Os covardes já estão mortos

Eu vejo pessoas com medo. Eu vejo gente boa baixar a cabeça diante de um chefe babaca temendo perder um emprego ordinário. Eu vejo alguém deixar de conhecer um bom restaurante porque ele fica em um bairro desconhecido...

Jon Snow

O Rei do Norte

O que faz nossos músculos crescerem?

Em Poucas Palavras

Calvin e Haroldo

Arte Antes do Comércio

Pixar

Porque uma história deve ser contada

Fotojornalismo: A linha tênue entre ajuda e omissão

Talvez o peso e representatividade de uma foto marcante motivem uma intervenção internacional capaz de interromper uma guerra… Ou talvez não! Talvez melhor opção fosse tentar salvar uma vida e perder o registro… Ou talvez não! São questões que nunca terão uma resposta definitiva e uma verdade absoluta.

Via: Cabeça D’Água

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Referências Ocultistas em Promethea

O Alan Moore é foda. Muito foda. E Promethea é uma de suas obras primas, com referências muito mais complexas do que Watchmen ou mesmo a Liga Extraordinária. Recentemente, comentei sobre uma sequencia de páginas de Promethea referentes a Daath e o pessoal me pediu para escrever sobre toda a série. Nesta série de posts, que começará aqui no Sedentário e continuará no Teoria da Conspiração, tentarei comentar sobre as referências ocultistas que ele utilizou enquanto escrevia Promethea.
Não será um trabalho simples. Ao longo de 32 edições (que por si só já foi uma escolha pensada, visto que a Árvore da Vida possui 32 Paths (entre 10 Esferas e 22 Caminhos) que relacionam praticamente todos os Sistemas magísticos e filosóficos que existem.
A primeira HQ, “The Radiant Heavenly City”, traz na capa Promethea desenhada por ninguém menos do que Alex Ross, em um estilo egipcio, mas a própria capa já traz dentro de si algumas surpresas e referências: