S&H falta uma coluna de literatura nerd com uma pegada mais introspectiva e “adulta”, Jorge Luis Borges, Cortázar, Murilo Rubião, Graciliano Ramos, José Saramago… seria legal até pra apresentá-los para esses jovens cheios de preconceitos, pois são todos excelentes escritores e cada um com um estilo que marca e choca de uma forma diferente… Esses leitores esperam muito o obvio e a violência gratuita, sem uma dose de poética que faça realmente “doer”. Abraços!

  • Ícaro Pinto

    Muito bom o texto, melhor ainda a combinação com as imagens! Parabéns RD!
    Ainda não tive a oportunidade de ler nenhum desses livros, mas já ouvi falar muito principalmente sobre a trilogia do Artur.
    Boa semana a todos!

  • Thiago

    Acho muito válido o esforço para reunir algumas indicações de leitura “para macho”. Inclusive já peguei algumas indicações dos comentários.
    Já li a saga do Arthur, as Crônicas Saxonicas, o Condenado, Azincourt e a trilogia do Arqueiro, essa última a melhor e mais bem escrita no meu ponto de vista. Também recomendo Cornwell. Linguagem acessível, leitura fácil e agradável, pra quem gosta do tema.
    Algo que sempre me interessou nesse tipo de romance histórico é exatamente o que vem depois do final do livro do Cornwell. É o apendice onde ele fala sobre o que aconteceu de fato. O que a história pôde acompanhar daquilo que efetivamente aconteceu.
    Para quem quiser ler sobre o lado francês do início da guerra dos cem anos, eu recomendaria a saga “Os Reis Malditos” do Maurice Druon que recentemente recebeu uma nova edição. Romances que não perdem para os do Cornwell. É mais político e menos físico, mas excelentes de qualquer maneira e bem escrito.
    Outro livro no estilo é “Portões de Fogo” de Steven Pressfield. Fala sobre a batalha grega contra os persas em Termópilas. Esse é foda! Guerra, suor e sangue um ano antes da invasão persa, culminando na defesa das termopilas. Fodão. Recomendo fortemente.
    Falam que os livros “Pilares da Terra” são muito bons, mas nunca li. “Musashi” também.
    Abraço.

    @raphaeldraccon – Pois é, estou anotando algumas sugestões também; pessoal sempre surpreende. E, aliás, por falar em surpreender, como raios eu esqueci Musashi? Eiji Yoshikawa é presença obrigatória mesmo também.

  • Pedro Carvalho

    Comecei a ler cornwell com os 3 livros do graal.
    O 1o livro eh foda! Pra mim, um dos melhores dele. As piadas do William Skeat são impagáveis, como por exemplo ele chamando o Thomas para falar com o comandante.
    De fato, cronicas de rei artur é muito foda!!
    Sharpe, eu adorei a grande maioria dos livros, acho que soh o 5o ou 6o que eu não gostei muito..achei um pouco arrastado, mas os proximos já voltaram a qualidade cornwell.
    Achei a cena do 2o livro de Sharpe onde ele salva o Wellesley pra deopis ser promovido d+!!!
    Só nao li stonehenge pq nao achei q seria, como vc disse, literatura pra macho
    alguem pode me dar uma opiniao?

    abraços

  • Eu tinha lido “O Lobo das Planícies” – de Conn Iggulden (sobre Ghengis khan) e ao finalizar parti pra ler As crônicas de Arthur.

    Conclusão: No quesito testosterona, a obra sobre Ghengis bate de 10 a zero nas crônicas de Arthur.

    Aconselho a leitura.

  • Agora li um Tom Clancy e achei um lixo. Historinha fraca e sem “encaixe” tipo filmes bobos feitos só pra vender.

  • Nick

    Três autores que fazem muito machão ler com a luz acesa e olhar embaixo da cama antes de dormir:

    H.P. Lovecraft
    Edgar Alan Poe
    Stephen King

  • karol

    Se eu entendi direito esse post, posso considerar “Entre rinhas de cachorro e porcos abatidos”, da Ana Paula Maia, uma ‘tough lit’??

    Já vi os livros dele eu confesso q me interessei muito, mesmo depois desse post ‘machista’. =P
    Só acho meio arriscado considerar esse tipo de literatura soh pra macho… uhaiuahiuahiuahiau

  • Paulo

    Excelente artigo. Moro em UK e depois de ter lido todos (nao eh figura de linguagem) os livros do BC, visito os locais que ele menciona nos livros.
    Ninguem deve ter vergonha de ler esse tipo de literatura, ja que mesmo sendo literatura para macho, tem qualidade e relevancia. Me acreditem, ler nao eh uma opcao para mim, mas um vicio. Ja li quase todos os livros citados nos comentarios. Tambem ja li classicos, underground, alternative, you name it. Leio 2 a 3 livros por semana e na verdade quando comeco, nao importa o quanto ruim, tenho que terminar. Por falar nisso, ja li chick lit tambem.
    O que mais me choca eh saber que tem gente que tem que poupar para comprar um livro do BC. O governo deveria fornecer esse livros gratuitamente para os jovens brasileiro. Nao, o governo britanico infelizmente nao faz isso tambem.
    Dica: Todos os livros acima estao disponiveis na internet. Qualquer leitor de ebook e tempo para garimpar serao recompensados.
    Continue com a coluna. Parabens.

