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Mais uma semana e mais um Rapidinhas do Nerd Rabugento!

As chances de Jaden Smith, o filho sem expressão de Will Smith fazer o papel de Super Choque numa webssérie baseada no herói da DC são bem grandes.

Confira essa e outras notícias da semana comentadas pelo Nerd Rabugento:

Qual ator você apostaria para o papel de Indiana Jones no cinema?

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Vou dar um exemplo: Quando o Henry Ford inventou o carro, as fábricas de carroagem se foram. Não adianta fazer uma carroagem com uma roda mais bonita. Ninguém mais queria uma carroagem e sim um carro. Imagine um cavalo na sua garagem. Acho que não daria muito certo, não é mesmo?
Estamos vivendo uma mudança no paradigma do mundo tecnológico dos relógios outra vez, não tão impactante como a primeira, mas ainda sim é uma mudança. Claro, para ‘sommeliers’ de relógios que cheiram a pulseira antes de colocar no pulso, haverá uma repulsa imediata à nova tecnologia. Sentem-se ameaçados. Não vejo o porquê. Quem gosta de coisas ‘roots’ continuará a tê-las. Não é um tipo de coisa que irá destruir as fábricas de relógios atualmente –talvez no futuro, quem sabe–, já que a faixa de público de um relógio automático são pessoas com poder aquisitivo bom e com um gosto muito rebuscado. Nem citarei os relógios de bateria ou digitais simples, pois creio que o público deles não seja chato e xiíta como o do relógio de corda, talvez esses sim percam algo com a “era smart”. Pode até significar “status” para alguns ter um relógio caro, mas isso o Apple Watch também oferece com a versão de aço inoxidável e a versão de ouro 18k. Algo que os outros smartwatches não oferecem, mas que também são peças bonitas. Não sei por qual valor sairão as versões no Brasil, mas acredito que Apple fez um aparelho muito bacana e sim, vale a pena ter um.

T: @BrenoYudi F: /Pandatomico I: @brenonk
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Os fãs do Nerd Rabugento pedem pra eu fazer listas, que isso vai ser bom para o canal, blah blah blah, então eu vou fazer, de vez em quando, listas.

Em homenagem a Mad Max, vou começar com a alguns dos acidentes de carros mais legais do cinema.

Qual cena mais foda de acidente de carro você colocaria nessa lista?

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A morte do mundo

Mad Max faz parte de um imaginário de outro período, de outra época. Pertence a outra geração, a outro público. E por ter essa redoma saudosista protegendo a obra, é difícil se desvincular da maestria trazida às telas pela primeira vez em 1979. E desde o primeiro filme até 2015 se passaram 36 anos. Desde “A Cúpula do Trovão”, 30. Novas eras vieram, novos nascimentos, novos públicos, novas percepções do mundo e do cinema. Mas é revigorante saber que George Miller se manteve fiel à característica mais inebriante do cinema do final dos anos 70 e 80: a narrativa que te engole para dentro da tela e dialoga sem falar demais.

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Mad Max dispensa explicações e introduções. E dentro do contexto do filme esta verdade se repete. Sabendo utilizar todos os artifícios que o cinema lhe confere, desde estética geral a elementos específicos que ajudam a compor as cenas e a roteirização, Miller faz o cinema substancial, que dispensa explicações exageradas e ‘contação’ de história. E não me refiro apenas à trilogia de 70/80. Em “Mad Max: Estrada da Fúria”, o cineasta australiano repete o estilo que infelizmente caiu em desuso ao longo dos anos. Ele nos leva de volta àquela roteirização que tanto amamos em filmes como “Warriors: Os Selvagens da Noite” (1979) e “Robocop” (1987). Onde os diálogos são de fato pontuais e complementares e não onde toda a trama reside e subsiste.

E esse artifício talvez seja um dos aspectos mais recompensáveis da experiência dentro do cinema. Saber que ainda existem narrativas bem formadas, onde a trama se auto explica ao longo do desenrolar da história, sem a necessidade de verbalizar tudo, principalmente em uma época onde tantas produções se preocupam apenas em explodir tudo sem pretexto.

E o sentimento nostálgico logo é bem recompensando nos primeiros minutos do filme. Aquela introdução necessária de “Mad Max 2” está lá, quase que perfeitamente reproduzida para o novo filme. E de repente, os mais “antigos” são levados à mesma sensação inicial de quem pôde assistir o clássico de 1981 em seu auge, no cinema, em VHS ou na Sessão da Tarde. Aquela sensação terrível de que algo espetacular está para se destrinchar diante dos seus olhos e não há nada que você possa fazer além de aproveitar a viagem.

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E que viagem! A direção de George Miller nos engole para dentro da tela ao ritmar as cenas em um frenesi neurótico. A aceleração das imagens em determinados pontos transforma a narrativa em um passeio alucinante pela ficção pós-apocalíptica, onde a loucura dos personagens atormenta o espectador, à medida que vamos absorvendo a jornada pela Estrada da Fúria tão bem executada, entre tempestades de areia e o caos armado.

