Calma e não se anime porque as feminazis AINDA não estão adotando essa ótima tática para oprimir e humilhar em público seus opressores. Tudo não passou de uma intervenção urbana durante o 2.º Festival Arte de Rua, que se encerra hoje, em Ribeirão Preto, SP.

Como era de se esperar a apresentação dividiu opiniões. E você, o que achou???

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Mais uma semana e mais um Rapidinhas do Nerd Rabugento!

As chances de Jaden Smith, o filho sem expressão de Will Smith fazer o papel de Super Choque numa webssérie baseada no herói da DC são bem grandes.

Confira essa e outras notícias da semana comentadas pelo Nerd Rabugento:

Qual ator você apostaria para o papel de Indiana Jones no cinema?

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Este vídeo á uma paródia sensacional de Mad Max com Super Mário que precisa ser vista, porque ficou SIMPLESMENTE ANIMAL! Confira:

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Convite fail para baile de formatura

24 mai 2015 | por em Internet às 21:43

Aquele puta momento da sua criatividade usado para preparar uma puta surpresa para alguém, só que…

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Vou dar um exemplo: Quando o Henry Ford inventou o carro, as fábricas de carroagem se foram. Não adianta fazer uma carroagem com uma roda mais bonita. Ninguém mais queria uma carroagem e sim um carro. Imagine um cavalo na sua garagem. Acho que não daria muito certo, não é mesmo?
Estamos vivendo uma mudança no paradigma do mundo tecnológico dos relógios outra vez, não tão impactante como a primeira, mas ainda sim é uma mudança. Claro, para ‘sommeliers’ de relógios que cheiram a pulseira antes de colocar no pulso, haverá uma repulsa imediata à nova tecnologia. Sentem-se ameaçados. Não vejo o porquê. Quem gosta de coisas ‘roots’ continuará a tê-las. Não é um tipo de coisa que irá destruir as fábricas de relógios atualmente –talvez no futuro, quem sabe–, já que a faixa de público de um relógio automático são pessoas com poder aquisitivo bom e com um gosto muito rebuscado. Nem citarei os relógios de bateria ou digitais simples, pois creio que o público deles não seja chato e xiíta como o do relógio de corda, talvez esses sim percam algo com a “era smart”. Pode até significar “status” para alguns ter um relógio caro, mas isso o Apple Watch também oferece com a versão de aço inoxidável e a versão de ouro 18k. Algo que os outros smartwatches não oferecem, mas que também são peças bonitas. Não sei por qual valor sairão as versões no Brasil, mas acredito que Apple fez um aparelho muito bacana e sim, vale a pena ter um.

T: @BrenoYudi F: /Pandatomico I: @brenonk
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Os fãs do Nerd Rabugento pedem pra eu fazer listas, que isso vai ser bom para o canal, blah blah blah, então eu vou fazer, de vez em quando, listas.

Em homenagem a Mad Max, vou começar com a alguns dos acidentes de carros mais legais do cinema.

Qual cena mais foda de acidente de carro você colocaria nessa lista?

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A morte do mundo

Mad Max faz parte de um imaginário de outro período, de outra época. Pertence a outra geração, a outro público. E por ter essa redoma saudosista protegendo a obra, é difícil se desvincular da maestria trazida às telas pela primeira vez em 1979. E desde o primeiro filme até 2015 se passaram 36 anos. Desde “A Cúpula do Trovão”, 30. Novas eras vieram, novos nascimentos, novos públicos, novas percepções do mundo e do cinema. Mas é revigorante saber que George Miller se manteve fiel à característica mais inebriante do cinema do final dos anos 70 e 80: a narrativa que te engole para dentro da tela e dialoga sem falar demais.

mad-max-1

Mad Max dispensa explicações e introduções. E dentro do contexto do filme esta verdade se repete. Sabendo utilizar todos os artifícios que o cinema lhe confere, desde estética geral a elementos específicos que ajudam a compor as cenas e a roteirização, Miller faz o cinema substancial, que dispensa explicações exageradas e ‘contação’ de história. E não me refiro apenas à trilogia de 70/80. Em “Mad Max: Estrada da Fúria”, o cineasta australiano repete o estilo que infelizmente caiu em desuso ao longo dos anos. Ele nos leva de volta àquela roteirização que tanto amamos em filmes como “Warriors: Os Selvagens da Noite” (1979) e “Robocop” (1987). Onde os diálogos são de fato pontuais e complementares e não onde toda a trama reside e subsiste.

E esse artifício talvez seja um dos aspectos mais recompensáveis da experiência dentro do cinema. Saber que ainda existem narrativas bem formadas, onde a trama se auto explica ao longo do desenrolar da história, sem a necessidade de verbalizar tudo, principalmente em uma época onde tantas produções se preocupam apenas em explodir tudo sem pretexto.