  • Augusto

    valeu ai cara..
    adorei a descricao do cornwell
    sou fanzao ..so nao li terra em chamas (vou comprar concerteza) e stonehegen ..
    o resto posso afirmar ..maravilhoso ..
    principalmente as cronicas de arthur ..
    abraco o/

  • Dannilo Estrela

    eu gosto mto de bernard cornwell, mas discordo, pra mim a saga de O ARQUEIRO é melhor que AS CRONICAS DE ARTHUR, thomas é meu idolo!

  • rafael

    Achei a série do rei Arthur fantástica, pode até parecer uma blasfémia mas pra mim a série fica quase no nível de senhor dos aneis, só não fica no mesmo nível porque LOTR trouxe muita coisa nova, mas só por isso já da pra perceber que a crônicas do rei Arthur são excelentes.

    @raphaeldraccon – Eu não acho blasfêmia não. Concordo com cada vírgula.

  • Will Liechtenstein

    Certamente Bernard C. é um autor que para leitores preparados.O número de personagens é algo que dificulta um pouco sua leitura.

    Mais um ótimo post.
    Abraços!

  • paulo

    Pra sair do formato livro e ir pro vulgo gibi.

    qualquer HQ do Lobo e o HQ com a morte do Superman e o Robin.

    @raphaeldraccon – É um boa ideia essa. Vamos mais pra frente falar ainda sobre HQs cheias de testosterona…

  • Simon Scarrow, até o próprio Bernard recomenda…

  • Rodrigo

    Elric de Melniboné, da obra Stormbringer (Espada Diabólica) de Michael Moorcock.

    Isso é literatura pra macho MESMO.

    Aliás, seria interessante um post sobre o autor, um dos grandes nomes da literatura fantástica, tão pouco conhecido no Brasil.

    @raphaeldraccon – Agradeço a sugestão. É uma boa ideia sim.

  • Mateus

    Alguém aí conhece Guts do mangá Berserk? Ele se encaixa perfeitamente no estilo “tough guy”.

  • Valadão

    Cornwell é bom, já li algumas séries e realmente é uma leitura interessante e que entretém. Mas para aí. As histórias são bem narradas, o contexto histórico é muito bem descrito e etc, mas no fim do livro não acrescenta muita coisa.

    Exatamente como os filmes pipocas de ação que fizeram a nossa cabeça quando moleques.

    Agora, se querem literatura de macho e pra macho com conteúdo mais profundo e ótima leitura, leiam Hemingway. Se a briga de Santiago com o marlin em o “Velho e o Mar” não é literatura pra macho, então nada mais é.

  • Fui feliz ao começar a ler Cornell exatamente com O Rei do Inverno. Meu amigo, Derfel É O CARA. Depois dessa obra, nenhum filme do “rei” Artur será bom. NENHUM.

    Depois disso, li A Trilogia do Graal (ótimo, mas não é As Crónicas; O Condenado (razoável); Azincourt (bom); Stonehenge (saco!); e a pouco tempo terminei de ler o último d’As Crônicas Saxonicas que foi publicado, que estou gostando muito.

    Uthred é mais brucutu que Derfel. Este nunca agiria da forma alterada de Uthred depois que este confrontou com Ubba, no fim do primeiro livro/inicio do segundo. Derfel era mais diplomático. Mas ainda prefiro Derfel. Acho Derfel mais foda!

  • Saul

    Cara, Cornwell é foda! Mas faltou aí citar as aventuras de Sharpe! Tem ótimos personagens, muitas batalhas sangrantas também e Sharpe é o personagem meio termo entre o Derfel e o Uthred. Adoro estes três, não tem como compará-los, cada um tem suas peculiaridades, acho que eu não saberia escolher o meu preferido hehehe.
    A galera tá levando muito ao pé da letra o que vc disse aí. Eu achei um ótimo post, e vou mandar pros meus amigos, sempre recomendo a leitura mas não sei transmitir a sensação da leitura pra eles, acho que esse post vai ajudar bastante.

  • Camila Pessoa

    POST ANIMAL!!!! eu sempre tive vontade de ler as Crônicas de Artur, mas tava me faltando tempo, depois dinheiro… mas depois de ler esse post… eu faço emprestimo, baixo e-book, o que for… mas certeza que vou ler!!!! X3

    e dos tough guy que você citou, o amor da minha vida é o Jason Bourne! o cara e Foda! quero um pra mim! rsrs

    rir um monte com o texto e as imagens do post!!!! exelente post… senti a sua paixão pelo autor e isso me deu mais animo pra ler os livros. mesmo sendo uma garota lol.

