A nostalgia oitentista está ai, mais viva do que nunca. Nos últimos três anos temos vistos muitas paixões da época voltarem ao cinema, de uma forma ou de outra. Seja com a animação “Detona Ralph”, feita para crianças, mas atraente mesmo para adultos, seja com remakes de clássicos adorados e até então intocados, como “Robocop” e “Os Caça-Fantasmas” (ainda em pré-produção). A época está em alta. Todo mundo quer tirar uma casquinha dos anos 80 e qualquer produção que traga algum vestígio, sombra ou gostinho dos maneirismos da época, ganha nossa atenção. Quem nasceu ou cresceu nesta década entende melhor do que ninguém por que fomos atraídos para assistir a mais nova produção de Adam Sandler, “Pixels”.
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Diante do trailer, não sabemos muito bem do que “Pixels” se trata. Existe um tom apocalíptico e viés oitentista, mas nada além disso é explicado ou melhor explorado no curto tempo. E, de fato, não necessariamente existe essa necessidade de soar explicativo em um trailer. E como produções que seguem a linha apocalíptica também estão em alta (“Jogos Vorazes”, “Elysium” e “Oblivion”), Adam Sandler conseguiu nos cativar sem dizer nada. Talvez também porque o filme não tenha nada a dizer.

Dentro da trama, o mundo se torna uma enorme tela de fliperama, onde o alvo é a dizimação do planeta e, consequentemente, da raça humana. O futuro está nas mãos dos Arcaders, os jogadores de fliperama Sam Brener (Adam Sandler), Ludlow Lamonsoff (Josh Gad) e Eddie Plant (Peter Dinklage), com o apoio da coronel Vanessa “Van” Pattern (Michelle Monaghan) e do presidente William Cooper (Kevin James). Com a expertise desses personagens, eles vão lutar contra os mais populares jogos do Atari, Galaga, Frogger, Space Invaders, Pac-Man, Centopeia e o clássico da Nintendo, Donkey Kong.

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Como comédia, a produção não entrega momentos extasiantes, onde nos perdemos com tantos risos e momentos realmente engraçados. Ela possui seus vislumbres cômicos, alguns breves espaços no tempo onde nos divertimos, mas não segura esse ritmo até o final. Por se tratar de um filme composto única e exclusivamente por referências, tais memórias deveriam reativar aquele sentimento nostálgico que os nascidos e crescidos nos anos 80 carregam em si.

Cada lembrança, cada sacada oriunda da época deveriam nos levar de volta a uma deliciosa epifania, mas não é o que acontece. As piadas são um tanto vazias e não exploram com maior profundidade os maneirismos da época que até hoje ecoam por seu simbolismo. Como dito anteriormente, são vislumbres. Momentos que poderiam ser hilários, mas que não passam de engraçadinhos.

As referências em si são divertidas e contribuem para a experiência nostálgica no cinema, ainda que em linhas gerais ela seja fraca. Por se tratar de games muito famosos e que possuem um papel fundamental na construção cultural de toda uma década e geração, a comédia se firma nesse aspecto e talvez seja isso que faça com que alguns realmente aproveitem o filme em sala. Afinal, estar diante de clássicos pixelados em uma época onde os consoles cabem no bolso desperta uma sensação gostosa da infância que as gerações atuais perderam. E como todos temos uma válvula nostálgica, recordar é sempre viver.

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Mas a ideia do filme é muito boa, pois parte da premissa que une dois elementos exageradamente usados no cinema hollywoodiano atual e os satiriza, à medida que serve como um banquete nostálgico, para o deleite dos mais velhos. O problema está na execução dessa teoria, que não foi tão bem feita. Talvez a sombra que tem acompanhado os últimos filmes de Adam Sandler (ruins de bilheteria, sacadas cômicas e arrecadação) tenha pairado sobre “Pixels”, tornando a comédia, que tinha tudo para dar certo, em um filme que falha no principal ponto, que é ser realmente engraçado.

