Debate Estadão: review. | Sedentário & Hiperativo
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Debate Estadão: review.

30 ago 2007 | por Junior em Internet às 16:11

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Ontem aconteceu o Debate sobre “Responsabilidade e Conteúdo Digital” decorrente da campanha do Estadão, criada pela Talent. Antes do início da sessão houve uma conversa tranquila e dinâmica a qual deveria ter sido prolongada. O debate começou e com a apresentação dos blogueiros, mas essa já interrompida para se falar da campanha. Merigo defendeu muito bem seu ponto de vista sobre a campanha e João Livi (Talent) concordou com algumas partes, mas tentou se justificar, como não era possível, não se estendeu e resolveu voltar a desenhar.

O debate continuou, porém a pauta não foi nem tanto sobre a Campanha, e sim sobre a “Blogosfera”, os blogueiros e seus leitores. A responsabilidade e conteúdo digital? Isso não cabe apenas aos blogueiros, abrange muito mais que apenas blogs. Existem fóruns, listas de discussão, sites de crowdsourcing, Youtube, e também o site mais visitado pelos brasileiros, o Orkut! Todas essas plataformas também geram conteúdo na Internet, e em um volume muito maior que a “blogosfera”.

Infelizmente, eram muitas pessoas para falar e defender seu ponto de vista, argumentar sobre algo e contextualizar a argumentação leva tempo, o que nos era escasso (para quem estava na mesa o tempo passou muito rápido). Mesmo permeando apenas sobre blogs, jornais e leitores, o debate foi produtivo. Mostrou que há muito lixo na Internet, da mesma maneira que existe também muito lixo na televisão, nas revistas e nos jornais. E que ao mesmo tempo existe uma parcela de pessoas que se dedicam a escrever, pesquisam, formulam pensamentos e opinam; e publicam artigos relevantes, sejam eles blogueiros, jornalistas, pesquisadores, wikipedistas. Mesmo que seja uma pequena parcela das pessoas e para uma pequena parcela da sociedade. E que elas se preocupam com seu conteúdo, com o que vão dizer, como vão dizer e o que isso pode gerar. O maior legado de um blogueiro é o seu histórico, reputação e credibilidade, que é adquirido ao longo do tempo através do reconhecimento de seus visitantes fiéis. Essas são as pessoas que voltam ao seu blog, criam uma relação com o blogueiro, seja porque se identificam com quem o escrever, ou com os assuntos pautados e querem saber a opinião daquele blogueiro. Algo que conseguimos com o debate é deixar claro esse pensamento. Um blogueiro que leva a sério seu blog, se preocupa com o que vai escrever e com o que isso vai gerar. Ninguém em sã consciência publica algo que possa colocar em risco uma reputação que demora a ser conquistada.

Honestamente, gostaria de ter interrompido mais para expressar minhas idéias. Participei muito pouco, pois deixava a pessoa concluir seu pensamento e nisso o moderador já cortava e mudava o tema. Não fui lá para semear a discórdia, como muitos blogueiros sugeriram que o fizesse, mas para mostrar que a blogosfera está disposta a conversar e debater assuntos de interesse mútuo. Gostei da iniciativa do Estadão de promover um debate com a blogosfera, apesar da reação exagerada de uma parte dela, mostrando que estão interessados em saber a opinião dos (ainda) pequenos, pela coragem de pedir desculpas pelo desentendimento e a sinceridade de afirmar que a campanha foi infeliz na sua concepção, diferente dos representantes da agência.

Após o debate, fomos para o lobby do hotel e lá prolongamos a conversa em um clima informal e descontraído, e esse sim foi o verdadeiro debate da noite. Não conversamos apenas sobre a campanha, e tão pouco nos restringimos a falar só sobre a blogosfera, mas sim sobre todas as formas de mídia, sobre o mundo em que vivenciamos hoje, nossas prospecções, sobre as diversas possibilidades da Internet, que transforma qualquer indivíduo de receptor a emissor, o também sobre a absurda quantidade de informações que recebemos diariamente. Novamente tocamos no assunto que foi pautado no debate: não adianta apenas o emissor ter consciência do que escreve, depende muito do receptor ir atrás de conteúdo de qualidade, e isso é consequência direta da sua edução. Leitores que pensem sobre o assunto e não apenas consumam a matéria, que tenham mais de uma fonte de informação para poder construir sua opinião, argumentar e contestar o outro, se for preciso.