    Parabéns pelo post! dá pra notar que foi feito com muito carinho… Ou melhor.. carinho não que isso não é coisa de Macho! Foi a base de sangue e suor… e sem chorar ou reclamar [email protected]#$$*! Ù_Ú

  • Samuel Castro

    Com certeza um dos autores se não o mais macho de todos é ele! já lí dois livros das Crônicas Saxônicas dele e adorei do inicio ao fim! uma dica de livros parecidos são os do seu conterânio Conn Iggulden, que escreve as mesmas ficções-históricas (O Imperador, por exemplo, que conta a história de Júlio César!)
    ótimo post!!

  • Zumbi

    macho q é macho desisti de le essa porra no meio do caminho e vai ve um filme porno

  • FeS

    Leiam as Cronicas Saxonicas. O personagem principal eh o verdadeiro tough guy e a historia eh mto foda. \,,\_

  • Marcio

    Ótimo post!
    Apenas acho que Uthred Uthredson merecia uma mênção também…

  • Laranja

    Muito bom o post!

    Comecei por indicação do amigo lendo os livros do Rei Arthur. Já li MUITAS historias com este tema e com certeza esta é a melhor. Parece que você tá la, que aquela é de verdade e realidade.
    Terminei de ler ontem o último livro do Imperador do Conn Iggulden. Vou dizer que o livro é FODA. Puta história, começa meio fraca no 1o livro, mas depois pega fogo e eu praticamente não conseguia parar de ler. Acho que isso se deve principalmente ao fato que a história do Rei Arthur e seus personagens eu já conhecia alguma coisa mesmo sendo escrita de uma forma tão diferente pelo Bernard. Mas ter lido a história do Imperador com certeza da uma balançada nas idéias!!!

    abraço!

    e parabéns pelo blog! acompanho a muito tempo (deve ser o que a mais tempo eu acompanho e que continua na ativa) e esta é a primeira vez que comento algo!

    @raphaeldraccon – Agradeço pela participação e em nome do Sedentario também a fidelidade. Fique à vontade para comentar sempre que quiser.

  • Pingback: Querendo Links VI « Querendo ou Não!()

  • Naty

    Adorei o comentario em um blog tão famoso do meu autor predileto,
    mas eu não gostei de uma coisinha só: que ele e um autor pra SO PARA MACHO!
    Os livros dele não e só sangue e putaria não….tem intrigas, política e romance também, mas e claro que não e mela cueca que nem muitas mulherzinhas estão acostumadas , os relacionamentos costumam ser mais realistas (bem difrente de um certo um vapiro colegial !? que se apaixona pela garota mais sem sal da cidade…)Eu indico para todas mulheres de bom gosto e que apreciam uma literatura inteligente, com o fino humor inglês, descrições bem feitas, muitos detalhes, e por último, não menos importante, sem aquela baboseira de amor imposivel e um virgem de 100 anos!hahaha
    Adorei seu post!Parabéns!

  • thiago_rt

    Terminei hoje de ler o Stonehenge. O livro é expetacular. Quem achou ele chato merece um murro do Haragg direto na cara.

  • Rafael

    Ah uhtred é o melhor e o por que disso é porque o destino é inexoravel!!

  • Davi

    Bom Texto, embora ponha o Bernard como um Chuck Norris coroa …
    mas eu entendi seu ponto.

    Essa análise bem humorada é muito mais agradável de se ler.

  • Otrao

    Véio,
    Muito boa a ideia de though lit.
    Eu sei que ortografia é frescura e coisa de emo. Mas o povo costuma escrever romanceação, não romanciação.

  • Wagner

    as sagas do HQ do personagem LOBO
    também são o tipo mais que perfeito de though guy
    imagina um cara que mata sua raça inteira só pra ser o único esse é o lobo
    o ultimo czarniano

  • Luis Felipe

    Outro escritor de tough lit é o Robert Ludlum (criador do Jason Bourne).

    Muito bom o texto!

  • gabriel

    cara, muito bom o texto. comecei a ler cornwell faz uns anos, mas comecei com o arqueiro, depois li a trilogia do arthur. curti tanto as cronicas de arthur q qdo fui ocmeçar a ler cronicxas saxonicas eu tava ocmraiva de saxao e nem li por um tempo.
    só stonehenge q achei meio chatinho, mas vale bem,
    valew ae!

  • Só um comentário…

    Leitor de Cornwell não chora.

    AH, CHORA SIM! Peloamordedeus, o que é aquele Lancelot sendo filho da mãe em as Crônicas de Arthur? Eu (quase) chorei de RAIVA, de ódio pelo que ele tinha feito!
    Se eu tivesse dutos lacrimais, teria chorado.

    Enfim, para mim o Bernie é tipo… sei lá. Não tem como descrever. Uma das coisas mais legais que já aconteceram nos meus poucos anos de vida foi ele ter se levantado e me dado um daqueles abraços porque meu livro favorito escrito por ele é o livro favorito dele! Tipo, olho para o autógrafo e para as fotos e me lembro e… sério, como não se emocionar?

