Internet

Um vídeo bem legal está rodando a internet.
Brad Rich, que estava de férias com a família, realizou a gravação no Alasca.

O Alasca é um local muito procurado pelas famílias americanas para o turismo. E como todo local turístico existem os passeios que você pode realizar a fim de conhecer e aprender mais sobre as culturas locais. E na viagem de Brad não foi diferente.

Brad estava em um barco, onde eles levam os turistas para conhecer sobre as baleias que frequentam o local em uma certa época do ano, quando de repente, muitas baleias subiram ao mesmo tempo para se alimentar próximo à encosta de Sewaer.

O vídeo é surpreendente. Detalhe para a animação de Brad ao ver as baleias, que é um pouco exagerada.

0 Comentários

Pornstars dão aulas pelo YouTube

6 ago 2015 | por em Internet, NSFW, vídeos às 21:44

Elas fazem o maior sucesso em outros canais de vídeos! Agora estão fazendo mais sucesso ainda no YouTube.

Algumas porstars resolveram fazer uma aula, e chupar alguns sorvetes.Nada de mais nisso, né? Pois é, até que elas mostrem como faz isso de maneira engraçada.

Temos certeza que elas se divertiram muito.

O vídeo já foi visto por mais de 2 milhões de pessoas até agora e está fazendo um sucesso mundial. Aproveitem e vejam mais vídeos desse canal, tem coisas bem legais lá.

0 Comentários

Um inventor maluco, resolveu inovar na maneira de despertar. Criando um despertador totalmente diferente.

O que diferencia esse despertador na verdade é a cama, que ejeta o dorminhoco que só fica na soneca. Além de ejetar, soam dois alarmes de incêndio, barulhos de fogos de artifício e ainda duas buzinas de caminhão.

De duas uma, ou você levanta antes de passar por esse sofrimento, evitando o despertador ”tocar”, ou vai querer passar por toda essa perturbação novamente.

Porém, acredito que você não deva ficar muito tempo com esse sistema em casa, até seus vizinhos começarem a reclamar e entrarem com uma ação de uma possível remoção.

Esse vídeo postado há poucos dias viralizou, e está com mais de 1.700 milhões de visualizações.

Confira como funciona o despertador;

 

0 Comentários

Existe um apego a filmes e franquias oitentistas. Inevitavelmente, o público que teve a oportunidade de acompanhar essas produções no seu auge se apropria do que está por vir, com aquele sentimento saudosista que jamais o liberta. É inerente. Todo mundo que já ‘esteve lá’ e viu de perto o momento em que filmes como “O Exterminador do Futuro” encontram os olhos do público, cria esse criticismo (no melhor sentido) que vai na jugular de reboots, remakes ou continuações. Acontece comigo, acontece com vários outros.
Sem-Título-1
E não seria diferente com “O Exterminador do Futuro – Gênesis”. Já mexeram tanto com os dois primeiros clássicos concebidos por James Cameron, que nos depararmos com um quinto filme que descontextualiza a trama original, de fato aguçaria os sentidos mais analíticos e clínicos dos apaixonados pelas obras originais.

E o novo filme, que faz um reboot do clássico de 1984, é confuso. A trama parte do ponto principal da história original e seu começo nos dá a entender que algo bem melhor do que as produções de 2003 e 2009 está por vir. Mas ao contradizer todo o roteiro escrito por James Cameron, anulando a premissa da existência de “O Exterminador do Futuro”, o novo filme desconsidera tudo que nos foi apresentado em 84 e 91, reduzindo uma das maiores experiências cinematográficas às cinzas amargas nos lábios dos vidrados por essa ficção científica de outrora.