O entrosamento em cena é mais um dos aspectos que permite essa sincronia tão precisa com o público. As cenas de ação são bem arquitetadas e coreografadas, e Miller teve o cuidado de unir a estética dos veículos muito bem criados pelo quadrinhista britânico Brendan McCarthy (também responsável por projetar todo o filme primeiramente em story board ao lado de Miller e um pequeno time), com a ambientação desértica e os personagens, que mesmo alguns sem falas, são extremamente representativos para a concepção final do terror que o clã (por assim dizer) que domina a Cidadela gera por onde passa.

O viés em que Estrada da Fúria segue quebra também uma série de argumentos tão comuns no cinema de ação e ficção, onde a mulher possui papel secundário e substituível. Ao centralizar a trama nelas, apresentando as inicialmente com fragilidade e pequenez, vemos o núcleo feminino liderado pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) desabrochar diante da tela e a feminilidade dar um pouco de espaço para a brutalidade de quem está cansada de ser coisificada pelo mundo.

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Dentro dessa fortaleza que surge na agora saga de Mad Max, o protagonista encabeçado por Tom Hardy já não se encontra sozinho e vê ao seu lado um novo personagem bem contruído surgir. E ao invés de existir uma fagulha de disputa para saber quem se destaca mais em cena, as duas figuras se complementam de forma que uma sem a outra levaria a trama para outro desdobramento talvez menos interessante. E o filme ainda conta com a surpreendente atuação de Nicholas Hoult no papel de Nux, que conseguiu se destacar diante de tanta coisa em tela.

Com o retorno de Hugh Keays-Byrne irreconhecivelmente como Immortan Joe, “Mad Max: Estrada da Fúria” traz de volta a motivação petrolífera para o caos do mundo, aliado à fome e sede, duas das novas engrenagens mais citadas para uma possível Terceira Guerra Mundial. Em meio à morte do mundo, em uma terra onde a vida tenta resistir diante do fim do verde, George Miller volta a ser notícia por se perpetuar como visionário e nos prepara para o que “Mad Max: The Wasteland” trará para nós em um futuro que, assim espero, não demore 30 anos para chegar.

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Toda semana você espera o Nerd Rabugento voltar com as principais notícias do universo da cultura pop para você jogar na mesa e deixar seus amigos impressionados.

E quem diria, Mad Max foi atropelado nas bilheterias americanas por A Escolha Perfeita 2, filme de meninas dançantes. Foram 44 milhões de dólares contra 70.

Veja essa notícia e muito mais!

Será que o Superman vai morrer em Batman V Superman?

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Tudo que a Apple vende dá vontade de comprar. Não é por acaso que o ‘jeitinho Apple de ser’ consegue vender até um Opala caindo aos pedaços. Será?

 

 

T: @BrenoYudi I:@brenonk F:/Pandatomico

 

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Eu vejo filmes pracaralho. Mas eu sinceramente não me lembro a última vez que assisti a um filme tão foda quanto Mad Max: Estrada da Fúria.

Minhas expectativas estavam gigantescas desde que eu assisti ao primeiro trailer.

Foi o melhor trailer que eu vi. De verdade eu não me lembro de um trailer mais foda que aquele. Ai veio o segundo trailer.

Os dois traileres já eram melhores que a maioria dos filmes de ação, sei lá, da última década.

E Estrada da Fúria é exatamente igual ao trailer, SÓ QUE COM DUAS HORAS DE DURAÇÃO!

Confira o review de Mad Max: Estrada da Fúria, pelo Nerd Rabugento:

Será que finalmente o cinema vai se reencontrar com a qualidade?

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Senta ai, sossega, que o Rapidinhas do Nerd Rabugento é a sua dose semanal de informação sobre cultura pop pra você pagar de fodão com os seus amigos que não entendem nada dessas coisas.

Se segura na cadeira, que essa é braba:

Tem uns rumores na internet que garantem que Joss Whedon será o diretor de Star Wars: Episódio Nove.

Qual ator você acha que poderia substituir bem o Hugh Jackman como Wolverine?

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Todos os meses o Nerd Rabugento assiste a todas as séries gringas que estréiam – quando eu falo gringa eu falo Estados Unidos e Inglaterra.

E esta é a lista com as séries que estrearam em abril:

Qual a última série realmente boa que você assistiu?

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30% do ano já passou e o Nerd Rabugento continua te informando semanalmente sobre as novidades da cultura pop.

O Rapidinhas do Nerd Rabugento desta semana tem Star Wars Day, Vingadores, Esquadrão Suicida e MUITO MAIS!