    Mais do que ele, pra mim, só o Neil Gaiman.

    E é isso que, para mim, é um autor bom. Esses que despertam reações vicerais e te fazem sofrer, torcer e se emocionar junto com o livro. Esses que te fazem se sentir lá, na parede de escudos, cuspindo na cara de um saxão maldito!
    Para quem tem dúvida sobre ler ou não: tá esperando o quê?

  • TyZ

    Uau, um Raphael um pouco diferente.

    Enfim, acredito que haja espaço para todos e isto mantém um balanço. Ter estilos diferentes à nossa disposição nos permite fazer o comparativo sobre o que é melhor ou não para nós.

    “Chick lits”, como Becky Bloom, por exemplo, podem não ser ‘literatura pra macho’, mas ainda bem que existe o tipo de produção que faz a gente sorrir e chorar (talvez pelo mesmo motivo). Já pensou se tudo fossem armas e sangue, o tempo todo?

    Não me parece realmente convidativo.

  • Naty

    Adorei o termo “tough lit”, e entendi o que você quis dizer com “literatura pra macho”, APESAR DE algumas garotas também curtirem uma boa luta (:

    Pra mim, ninguém descreve guerras como J.R.R.Tolkien, mas não esperava ver o nome do professor citado no post, afinal literatura fantástica passa bem longe de narrativas históricas, como as de Cornwell. E a fantasia é muito mais importante no universo Tolkieniano do que as guerras, o que afasta um pouco o público masculino (injustamente, é claro!).

    Stephen King é mestre, mas seus livros também estão fora das características de “tough lit”. Sem lutas, sem guerras, sem machões exalando testosterona. Apenas o mais puro e cruel terror. King desenterra todos os esqueletos e conjura todos os fantasmas da imaginação humana.

    MAS a “chick lit” também tem seus méritos! (sou menina, tenho que defender a raça! hahaha)
    Nem só de vampiros purpurinados, lobisomens românticos, anjos gostosinhos e amores eternos é que são feitas as “chick lits”.
    Mulheres como Meg Cabot mostram que nem toda garota precisa de um vampiro para protegê-la (pra quem só ouviu falar de O Diário da Princesa, por favor desconsidere essa série. Meg Cabot vai muito além da Genóvia). Suzannah, por exemplo, a protagonista da série A Mediadora, tem que ajudar fantasmas que não querem “seguir em frente”. Ela acha que a melhor forma de lidar com eles é empurrando-os dessa vida para a outra com um belo chute no traseiro.

    @raphaeldraccon – Obrigado pela opinião e excelente participação. É bacana ver como uma menina compreendeu a ideia do post mais do que muito rapaz por aí…

  • Ótimo texto, resume bem Cornwell, ainda não terminei de ler as crônicas do Rei Arthur, mas comecei pelo Arqueiro ao invés do que vc recomenda, mas mesmo assim, me amarrei muito. Espero ter mais tempo para terminar de ler.
    Parabéns, vou citar seu post no meu blog.

  • Antes de mias nada: eu ri, ri muito, quase sem ar.
    Iniciei Cornwell por o Arqueiro…não gostei (talvez dê uma segunda chance depois deste texto e compre as crônicas de arthur).
    Mas não rotularia Cornwell como literatura de macho…sou garota..ODEIO click lit e sou apaixonada pela “O Imperador” de Conn Iggulden, as meninas também gostam de uma boa luta…sangue jorrando e carnificina =] todas as garotas quem eu indiquei o livro gostaram.

  • Luciano

    Nao gostei do seu texto sobre Cornwell, tenho certeza que voce nao teve intencao de coloca-lo de forma tao simplista em seu texto, mas a impressao que tive ao ler sua coluna é que voce subestima o trabalho do autor como um todo. Cornwell é um pesquisador antes de tudo, estuda profundamente todo e qualquer assunto antes de pensar em escrever sobre, ele esta longe de ser um escritor tough, ainda mais da forma gratuita como voce descreve em seu texto. Suas obras tem uma profundidade historica impressionante e aconselho sua leitura para todos, sejam homens ou mulheres, principalmente aqueles que gostam de uma obra bem conceituada e que nao subestime a inteligencia de um leitor que aprecie o tema, coisa recorrente no genero. Na minha opiniao Cornwell possui muito mais similaridades com escritores como Susanna Clarke, Marion Zimmer Bradley do que com os Clancy da vida (embora concorde plenamente com seus comentarios Sobre Iggulden (excelente) e Martim (obrigatorio)). Um abraço, e parabens pela coluna.

    • thiago_rt

      Concordo. A impressão que o Dracon passou do Cornwell foi a de que ele só escreve sobre violência e ponto.

  • Branca

    “I’m just a girl” e já li metade dos livros do Cornwell. Ah, e por sinal, gostei muiitooo!!! Literatura para macho tb é p mulherzinha!