Logo na primeira meia hora de filme surge questões tão relevantes que permeiam até a mente de Kyle Reese (Jai Courtney), que está tão confuso quanto nós e tão perdido dentro do novo contexto gerado. O passado de 1984, não existe. Tecnicamente, tudo não passou de um passado que seria um presente, se algo mirabolante – e mal explicado – não tivesse acontecido em 1973, quando Sarah Connor (Emilia Clarke) tinha apenas 9 anos de idade. Como esse “algo” aconteceu (estou tentando ao máximo fugir de spoilers), tudo que vimos no clássico oitentista acabou não acontecendo. Confuso? Imagine para James Cameron.
kyle-reese-terminator-genisys
Os furos no roteiro não apenas anulam e contradizem os filmes anteriores, como criam um 1984 paralelo, aonde John Connor (Jason Clarke) nem chega a ser concebido e que leva os personagens Sarah e Kyle a uma viagem no tempo a 2017, onde estranhamente o filho dela se encontra desde 2014, vindo de 2029. Sim, aquele mesmo cara que não foi gerado no passado dentro da nova trama existe no futuro. Que é o passado de 2029, onde a Resistência e a Skynet se digladiam em uma era pós-apocalíptica.

Com toda essa confusão, aproveitar a experiência dentro do cinema se torna um pouco pesado. Como a trama não justifica e nem tenta preencher as inúmeras brechas abertas, ficamos à deriva, esperando explicações ou momentos decisivos que honrem os filmes precursores, à medida que tragam também uma nova história.
ZBRlISj
Mas “Gênesis” não é de todo mal. Assistido dentro do contexto de sua origem, o filme é realmente fraco e não alcança a maestria dos primeiros (algo que, honestamente, é muito difícil de atingir). É falho em inúmeros aspectos quanto à construção da trama, mas quando assistido isoladamente, o peso da experiência logo citado, é reduzido e aproveitar a produção como um filme de ação nos contenta.

Talvez, analisar o filme como uma obra única, sem qualquer ligação com os originais, seja a “suspensão de realidade” necessária em nós. Quando desligamos a memória de 1984 que nos persegue durante a produção, “O Exterminador do Futuro – Gênesis” se transforma em um filme de ação agradável.
exterminador-1
O dinamismo das cenas de alto impacto está sempre presente, o que mantém o ritmo do filme elevado a todo tempo. Com uma produção no estilo blockbuster, ele cumpre seu papel: belas explosões, frases de efeito com leve tom cômico e perseguições alucinantes encabeçadas por Arnold Schwarzenegger. Os efeitos especiais são impecáveis e a remasterização das imagens extraídas do clássico original foi tão bem feita, que a qualidade se assemelha às filmagens feitas com a tecnologia atual.

No final de tudo, estamos diante de um filme que gera sentimentos dúbios. À medida que o apreciamos como uma produção despretensiosa, também nos revoltamos pela desconstrução do que já vimos, de forma que nos confunde (afinal, eles usam o original para dizer que ele, de fato, não existe). Talvez nós precisemos nos desprender dos filmes antigos, pois os novos são feitos pra outra geração, que pouco ou nada conhece o que conhecemos. Ou talvez eles precisem parar de mexer em um dos melhores filmes já feitos.

0 Comentários

Surge na minha ‘time line’ um “vídeo denúncia” a respeito de uma pimenta. Então resolvi refutar via vídeo.
Soca o dedo no play e bom vídeo!

0 Comentários

MALAFAIA

27 jun 2015 | por em Internet às 0:39

O que dizer dessa pessoa que mal considero e já conheço pakas?!

Quer mais? Clica aqui.

0 Comentários

O cinema japonês mitando outra vez. Confira:

0 Comentários

Plus Size NÃO

20 jun 2015 | por em Internet às 4:14

Muita frescura com esse termo.

0 Comentários

Convite fail para baile de formatura

24 mai 2015 | por em Internet às 21:43

Aquele puta momento da sua criatividade usado para preparar uma puta surpresa para alguém, só que…

0 Comentários

Comprar um cadeado nem sempre é garantia para não mexam na sua mala.

Inscreva-se clicando aqui.