E o sentimento nostálgico logo é bem recompensando nos primeiros minutos do filme. Aquela introdução necessária de “Mad Max 2” está lá, quase que perfeitamente reproduzida para o novo filme. E de repente, os mais “antigos” são levados à mesma sensação inicial de quem pôde assistir o clássico de 1981 em seu auge, no cinema, em VHS ou na Sessão da Tarde. Aquela sensação terrível de que algo espetacular está para se destrinchar diante dos seus olhos e não há nada que você possa fazer além de aproveitar a viagem.

Mad max 2

E que viagem! A direção de George Miller nos engole para dentro da tela ao ritmar as cenas em um frenesi neurótico. A aceleração das imagens em determinados pontos transforma a narrativa em um passeio alucinante pela ficção pós-apocalíptica, onde a loucura dos personagens atormenta o espectador, à medida que vamos absorvendo a jornada pela Estrada da Fúria tão bem executada, entre tempestades de areia e o caos armado.

O entrosamento em cena é mais um dos aspectos que permite essa sincronia tão precisa com o público. As cenas de ação são bem arquitetadas e coreografadas, e Miller teve o cuidado de unir a estética dos veículos muito bem criados pelo quadrinhista britânico Brendan McCarthy (também responsável por projetar todo o filme primeiramente em story board ao lado de Miller e um pequeno time), com a ambientação desértica e os personagens, que mesmo alguns sem falas, são extremamente representativos para a concepção final do terror que o clã (por assim dizer) que domina a Cidadela gera por onde passa.

O viés em que Estrada da Fúria segue quebra também uma série de argumentos tão comuns no cinema de ação e ficção, onde a mulher possui papel secundário e substituível. Ao centralizar a trama nelas, apresentando as inicialmente com fragilidade e pequenez, vemos o núcleo feminino liderado pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) desabrochar diante da tela e a feminilidade dar um pouco de espaço para a brutalidade de quem está cansada de ser coisificada pelo mundo.

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Dentro dessa fortaleza que surge na agora saga de Mad Max, o protagonista encabeçado por Tom Hardy já não se encontra sozinho e vê ao seu lado um novo personagem bem contruído surgir. E ao invés de existir uma fagulha de disputa para saber quem se destaca mais em cena, as duas figuras se complementam de forma que uma sem a outra levaria a trama para outro desdobramento talvez menos interessante. E o filme ainda conta com a surpreendente atuação de Nicholas Hoult no papel de Nux, que conseguiu se destacar diante de tanta coisa em tela.

Com o retorno de Hugh Keays-Byrne irreconhecivelmente como Immortan Joe, “Mad Max: Estrada da Fúria” traz de volta a motivação petrolífera para o caos do mundo, aliado à fome e sede, duas das novas engrenagens mais citadas para uma possível Terceira Guerra Mundial. Em meio à morte do mundo, em uma terra onde a vida tenta resistir diante do fim do verde, George Miller volta a ser notícia por se perpetuar como visionário e nos prepara para o que “Mad Max: The Wasteland” trará para nós em um futuro que, assim espero, não demore 30 anos para chegar.

mad max 4

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Você ainda compraria roupas baratas se soubessem de onde elas vem? Como e por quem são feiras? O grupo Fashion Revolution fez o teste colocando uma máquina de venda com camisetas por 2 euros numa rua de Berlim, e antes da compra as pessoas viram uma mensagem.

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Os jogos do Mário que tanto adoramos são super legais, mas se parar pra pensar eles são uma viagem!

Falando nisso, você sabia que o Mario 3 é uma peça de teatro? (Dica do meu sobrinho Sebastian)

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Hey Ho DIOGO! #10 com Diogo Portugal

19 mai 2015 | por em humor, vídeos às 14:00

No episódio de hoje descobriremos qual a curva mais linda de uma mulher, que existem pizzas que são intragáveis e muito mais…

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Toda semana você espera o Nerd Rabugento voltar com as principais notícias do universo da cultura pop para você jogar na mesa e deixar seus amigos impressionados.

E quem diria, Mad Max foi atropelado nas bilheterias americanas por A Escolha Perfeita 2, filme de meninas dançantes. Foram 44 milhões de dólares contra 70.

Veja essa notícia e muito mais!

Será que o Superman vai morrer em Batman V Superman?

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Produtos chineses já possuem tanta fama de má qualidade que se criou até uma termo para defini-los: Xing Ling.

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Tudo que a Apple vende dá vontade de comprar. Não é por acaso que o ‘jeitinho Apple de ser’ consegue vender até um Opala caindo aos pedaços. Será?

 

 

T: @BrenoYudi I:@brenonk F:/Pandatomico

 

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Esse vídeo é meio antigo, mas vi assistindo o Conan recentemente e achei que valia um post. Confiram:

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Todo fã dos filmes da Marvel passam por isso não há escapatória!

Fiquei meio desanimado por ter me visto neste vídeo. Você se identificou?

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