  • Paulo

    Meu primeiro livro do Cornwell foi Azincourt, estava procurando livros com personagens “quebrados”, você sabe, aquele tipo de personagem que faz escolhas morais difíceis, mata, chora, se suja de sangue e não tenta ser um avatar da justiça divina.
    Ultimamente li alguns livros que me deixaram com um gosto amargo na boca, os heróis são sempre bons, nunca cometem erros, nunca fazem nada de errado, e são sempre bonitos e cheirosos, ja o vilão da historia (darklord generico n 15485) e feio, sai dizendo por ai que e “mal” (putz, nem Hitler saiu por ai dizendo “como eu sou mal,hohoh’) estupra criancinhas e quer conquistar o mundo deus sabe por que, livros como as crônicas de gelo e fogo, tigana é alguns do Cornwell estão entre meus favoritos, ja que nesses livros na maioria das vezes os personagens se parecem com pessoas de verdade, não com caricaturas ridículas.

  • Daniel Lopes

    Velho, nunca li as Cronicas de Arthur, mas já li todo o Cronicas Saxonicas e sério, não tem escritor melhor que o Cornwell, nem Tolkien barra ele.

  • isolda a loura

    olha só, seu post é engraçado, a lá zeca bordoada da Tv Macho, me diverti lendo, mas você fez o Cornwell parecer tão fútil!
    Só porque exala testosterona, não significa que não seja profundo. Os conflitos psicológicos existem e são trabalhados com maestria, de maneira sutil, e muito fica nas entrelinhas. Artur, Derfel e Utred, como homens de poder passam por dilemas morais, sofrem por amor, de um jeito maravilhosamente tosco, se frustram, são enganados e fazem burradas!Nada a ver com Chuck Norris e afins.E é por isso que eles são mais adoráveis! Sou menina, gosto de coisas frufru,desconheço a tal chick lit, para poder emitir qualquer comentário sobre isso,mas Cornwell não é só pra macho. Boa literatura independe de gênero.
    Ahn, um bom livro sobre um conflito macho básico é “os irmãos karamázov”, do Dostoiévski.

  • o cornwell é simplismete O CARA ele mostra as coisas como eram sem as frescurites de mimi,ah ele é o rei alfredo,foda-se eu n vo ca cara dele, é bem o estilo dele os livros dele mostram mesmo oq é ser macho principalmente As Cronicas Saxonicas num todo e em As aventuras de Sharpe onde se encontra com varias enrrascadas q qualquer um normal iria se cagar de medo,e mostra a parte onde os corajosos e herois se diferenciam como no batalhão Highlander em sharpe mostrando a verdade q homem q é homem n tem medo de porra nenhuma mesmo usando saia(kilt)

  • Felix

    Se HQ valer, então leiam “The Walking Dead”.

    Definitivamente, HQ pra macho.
    vc espreme a revista e o sangue escorre junto as tripas de mortos vivos.

    Sem desmerecer a narrativa e os desenhos q são ótimos, TWD merece o título de “Tough HQ”.

  • Felix

    Cara, eu TENHO que falar do Stephen King aqui.
    Tenho.

    Esse é um escritor muito bom, apesar de as obras dele muitas vezes serem excessivamente ficcionais, são em seus livros que eu encontro os personagens com algo mais próximo de humanidade. Todos os sentimentos na medida certa, inclusive os pequenos medos.

    Roland de Gilead é um legítimo tough guy.
    Citando:
    “Eu não miro com a mão; aquela que mira com a mão esqueceu o rosto de seu pai.
    – “Eu miro com o olho.
    – “Eu não atiro com a mão; aquela que atira com a mão esqueceu o rosto de seu pai.
    – “Eu atiro com a mente.
    – “Eu não mato com a arma; aquele que mata com a arma esqueceu o rosto de seu pai.
    – “Eu mato com o coração”

    A mão direita dela era um borrão entre o braço da cadeira e a coronha do revólver de Roland. Saiu em um segundo, a mão esquerda descendo, caindo sobre o cão em adejos quase tão rápidos e delicados quanto as asas de um beija-flor. Seis estalos secos ecoaram pelo vale, e cinco das seis lascas de pedra em cima da rocha deixaram de existir num piscar de olhos. ”
    A Torre Negra.

    Sacou o que eu quiz dizer?
    King, se precisar matar o protagonista ele mata, mas não sem levar meio mundo junto…

  • NinO

    Cara ele é muito foda
    ja li stonheng, o condenado, as cronicas de arthur, cronicas saxãs estou esperando tempo para ler o resto.
    La em casa é leitura obrigatória, minha irmã ja leu todos q temos em casa e está comprando os q faltam.

    Mas um grande tbm é Stephan King, na saga A torre negra, o pistoleiro Roland é puro instinto e tiros certeiros, ele se encaixa nos “escrotos” mas mesmo assim é muuuito fodão.

  • luciano

    olá pessoal também sou grande fã de bernard cornwell que na minha opnião é o melhor escritor da atualidade…

  • NerdHate

    Graças a este post conheci Cornwell, comprei o primeiro livro da série cronicas de arthur, e terminei de le-lo em menos de 24 horas.
    Estou indo comprar o próximo imediatamente.