PS: O debate vai virar uma matéria no Estadão de domingo, estou ansiosa para saber como irão editar tudo isso e se o escrito irá condizer com o que a realidade.

Leia o que eles disseram sobre o debate:
- Edney
- Estadão
- Rodrigo Barba gravou o vídeo do debate pela TVEstadão

Comentários

  1. Oi Bruna. Parabéns pela sua participação no debate. Fiz também minha resenha… acho que os que erraram, como o pessoal da talent, erraram mais por ignorância do que é a blogosfera do que por maldade. Abraço.

  2. Oi Bruna,
    Na verdade eu não estava presente e nem filmei. O debate foi transmitido ao vivo através do site do estadão =).
    Abraços.

  3. O debate foi regado de muita cordialidade e pontos em comum. Mas o que achei realmente estranho foi o fato de o Gilson Schwartz me parecer estar ali só para falar com linguagem acadêmica e juntamente com Pedro Dória limpar a imagem do Estadão, com a seguinte frase: “Vocês criaram o lixo, vocês são os culpados. Nossa mídia vai continuar soberana, seus macacos”. Sem contar as infimeas provocações ‘por debaixo dos panos’ ao Edney Souza.

    No mais, o debate ocorreu de forma limpa, sem muito tratar realmente do tema Responsabilidade e Conteúdo Digital, tratando apenas de como são, quem são, o que pensam, como vivem e como sobrevivem os blogueiros brasileiros, com uma infeliz pitada de comparar o Brasil com outros países.

  4. Marton

    E o tal do Schwartz disse mesmo que “foi simpático o Estadão tentar aplacar os macacos mais raivosos”?
    Putz, se ele disse isso mesmo, foi muito sem noção. Não sei se a frase ficou fora de contexto ou o quê mas esse sujeito mostrou ter a cabeça do tamanho de um amendoim.
    Não entendo tanto medo, mas é normal quando uma classe se sente ameaçada agredir quem tenta botar a cabeça pra fora da “média”…

  5. Antonio

    Realmente foi muito boa a iniciativa do estadão, e espero que o blog – ou a blogosfera – se esforce pra trazer conteúdo cada vez melhor, seja sobre política, entretenimento e qualquer coisa mais.
    Parabéns! Como disse antes debater é sempre bom.

    :thumbs:

  6. Bruninha,

    Parabéns pela coragem de ter participado do debate! Vc se saiu muito bem e achei ótimo os blogueiros terem a oportunidade de tentarem expor seu ponto de vista.

    Beijos

  7. Suuuper.Fantástica!

    Achei a moderação do Lima “simpatica” foi menos parcial do que eu imaginava… no geral foi bom… digo isso pq é um começo.. poderia ter sido bem melhor se vcs tivessem falado mais…interromper faz parte… achei ate q vcs tiveram bastante oportunidades pra isso… mas da pra entender.. ali .. na hora.. é meio complicado … eu nao teria feito melhor..com certeza… o Edney conseguiu dar “umas boas”.. achei o Merigo um pouco polido demais.. e se o Lima tivesse dito aquele “quer tentar?!” pra mim eu nao teria sido nada simpatica.. tsc tsc..

  8. Parabéns pelo debate, isso mostra a força da blogosfera, você representou muito bem a todos, espero que com atitudes assim, passem a respeitar mais a blogosfera.

  9. A questão é tão simples e vcs complicam…

    O Estadão fez propaganda comparativa quanto ao serviço deles e o nosso (blogueiros). Propaganda comparativa sempre criou polêmica quando era empresa x empresa. Agora então, empresa x consumidor/usuário/produtor independente, com certeza não ia dar pra eles. Burrice de quem está abandonando a máquina de escrever e aprendendo a abrir o I.E. e pesquisar no google…

    Eles realmente desdenharam a nossa força, os milhares de maquaquinhos armados de teclados com capacidade de escrever e influenciar muito maior que qualquer verba que o Estadão possa gastar em publicidade, lobbys ou contratos de jornalistas.

    Quem tem mais audiência somada? O Estadão (jornal e digital) ou toda a blosfera somada?

    Apenas tomem cuidado com a velha estratégia maquiavélica do “bate e depois assopra”. Eles cospem na gente e depois aproximam-se oferecendo debates, lanchinho e passagem do buzão. Futuramente ficaremos inclinados a termos mais proximidade com um veículo que já teve algum vínculo com nossa história, nem que seja para chamar o nosso trampo de “macaquice”.

    Fiquem espertos!

  10. [...] compartilho de suas impressões a respeito da participação de Carlos Merigo e Bruna Calheiros. O Carlos defendeu seus pontos de vista com dignidade e ênfase; a Bruna, embora tenha falado [...]

  11. Hellfire

    Realmente não vejo sentido em muita coisa que foi falada.
    Não se pode comparar o jeito em que essas midias trabalham, internet tem diferença da edição de papel, de qualquer forma, boa iniciativa, mesmo achando que poucos blogueiros falaram.

    Até mais.

  12. Marcio Pontofinal

    Eu sei que a Bruna foi a única que soltou um sonoro “MERDA” durante o debate.

    =)

  13. d G

    como o Dalton do tarjapreta.org disse eles usaram o velho método da mafia: “mantenha seus amigos por perto e os seus inimigos mais próximos ainda”.
    Mas Bruna te achei meio nervosa, se expôs pouco, mas deu sua contribuição.
    Na próxima leva o Duquian, que ele deve ser mais “macaco velho” pra lidar com aquela gente.

  14. [...] concordo com quem teve essa percepção. Até porque, isso foi propositado, adequado e educado. Eu, Bruna e Edney nos encontramos um dia antes do debate, e nos propomos a discutir realmente o tema [...]

  15. Concordo com o Dalton do Tarja Preta, e pelo jeito acho que a “operação abafa” funcionou!

    []s

  16. JCV

    Bruna, “não semear a discórdia” em uma mesa redonda que pelos comentários lidos até agora foi feita simplesmente para “limpar a barra” do nosso quase-fascista Estadão talvez não fosse a estratégia adequada para esta situação.

    Considerando que os não-blogueiros presentes são muito mais “calejados” que vocês neste tipo de mesa redonda, me parecia óbvio, como foi, que eles iam tentar a qualquer custo ceifar os pensamentos de voces com cortes e intromissões.

    Mas valeu a experiência. Para mim, só a vergonha que o Estadão passou diante de muitos dos blogueiros e de pessoas que os acompanham diariamente já valeu a pena. Dizer que o debate valeu a pena para “mudar a mentalidade” de alguém, principalmente do Jornal-ÃO é impossível, eles tem medo, isso sim da força que voces estão adquirindo diariamente.

  17. [...] concordo com quem teve essa percepção. Até porque, isso foi propositado, adequado e educado. Eu, Bruna e Edney nos encontramos um dia antes do debate, e nos propomos a discutir realmente o tema [...]

  18. Debatinho na íntegra:
    http://www.youtube.com/watch?v=-gK5Chpj4-g

    Reparem que até o mic do Edney foi sabotado, hahaha…

  19. Mel

    Bruna,

    Você escreve bem melhor do que fala….uma pena. Todos os blogs que tenho lido falam em inexperiência, mas acredito que tenho sido apenas uma mistura de nervoso e desarticulação. Na próxima espero que seja melhor.

    Em tempo: não acho que dizer “merda” signifique firmeza de posição, Márcio pontofinal….

  20. Caio Rizzato

    Olá Bruna,

    Tenho 20 anos, nao tenho nem idéia de quanto tempo faz que estou plugado no mundo digital… trabalho com internet o dia todo em uma agência de comunicação, curso Mídias Digitais na Puc e desde sempre odeio o estadão.

    Não é novidade que os meios de comunicação por aqui, na grande maioria das vezes manipulam informações e defendem interesses. O Estadão e a Folha são dois jornais de direita extremamente parciais, um faz isso disfarçado, mas o outro nem tenta disfarçar.

