Diário do Curioso | Descubra a origem de algumas superstições

Mais uma edição do Diário de um Curioso. Você é supersticioso? Sabe a origem destes hábitos? Assista o vídeo e descubra.

Já eu não acredito em superstições porque isso dá azar!

Viu o anterior sobre boas maneiras ao redor do mundo?

  • Lucas

    CUIDE-SE DO AZAR
    Dia destes comprei uma edição especial da revista História Viva, edição que trazia em resumo a origem das principais superstições do povo. De onde elas vêm e por que provocam tanto medo. Santo Deus, de fato, a ignorância é mesmo a mãe de todas as religiões, de todos os credos.

    Quando você rasga o véu de certas histórias que vêm sendo contadas de geração após geração, sobra muito pouco, se sobrar alguma coisa que preste. Pessoas maldosas, bandidas, inventaram princípios religiosos e crenças de toda sorte para deixar o povo ignorante na soga, para escravizar o povo pelo medo. Nem vou perder meu tempo com os “pecados mortais” que me aterrorizaram a infância e que me eram jogados nos ouvidos todas as manhãs na escola marista. Morrer com um pecado mortal sem prévia confissão era ir direto para o inferno e de lá nunca mais sair… Pode? Coitados de nós, crianças. Nada mudou.

    Das histórias das superstições que li, duas são muito interessantes. A primeira é aquela de sete anos de azar para quem quebrar um espelho. Eu mesmo já tremi ao derrubar um espelho e, ufa, não quebrou. Safei-me…

    Essa história do azar ao quebrar um espelho vem da antiguidade, quando os espelhos valiam muito nos palácios e os reis inventaram que dava azar quebrar espelho para provocar medo e cuidados especiais dos escravos ao limpá-los. E os sete anos de azar era o tempo que o escravo teria que trabalhar só para pagar pelo espelho quebrado. É ou não é esperteza? E crer é ignorância.

    A outra superstição interessante é a que diz que não se deve abrir guarda-chuva dentro de casa, dá um baita azar. Isso foi inventado por fabricantes de guarda-chuvas para que não abríssemos dentro de casa, para secar, os guarda-chuvas molhados. Com isso, as varetas enferrujariam mais rapidamente, o pano do guarda-chuva se romperia mais facilmente e nós, claro, teríamos que comprar outro guarda-chuva. A “superstição” visava a que comprássemos mais guarda-chuvas em menos tempo. Espertos. E nós, os crentes? Estúpidos. E é assim com todo tipo de crendices

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