Ao final de tudo, estamos diante de uma produção que não extrai o melhor de nós, tão pouco entrega o melhor de si. Saímos da sala meio alheios ao que vimos, sem saber exatamente qual foi a sensação mais forte que sentimos: nostalgia, graça ou a falta dela. Com piadinhas bobinhas, “Pixels” é mais um filme meia-boca de Adam Sandler, que tinha tudo para ser realmente divertido, mas nos deixou à deriva, esperando pelo grande momento hilário. Na ficção, o mundo pode até ser salvo, mas na vida real, o comediante, que possui no currículo uma ótima trajetória iniciada com Saturday Night Live, está mais morto que os nossos amados clássicos oitentistas estão para a atual geração.

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Adriana Lopez é uma professora do ensino básico que foi diagnosticada com câncer de mama e foi surpreendida com uma linda mensagem de amor e solidariedade de seus alunos que cantaram juntos a música “I’m Gonna Love You Through It” de Martina McBride. Confira:

Quando você estiver fraca, eu serei forte.
Quando você desistir, eu vou aguentar firme.
Quando você precisa chorar
Eu juro que vou estar lá para secar seus olhos.

Quando você se sentir perdida e com medo da morte
Como se não conseguisse dar mais nenhum passo
Apenas pegue minha mão, juntos podemos fazê-lo.
Eu vou te amar através disto.

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Não deixe de ver esta impressionante descida do piloto Brandon Semenuk feita em um único take estabilizado.

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Principalmente se a patroa estiver nas redondezas…

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Um professor e artista holandês chamado Sam Van Aken criou uma verdadeira “arvore da vida”, utilizando-se de antigas técnicas de enxerto pra criar esta arvore que dá mais de 40 variedades de frutos como pêssegos, damascos, amêndoas, ameixas e cerejas. Tudo numa única árvore! Confira:

Sam passou os últimos cinco anos plantando a árvore em vários locais dos EUA. Entre a primavera e o verão a arvore vai mudando de cor em passando pelo rosa, roxo, violeta e branco.

Confira algumas fotos dessa incrível obra:

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E o novo uniforme do Flash?

24 jul 2015 | por em Nerd Rabugento às 14:18

É muito cedo pra falar sobre o vilão de Star Wars: Episódio VIII?

Uma nova série de Xena, A Rainha Guerreira?

Quer saber como vai ser o novo uniforme do Flash na segunda temporada da série?

Então lá vamos nós com mais um Rapidinhas do Nerd Rabugento!

Você acha que os filmes de Super Heróis estão entrando numa fase de decadência?

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Amy Beth Schumer é uma comediante americana mais conhecida pelas suas atuações de stand up comedy, por sua homônima série de televisão “Inside Amy Schumer” e mais recentemente por este polêmico ensaio para a GQ Magazine. Confira:

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Parece que a garota não pediu permissão a LucasFilm, que não curtiu nadinha a ideia, pra transar com o C-3PO e o R2D2. Mas convenhamos, eles já são bem grandinhos e podem tomar suas próprias decisões.

Veja também o Making Off:

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A versão que você vê abaixo ficou tão legal que daria pra ver o filme inteiro nessa pegada. Daora! 😎

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O vídeo foi concebido pela agência Y & R México para a rede de livrarias Gandhi Bookstores, pra mim acho que só faltou a referência do pirata, você conseguiu ver todas?

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Depois de perder o primeiro round no game de luta Guilty Gear Xrd Sign este rapaz conseguiu uma vitória inesperada e levantou-se comemorando todo serelepe, o problema é que ele levantou cedo demais:

O ocorrido aconteceu no EVO 2015, o camarada que comemorou antes da hora chama-se Woshige, e seu oponente Ogawa, mais conhecido pela alcunha de “Deus do Guilty Gear”. ¯\_(ツ)_/¯

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Gambiarra funciona.

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De todos os heróis da Marvel, é certo que o “Homem-Formiga” não faz, tecnicamente, parte do hall de estrelas, como aqueles personagens que figuram o imaginário infantil, que despertam o espírito e desejo heroico e que caem no gosto quase instantâneo do público geral. Sua história é mais uma da leva de criações do adorado Stan Lee e de todos os seus trabalhos, este talvez seja um dos que menos se destaca. Até agora.Homem-Formiga

 

A Marvel Studios entendeu a forma como deve trabalhar com seus personagens e desde os “Guardiões da Galáxia”, uma das grandes surpresas de 2014, parece ter encontrado a fórmula perfeita para fazer filmes divertidos, um tanto despretensiosos e que agradam diversos nichos simultaneamente.