    A internet é livre e aberta, quem seleciona o que quer ler é o usuário. como foi dito no debate, “Se seu conteúdo é ruim, seu blog vai morrer.”. Existe um medo, como na história dos livros, quando se comenta sobre leitura on-line ou pelo computador, entao se ouvia… “ler no monitor é ruim, cansa”, inventaram uma interface parecida com um livro, onde voce carrega o conteudo e le na sua cama segurando a tela na mão. Mas a discussão ainda continua, isso tudo é medo da tecnologia.
    Viva a internet, onde todos escrevem o que querem, sem sensura… e o usuário tem um leque de opções. Viva toda a informação não manipulada que não defende os interesses do Estadão, da Folha, da Rede Globo ou de qualquer outro meio de comunicação sujo.
    A única coisa que precisamos é a tão falada inclusão digital, para que essa informação livre de mascaras chegue na mão de todos.

    Responsabilidade e Conteúdo Digital… ou a galera do estadão é muito burra e ainda não entendeu como a internet funciona e pra que serve ou então isso me cheira a sensura, uma tentatica de monopolizar o direito de publicar informações.

    Abs,

    Caio

  21. [...] um dos blogueiros deu sua opinião do debate, aqui, aqui e aqui respectivamente, mas o post que mais me causou frisson foi o do Contraditorium (Carlos [...]

  22. Glitch

    Lendo as considerações sobre o debate fica a impressão de que o “campo e condições de batalha” foram escolhidos de modo a favorecer o lado dos não blogueiros escolhidos para debater.

    Assim, se todo mundo sabe (seja pelas várias situações que a história traz, seja pelo que foi escrito em “A Arte da Guerra” ou seja pelo que foi visto em 300) da importância da escolha do campo de batalha, por que não chamar os caras para um debate? Ora, a blogosfera se mostrou aberta à discussão ao ir ao campo do inimigo para se expor numa situção em que não podiam prever o que viria pela frente, será que os Lords Sith do Estadão teriam os mesmos “cojones” de vir debater?

    De qualquer forma, acho que um simples convite não seria o suficiente para que os caras descessem de seus pedestais e seria necessária uma mobilização semelhante à que gerou esse primeiro debate para que um segundo viesse a acontecer.

    Até porque eu aposto o braço direito do meu irmãzinho caçula que eles não chamam para um segundo tempo.

  23. Luciano Almeida

    Realmente Bruna, você escreve melhor que fala. Perdeu uma grande oportunidade nesse contato direto com o Estadão. Timidez é complicado mesmo, não imaginava que você fosse assim.

    Bate a assopra é a melhor definição. Espero que futuramente ninguém esqueça dessa macaquice do Estadão.

    Bruna, da próxima vez, tome umas taças de vinho ou cervejinha, ajuda a se soltar melhor amiguinha. :beer:

  24. André

    Conheça seu inimigo primeiro antes da guerra….

  25. Por isso que no Blogcamp que pegaram os caras do Estadão para Cristo.

  26. rafa

    So tem interesse pessoais eles vão fechar contrato com a google, fiquei sabendo, ou seja todos adeus didi nosso, acho que não deviamos dar atenção para eles e nem ir mais nisso, e tirar os links para o sites deles.. Espero que concorde comingo..

  27. oi… acho q tu conseguiste destacar bem os pontos cruciais da questão toda… a minha opinião é a seguinte: meio óbvio, mas a internet é apenas mais uma fonte de informação e é claro q é a forma de informar-se que mais cresce, entretanto não é nisso q eu quero chegar… liga-se a tv, verifica-se as vendas de jornais e revistas, escuta-se as rádios… os índices nos mostram q os “primeiros lugares no ibope” são sempre os conteúdos de gosto duvidoso para a elite ou para as “pessoas esclarecidas”… eu, particularmente, falando assim, tenho um gosto elitista, mas a questão é q respeito quem não gosta do q eu gosto… com os blogs talvez o exemplo se repita: são os blogs com conteúdo mais popular, ou até mesmo os mais despojados e despretensiosos os mais acessados e procurados pelos googles da vida (entenda-se q isso é apenas especulação… não conheço os índices, mas acredito q seja isso, d qq forma)… a questão é q não é possível caracterizar-se um conteúdo como sendo “porcaria” ou “de baixo nível” apenas pq não se encaixa no perfil adequado as grandes empresas da mídia… e mesmo q assim o seja, por favor, cada um procura por o q gosta!! acho q seria interessante abrir uma discussão sobre do q realmente se trata essa propaganda do estadão: se é simplesmente uma infeliz campanha de marketing com visão distorcida ou se é a tentativa de dizer o q é certo e o q é errado, quase de maneira censurial (eu “chutei “esse termo, não sei se existe, mas vcs entenderam a idéia, né??)…