    FANTASTICO!

  • Eu devo ser a única mulher no mundo que ADORA Bernard Cronwell desde a adolescência! Sério, um dos meus livros favoritos é Crônicas de Arthur! (e sim, ele está ao lado de Brumas de Avalon na minha estante e convivem muito bem) Li O Rei do Inverno quando tinha uns 15 anos e amei. Pedi o Inimigo de Deus de aniversário. Eu devo ser algum tipo de anomalia feminina. Gosto muito também do Stonehenge, acho que a versão que ele criou pra aquele círculo de pedras simplesmente TEM que ser a verdade. rs

  • Fabão

    Grande Resenha…

    Não poderia definir Cornwell de maneira melhor…

    Só acho que o Derfel não foi a escolha mais feliz para um Tough Guy ems e falando de Cornwell…

    Tudo bem que ele, enquanto Guerreiro, é motherfucker pra cacete! Mas não concorda que como narrador ele chega a ser meio emo até?

    Concordo que o Thomas também não venha a ser o melhor dos exemplos, mas o Uhtred… esse sim é o Capitão Nascimento da Britânia Medieval! hehehe

    abraços

    • Eddie

      Derfel Cadarn emo???
      Por que ele sente o que acontece com ele?!
      Descordo completamente…
      Ele realmente é O CARA!!!

  • Só pra dizer que te dei a Tag Selo de Qualidade lá no meu blog. 🙂

  • Só voltando pra dizer que te dei a Tag Selo de Qualidade lá no meu blog. 🙂

  • Mauricio Xavier

    Quando eu vi a seção de fantasia de livraria com uns 8000 livros de um cara que eu nunca tinha ouvido falar, eu sabia que estava perdendo ALGUMA coisa. Mas ainda não sabia o que.
    Agora eu sei. Na próxima passada a uma livraria, não saio sem meu Crônicas de Artur.

  • João

    Muito legal seu artigo cara! Retratou Cornwell como poucos! Acho que outro autor que se encaixa bem no termo “tough lit” é Hugh Laurie (o autor que faz o personagem House do famoso seriado). Em “O vendedor de armas” vemos um verdaeiro tough guy, que sabe que é foda e é muito, mas muito sacana.

    Parabéns.

  • DiNNy

    Muito boa a matéria…mas as mulheres não são todas idiotas leitoras de crepúsculo..
    Nós tb somos fãs da boa literatura…
    Não generalize!

  • diego leal

    parece bem legal,sem aquelas coisas de personagens super bonzinhos,quando eu achar uns livros dele com um preço um pouco mais baixo eu compro.

  • patricia

    Algumas frases de Cornwell:

    “…Conheci um homem que tinha uma mulher muda. Era tremendamente feliz.”
    Dinamarquês sem nome em O Cavaleiro da Morte.

    “Mulheres, como elas amaldiçoam esta narrativa!” Derfel Cadarn [Cronicas de Artur]

    “Quando você estiver morto, vou mandar curtir sua pele e fazer uma sela, para passar o resto da vida peidando em você.”
    Ivarr para Uhtred [Os senhores do norte]

    “-Senhor, parece que estamos condenados
    -Cale-se Derfel, e mande seus homens continuarem atirando as lanças
    -E quando as lanças acabarem?
    -Jogaremos poetas”
    Merlim para Derfel [Cronicas de Artur]

  • pedro alves

    Puta merda!, Cornwell é foda!, tirando o Herege que é uma decepção total, todos os livros dele são fodásticos. Mas sem dúvida as crônicas saxônicas são os melhores, Derfel é bem legal, mas Uhtred é o poder.

  • também sou mulher e adoro o Cornwell, só não li dele as Crônicas Saxônicas, por falta de tempo mesmo..
    também acho que faltou aí citar os livros do Sharpe, que, para mim, são a obra-prima do autor.

  • Fernando Augusto

    Já li muitos livros q tem um “tough guy”, e de todos, poucos superam ou mesmo chegam perto de Luca Brasi, do livro (e filme) O Poderoso Chefão (The Godfather, no original). O cara mata sem dó nem piedade. No próprio livro (e filme) O Poderoso Chefão tem poucas páginas (ou minutos) dedicados à ele e o modo como morre é ridículo, mas há uns trechos em O Siciliano (mesmo autor de O Poderoso Chefão, Mario Puzo) que conta um pouco da história de Luca e como o filho-da-mãe incinerou o próprio filho quando ele ainda era um bebê (tá certo q isto é bárbarie) e que como Jeremias, ele MATAVA MIL. Outro q é bem “tough guy”, mas nao chega nem na metade do que Brasi foi, é Sony Corleone, o filho mais velho de Don Vito.

  • Raphael, parabéns pelo texto, você passa de forma bastante clara sua ideia. Realmente algumas pessoas parecem ter dificuldade em entender um texto, por mais cultas que pareçam ser. Concordo em gênero, numero e grau com sua opinião. Sou um enorme fan do BC, já li praticamente todos os livros do autor e me junto a você nessa corrente. Só para terminar, depois de ler o texto e ler todos os comentários, fui perceber que ficou faltando mencionar o ótimo livro escrito por VOCÊ! PARABÉNS pelo “DRAGÕES DE ÉTER”!! excelente livro!

