Himalaia: o teto do mundo flagrado ao descoberto

A cordilheira do Himalaia, a mais alta cadeia de montanhas do planeta, flagrada da Estação Espacial Internacional pelo astronauta André Kuipers.

Desse distante ponto de observação, percebemos como a tênue camada daquilo que chamamos de atmosfera, ou todo o ar que respiramos, deixa exposta a cadeia de montanhas com centenas de picos com mais de sete quilômetros de altitude. Ainda há ar por lá, mas um ar tão ralo que não pode abrigar cidades humanas permanentes. Ninguém mora no teto do mundo, ele é apenas visitado. O topo do mundo está descoberto e desabitado.

Apreciar esse flagrante do teto do mundo pode se tornar mais profundo se lembrarmos que mesmo o ponto mais alto de todos, o ápice do Monte Everest, com seus 8.846 metros, representa menos de um milésimo do diâmetro do planeta. Pinte uma bola de bilhar com uma fina mão de tinta, e esta mão de tinta terá o dobro da altura do Everest — se a bola de bilhar fosse do tamanho da Terra.

O cobertor da pequena mistura de atmosfera presa à gravidade terrestre que mantém uma frágil e instável quantidade de umidade representa tudo aquilo que consideramos como o mundo em que vivemos. Uma mão de tinta em uma bola de bilhar tem o dobro da espessura desta fina camada de mundo.

  • Fernando Bueno

    dahora o texto. mas tem um errinho.. está escrito umidade com H

    • ceticismoaberto

      Obrigado, Fernando, corrigido!

  • critico

    De boa, o texto tá tosco demais e mal escrito….

    • marcelo

      não achei, achei maneiro…(aliás, críticas que começam com ‘de boa’ não parecem muito dignas de respeito)

  • CST-revisor

    A atmosfera vai bem mais além do que “7km”… Talvez você queria ter tido “Troposfera”, não?
    Também achei mal escrito…

    • ceticismoaberto

      No texto mencionei que “ainda há ar” mesmo nos pontos mais altos do Himalaia. A atmosfera até seus limites, mesmo a troposfera, vai bem além do Everest, é bem verdade.
      No texto explorei a imagem e o conceito da camada de ar que respiramos. Era madrugada, queria que fosse um texto curto e sem mencionar mais detalhes do que aqueles necessários para a imagem central da mão de tinta na bola de bilhar.

      • CST-revisor

        Claro Kentaro, a idéia foi transmitida com certeza.

        Mas só me incomodei pela frase “daquilo que chamamos de atmosfera, ou todo o ar que respiramos”, porque nela existe mais de um erro.

        O ar que respiramos está na Troposfera. Não é porque não respiramos as outras camadas, as quais são completamente diferentes uma das outras, que não são consideradas atmosfera. Além disso, a atmosfera como um toque se preze, e que realiza muitas outras funções que são responsáveis pelo mantimento da vida do planeta é muito mais “espessa” do que a forma com que está escrita.Por exemplo, onde ocorrem as auroras…

        Nesse sentido, até mesmo a relação com a bola de bilhar está errada, uma vez que os limites da atmosfera (como um todo) não é muito bem clara e pode chegar a ser, de forma consensual, umas 10 ou 20x maior do que foi citado.

        Por fim, se considerarmos todas as características da atmosfera, perceberemos, portanto, que de “tênue” a camada que aparece na imagem não tem nada, pois ela, na verdade, é a mais “densa” de todas…

        • ceticismoaberto

          Realmente, o “daquilo que chamamos de atmosfera” ficou confuso e incorreto, ainda irei corrigir.

          De novo, a relação com a mão de tinta em uma bola de bilhar é rigorosamente à camada de ar dentro da qual podemos nos adaptar permanentemente, que é inferior ao “teto do mundo”.

  • Zuaquim

    Gostei do texto, não achei nada mal escrito. Uma mensagem curta e só.

  • chuchubeleza

    incrivel que não tem ninguem reclamando do pum do carneiro

  • rdenim nasc

    Não sei como ainda não chegou um retardado dizendo : ”Ali não era o polo norte?”…