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Excalibur

Camelot, Guinevere e Lancelot

Olá crianças,

Eu era rainha e perdi a minha coroa,
Mulher e quebrei os meus votos;
Amante e arruinei quem amava:
Não há maior massacre.
Há poucos meses atrás eu era rainha,
E as mães mostravam-me os seus bebês
Quando eu chegava de Camelot a cavalo.

*Guinevere de Sara Teasdale

Como a quarta parte deste pequeno estudo sobre as lendas esotéricas do Rei Arthur, comentaremos sobre o elemento TERRA, representado nas lendas arthurianas por Camelot e pela Távola Redonda.
Para quem chegou agora no blog, recomendo que leiam antes os textos a respeito dos outros elementos:
FOGO (Merlin, José de Arimatéia e o Bardo Taliesin), ÁGUA (O Santo Graal e a Linhagem Sagrada) e AR (Excalibur, Rei Arthur e Sabres de Luz).

Rei Arthur, Excalibur e Sabres de Luz

Olá crianças,

A história do Rei Arthur e da Távola Redonda é uma das mais fascinantes e misteriosas de todas as grandes histórias da humanidade. Fruto de quase mil anos de alegorias, fatos históricos, fatos ocultistas, lendas e curiosidades amalgamadas em um conto fantástico que até os dias de hoje gera curiosidade e respeito.
Nos próximos posts, vamos conhecer a fundo as origens de cada elemento presente nas histórias do Rei de Camelot. Antes de continuar, porém, recomendo a leitura do post sobre Zeus e Hera, para que o leitor possa entender como funciona o chamado “empilhamento de histórias”.

A versão mais conhecida da história do Rei Arthur é uma mistura de diversas outras alegorias e está muito embasada na alquimia medieval e no simbolismo templário; para que possamos entender a fundo como cada um destes elementos se combinou na história completa, vamos primeiro separar peça por peça deste enorme quebra-cabeças, que às vezes pode ser tão complicado quanto as colunas do Ricardo Kossatz.