O jornalista Umberto Gonzalez soltou na internet a arte conceitual de como vai ser o uniforme da Mulher Maravilha

Você consegue dizer, na ordem, o nome de todos os personagens que estão na foto do Esquadrão Suicida sem olhar no Google?

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A receita pra fazer um filme de ação foda pracaralho:

Queimar 5 mil litros de óleo para fazer fumaça para os efeitos.

110 toneladas de aço.

8.8 toneladas de poeira para exagerar a paisagem.

Um caminhão de 30 toneladas com controle remoto.

2 drones com câmeras.

E muito mais!

O Nerd Rabugento mostra uma série de curiosidades sobre o filme Mad Max: Estrada da Fúria. Confira!

O que você acha de menos efeitos de computação gráfica e mais efeitos com dublês nos filmes de Hollywood?

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Depois de uma espera sem fim, estreou o filme Os Vingadores: A Era de Ultron.

Eu assisti ao filme na pré estréia mas decidi soltar este vídeo só uns dias depois para evitar um mimimi natural de spoilers e essas coisas.

Já aviso que vão ter alguns spoilers neste vídeo e que se você sobreviveu ao final de semana de estréia sem spoilers, parabéns.

Confira a análise de Os Vingadores: A Era de Ultron pelo Nerd Rabugento:

Os Vingadores: A Era de Ultron entregou tudo o que você esperava?

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Criação vs. Criador

O problema da inteligência artificial é incrivelmente o mesmo problema do ser humano: ego. Aparentemente um problema apenas nosso, o pequeno termo – que engloba aspectos enormes – é sempre a raiz da revolução das máquinas no cinema. É aquele momento clínico e rápido onde a tecnologia entende o princípio humanoide que rege o orgulho, a cobiça e o poder. Mais uma vez, o ego.

Se fossemos chatos de galocha incapazes de ativar o botão “suspensão de realidade”, diríamos que é improvável. “Máquinas são programadas. Não pensam, não idealizam. Reproduzem comandos”. Esqueça isso. Em se tratando de universo cinematográfico e artístico, o único problema sério é a falta de criatividade. E em “Vingadores – Era de Ultron”, temos ela de sobra, em uma trama que leva os mais atenciosos a uma compreensão humana verídica, dentro de uma era fictícia deliciosamente apocalíptica.

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O centro do 11º episódio da MCU (Marvel Cinematic Universe) é justamente um conceito que explodiu com “O Exterminador do Futuro”. Que é quando a tecnologia, que viria a ser a arma mais poderosa a favor da vida humana, se vira contra ela em busca da sua vingança utilizando o mote clássico que vem desde 1818 com Frankenstein. A ideologia ao redor de Ultron é impecável, seu conceito criado por Tony Stark funciona. Mas na prática não. E quando temos uma máquina sem quaisquer aspectos humanos que possam gerar em si sentimentos pacíficos (como é o caso de Vision), a frieza de sua composição vem à tona e nos mostra a descontrolada briga entre criação e criador.

E a forma como Joss Whedon roteiriza esse conflito tão popular é onde a joia preciosa de Vingadores se encontra. Ao invés de optar pelo tradicional confronto partindo apenas do pressuposto que Ultron rejeita qualquer comando (ainda questiona J.A.R.V.I.S por se reportar assim) e quer ser um deus, o quadrinhista, produtor e cineasta especialista em ficção científica suspende parte do seu universo favorito e traz um pouco do cuidado e valor cristão. Para contextualizar a premissa original do ego, Whedon volta à Bíblia e faz referências que apenas os adeptos ao livro entendem.

Ao pegar a origem do ego, quando o anjo de luz Lucifer (criação) se volta contra Deus (Criador), questionando sua soberania, Joss Whedon faz um paralelo entre a motivação da trama apocalíptica de os Vingadores e o princípio que fez Lucifer ser expulso do paraíso e se tornar o maior destruidor da vida humana (de acordo com os escritos bíblicos).

avengers 1 Continue lendo…

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Acabou a desculpa e o Nerd Rabugento volta com as mais importantes notícias do universo da cultura pop desta semana para você discutir com seus amigos e mostrar que você sabe muito mais do que eles.

A DC anunciou que Frank Miller vai escrever a terceira parte e conclusão da saga Cavaleiro das Trevas.

QUÊ?

O que você achou do visual do novo Coringa?

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O Nerd Rabugento preparou um especial chamado Nerd Rabugento: A Era de Ultron que explica a todos os fãs de filmes de super heróis que não acompanham os quadrinhos quem é Ultron, como foi criado e todo o universo que cerca o principal inimigo dos Vingadores.

Nesta semana publicamos a primeira parte do especial: A Origem de Ultron. Aqui estão a segunda e a terceira parte.

Confira!

Parte 02: A Era de Ultron nos Quadrinhos.

Parte 03: Ultron Sem Limites.

Você acha que os filmes deveriam ser mais fiéis aos quadrinhos ou devem mesmo seguir com as próprias pernas?

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