    e quanto a essa parte do teu post: “Ninguém em sã consciência publica algo que possa colocar em risco uma reputação que demora a ser conquistada”, quero lembrar q sou gaúcho e q há alguns dias houve um post com uma piada extremamente infeliz aqui mesmo no s&h… não gostei do caráter xenofóbico expressado, mas acho q não podemos agradar a gregos e troianos e d qq forma, foi uma piada… a grande questão é q não se trata d “reputação” ou “qualidade da informação” mas sim d “liberdade d expressão”… enfim, essa é minha opinião!! um abraço!!!

  28. :D
    Na verdade eles morrem de medo dos blogs, um dia iremos tomar mais força e mais confiabilidade

  29. [...] do Interactive Advertising Bureau Brasil). E fica tambem a opnião de quem participou mais de perto Sedentário e Hiperativo, InterNey, RodrigoBarba , Brainstorm#9, Jornalirismo e Portal [...]

  30. reinaldo

    impressa publica o qui qué!!!
    ass- reinaldo :tongue:

  31. Alexandre

    Debate sem graça, tinha q rolar quebra pau… parece mais seleção de emprego hehehe… hummm acho q logo muitos blogueiros vão estar trabalhando pro jornal que sustentou a ditadura militar brasileira…

  32. eros casabranca

    Quando saiu a campanha, a maioria foi ferozmente contra o Estadão, houve revolta, chiliques e tudo mais.

    Alguns poucos foram os que contrariaram, dizendo que estava havendo uma tempestade em copo d´água.

    Após o debate, podemos concluir que aqueles poucos tinham razão.

    Esperávamos certas atitudes daqueles até então revoltados, mas o que ocorreu ? Nada. Discussões burocráticas, educação exagerada para não haver provocação. Os ânimos dos bogueiros estavam bem diferentes de seus comentários que precederam o debate.

    Acho que os blogueiros foram mal representados.

    Mas não foi nada. Passou.

  33. Excluindo as declarações do “mestre” Schwartz, foram levantados alguns pontos interessantes para aqueles que buscam aumentar a credibilidade da blogosfera. É importante a galera que ainda não viu o vídeo assistí-lo e ficar atento a essas dicas.

    Nas entrelinhas, porém, foi afirmado que os blogs não possuem qualidade por seus autores desconhecerem as nuances da Comunicação. Ok, mas a até cerca de um ano atrás, se não me engano, não era necessária nenhuma formação específica para exercer jornalismo, o que, por este critério, tira a qualidade da mídia principal. São afirmações perigosas de serem feitas, afinal…

    Falou-se muito de se alcançar alguma relevância com os artigos/post publicados. Mas – tudo questões de conveniência – ninguém do ramo jornalístico puxou uma visão sobre o “lixo relevante”: as publicações de renome, que têm a confiança do leitor, mas publica lixo sobre lixo. Blogs diários que falam sobre o cachorro? Que me dizem então da revista Caras?

  34. [...] do video falam sobre o debate: Edney (do interney.net), Carlos Merigo (do Brainstorm#9) e a Bruna Calheiros (do Sedentário e Hiperativo). Por fim, Guilherme Azevedo sintetiza tudo, e explicita o pedido de [...]

  35. [...] concordo com quem teve essa percepção. Até porque, isso foi propositado, adequado e educado. Eu, Bruna e Edney nos encontramos um dia antes do debate, e nos propomos a discutir realmente o tema [...]

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