  • Luiza

    Melissa não é a única no mundo, eu também adoro o velhinho! Corri pra tirar foto com ele na bienal retrasada e tudo. Crônicas Saxônicas é meu favorito até então.

  • Regina

    Hahaha, mas pô! Todas as mulheres dos livros do Cornwell são superpoderosas, qualé, Nimue? A mulher do Sharpe? (Teresa se não me engano..) A mulher do Derfel, a amiga do Uthred (que fica com o filho do Ragnar) a amante galesa dele, Gisela… até a freira é fodástica… Qualé, o cara é o cara porque sabe retratar tanto homens quanto mulheres poderosas…

  • Ri de chorar no “…E SEM BRUMAS”. HAHAHA!
    Muito, muito bom o post, Raphael! Também adoro Bernard Cornwell, mas não tenho muitas pessoas para conversar sobre, por isso ler algo tão legal de quem é igualmente fã do Bernard é sempre muito agradável! =]
    Não sei se você lembra, mas devo ter sido um dos poucos que pediu pra você autografar um Guerra dos Tronos quando esteve aqui em Fortaleza. =] Tenho uma amiga que é simplesmente maluca pelos seus livros! Acabei de emprestar o Rei do Inverno pra ela, mas não sei se ela curtiu o tabefe de testosterona (MURRO, aliás. Tabefe é coisa de fresco.) que deve ter levado na cara ao vislumbre dos primeiros capítulos… Talvez mostrando pra ela esse seu post, ela se empolgue, hehehe!
    Abração, tudo de bom!

  • Hercules Poirot

    Li casualmente o primeiro livro da série “As Crônicas de Artur”. Uma escrita direta feita do ponto de vista de Derfel, um dos seus “generais”. Gostei das personagens secas, substantivas, sem frescuras psicológicas. As descrições de ambiente são um pouco confusas, mas conseguem transmitir um ar sombrio, meio acinzentado. O ambiente medieval é descrito sem adornos que alguns historiadores, sobretudo da História Nova, querem nos trazer. As batalhas são descritas de tal forma que somos capazes de nos transportar ao cenário da guerra, e o interessante, sem a gente sentir um certo glamour nos combates.
    Faço algums ressalvas, entretanto. O livro centrado na figura de Derfel explora apenas a relação dele com Artrur, ou quando muito as relações de outros com o guerreiro britânico. Uma pena, pois alguns personagens promissores não evoluem muito. A personagem Morgana começou promissora ao trazer à luz o rei aleijado utilizando os ensinamentos de sua religião antiga, no contexto de uma luta contra a religião Cristã, mas no decorrer da história foi perdendo espaço. Posso citar também Galahad, Cuneglas, Ceinwyn. Lancelot poderia ser um contraponto interessante aos personagens destemidos.
    No seu comentário você situa George R.R. Martin como um dos escritores na linha de Cornwell. É uma comparação a ser feita. Há um aspecto melhor solucionado nos livros da “Memória do Gelo e do Fogo”. As tramas políticas, com suas alianças, juras de fidelidade, traições e guerras fornece um enredo mais envolvente. Os personagens tem um algo mais que não vemos nos livros do autor inglês. Mas, o estilo de Cornwell é bem superior, uma leitura sem a embromação de Martin, uma escrita mais precisa.
    Aguardo com ansiedade a leitura do segundo livro das “Crônicas”, “O Inimigo de Deus”. Já estou de posse dele e devo começar ainda hoje.
    A conferir.

  • Fernanda

    Oi Raphael!

    Amei o ‘literatura pra macho’. Apesar de não concordar, porque sou mulher e sou simplesmente apaixonada por Bernard Cornwell. E conheço várias que também são (como minha irmã).Derfel, junto com Morgana Le Fey (notou algum padrão?) e Jon Snow é um dos meus personagens preferidos. Também gosto do que você chamou de chicklit, mas meu prefrido é mesmo quanquer coisa no estilo Bernard Cornwell.
    Vim também dar outra dica de tough lit: série Força Sigma. Pena que a Ediouro só lançou 3 aqui, e não há previsão de lançamento dos outros (ainda bem que leio em inglês e graças aos deuses por pocket books!). A série segue a linha de O Código Da Vinci, mas os personagens são um monte de Comandos em Ação. E é bem amsi divertida que os livros de Dan Brown.
    Ainda não li os seus livros, mas eles estão bonitinhos na minha estante. Logo, logo eu leio.

    Beijos!