T I F

0 Comentários

A clássica história do rock

Pobre menino pobre, desajeitado, desajustado, incompleto, incompreendido. Desleixado, preguiçoso, sem foco. Sem lar, sem família, sem nada. Quantas histórias já ouvimos com esse mesmo DNA ‘impuro’, mal visto e mal quisto, não é? Mas essa história não é uma dessas. Esta aqui atinge as profundezas da alma, dilacera o peito aberto, já ensanguentando por tamanha honestidade. Essa história até começa assim, mas termina diferente. Talvez pior, talvez mais sofrida, mais solitária, mais despedaçada. Mas não se trata do começo e do fim. Na história contada no mais recente documentário “Kurt Cobain: Montagem of Heck”, o ‘entre’ é o que importa. Não se trata de mais uma clássica história do rock, se trata da história definitiva sobre o maior ícone da sua geração. Um rei sem coroa, um rei sem querer.

montage of heck

Admitir que não há mais para onde ir em se tratando da complexidade de Kurt Cobain não seria exagero. De fato, não há. O documentarista indicado ao Oscar Brett Morgen mergulhou em águas tão profundas que cruzar qualquer outra fronteira seria impossível e por que não, desnecessário. Este é o documentário mais impactante sobre um artista. É até difícil mensurar sua simbologia com tamanha precisão, por trás da complexidade de Kurt Cobain trazida com tanta veracidade e voracidade para as telas. A brutalidade encanta, dói, incomoda, sangra. Mas o músico era assim. E afinal, qual seria a outra forma de contar isso?

“Montage of Heck” reúne a compilação mais completa e pura de um artista que até hoje gera fascínio por seu brilhantismo musical e psique delicadamente complexa e gritante. Absorto por tudo aquilo que seus fãs, apaixonados por música e curiosos sempre especularam a respeito do seu perfil, sua sensibilidade e genialidade incomum, Morgen foi à nascente mais pura sobre a história de Kurt Cobain, se privando de influências midiáticas e do que se espera de um ícone. Ele foi direto naqueles onde a verdade reside: a família.

kurt 2

Na teoria, o elo mais forte. Na vida de Kurt, o mais fraco. A fragilidade e pequenez sentida pelo artista ao longo dos seus 27 anos são oriundas da sua base familiar desestruturada. Tratado como “complicado demais”, o jovem passou a infância sendo encantador e a juventude toda sendo rejeitado, ignorado. E sua fragilidade está ali, na ausência de um lar. Coração partido pela terrível sensação de abandono, com feridas ainda doloridas. Sua música é reflexo desse não pertencer e a identificação com o público foi súbita. Sem querer, ele se tornou aquele cara que ele um dia quis seguir, mas não sabia. E quando chegou lá, percebeu que ainda era aquele garoto que queria pertencer. Que talvez não quisesse liderar, mas ser liderado na companhia de outros. Tudo a fim de romper com a solidão.

E o documentário nos leva para o cerne de Kurt, para a complexidade da sua fragilidade, para seu perfeccionismo artístico escondido por trás do grunge, que sempre fora sinônimo de despretensão. É como se colocássemos óculos que nos permitem enxergar o mundo pela perspectiva do dono do objeto. Ao ficarmos diante da tela, passamos a ver as coisas pela ótica dilacerada de Kurt Cobain. Folheamos seus inúmeros diários, percebemos seu romantismo inveterado, vemos de perto seu processo criativo como frontman do Nirvana, a cobrança de si mesmo e do mundo, sua arte, sua dor na arte e sua luta para tentar pertencer mesmo quando já é parte de algo.

Continue lendo…

0 Comentários

0 Comentários

O músico belga Stromae lançou ‘Carmen’ em 2013, mas só agora saiu o clipe da música. ‘Carmen’ é sua crítica a atual relação das pessoas com as redes sociais, de como nos tornamos reféns e alienados por causa delas.

A animação ficou por conta do desenhista e cenógrafo francês Sylvain Chomet, que chamou atenção no Brasil depois da sua versão de os Simpsons:

0 Comentários

Esses caras giram os CD’s a uma velocidade tão alta que eles começam a deformar até que explodem e ver isso em camera hyper lenta é demais! Confira:

0 Comentários

O que você escreveria?

20 mar 2015 | por em Internet às 0:19

Se você tivesse que escrever para o atual da sua ou do seu ex, o que você escreveria? Veja no vídeo duas versões e ideias completamente diferentes.

0 Comentários