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Porque uma história deve ser contada

Heróis por Nascimento; ou onde você pode conhecer outros super-heróis brasileiros…

cavernas-e-dragoes

A revista Veja há algum tempo se referiu ao personagem Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, como “o primeiro super-herói brasileiro”.

Na verdade, contudo, Capitão Nascimento foi apenas o primeiro grande herói pop e levado a sério. Tempos atrás, lá pela Era de Bronze dos quadrinhos, porém, nosso país possuía seus próprios super-heróis para enfrentar ameaças das mais esdrúxulas.

Você duvida?

Olhe isso que eu vou lhe mostrar…

(“Nunca serão…”)

Um beijo clássico, colorido

A guerra havia finalmente acabado, e no calor das comemorações, um marinheiro abraça  e beija uma enfermeira que acabava de encontrar na Times Square. O fotógrafo Alfred Eisenstaedt imortalizou a cena, mas sendo o ano de 1945, a imagem icônica era em preto e branco.

Era, porque o artista “mygrapefruit” colorizou e renovou a cena em um trabalho bacaníssimo.

Você pode preferir a versão da abertura sensacional de Watchmen, mas podemos apreciar a todas, não? [via ReflectionOf.me]

Mérito e Privilégio

Um dos argumentos contra o uso de cotas nos exames de ingresso para Universidade é o de que as cotas vão contra o princípio da meritocracia. A meritocracia tem muitos defensores na Universidade. A lógica é simples: dá-se mais aos que merecem mais. Se você tem mais méritos acadêmicos, você merece cargos melhores, salários maiores, espaços melhores. No caso das cotas, só mereceria entrar na Universidade quem teve as melhores notas.

A meritocracia é um conceito atraente pois apela ao nosso senso de justiça. O problema é que não podemos falar de meritocracia na Universidade brasileira pois a meritocracia pressupõe que condições iguais foram dadas a todos os que participam da “competição”. E isso não é verdade.

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