    Fernanda

  • Quel

     Nossa você descreveu perfeitamente o que sinto lendo as crônicas de Artur… particularmente é a melhor história já contada sobre Arthur… Só não concordo qd vc diz que é literatura para macho… acho que na verdade é literatura para pessoas realistas, pois não acredito que alguém realmente leia as Brumas de Avalon e acredite que em meados dos anos 500 as pessoas realmente traiam e matavam por amor ou fé… que bunitinhu!!!
    Ahhh, inclusive Bernard Cornwell, foi o único escritor que me fez sentir usando armadura ao invés de saiotes em uma leitura… e sem precisar ser bruto, somente realista!!!
    Mas de qualquer maneira vc esta de parabéns com esse post… Principalmente qd aponta que ouvimos todo o som da batalha… sentimos a febre da guerra, e urramos com a vitória – E tenho certeza que até vc, machão chorou com a despedida final!!!

  • Ero Junior

    O Bernard é o melhor escritor que já li…li Conn Igulden, R.R. Martin e outros que escrevem no mesmo estilo e o Cornwell é o melhor. Sou hetero e gosto muito de romance histórico pois te deixa mais ”vivo” sabendo que aquilo pode ter ocorrido. E como alguns falaram, não é coisa de menina chorar quando a Dian morre nos braços de Derfel ou no final do livro…pqp é muito foda.

  • Alice

    Eu adorei Os
    Dragões de Éter e estou morrendo de vontade de ler seu novo livro, mas não
    concordo que os livros do Cornwell
    são para “machões”. Eu comecei lendo a Trilogia do Graal quando
    tinha 10 pra 11 anos, e releio-os frequentemente. Talvez eu seja uma exceção,
    mas encontrei muito romance com Derfel e Thomas, apesar de não ser um romance
    idealizado. Acredito que o modo como Cornwell descreve os fatos se aproximam
    muito mais da realidade humana (indiferente de nacionalidade), do que um belo
    romance “água com açúcar” da Bella e Edward. Por isso eu o indicaria para todos
    que gostam buscar a “humanidade” nos livros. Aproveito esse comentário – se você
    ler, claro – para parabenizá-lo pelo ótimo trabalho que vem fazendo em prol da
    literatura brasileira. 😀

  • Romario

    Ótimo texto. Descreveu o autor de forma excelente. Parabéns!

  • CAIO

    Sempre pensei que os livros eram pra bixas , mulheres ou para nerds . Nunca gostei de ler um livro nem na escola e nem fora , mas um dia desses encontrei por acidente a saga A busca do Graal eu so li o comecim porque nao tinha nada para fazer mas quando li vi que nao se tratava de um livro que a escola nos força a ler aqueles que falam historinhas gays sobre adolecentes e nem aqueles livros de historias de magis NAO quando li O Arqueiro vi que nao tinha palhaçada e se tratava de um livro muito bem feito retratava detalhadamente o cenario medieval e tbm a igreja que naquela epoca era corrupta e suja , adorava quando saquevam cidades aldeias e gados e os cenarios detalhados mas sem ser aqueles detalhes chatos mas detalhes interessantes . VALEW BERNARD CORNWELL VC ABRIU MEUS OLHOS PARA UMA LIVROS QUE EU NUNCA IMAGINEI QUE EXISTISSE

  • Fernanda

    Muitas mulheres leem Cornwell. Não sou macho e acredito que ando bem vestida o suficiente pra nem ser confundida com um, mas adoro ler o Cornwell, ele descreve tão bem que dá pra sentir o cheiro de sangue das batalhas, tenho as Crônicas Saxônicas e a Saga do Graal. E não possuo nenhum chick lit, já tentei ler, mas que é aquilo, embrulha o estômago…

  • Gabriel Dias

    Eu prefiro as cronicas saxonicas do que as de artur mas ainda assim todos os livros dele são fodas, não é como george martin onde fica o livro inteiro conversando e quando tem a batalha nunca é descrita,
    cornwell vc sente o gosto de sangue na boca, ouve o zumbido de flexas e o aço batendo ne aço.
    é o tipo de livro que vc da uma boa coçada no saco, cospe no chao e começa a ler

  • Lucas Eugênio

    Putz, mt atrasado KKKKKK
    Mas enfim… ESTOU FASCINADO E VICIADO POR CORNEWELL! Sei, um tanto quanto gay essa colocação… Mas é Cornewell cara. Queria ter o email desse cara, poder mandar umas menssagem pra ele agradecendo por tudo, por tudo msm… Eu não consigo terminar os livros dele, eu fico emocionado… Isso é impressionante. Sdds Owain, Sdds Artur. Não da, ele é fantástico! Eu sonho em viver da escrita, e meu maior espelho é Bernad. Obg por esse post cara, foi muito bom de vdd… Depois que comecei a Cornewell, posso dizer que virei Cornewezet kkkkk, Parabéns por td que vc escreveu, pode ser tarde mas sou muito, muito grato! Desejo tudo de melhor pra vc que escreveu isso, e pro nosso eterno Bernad… Se um dia eu chegar a ter metade do prestigio que esse cara tem, a ter um terço de sua habilidade como escritor, eu lembrarei disto… ”Se não ”não, sei que vou. Agradeço da ponta de minha espada! Por Artur! (Sem maldade)