Com “Homem-Formiga” a história se repete. O estúdio trouxe da estante empoeirada com inúmeros quadrinhos pouco populares o menor personagem de seu leque (literalmente) e conseguiu fazer de uma figura classificada como “underdog”, um herói que abraça sua reputação menosprezada e transforma isso em um trunfo com momentos cômicos tão naturais, que nos indagamos porque demoraram tanto para trazê-lo às telas.

E talvez a resposta a essa pergunta seja respondida com um nome: Paul Rudd. A escolha do ator para interpretar Scott Lang já dava traços do viés optado pelo estúdio quanto à roteirização e tom do filme, mas vê-lo em cena encarando um herói irreverente e que foge os padrões aos quais estamos mais acostumados, é ainda mais saboroso. A princípio, nenhum outro nome vem à mente para fazer com tanta sutileza e leveza o que Paul fez.ant-man-trailer-2

Ser um dos quatro roteiristas do filme também fez de “Homem-Formiga” uma produção com a cara do ator. Ele trouxe vestígios do seu humor despretensioso e provavelmente assina as melhores sacadas que vemos em cena. O entrosamento com o elenco é extremamente natural e somos apresentados às figuras caricatas como Luis (Michael Peña), que traz todos os maneirismos e linguajar mexicanos, sendo um dos grandes elos que dita o ritmo do filme.

Ao abraçar as limitações de seu personagem, considerando a opinião pública de que “ele é um herói sem muita moral”, a Marvel traz um equilíbrio, que segue a mesma vertente mostrada anteriormente com “Guardiões”, mas por outra perspectiva. Para que a seriedade das cenas de luta não gerassem sentimentos dúbios naqueles que pouco se apoiam no herói como um personagem forte, o filme contrabalanceia esses momentos, lembrando o espectador que o Homem-Formiga não, necessariamente, precisa ser levado tão a sério, mas ainda assim sustenta lutas impactantes aos nossos olhos.

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Para dar sequência nos esforços em unificar todas as histórias trazidas aos cinemas, o Marvel Cinematic Universe (MCU) está ali, nos lembrando de que o estúdio não dá ponto sem nó e que, de fato, os diversos personagens possuem um ponto de impacto em algum momento, aquele encontrão, o famoso crossover. E quando acontece no filme, é revigorante.

Com roteiro bem simples e efeitos especiais poderosos (principalmente nas cenas de ação), “Homem-Formiga” conquista o público com sua naturalidade e humor, à medida que entra para o hall seleto da Marvel como um herói capaz de sustentar sua própria produção sem apresentação prévia em outro blockbuster. Paul Rudd conquista os corações daqueles que ainda não o conheciam, Michael Peña se imortaliza como aquela caricatura fiel e divertidíssima da personalidade latina e o público, mais uma vez, é presenteado com uma ótima experiência no cinema. E para não perder o costume, resista à vontade de ir ao banheiro e espere pelas duas cenas extras nos créditos. Vai valer muito a pena.

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Hey Ho Diogo #16 Com Diogo Portugal

16 jul 2015 | por em humor, vídeos às 13:56

No episódio de hoje aprendemos que não existe panfleto bom, que deve desconfiar se te chamarem pra um camarote cheio de jogadores e muito mais:

Veja também: Stand up City Campinas – Paulínia

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Homem-Formiga

15 jul 2015 | por em Nerd Rabugento às 16:44

O Nerd Rabugento assistiu ao filme do Homem-Formiga e as suas expectativas estavam acima da média.

Mas e ai, o filme do Homem Formiga, último filme da fase 2 da Marvel, vale à pena?

Confira:

Qual o último filme divertido de super herói que você viu no cinema?

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Parece que a prefeitura de Várzea Grande no Mato Grosso acabou de fazer a mais estranha homenagem ao Dia do Homem, se visitar agora o site da prefeitura e rolar até o fim da página poderá acessar uma imagem bem interessante.

http://www.varzeagrande.mt.gov.br/portal/

PV

 

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